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Cineamazônia 2020 apresenta a programação de filmes e mostras

Cineamazônia- Festival de Cinema Ambiental, que acontece em sua 17ª Edição de 1 a 5 de dezembro de 2020, de forma totalmente online e com acesso ao público 100% gratuito, apresenta a programação das mostras, onde, além da exibição de filmes de curtas, médias e longas metragens, contará com mostras especiais e atividades paralelas em Mesas Redondas, Debates e conversas nos Papos de Cinema, sempre recebendo convidados com temas vinculados à produção cinematográfica brasileira. A homenagem do Cineamazônia, nesta 17ª Edição, será para a Cinemateca Brasileira, guardiã do maior acervo em filmes no Brasil e uma das cinco maiores do mundo, e que passa por uma grave crise.

Na Mostra Competitiva de curtas e médias metragens, 41 filmes disputam o Troféu Mapinguari nas categorias de documentário, animação, ficção e experimental, além do Troféu Mapinguari para roteiro, trilha sonora, fotografia, montagem e direção, além do Troféu Mapinguari para a melhor Produção da Amazônia.

A lista completa dos curtas e médias que concorrem nesta 17ª Edição pode ser conferida aqui no site do Cineamazônia.

Também buscam o Troféu Mapinguari – Prêmio Silvino Santos, seis longas metragens documentários, nesta 17ª Edição disputado por grandes produções do cinema brasileiro, com os filmes:

  • Kabadio – O tempo não tem pressa, anda descalço, de Daniel Leite

  • Idade da Água, de Orlando Senna

  • Ex Pajé, de Luiz Bolognesi

  • Empate, de Sérgio de Carvalho

  • Nheengatu, de José Barahona

  • Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira.

  • Os trailers dos seis longas documentários estão disponíveis no canal do Youtube do Cineamazônia.

Todos os filmes, tanto na mostra de curtas e médias quanto na de longa documentários são analisados por profissionais de destacada atuação na produção audiovisual, ambiental e cultural, composto por cinco membros para curtas e médias e outros cinco para os longas documentários.

A exibição de filmes não se restringe somente às mostras competitivas que buscam o Troféu Mapinguari. Quatro outras mostras vão brindar o público que irá acessar, online e gratuito, durante o Cineamazônia, filmes diversificados, assim definidos:

Mostra de Longas Convidados

Longas metragens que discutem a condição humana, o meio ambiente, a música brasileira, dentre outros temas, serão exibidos para o público, confira:

  • Obá Obá Obá, de Benjamin Rassat

  • Tudo por Amor ao Cinema, de Aurélio Michiles

  • A Terra Negra dos Kawa, de Sérgio Andrade

  • Osvaldo Cruz na Amazônia, de Stella Oswaldo Cruz Penido e Eduardo Vilela Thielen

  • Amazônia, o Despertar da Florestania, de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski

  • Rondônia: Viagem à Terra Prometida, de Silvio Tendler

  • Para ter onde ir, de Jorane CastroO

      Os trailers de todos os longas convidados já podem ser vistos no canal do Youtube do Cineamazônia.

Mostra Animando Amazônia

  • Exibição de 39 filmes de animação, realizados através de um projeto pioneiro de animação na Amazônia Brasileira e Boliviana, desenvolvido pelo festival durante as oficinas de animação com alunos de escolas públicas nas 16 edições anteriores e durante o Cineamazônia Itinerante;

Mostra Imagens da Memória

  • Obra cinematográfica produzida pelo Cineamazônia ao longo dos últimos anos com depoimentos de pessoas que resgatam, preservam e contam as suas histórias de vida nos diferentes territórios da Amazônia, em uma linguagem própria em 21 filmes de curta metragem;

Mostra Itinerâncias

  • São 5 filmes com diferentes pessoas e culturas e a rica diversidade contadas do ponto de vista de convidados e de personagens locais durante as expedições do Cineamazônia Itinerante pela Amazônia, Peru, Bolívia, Colômbia, Portugal e África.

Se agende: Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental – 17ª Edição – A Natureza não pode não pode sair de cena.

1 a 5 de dezembro – Online e Gratuita.

Realização: Acapulco Filmes

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Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental – 17 Edição

Veja também : Seis longas documentários concorrem o Troféu Mapinguari

Cineamazônia 2020 exibe seis longas documentários na disputa do Troféu Mapinguari

O Prêmio Silvino Santos de melhor longa metragem documentário, que acontece durante o CIneamazônia 17ª Edição, de 1 a 5 de dezembro, contará com seis filmes que concorrem ao Troféu Mapinguari.

A mostra competitiva de documentários de longa metragem acontece todos os anos durante o Cineamazônia, e reúne, nesta 17ª Edição, para exibição pública online e totalmente gratuita,  produções que retratam questões relacionadas à Amazônia, seus problemas e impactos, e resgata parte da história brasileira pouco conhecida do público, além de produções que documentam as condições dos povos tradicionais da região e de outros locais do planeta.

Entre os filmes selecionados, está Nheengatu, com direção e produção de José Barahona, uma produção Brasil-Portugal onde se busca uma língua imposta aos índios pelos colonizadores, e, através da língua misturada, o Nheengatu, o filme se constrói no encontro de dois mundos, já que a filmagem foi realizada com a população local do Alto Rio Negro. O trailer pode ser assistido no canal do Cineamazônia.

O diretor Luiz Bolognesi apresenta o filme Ex Pajé, onde Perpera, um poderoso pajé dos Paiter Suruí, se divide no conflito imposto por um pastor evangélico que entra em contato com seu povo e afirma que pajelança é coisa do diabo, até que a morte ronda a aldeia. Uma prévia está disponível no canal do Cineamazônia.

Kabadio – O tempo não tem pressa, anda descalço, de Daniel Leite apresenta a perspectiva dos conflitos de personagens reais que lutam pela sobrevivência no à uma guerra civil e ao contrabando, em um pequeno vilarejo mulçumano do Senegal. Confira o trailer do filme no canal do Cineamazônia.

Conflitos humanos e ambientais também podem ser conferidos em dois longas de sucesso. Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira resgata a saga de mais de 60 mil brasileiros enviados à Amazônia durante a 2ª Guerra Mundial para a extração do látex, estratégico para a vitória dos aliados e a promessa nunca cumprida: voltarem para a casa como heróis da pátria e aposentados como militares. O trailer está disponível no canal do Cineamazônia.

Sérgio de Carvalho traz uma visão mais contemporânea sobre os conflitos relativos a borracha na região amazônia no filme Empate, onde o diretor dá voz aos protagonistas do movimento seringueiro entre 1970 e 1980, no Acre, refletindo sobre como este momento histórico ecoa ainda hoje na Amazônia e seus impactos mundiais. O trailer pode ser assistido no canal do Cineamazônia.

Em um momento onde o desmatamento e as queimadas na Amazônia aumentam e assustam o mundo, o diretor Orlando Senna discute em Idade da Água, a questão da falta de água no planeta e a cobiça pela Amazônia, que concentra 20% da água potável do planeta, um filme que leva o espectador a refletir sobre as atitudes do homem sobre o meio ambiente. O trailer pode ser conferido no canal do Cineamazônia.

Na programação do Cineamazônia 17ª Edição, além da exibição dos seis longas que disputam o Troféu Mapinguari – Prêmio Silvino Santos de melhor longa documentário, acontece a exibição de filmes na Mostra de Longas Convidados, onde cineastas e diretores serão recebidos para conversar ao vivo no Papo de Cinema, de quarta, 2, a sexta-feira, 04, às 10:00 horas de Brasília, 9:00 horas do Amazonas

A programação inclui também as Mesas Redondas, de terça, 01, a sexta, 04, sempre às 15:00 horas de Brasília, 14:00 horas do Amazonas, com a participação de diretores convidados. Os Debates encerram a programação diária, às 19 horas (Brasília), 18:00 horas (Amazonas), onde diretores dos longas que disputam o Prêmio Silvino Santos vão abordar temas relativos às suas produções e ao cinema na Amazônia.

Toda a programação acontece online, gratuita e aberta ao público, em paralelo as atividades abaixo, disponíveis de 1 a 5 de dezembro:

  • Troféu Mapinguari: mostra competitiva com 41 filmes curtas e médias;

  • Mostra Animando Amazônia – exibição de filmes de animação de um projeto pioneiro de animação na Amazônia Brasileira e Boliviana, desenvolvido pelo Cineamazônia durante as oficinas de Pixilation;

  • Mostra Imagens da Memória – obra cinematográfica produzida pelo Cineamazônia ao longo dos últimos anos com depoimentos de pessoas que resgatam, preservam e contam as suas histórias de vida nos diferentes territórios da Amazônia;

  • Mostra Itinerâncias – diferentes pessoas e culturas e a rica diversidade contadas do ponto de vista dos personagens locais durante as expedições do Cineamazônia Itinerante pela Amazônia, Peru, Bolívia, Colômbia e África.

  • Veja também : Cineamazônia 2020 apresenta a programação de filmes e mostras

Festcineamazônia : premiações e homenagens

A 9ª edição do Festcineamazônia Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental encerrou no sábado (19) com homenagem à Semana da Consciência Negra, exibindo o filme “Clementina de Jesus – Rainha Quelé”, dirigido por Werinton Kermes. O filme recebeu menção honrosa especial do Júri, entregue pelo poeta Thiago de Mello à professora Úrsula Depeiza Maloney, descendente do barbadiano Oscar Depeiza Maloney que veio para a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.  Úrsula se formou professora na primeira turma graduada em Porto Velho. Após a homenagem foi feita a entrega do troféu Mapinguari aos vencedores da Mostra Competitiva. Para a premiação dos vencedores, foi formado o Júri da Mostra Competitiva composto por: Bill Fogtman (Brasil/EUA), Alejandro Fuentes (Bolívia), Luciano Gilleta (Argentina), Suely Rodrigues (Brasil), e Cândido Alberto (Brasil). O Júri de Vídeo Reportagem Ambiental foi formado por: Osmar Silva, Edineide Arruda e Marcus José do Amaral.

PRÊMIO DANNA MERRIL – MELHOR DOCUMENTÁRIO, ELEGANTE E FURIOSO – Direção: ANA PAULA GUIMARÃES

PRÊMIO MAJOR REIS – MELHOR ANIMAÇÃO (02 VENCEDORES), MURAGENS CRONICAS DE UM MURO, Direção ANDREI MIRALHA (PA) e NO BAQUE, Direção de CARLON HARDT (PR)

PRÊMIO VITOR HUGO – MELHOR FICÇÃO, TIMING – Direção: AMIR ADMONI (SP)

PRÊMIO MANOEL RODRIGUES FERREIRA – MELHOR EXPERIMENTAL, UR (AGUA) – Direção: VILLARIAS (Espanha)

PRÊMIO CHICO MENDES – MELHOR ROTEIRO, O CASO LIBRAS – Direção: MELISE MAIA (RJ)

PRÊMIO MARINA SILVA – MELHOR MONTAGEM, TIMING – Direção: AMIR ADMONI (SP)

PRÊMIO POVOS INDÍGENAS DE RONDONIA – MELHOR TRILHA SONORA, Música de STRAUSS no vídeo UR (AGUA) Direção: VILLARIAS (Espanha)

PRÊMIO SILVINO SANTOS – MELHOR FOTOGRAFIA, Fotografia de JANICE DAVILA, do filme PÁGINAS DE MENINA – Direção: MÔNICA PALAZZO (SP)

PRÊMIO CAPÔ (MAURICE CAPOVILLA) – MELHOR LINGUAGEM, TIMING – Direção: AMIR ADMONI (SP) e NO BAQUE – Direção: CARLON HARDT (PR)

PRÊMIO DE MELHOR DIREÇÃO, Diretor WAGNER NOVAIS, do filme TEMPO DE CRIANÇA (RJ)

PRÊMIO MELHOR ATOR, Ator JOSÉ WILKER, do filme A MELHOR IDADE – Direção: ÂNGELO DEFANTI (RJ)

PRÊMIO MELHOR VIDEO RONDONIENSE, O VIDEO ILHA DO JACÓ – Direção: MARCELO BICHARA

PRÊMIO MELHOR VIDEO REPORTAGEM AMBIENTAL NACIONAL, CASA DOS SONHOS E ECOLOGICAMENTE CORRETA – Direção: RODRIGUES DA SILVA (PB)

PRÊMIO MELHOR VIDEO REPORTAGEM AMBIENTAL RONDONIENSE, CIDADANIA NA BEIRA DO RIO – Direção: ADRIEL DINIZ

O Júri da Seleção da 9ª edição do Festcineamazônia concedeu menção honrosa para a atriz KETTELLEN COUTINHO, do filme TEMPO DE CRIANÇA, dirigido por WAGNER NOVAIS; ao ator MESTRE ANDRÉ, do filme AQUÉM DAS NUVENS, dirigido por RENATA MARTINS (SP); e aos documentários: ACERCADACANA, dirigido por FELIPE PERES CALHEIROS (PE) e ELOGIO DA GRAÇA, direção de JOEL PIZZINI (RJ). Também foi homenageado o filme CLEMENTINA DE JESUS – RAINHA QUELÉ, direção de WERINTON KERMES e HERON COELHO (SP); e a proposta SATIRA DA ANIMAÇÃO – RAI SOSSAITH, dirigido por THOMATE (SP). O vídeo reportagem ambiental REVISTA DO CINEMA BRASILEIRO, direção de MARCO ALTERG (RJ) também foi homenageado. Foram concedidos ainda os seguintes prêmios especiais: PRÊMIO CTAV para o vencedor da categoria MELHOR FILME RONDONIENSE, o vídeo ILHA DO JACÓ – direção de MARCELO BICHARARI; PRÊMIO CTAV para o vencedor da categoria MELHOR CURTA BRASILEIRO, ao filme A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO, direção de ALESSANDRA COLASANTI e SAMIR ABUJAMRA. O Festcineamazônia ainda concedeu Menção Honrosa ao vídeo documentário SOLDADOS DA BORRACHA, direção de CESAR GARCIA LIMA (RJ). O prêmio melhor filme do Rio de Janeiro foi para A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO, Direção: ALESSANDRA COLASANTI e SAMIR ABUJAMRA. O público que prestigiou o festival também votou e concedeu o Prêmio Júri Popular – Troféu Esperança /Thiago de Mello ao filme O CASO LIBRAS, dirigido por Melise Maia (RJ).

 

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Festcineamazônia seleciona produções entre 400 inscritos

Letícia Sabatella participou do Festival em 2010

Mais de 400 produções estão inscritas para a seleção da 9ª edição do Festcineamazônia – Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental, que acontecerá em Porto Velho, durante os dias 15 a 19 de novembro, no Teatro Banzeiros, com entrada grátis. As inscrições encerraram no dia 31 de agosto e os filmes e vídeos inscritos passam pelo processo de seleção por um júri técnico.

 A comissão julgadora é autônoma em suas decisões para escolher as produções que concorrerão na mostra competitiva do festival. A premiação será nas categorias: animação, experimental, ficção, documentário e vídeorreportagem ambiental. Os filmes e vídeos concorrem ao cobiçado troféu Mapinguari.

 Filmes do Brasil, Moçambique, Uruguai, Bolívia, Chile e México estão inscritos na fase seletiva. Entre esses estão o argentino Noche Sin Fortuna, o chileno Mitomana, e o boliviano El Ascensor.

 Cerca de 30 produções rondonienses também buscam a classificação para a mostra competitiva. Geovani Berno concorre com o documentário Nos Palcos da Vida: Raízes do Porto 18 Anos, e Rudney Prado com o experimental Candiru.

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