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Túnel do Tempo : Locomotiva Cel. Church da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

ft_01 ft_02 ft_03 ft_04A velha locomotiva nº 12, a “Coronel Church” , nome dado em homenagem ao coronel norte-americano George Earl Church, que em 1872 idealizou a ferrovia, foi a primeira máquina a chegar na Amazônia, trazida pela firma “P & T Collins” em 1878. Após a desativação em 1972, a locomotiva permanecia nas dependências do 5º Batalhão de Engenharia e Construção – o 5º BEC. (em Porto Velho, capital de Rondônia) de onde foi removida para o museu, ganhando nova pintura nas cores originais. Ano de 1981

Filme sobre Victor Dequech desvenda mitos das lendárias Minas de Urucumacuã

DEQUECHO falecimento do engenheiro de minas Victor Dequech, ocorrido em Belo Horizonte em 2012 poderia também sepultar uma parte importante da história de Rondônia.

Conhecido por ser o fundador da Geosol, a maior empresa de sondagens do país e da Sociedade Brasileira de Espeleologia, Dequech entra para a história de Rondônia a partir da Expedição da década de 40 que visava encontrar as lendárias Minas de Urucumacuã.

A sua versão dos fatos, a fonte primária da história, estaria perdida se não fosse a ação visionária dos documentaristas Luiz Brito e Beto Bertagna(yo), que munidos de uma câmera Digital e microfones profissionais, gravaram muitas  horas de histórias na sua residência em Belo Horizonte, com apoio da TV Minas.

O depoimento de Dequech é uma verdadeira bomba e põe por terra muitos mitos criados na fértil imaginação de cutubas e peles curtas.

O filme tem o título provisório de “Urucumacuã , A Salvação do Brasil” e reedita a parceria dos dois diretores  feita no documentário “Divino, Cem Vezes Divino“.

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História de Rondônia

Essa teleaula produzida por Beto Bertagna é resultado de um projeto pioneiro, o de levar à rede pública de ensino um pouco da história de Rondônia, de forma didática e interativa. A ocupação do Vale do Guaporé e a construção do Forte Príncipe da Beira, são marcos da nossa história. Uma obra da engenharia militar portuguesa no Brasil Colonial que nos remete às nossas origens, à nossa identidade. Esse trabalho foi feito com muita ousadia, pois à época os recursos para produzi-lo eram bem precários, perto do que dispomos hoje. Foram quase oito horas ininterruptas de gravação, sem TP, vários dias de edição, mas sobretudo meses de intensa pesquisa. O vídeo que foi apresentado nas escolas está disponível no youtube e já tem mais de 36 mil visualizações. Uma rica fonte de consulta, única e por isso mesmo, pioneira.

Luciana Oliveira

Foi um prazer gravar com a Luciana, jornalista e apresentadora de primeira, possuidora de uma capacidade incrível de guardar textos na memória. A idéia era continuar a série, apresentando mais detalhadamente o Real Forte Príncipe da Beira e a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em outros módulos. Infelizmente o projeto não seguiu avante por falta de patrocinadores. Mas segue firme o nosso orgulho de fazer coisas boas para Rondônia. Os arquivos digitais, pesquisas, filmes e originais estão guardados. E quem sabe um dia não role a segunda tele-aula.

Beto Bertagna

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Filmes para entender Rondônia – Porto Velho, cidade do sol

capas Filmes Beto 001Um vídeo com ares turísticos sobre a capital de Rondônia, mostrando muitos aspectos de sua cultura, seu folclore e as cores da sua gente. Produzido no começo dos anos 90, este vídeo fez o maior sucesso na época que era comercializado em Vhs no aeroporto do Belmont. Foi para todos os continentes divulgando a cidade. Tem no seu conteúdo poemas de Bolívar Marcelino, a narração de Celso Ferreira, a trilha sonora do CD Amazônia em Canto, e mostra uma cidade que não existe mais. A foto da capa é de Carlos Ruiz. Foi o primeiro de uma série de documentários produzidos naquela época. Depois viriam outros, já no fim dos anos 90,com o apoio do Ruy Motta e do Flávio Carneiro. Roteiro de Nelson Townes e realização e direção de Beto Bertagna.