“Em Curitiba, até as prostitutas são tímidas” (via dompizablog)

O jornalista Eduardo Fenianos pode dizer de boca cheia que seus 42 anos de idade foram e são muito bem vividos. Esse curitibano já percorreu cada metro das mais de cinco mil ruas da cidade para contar, em livros, a história de cada um de nossos 75 bairros. Isso foi de 1997 a 1998, quando ele não foi para casa. Dormia na casa de quem o convidasse e ouvia suas histórias. Já nos anos 2000 repetiu o feito em São Paulo, com direito a diário de bordo publicado na internet e entrevistas diárias nas rádios. Não bastou: foi para o Rio, Fortaleza, Belém, Porto Alegre, etc., e hoje, dependendo da inspiração, pode aportar em qualquer capital brasileira para contar sua história e caminhar, caminhar.

Não é de graça seu título de urbenauta, conferido pelo próprio, que hoje desfila por Curitiba num carrão todo pintado. Optou pelo carro, pois pretende viver muito. De bicicleta, em Curitiba, não iria longe, acredita. Anda motorizado quando não está navegando num de nossos poluidíssimos, emporcalhados rios em cujas águas um dia pescaríamos lambaris-do-rabo-vermelho, segundo a promessa do triprefeito Jaime Lerner.

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1 pensou em ““Em Curitiba, até as prostitutas são tímidas” (via dompizablog)

  1. norma7

    Puxa, a minha mítica (*) Curitiba acabou de se esborrachar no chão…
    Fiquei encantada com esse ‘Bandeirante’ moderno, isento de ‘dom de se iludir’. Obrigada!
    Semaninha boa e boa sorte, Norma

    (*) lembrado ou celebrado como maravilhoso, prodigioso ou digno de admiração. – dic. informal

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