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Na fronteira de Rondônia com a Bolívia, imenso jacaré-açu assusta população

Em 2010, um outro jacaré-açu atacou uma criança. foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental de Rondônia

Em 2010, um outro jacaré-açu atacou e matou uma criança. foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental de Rondônia

Um jacaré enorme, presumivelmente com mais de 5 metros , tem tirado o sono da população da tranquila cidade rondoniense de Guajará-Mirim,situada a cerca de 350 quilômetros de Porto Velho,  na fronteira com a Bolivia, no noroeste do Brasil. Os ribeirinhos tem evitado sair à noite para o rio, evitando novas tragédias como a que aconteceu em 2010, quando uma menina de 11 anos foi morta por um jacaré da mesma espécie. Moradores suspeitam que o jacaré que aparece atualmente seja a fêmea do jacaré abatido naquela vez,  após matar a menina.

A Polícia Militar Ambiental de Rondônia já alertou a população para evitar banhos e a presença de crianças nos igarapés e praias das redondezas. foto:B.Bertagna

Motociclistas em risco: “Linha Chilena” 5 x mais cortante vira febre entre soltadores de pipa de Porto Velho

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Por Beto Bertagna

Uma mania dos jovens cariocas que gostam de soltar pipa acabou invadindo Porto Velho, a capital de Rondônia, no noroeste do Brasil. Na cidade com cerca de 500 mil habitantes, o uso do cerol na brincadeira de soltar pipas sempre vitaminou as estatísticas de acidentes com motociclistas, quase sempre causando lesões na altura do pescoço. Mas o que era ruim tende a piorar, pois  os portovelhenses começam a abandonar o uso do cerol tradicional, feito de cola e vidro moído, em detrimento da “linha chilena” , que corta pelo menos 5 vezes mais. Feita de quartzo moído e óxido de alumínio o produto pode ser adquirido com facilidade via internet. Uma rápida busca em sites como o Mercado Livre leva o consumidor a ofertas de linha chilena com carretel de 1000 jardas, por R$ 25,00 mais o frete. “Aproveite a oportunidade e seja o Rei das Pipas onde mora.” diz a propaganda das linhas. 1000 jardas equivale a 914 metros. O risco de um acidente é cada vez maior pois com o advento das usinas e a melhoria do poder aquisitivo da população, o número de emplacamento de motos na cidade vem batendo sucessivos recordes, segundo o Detran/RO. A “linha chilena”  é considerada perigosíssima pelos motociclistas. “Andar sem antenas de proteção está virando suicídio em Porto Velho” , diz um motociclista que não quer se identificar. ” As vias da cidade estão virando verdadeiras  armadilhas”.

foto: B.Bertagna

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