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Cineamazônia 2020 apresenta a programação de filmes e mostras

Cineamazônia- Festival de Cinema Ambiental, que acontece em sua 17ª Edição de 1 a 5 de dezembro de 2020, de forma totalmente online e com acesso ao público 100% gratuito, apresenta a programação das mostras, onde, além da exibição de filmes de curtas, médias e longas metragens, contará com mostras especiais e atividades paralelas em Mesas Redondas, Debates e conversas nos Papos de Cinema, sempre recebendo convidados com temas vinculados à produção cinematográfica brasileira. A homenagem do Cineamazônia, nesta 17ª Edição, será para a Cinemateca Brasileira, guardiã do maior acervo em filmes no Brasil e uma das cinco maiores do mundo, e que passa por uma grave crise.

Na Mostra Competitiva de curtas e médias metragens, 41 filmes disputam o Troféu Mapinguari nas categorias de documentário, animação, ficção e experimental, além do Troféu Mapinguari para roteiro, trilha sonora, fotografia, montagem e direção, além do Troféu Mapinguari para a melhor Produção da Amazônia.

A lista completa dos curtas e médias que concorrem nesta 17ª Edição pode ser conferida aqui no site do Cineamazônia.

Também buscam o Troféu Mapinguari – Prêmio Silvino Santos, seis longas metragens documentários, nesta 17ª Edição disputado por grandes produções do cinema brasileiro, com os filmes:

  • Kabadio – O tempo não tem pressa, anda descalço, de Daniel Leite

  • Idade da Água, de Orlando Senna

  • Ex Pajé, de Luiz Bolognesi

  • Empate, de Sérgio de Carvalho

  • Nheengatu, de José Barahona

  • Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira.

  • Os trailers dos seis longas documentários estão disponíveis no canal do Youtube do Cineamazônia.

Todos os filmes, tanto na mostra de curtas e médias quanto na de longa documentários são analisados por profissionais de destacada atuação na produção audiovisual, ambiental e cultural, composto por cinco membros para curtas e médias e outros cinco para os longas documentários.

A exibição de filmes não se restringe somente às mostras competitivas que buscam o Troféu Mapinguari. Quatro outras mostras vão brindar o público que irá acessar, online e gratuito, durante o Cineamazônia, filmes diversificados, assim definidos:

Mostra de Longas Convidados

Longas metragens que discutem a condição humana, o meio ambiente, a música brasileira, dentre outros temas, serão exibidos para o público, confira:

  • Obá Obá Obá, de Benjamin Rassat

  • Tudo por Amor ao Cinema, de Aurélio Michiles

  • A Terra Negra dos Kawa, de Sérgio Andrade

  • Osvaldo Cruz na Amazônia, de Stella Oswaldo Cruz Penido e Eduardo Vilela Thielen

  • Amazônia, o Despertar da Florestania, de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski

  • Rondônia: Viagem à Terra Prometida, de Silvio Tendler

  • Para ter onde ir, de Jorane CastroO

      Os trailers de todos os longas convidados já podem ser vistos no canal do Youtube do Cineamazônia.

Mostra Animando Amazônia

  • Exibição de 39 filmes de animação, realizados através de um projeto pioneiro de animação na Amazônia Brasileira e Boliviana, desenvolvido pelo festival durante as oficinas de animação com alunos de escolas públicas nas 16 edições anteriores e durante o Cineamazônia Itinerante;

Mostra Imagens da Memória

  • Obra cinematográfica produzida pelo Cineamazônia ao longo dos últimos anos com depoimentos de pessoas que resgatam, preservam e contam as suas histórias de vida nos diferentes territórios da Amazônia, em uma linguagem própria em 21 filmes de curta metragem;

Mostra Itinerâncias

  • São 5 filmes com diferentes pessoas e culturas e a rica diversidade contadas do ponto de vista de convidados e de personagens locais durante as expedições do Cineamazônia Itinerante pela Amazônia, Peru, Bolívia, Colômbia, Portugal e África.

Se agende: Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental – 17ª Edição – A Natureza não pode não pode sair de cena.

1 a 5 de dezembro – Online e Gratuita.

Realização: Acapulco Filmes

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Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental – 17 Edição

Veja também : Seis longas documentários concorrem o Troféu Mapinguari

Cineamazônia 2020 exibe seis longas documentários na disputa do Troféu Mapinguari

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O Prêmio Silvino Santos de melhor longa metragem documentário, que acontece durante o CIneamazônia 17ª Edição, de 1 a 5 de dezembro, contará com seis filmes que concorrem ao Troféu Mapinguari.

A mostra competitiva de documentários de longa metragem acontece todos os anos durante o Cineamazônia, e reúne, nesta 17ª Edição, para exibição pública online e totalmente gratuita,  produções que retratam questões relacionadas à Amazônia, seus problemas e impactos, e resgata parte da história brasileira pouco conhecida do público, além de produções que documentam as condições dos povos tradicionais da região e de outros locais do planeta.

Entre os filmes selecionados, está Nheengatu, com direção e produção de José Barahona, uma produção Brasil-Portugal onde se busca uma língua imposta aos índios pelos colonizadores, e, através da língua misturada, o Nheengatu, o filme se constrói no encontro de dois mundos, já que a filmagem foi realizada com a população local do Alto Rio Negro. O trailer pode ser assistido no canal do Cineamazônia.

O diretor Luiz Bolognesi apresenta o filme Ex Pajé, onde Perpera, um poderoso pajé dos Paiter Suruí, se divide no conflito imposto por um pastor evangélico que entra em contato com seu povo e afirma que pajelança é coisa do diabo, até que a morte ronda a aldeia. Uma prévia está disponível no canal do Cineamazônia.

Kabadio – O tempo não tem pressa, anda descalço, de Daniel Leite apresenta a perspectiva dos conflitos de personagens reais que lutam pela sobrevivência no à uma guerra civil e ao contrabando, em um pequeno vilarejo mulçumano do Senegal. Confira o trailer do filme no canal do Cineamazônia.

Conflitos humanos e ambientais também podem ser conferidos em dois longas de sucesso. Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira resgata a saga de mais de 60 mil brasileiros enviados à Amazônia durante a 2ª Guerra Mundial para a extração do látex, estratégico para a vitória dos aliados e a promessa nunca cumprida: voltarem para a casa como heróis da pátria e aposentados como militares. O trailer está disponível no canal do Cineamazônia.

Sérgio de Carvalho traz uma visão mais contemporânea sobre os conflitos relativos a borracha na região amazônia no filme Empate, onde o diretor dá voz aos protagonistas do movimento seringueiro entre 1970 e 1980, no Acre, refletindo sobre como este momento histórico ecoa ainda hoje na Amazônia e seus impactos mundiais. O trailer pode ser assistido no canal do Cineamazônia.

Em um momento onde o desmatamento e as queimadas na Amazônia aumentam e assustam o mundo, o diretor Orlando Senna discute em Idade da Água, a questão da falta de água no planeta e a cobiça pela Amazônia, que concentra 20% da água potável do planeta, um filme que leva o espectador a refletir sobre as atitudes do homem sobre o meio ambiente. O trailer pode ser conferido no canal do Cineamazônia.

Na programação do Cineamazônia 17ª Edição, além da exibição dos seis longas que disputam o Troféu Mapinguari – Prêmio Silvino Santos de melhor longa documentário, acontece a exibição de filmes na Mostra de Longas Convidados, onde cineastas e diretores serão recebidos para conversar ao vivo no Papo de Cinema, de quarta, 2, a sexta-feira, 04, às 10:00 horas de Brasília, 9:00 horas do Amazonas

A programação inclui também as Mesas Redondas, de terça, 01, a sexta, 04, sempre às 15:00 horas de Brasília, 14:00 horas do Amazonas, com a participação de diretores convidados. Os Debates encerram a programação diária, às 19 horas (Brasília), 18:00 horas (Amazonas), onde diretores dos longas que disputam o Prêmio Silvino Santos vão abordar temas relativos às suas produções e ao cinema na Amazônia.

Toda a programação acontece online, gratuita e aberta ao público, em paralelo as atividades abaixo, disponíveis de 1 a 5 de dezembro:

  • Troféu Mapinguari: mostra competitiva com 41 filmes curtas e médias;

  • Mostra Animando Amazônia – exibição de filmes de animação de um projeto pioneiro de animação na Amazônia Brasileira e Boliviana, desenvolvido pelo Cineamazônia durante as oficinas de Pixilation;

  • Mostra Imagens da Memória – obra cinematográfica produzida pelo Cineamazônia ao longo dos últimos anos com depoimentos de pessoas que resgatam, preservam e contam as suas histórias de vida nos diferentes territórios da Amazônia;

  • Mostra Itinerâncias – diferentes pessoas e culturas e a rica diversidade contadas do ponto de vista dos personagens locais durante as expedições do Cineamazônia Itinerante pela Amazônia, Peru, Bolívia, Colômbia e África.

  • Veja também : Cineamazônia 2020 apresenta a programação de filmes e mostras

Cineamazônia 2020 divulga lista de filmes selecionados

A produção do Cineamazônia – Festival de CInema Ambiental, divulga a lista dos filmes selecionados para a 17ª Edição, que acontece de 1 a 5 de dezembro de 2020, de forma online e gratuita. Todas as produções concorrem ao Troféu Mapinguari, nas categorias documentário, animação, ficção e experimental. São ao todo 41 produções de todas as regiões do país, além de filmes do Peru e Estados Unidos.

Os selecionados estão divididos assim: animação, com 7 filmes, documentário com 13, ficção com 16 e experimental com 5 produções.

Seis filmes disputam o Prêmio Silvino Santos de melhor longa metragem na categoria Documentário.

A  lista dos filmes selecionados está disponível AQUI

#cineamazonia #festivalambiental #cinema

Kombeiros do Norte se reúnem no fim de semana em Porto Velho

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Aconteceu neste fim de semana, mais precisamente no último sábado (7), com encerramento neste domingo, o 1º Encontro dos Kombeiros do Norte, porém da Regional Rondônia, aqui em Porto Velho.

O local do evento foi lá na Chácara do Benê, na BR 364, sentido Ariquemes. Muito bom o encontro, mostra que o pessoal do Motor Casa está unido e vem crescendo em nosso Estado.

Vários Kombeiros/Vans de outras cidades participaram do encontro. Valeu, parabéns aos organizadores e, com certeza virão outros encontros.

Veja as fotos registradas por este quem vos escreve, que também fez uma visita ao Evento e de outros amigos Kombeiros que lá estavam.

O Orlando Souza também fez o seu registro fotográfico.

Uma cortesia do Blog do Chaddad

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Em tempos nebulosos, Esquadrões Poti e Pacau protegem os céus da Amazônia

O primeiro Grippen NG da FAB faz pose em Brasília, mas ainda não está operacional.

O AH2 Sabre , batismo da FAB para o russo MI 35

Por Beto Bertagna

Depois da transferência do Esquadrão Poti de Recife para Porto Velho/RO há 10 anos atrás,  constituindo o 1º Esquadrão de Helicópteros de Ataque , com a compra da Rússia de 12 AH-2 Sabre (MI 35) e  do  1°/4° Gav. Esquadrão Pacau, de Natal/RN para Manaus a geopolítica da região esquentou, com as claras tentativas dos EUA de pressionar a queda de Nicolas Maduro do poder, na Venezuela. . A operação do esquadrão é com os jatos mais modernos e letais da FAB, o Tigre F-5M, caça  supersônico com recursos aviônicos, armamentos e performance adequada ao desempenho da missão de controle do espaço aéreo. Conta também com o apoio da aeronave E-99 (radar)  e do COPM4 (4º Centro de Operações Aéreas Militares) . Com a  conseqüente extensão da cobertura radar na aérea na Região Norte. A FAB concluiu em 2013 a modernização de suas 46 aeronaves F-5E/F, que passaram para o padrão F-5E/FM. O motor e célula dos aviões permaneceram os mesmos, mas a sua aviônica (HUD, radar e painel de controle) foram extremamente modificados. Ainda em 2013, outros F-5E/F, adquiridos da Real Força Aérea da Jordânia, sendo 8 F-5E e 3 F-5F bipostos foram modernizados pela Embraer Defesa e Segurança.  São 49 caças F-5E/F que foram atualizados entre 2002 e 2013. O último foi entregue agora, em 14 de outubro de 2020. Os caças estão espalhados pelas Bases de Anápolis/GO, Santa Cruz/RJ, Canoas/RS e Manaus/AM;

F5-M modernizado, da FAB

No entanto, especialistas ouvidos pela redação deste blog  www.betobertagna.com apontam que o F5-M, um projeto inicial da década de 50,  apesar do seu poder não é páreo para os  aviões Sukhoy SU-30, que integram a Força Aérea da Venezuela, que ainda assim manteriam superioridade estratégica sobre a nova base em Manaus. Como os 36 Grippen vão demorar a ser construídos e se tornarem operacionais, hoje a Aviación Militar Bolivariana (AMB) que possui uma frota de 23 caças Sukhoi Su-30 e 20 caças F-16 é uma real ameaça. Estes mesmos especialistas garantem que o poderio de um Grippen equivale a 4 unidades de F5-M.

Su 30 Flanker, da Força Aérea Venezuelana

Outros problemas também terão que ser solucionados, pois a operação deste jato em Ponta Pelada ainda é complicada pelo comprimento da pista. Os jatos de Manaus são os mesmos comprados da Jordânia em 2006 no Governo Lula e modernizados na Embraer e em Israel.

Com a chegada do primeiro Grippen NG, equipado com um novo grupo motopropulsor, o General Electric F414G, um radar ativo de varredura eletrônica, além de um aumento significativo da capacidade interna de combustível a situação de supremacia aérea na Amazõnia muda radicalmente. O Grippen pode decolar até de uma estrada !

Os Grippen NG na fábrica da Suécia. Espera-se que pelo menos 20 unidades sejam construídas na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo que possui uma pista de quase 5.000 metros para testes.

São oito vetores modelo Grippen JAS 39F, versão de dois lugares semelhante ao modelo E mais  28 aviões monopostos do modelo JAS 39E, somando 36 unidades que foram compradas em contrato assinado no Governo Dilma, em 2014 depois de muitos anos de idas e vindas numa novela que começou em 1990 no Governo Collor, com lobbies e pressão do governo dos EUA e França que desejavam emplacar os modelos F/A-18 Super Hornet, da Boeing e o caça Rafale, da francesa Dassault respectivamente. O problema dos dois é que não seria feita transferência de tecnologia, o que levou a Grippen para a escolha, já que ela se dispunha a fazer uma parceria com a Embraer e até montar os caças em Gavião Peixoto/SP, planta da empresa, que tem a maior pista do mundo . Para se ter uma idéia da importância do martelo batido por Dilma e o Ministério da Defesa, o Comando da Aeronáutica elaborou um relatório com nada menos que 33 mil páginas de análises.

A questão da transferência de tecnologia é crucial para a soberania do Brasil e já está dando alguns frutos.  A subsidiária gaúcha AEL Sistemas, de Porto Alegre, está produzindo o (WAD) Wide Area Display , uma tela de 19×8 polegadas que reúne todos os dados cruciais de voo – que, nas versões anteriores do Gripen, ficavam espalhados por três monitores e passará a equipar todos os Gripen (não só os brasileiros).

Veja também : O Esquadrão Poti agora é aqui

Cineamazônia 2020 será on line e gratuito

O Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental, um dos mais tradicionais eventos de cinema da região Amazônica, realiza, de 01 a 05 de dezembro de 2020, a sua 17ª Edição, que, este ano, em função das medidas impostas pela pandemia, será totalmente online e com acesso gratuito aos filmes selecionados para as mostras e demais atividades.

Os filmes concorrem ao Troféu Mapinguari nas categorias curta e média metragem nos gêneros de animação, experimental, ficção e documentário, além do Prêmio Thiago de Mello: Júri Popular – Troféu Esperança, escolhido pelo público através de votação pela internet durante o festival além documentários de longa metragem que concorrem ao Prêmio Silvino Santos.

Na competição de curtas e médias, várias premiações recebem o Troféu Mapinguari, que além dos melhores em cada gênero, concorrem a prêmios de direção, fotografia e montagem, entre outros, e ao prêmio para a Melhor Produção Amazônica, um incentivo à produção audiovisual da região. A escolha dos filmes que concorrem na mostra competitiva é feita por um júri de profissionais que atuam no setor audiovisual e do meio ambiente. Toda a programação está sendo preparada para atender ao novo formato do Cineamazônia, exibido em plataforma pela internet, a exemplo de diversos outros festivais e atividades culturais durante este ano.

Em um ano marcado pela pandemia e o isolamento social, além da grave crise no setor cultural e na indústria de conteúdo nacional, que se arrasta desde o início de 2019, que fragilizou a produção audiovisual, represando recursos e sem uma clara definição de políticas públicas, o que afetou a realização da 17ª Edição na data inicialmente prevista. Estes fatores afetaram também a realização da 16ª Edição, prevista para agosto de 2018, executada apenas através da Itinerância no Vale do Guaporé em dezembro de 2018 e meados de 2019.

Para o diretor da Acapulco Filmes, produtora do Cineamazônia, o cineasta José Jurandir da Costa, o “Cineamazônia teve a sua primeira exibição em 2003, e nestes 16 anos sempre procuramos oferecer ao público muito mais que a simples exibição de filmes, mas também fazer com que o cinema e a temática ambiental fossem levadas e discutidas nas escolas, nas comunidades e se tornassem ferramentas de educação e conscientização, a exemplo das diversas oficinas que oferecemos”. O cineasta destaca ainda a importância do Cineamazônia para a região amazônica, pois “sempre lutamos para o crescimento da produção audiovisual da Amazônia e a integração latino americana e de países de língua portuguesa através do cinema”.

A produtora executiva do Cineamazônia, a Fernanda Kopanakis, é enfática ao afirmar que “mesmo sem patrocínio, vamos realizar a 17ª Edição, já que o Cineamazonia não para”, e lembra que “mesmo diante de todas as dificuldades pelas quais passa o setor cultural no país, e em especial o cinema, não poderíamos deixar de contemplar os produtores que se inscreveram em 2018 com os seus filmes, nem mesmo o público que sempre nos acompanhou nestes anos”.

Toda a programação com os filmes selecionado e atividades que acontecem na 17ª Edição do Cineamazônia – Festival de Cinema Ambiental, entre 01 à 05 de dezembro, que este ano tem como tema “A Natureza não pode sair de cena”, será em breve divulgada à imprensa e espectadores e que, segundo os seus realizadores, será um marco para a Amazônia e uma nova fase da produção audiovisual.

Não era batom ! Era dinheiro mesmo , nas nádegas !

O delegado desconfiou ao ‘ver volume retangular na parte traseira”, também conhecida como bunda, do senador Chico Rodrigues.  Eram R$ 17.900,00 segundo o UOL. Já o G1/ Globo foi mais polpudo : 33 mil, cento e cinquenta reais.

Bolsonaro tinha afirmado ter ‘quase uma união estável’ com senador flagrado com dinheiro na cueca. Agora ele desmente e diz que não tem nada a ver com o caso.

Os detalhes são sórdidos. Memes na internet faziam alusão ao “cheirinho do dinheiro”. Outros satirizavam as pessoas que tem o hábito de contar dinheiro molhando os dedos com a língua. O juiz Barroso do STF ordenou que os vídeos sejam guardados em cofre da PF ‘em absoluto sigilo’ porque ‘exibem demais a intimidade do investigado’.

Segundo o G1/RR, o senador foi questionado por três vezes se ainda havia mais valores em espécie. Na última delas, com bastante raiva, Chico Rodrigues “enfiou a mão em sua cueca, e sacou outros maços de dinheiro” que totalizaram a quantia de R$ 17,9 mil. Os outros R$ 250 foram apreendidos na última busca pessoal. É a famosa corrupção em módicas prestações !

O Febeapá ( Festival de Besteiras que Assola o País) em constante revisão, versão 2020. Stanislaw Ponte Preta deve estar gargalhando sua ossada !

Comendo jaraqui em Manaus

Já dá prá fazer rolê de novo em Manaus nos fins de semana ! Isso acontecia muito nós final dos anos 70, as pessoas iam comer um jaraqui, tomar umas Cerpa , encher o porta mala de bagulhos importados que eram abundantes na Zona França e voltavam. Vc já fez isso ? Conte sua experiência !
https://www.youtube.com/c/VídeosdeRondônia

Fotos para Rondônia : ação humanitária apoia povos indígenas

Mais de cem fotografias brasileiras e estrangeiras estarão disponíveis a partir desta terça-feira (01) no site da ação humanitária “Fotos para Rondônia”. A ação visa ao apoio a diversos povos indígenas e outras populações tradicionais que se encontram em vulnerabilidade frente à COVID-19, no estado de Rondônia, no sul do Amazonas e no noroeste de Mato Grosso. Esta é uma experiência emocionante que nos leva às malhas amazônicas a partir das fotografias! O projeto é construído por muitas mãos que, juntas, vão tecendo nós de histórias para que, a partir da venda de fotografias, possamos auxiliar os povos indígenas dos territórios citados no enfrentamento aos desafios impostos pela COVID-19!

Em meio à pandemia, grupos de fotógrafas e fotógrafos de várias regiões brasileiras, estão se mobilizando com a finalidade de auxiliarem suas localidades a partir da circulação, da venda e da transferência dos valores arrecadados de imagens autorais a ações especificas de apoio a comunidades e populações em extrema vulnerabilidade a situação da COVID 19; da mesma maneira surgindo o “Fotos para Rondônia”.

Todas as fotografias foram disponibilizadas de forma gratuita, por fotógrafas e fotógrafos brasileiros; registrando a forte presença de mulheres e de profissionais da região norte; assim como a presença de fotógrafos estrangeiros, enriquecendo a composição visual desta Galeria “Fotos por Rondônia”, que tem como objetivo a circulação, a venda e a destinação de 100% do valor líquido às comunidades tradicionais, indígenas e ribeirinhas que hoje se encontram em situação de extrema vulnerabilidade nesta parte do território amazônico.

As impressões serão padrão: Fine Art, 20x30cm, acompanhadas de certificado de autenticidade, com valor fixo na aquisição por imagem de R$ 150,00. O valor arrecadado será intermediado pela Associação de Defesa EtnoAmbiental – Kanindé, entidade que receberá via transferências e depósitos os recursos e cuidará dos trâmites contábeis para o direcionamento dos valores líquidos A ARTICULAÇÃO DE SUPORTE AO ENFRENTAMENTO À COVID 19 PELOS POVOS INDÍGENAS DE RONDÔNIA, SUL DO AMAZONAS E NOROESTE DO MATO GROSSO, depois de geridos os custos operacionais e logísticos.

Ressaltando que o montante arrecadado sofrerá descontos logísticos e operacionais como impostos, custos de impressão e envio. E, após esses descontos, que giram em torno de 30% do valor arrecadado, serão direcionados os 70% restantes de forma integral às necessidades das comunidades.  As impressões serão ilimitadas pelo tempo de seis meses; duração do projeto; com entrega gratuita pelos Correios em todo território nacional.

A abrangência do projeto inclui Terra Indígena Rio Branco, Terra Indígena Karitiana, Terra Indígena Karipuna, Terra Indígena Igarapé Lourdes, Terra Indígena Zoró, Terra Indígena Kwaza, Terra Indígena Tubarão Latunde, Terra Indígena Kaxarari, Terra Indígena Sete de Setembro, Terra Indígena Rio Negro Ocaia, Terra Indígena Pacáas-Novas, Terra Indígena Sagarana, Terra Indígena Igarapé Ribeirão, Terra Indígena Igarapé Lage, Terra Indígena Rio Guaporé, Terra Indígena Uru Eu Wau Wau, Terra Indígena Rio Mequens, Terra Indígena Roosevelt além dos povos indígenas em situação urbana Kassupá (São Domingos, Costa Marques e Porto Velho), Puruborá (Seringueiras, Costa Marques, Guajará-Mirim e São Francisco), Guarasugwe (Pimenteiras, Porto Velho e Costa Marques), Migueleno (São Francisco e Porto Velho), Oro Mon (Porto Velho), Paumari (Porto Velho), Karitiana (Porto Velho), Mura (Porto Velho), Parintintin (Costa Marques e Porto Velho), Sakyrabiar (Costa Marques, Guajará-Mirim), Arua (Costa Marques), Tupari (Costa Marques), Cujubim (Costa Marques), Chiquitano (Costa Marques), Canoe (Costa Marques),, Macurap (Guajará-Mirim e São Francisco) Wajuru Porto Rolim Sabane (Vilhena), Maimande (Vilhena), Terena (Vilhena), Negarotê (Comodoro e Tangará) e a Comunidade Tradicional de Nazaré, no Baixo Madeira, em Porto Velho.

O mundo fica mais triste. Falece Alejandro Bedotti, teatrólogo e psicólogo

Ésta é uma notícia que jamaís gostaria de postar. Faleceu no início desta noite, 18, em Porto Velho, no Hospital do Amor onde estava internado , o multiartista Alejandro Bedotti.  Argentino, radicado no Brasil, deixa os filhos Ulisses e Thalia. O também psicólogo era mímico, teatrólogo, roteirista, diretor de cinema dentre outras habilidades. Atuou como Repórter Abóbrinha no meu documentário “Porto das Esperanças” no início dos anos 90.  E principalmente era meu amigo desde 1980, quando chegamos em terras rondonienses e dividimos mesas, cervejas e boas conversas. Não há mais palavras neste momento, o mundo ficou muito mais triste…

CineBrasilTV : Estréia série “Marcadas” , de dupla paraense que fez Soldados do Araguaia

Com argumento e roteiro de Ismael Machado e produção e pesquisa de Michelle Maia, a série ‘Marcadas’, da Giros Produtora (RJ) tem sido uma das atrações da programação do CineBrasilTV durante todo o mês de julho.

Dirigida por Belisario Franca, Bianca Lenti e Júlia Mariano, a obra é composta por cinco episódios.  A produção narra a força e a resistência de dez mulheres ameaçadas de morte devido a seu engajamento em conflitos ligados à defesa dos Direitos Humanos.

São cinco episódios, exibidos às sextas-feiras, às 21h. Reprises aos domingos, às 21h30. É a segunda produção feita em parceria pelos paraenses Ismael e Michelle com a produtora carioca. Antes, a dupla emplacou outro projeto com a Giros, o longa-documentário Soldados do Araguaia.

Eurico Miller, quando o homem se confunde com a ciência

Por Danilo Curado

Hoje a ciência no Brasil perde um grande homem, mas a Arqueologia perde um dos maiores pesquisadores. Eurico Miller, o patrono da Arqueologia Rondoniense seguiu sua trajetória, mas seu legado para a Memória Nacional é algo imensurável.

Sem sombra de dúvidas, o professor Eurico Miller foi um dos maiores arqueólogos no Brasil. Não quero aqui usar da régua de quem é melhor ou pior, qual o cientista que alcançou maior profundidade ou notoriedade, não é isso.

Quando digo que Miller foi um colosso dentre os arqueólogos é porque Miller – conforme palavras dele mesmo sobre a sua vida – se casou com a Arqueologia. Era um abnegado e o que mais alimentava sua alma era, sem sombra de dúvidas, a própria Arqueologia.

Como certa vez um colega disse, o professor Miller era o “Cowboy da Arqueologia”, ou seja, era aquele que conseguia sozinho entrar no meio da Floresta Amazônica e ficar escavando, solitariamente, meses afinco, sob chuva e sol, num calor ululante, metido num buraco de metros de profundidade, para, no máximo do isolamento de um ermitão – envolto às cobras, onças e animais não muito amistosos – entender o passado humano, o passado do povo brasileiro.

Este mesmo Cowboy, que suportou nada menos que 31 malárias ao longo de décadas de pesquisa, foi o mesmo que, quase como num filme de John Wayne, Ferroni ou Eastwood, resgatado no interior de Rondônia debruçado sobre um cavalo, que mansamente carregava aquele moribundo vitimado pela malária.

Mas mais que um roteiro de Velho Oeste ou Indiana Jones, a vida do pesquisador Miller fazia a qualquer um vibrar com tamanha eloquência professoral, e com um conhecimento abissal conseguia relacionar facilmente fatos geológicos decorridos no Brasil com correntes marítimas no Japão, o cultivo do milho no Peru e a entrada do homem nas Américas.

Sem contar o bom humor provocativo, que ao ver-nos em nossos expedientes, enclausurados na burocracia reinante das normas, sempre nos alertava sobre a necessidade de ir para o campo, de pesquisar, de embrenhar no mato, enfim, de fazer Arqueologia.

Num ano de vitórias para os arqueólogos – uma vez que tivemos nossa profissão regulamentada – temos por obrigação rememorar a trajetória dos nossos colegas, que de forma seminal começaram do zero, daqueles que antes de tudo faziam Arqueologia com Paixão.

É indiscutível que Miller está entre os pioneiros e é um dos responsáveis pelo entendimento sobre a gênese do homem no território nacional, por isso, seu nome perpetuará de maneira imortal na memória da arqueologia brasileira.

Ao querido amigo Miller, como de costume do grito de guerra que ecoa na Amazônia: Selva!!

EUA registram propriedade medicinal do jambu e impedem pesquisa da Universidade Federal do Amazonas

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) abandonaram três meses de estudos sobre as propriedades anestésicas do jambu porque uma patente registrada nos Estados Unidos os impedia de lançar no mercado uma pomada bucal de uso odontológico. As pesquisas realizadas eram com a substância spilantol, presente no jambu, vegetal usado na culinária amazônica como ingrediente do tacacá e pato no tucupi, por exemplo.

Segundo informações obtidas no departamento de Fisiologia Humana da Ufam, o jambu – planta típica de regiões de trópico úmido – não existe nos Estados Unidos (EUA). Mesmo assim, nos sites de patentes encontraram 15 delas registradas nos Estados Unidos e 34 na Europa.

A substância spilantol é descrita nessas patentes como apropriadas para uso anestésico, antisséptico e ginecológico e vendida no mercado até mesmo como cosméticos. Ou seja, os estudos que descreviam a tecnologia e destinação dos pesquisadores da Ufam  já estavam descritos pelos americanos desde setembro de 2007

Com a perda da patente do jambu, o departamento de fisiologia admite que novas pesquisas agora são realizadas com pelo menos três outras plantas apresentam, também, alcalóides com propriedades semelhantes ao spilantol. O objetivo é lançar no mercado um anestésico local, de uso tópico, que elimine a necessidade da seringa no consultório odontológico. O nome das plantas são mantidas em segredo para garantir o sigilo do conhecimento até que tenha sido devidamente patenteada.

O episódio com o jambu, segundo o departamento, demonstra que o conhecimento ancestral dos povos da Amazônia precisa ser melhor para que não cai nas mãos de pesquisadores estrangeiros.

As  propriedades anestésicas do jambu são conhecidas da população local. Suas folhas e flores são usadas sobre o dente comprometido para aliviar a dor. Esses conhecimentos estão na internet e deixaram de ser tradicional para ser universal antes mesmo dos pesquisadores brasileiros estudarem suas propriedades e patenteá-las.

Spilantol

O alcalóide spilantol presente no jambu recebeu várias patentes nos Estados Unidos e Europa para usos diversos, como remédios e cosméticos. Entre os estudos realizados no exterior com a substância está o que pretende criar um botox menos tóxico que o produzido pela bactéria botulínica, e causa risco de morte para as pessoas.

O spilantol é descrito como um cosmético antirrugas por inibir as contrações dos músculos subcutâneos, em especial os do rosto, assim como o botox usado no tratamento de rejuvenescimento.

Outras patentes registaram o spilantol como substância eficaz no tratamento da queda de cabelo e no amaciamento da pele, além de possuir propriedades desodorantes. Uma patente descreve um produto destinado ao banho, que deve ser feito com bolhas para tratamento de pele e inibindo o surgimento de sardas e manchas.

Outra propriedade do alcalóide não passou despercebidas pelos pesquisadores estrangeiros, tanto que uma patente registra que o spilantol produziu o fim de arritmia quando injetado no coração de um coelho.

Fonte: Portal do Holanda