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Acadêmica da UFPB recebe prêmio por dissertação sobre a EFMM

Ana Carolina Monteiro Paiva, integrante do GEPEHTO – Grupo de Estudos e Pesquisas em História do Trabalho da UFPB, recebeu o 1º lugar na categoria Trabalho Acadêmico ou Científico do Prêmio CNJ Memória do Poder Judiciário por sua dissertação de mestrado defendida em dezembro de 2020 no Programa de Pós-Graduação em História da UFPB.
“Trabalho e cotidiano na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (1907-1919)” baseou-se em um amplo conjunto de fontes, incluindo processos-crime que constituem parte do acervo do Centro de Documentação Histórica do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.
A cerimônia de entrega dos prêmios pelo Conselho Nacional de Justiça ocorreu na Escola Superior da Magistratura de Pernambuco, ligada ao Tribunal de Justiça daquele estado.

Uma versão de sua dissertação, já premiada anteriormente no âmbito do próprio PPGH-UFPB, deverá ser publicada em breve em livro pela Editora da UFPB. A íntegra da dissertação, que foi elaborada com apoio da CAPES, sob a forma de bolsa de demanda social, pode ser acessada livremente no Repositório Institucional – Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFPB diretamente no link https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/20305 .

Túnel do Tempo : Locomotiva Cel. Church da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

A velha locomotiva nº 12, a “Coronel Church” , nome dado em homenagem ao coronel norte-americano George Earl Church, que em 1872 idealizou a ferrovia, foi a primeira máquina a chegar na Amazônia, trazida pela firma “P & T Collins” em 1878. Após a desativação em 1972, a locomotiva permanecia nas dependências do 5º Batalhão de Engenharia e Construção – o 5º BEC. (em Porto Velho, capital de Rondônia) de onde foi removida para o museu, ganhando nova pintura nas cores originais. Ano de 1981

Livro sobre a 2ª tentativa de construção da EFMM em 1878 está disponível para leitura on-line

Deu no blog da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré EFMM100anos.wordpress.com :

Clique na imagem para ir ao livro on-line

Escrito pelo americano Neville B. Craig, a “Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: história trágica de uma expedição”, publicada originalmente em Filadélfia em 1907,  encerra detalhado relato da tentativa de uma empresa dos Estados Unidos de construir, em 1878, uma ferrovia na fronteira Brasil-Bolívia. O projeto envolveu quase mil operários e técnicos norte-americanos, mais de 200 dos quais morreram em consequência da malária e de naufrágios, enfrentou toda ordem de dificuldades na floresta amazônica e foi paralisado por conflitos com o governo boliviano e entre os próprios acionistas. A iniciativa pode ser considerada a pré-história da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, afinal construída entre 1907 e 1912.

LIVRO NA ÍNTEGRA >

http://www.brasiliana.com.br/brasiliana/colecao/obras/137/estrada-de-ferro-madeira-mamore-historia-tragica-de-uma-expedicao

Túnel do Tempo : EFMM, 2010

foto: B. Bertagna

Em 2010 estava em curso a maior e mais abrangente revitalização que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, situada em Porto Velho, capital de Rondônia, jamais havia recebido. Com os 2 galpões recuperados, e com o início das obras da Grande Oficina, para dotar a EFMM de condições para a manutenção das locomotivas previstas para trafegarem de Porto Velho a Santo Antônio, num passeio turístico de 8 quilômetros. Os urubólogos de plantão se contorciam de raiva. E as andorinhas vinham festejar nas árvores do pátio agora revitalizado.

Túnel do Tempo : EFMM , 2011

Turistas observam a movimentação dos ferroviários operando a velha locomotiva 18. Ao lado, se vê a litorina, em pleno processo de restauração pela Cootrafer, Cooperativa dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e Iphan . Corria o ano de 2011, e mesmo com vários urubólogos de plantão a ferrovia renascia…

foto: B.Bertagna

Parabéns , Guajará-Mirim ! Aos 85, esta cidade é 10 !

Estação final da centenária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, momentaneamente tomada pelas águas.

Pérola do Mamoré, parabéns pelo seu aniversário.

Um abraço em todo(a) guajaramirense que ama, de fato, esta terra ! Leia mais sobre Guajará-Mirim aqui .