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Livros para entender Rondônia > Seringueiros da Amazônia : Sobreviventes da fartura, de Nilson Santos

NILSON SANTOS - seringueiros da amaz+¦nia - sobreviventes da fartura - capa frente

“A experiência essencial que Nilson Santos nos convida a empreen­der neste livro não é mais um momento acadêmico, mas uma “expe­riência interior”. Isso quer dizer que não saímos iguais depois dessa experiência. Os seringueiros de Nilson latejam da mais pura vida. Eles sentem e lutam e reivindicam não como con­ceitos ou fragmentos de discursos montados pelo pesquisador, mas enquanto plenitudes essenciais. Livro raro não apenas para quem quer conhecer de perto a vida nos seringais da Amazônia, mas um acontecimento para todos que desejam enfrentar o outro na dimensão do outro, sem a perigosa fantasia que produz um outro escalpelado e domado.”

Alberto Lins Caldas

Nilson Santos lança Seringueiros da Amazônia : Sobreviventes da Fartura, no próximo dia 11 de dezembro

Convite Nilson

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“A experiência essencial que Nilson Santos nos convida a empreen­der neste livro não é mais um momento acadêmico, mas uma “expe­riência interior”. Isso quer dizer que não saímos iguais depois dessa experiência. Os seringueiros de Nilson latejam da mais pura vida. Eles sentem e lutam e reivindicam não como con­ceitos ou fragmentos de discursos montados pelo pesquisador, mas enquanto plenitudes essenciais. Livro raro não apenas para quem quer conhecer de perto a vida nos seringais da Amazônia, mas um acontecimento para todos que desejam enfrentar o outro na dimensão do outro, sem a perigosa fantasia que produz um outro escalpelado e domado.”
Alberto Lins Caldas (prefácio)

“O seringal é o cerne – mas Nilson insiste em que não se trata de uma imagem abstrata, simplificada. Seu conjunto forma a vida no seringal, com traços em comum, porém com múltiplos atores e facetas; cada destino per­faz um sentido único, alarga a compreensão de um Brasil ignoto.”
Betty Mindlin (apresentação)

“O livro que se tem a mão é forte por retraçar his­tórias pessoais, narrativas de grupo no encalço do respeito, tudo sem desmentir os fundamentos de uma necessária história pública, expressão em um tipo de narrativa eficiente e moderna que, a um tempo alarga o conhecimento e o põe a mostra como formuladora de políticas cidadãs.”
José Carlos Sebe Bom Meihy (introdução)