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  1. CarlosMettal Arquiteto e Urbanista – rua amazonas 4214 porto velho rondonia agenor de carvalho – ...Aos que outrora estiveram neste planeta, o terceiro em relação ao sol... Terra! O Despertar Uma mulher negra grávida Uma parteira Protegidas pela floresta Trouxeram à luz da vida O meu corpo! O meu espírito! Sopro divino do Senhor Que enviou o anjo salvador Para na primeira dificuldade Ajudar-me Desenrolar o cordão da vida Do pescoço meu a sufocar Desde então acredito Deus Fé Desafios Vitórias Longevidade 1969 Destino Rondônia Descendências Do nada o todo completar Basta um olhar E o pensamento se contrai Quem teria a coragem Dentro dos teus olhos Despertar Tão puro profundo Quanto o luar Em tua face ruborizar Em tons novos acreditar Da teia Roubei o direito de musa ter E de teu viver A aurora permanecer Enquanto a bruma Se esvair Entre os sons do amanhecer Em teus braços querer Teias de rimas ao enlouquecer Do dia enquanto noite ser Da noite tanto quanto eu poder Tal qual flor e campo Sob a chuva nascer Vinhedos nobres ao vinho adormecerem
    carlos mettal

    Desde o ano de 1969, quando aqui cheguei presenciei essa monumental arquitetura mecânica desenvolvida no meio da floresta, no fim do meio de tudo aquilo que poderia eu imaginar na minha tenra idade infantil. Gigante frente aos meus olhos ligando duas partes de terra sobre um rio limpo e misterioso. Ainda de pé vencendo o abandono e o descaso.

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      1. CarlosMettal Arquiteto e Urbanista – rua amazonas 4214 porto velho rondonia agenor de carvalho – ...Aos que outrora estiveram neste planeta, o terceiro em relação ao sol... Terra! O Despertar Uma mulher negra grávida Uma parteira Protegidas pela floresta Trouxeram à luz da vida O meu corpo! O meu espírito! Sopro divino do Senhor Que enviou o anjo salvador Para na primeira dificuldade Ajudar-me Desenrolar o cordão da vida Do pescoço meu a sufocar Desde então acredito Deus Fé Desafios Vitórias Longevidade 1969 Destino Rondônia Descendências Do nada o todo completar Basta um olhar E o pensamento se contrai Quem teria a coragem Dentro dos teus olhos Despertar Tão puro profundo Quanto o luar Em tua face ruborizar Em tons novos acreditar Da teia Roubei o direito de musa ter E de teu viver A aurora permanecer Enquanto a bruma Se esvair Entre os sons do amanhecer Em teus braços querer Teias de rimas ao enlouquecer Do dia enquanto noite ser Da noite tanto quanto eu poder Tal qual flor e campo Sob a chuva nascer Vinhedos nobres ao vinho adormecerem
        carlos mettal

        Natural de Dourados-Ms
        cheguei em Vila de Rondônia, e ali presenciei as gigantescas máquinas abrindo estradas no meio da Floresta, feito homens famintos que morriam pela sua inexperiência ao derrubar o Parlamento das Árvores, Cenas do fim do dia, sol dourado pela poeira dos rastros de caminhões que carregavam as “redes” levando os mortos esmagados na maioria das vezes pela grandeza e imensidão da vida verde. Meus olhos de criança frente a morte e a devastação, lacrimejavam a dor e angústia de ali está sem nada entender, mas sobrevivi.

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