Com medo da ascensão de Aécio, Dilma rejeita jornada de trabalho comunista (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Com a ditadura comunista do PT está difícil revogar a Lei Imperial n.º 3.353. Mas, ao menos, estabeleçamos uma jornada digna de 54 horas semanais.

Por Silvio Caldas

Na maioria dos países da Europa, por volta de meados de 1.800 a jornada de trabalho era de 12 a 16 horas, de domingo a domingo, principalmente entre mulheres e menores. Nos Estados Unidos, no mesmo período, a jornada de trabalho balizava entre 11 e 13 horas.

Tudo era perfeito. A escumalha trabalhava até a morte e os eleitos pelo onipotente desfrutavam do trabalho da malta. Até que o Papa  comunista Leão XIII, inspirado no best-seller da época, O Capital de Carlos Marques, editou a encíclica Rerum Novarum, em 1.891, que além de outras situações também se preocupou com a jornada de trabalho, destacando:

“  Não é justo nem humano o exigir do homem tanto trabalho a ponto de fazer pelo excesso de fadiga embrutecer o espírito e enfraquecer o corpo. A atividade do homem é limitada como sua natureza. O exercício e o uso aperfeiçoam-na, mas é preciso que de quando em vez se suspenda para dar lugar ao repouso … Não deve, portanto, o trabalho prolongar-se por mais tempo de que as forçam os permitam.”

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1 pensou em “Com medo da ascensão de Aécio, Dilma rejeita jornada de trabalho comunista (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

  1. domenico

    O Getulio Vargas se inspirou na “CARTA DEL LAVORO” de Mussolini que de comunista tinha muito pouco. Ele era bem mais” faccista” que comunista.

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