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Rondônia : Documentarista e fotógrafo Luiz Brito detona no Facebook “associação” local que o acusou de “pirataria”

Abaixo está a cópia da denúncia feita pela dita associação que envolveu o documentarista Luiz Brito e o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho, duas pessoas respeitadas na sociedade rondoniense.

Tudo porque ambos realizaram no início do ano uma exposição fotográfica sem fins lucrativos na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para alunos das escolas públicas de Porto Velho-Rondônia,  comemorando o centenário da ferrovia, onde foram exibidas fotos do fotógrafo americano Dana Merril e O.F. Souza.

Outras autoridades da área cultural de Rondônia como o Secretário de Estado da Cultura e Esportes – SECEL, Francisco Leilson Celestino de Souza Filho e o Presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Altair dos Santos também foram tratadas de forma grosseira e chula, como se pode ver no documento abaixo.

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E esta é a resposta da USP , negando que a dita associação possua qualquer direito autoral  sobre as fotos citadas da Exposição Trilhos e Sonhos, que em pleno ano do centenário da EFMM ninguém ainda viu . 

Luiz Brito publicou no seu perfil :

“Em anexo, apresentamos a solicitação via oficio do titular da Secel ao Museu Paulista da USP solicitando os esclarecimentos dos fatos, pois essa associação local que se intitula dona dos impressos cedidos para exposição pública em Rondônia, fez de uma certa forma precipitada uma ampla divulgação na imprensa rondoniense e apresentou denúncia formal no MP contra o fotógrafo Luiz Brito e autoridades da área cultural de Porto Velho, cobrando e denunciando como se ela fosse dona dos direitos autorais e patrimoniais.”

Veja mais em http://www.facebook.com/luiz.b.portovelho

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior, já realizou diversas exposições fotográficas na Europa

Para entender a história

O fotógrafo e documentarista rondoniense Luiz Brito, autor de livros antológicos como “Revelando Porto Velho” e dos filmes “Taba , Querida Taba” e “Povo Amondawa” publicou nas redes sociais um desabafo com provas documentais contra um massacre moral a que foi submetido alguns meses atrás, juntamente com o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho.

Brito, um ativista cultural conhecido e respeitado no Brasil e exterior foi denunciado no Ministério Público Estadual e na Polícia Federal por crime de pirataria por uma auto-intitulada associação de amigos , fato imediatamente divulgado por uns indigitados “trombadinhas” de um site sensacionalista local, pautados pela dita associação, e acostumados a chafurdar na lama.

Esta divulgação aumentou em proporção geométrica o dano do ataque à honra do fotógrafo, pela ampla expansão da notícia, causando um dano irreparável e de dificil dimensão à imagem de profissional correto que Luiz Brito goza no meio artístico e cultural de Rondônia e do Brasil . Idem em relação à Anisio Gorayeb, que já ocupou importantes cargos no Estado sempre com uma conduta ilibada.

Felizmente, a mentira tem perna curta. E agora Brito pretende devolver na mesma moeda os ataques e as denúncias feitas contra sua pessoa à Polícia Federal e ao MP. Uma ação por denunciação caluniosa, injúria, danos morais  e difamação vem pesada por aí contra quem assinou o famigerado documento da associação, contumaz autora de acusações vazias ,  e quem o divulgou de má-fé.

1776 : a Lei que ninguém conhecia

Ana Aranda, jornalista respeitada e admirada pela defesa da cultura amazônica jogou luz no debate sobre o nosso patrimônio histórico. Aranda com a imparcialidade que sempre a caracterizou e sem a despreocupação de “desagradar” algum poderoso, estarreceu os seus leitores com informação responsável ao esclarecer sobre a famigerada lei que fragilizou ainda mais a defesa da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e seu acervo. A lei 1776 , de 10 de agosto de 2007 é de uma precisão cirúrgica, e dificilmente foi criada pelos deputados que a apresentaram, pois a sua redação exige conhecimentos técnicos complexos e como se vê, é de um oportunismo e cinismo ímpar. Mais irônica só se fosse publicada no dia 1º de agosto.

Dia a matéria da Ana Aranda :

“Gloriosa Madeira-Mamoré – Na apresentação do projeto de lei aos demais deputados, os deputados Neodi Carlos e Alex Testoni alegaram a necessidade de alterar o tombamento “de uma pequena parte da gloriosa Estrada de Ferro Madeira-Mamoré [que] deverá ser atingida pela construção das usinas, fazendo-se necessário, portanto, com o apoio dos Pares, aprovarmos o incluso projeto de lei, que preserva o tombamento desse verdadeiro símbolo rondoniense e nacional, mas altera a área de tombamento. Isso garantirá a união de dois valores essenciais a Rondônia, a preservação de nossa história e o desenvolvimento econômico de nosso Estado”.

Seria interessante ouvir as versões dos próprios deputados signatários, dos secretários da SECEL na época e do ex-governador Ivo Cassol. Leia aqui (ou faça download) o Proj. Lei 091 / 07  e a  LEI 1776-2007 RO .  Vale ler a matéria completa no site Amazônia da Gente

Universidade.doc, DocTV 5 e outros editais marcam a saída de Da-Rin da Secretaria do Audiovisual do MinC

No final de abril a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura deverá publicar um pacote de projetos e editais , no valor de R$ 6 milhões em fomento para a TV pública, como a 5ª Edição do vitorioso DOCTV, que produzirá aproximadamente 35 documentários de 55 minutos, com valor médio de R$ 100 cada.

Rondônia foi o único Estado até agora que deu calote no projeto e não pagou a contrapartida constante em contrato assinado entre as partes de R$ 20 mil para a  realização do filme “O Brasil que começa no rio…” , exibido em rede nacional pela TV Cultura e suas afiliadas em 2006. Já passaram pelo cargo da SECEL/RO pelo menos 4 secretários, e nenhum resolveu a pendência. O gov. João Cahulla não deve conhecer a herança deixada pelo ex-governador Ivo Cassol , que deve inclusive causar constrangimentos  à  campanha eleitoral palaciana.  O documentário produzido está à venda na Internet através de uma parceria Cultura Marcas e site Submarino e leva a logomarca de apoio do Governo de Rondônia / SECEL.    

http://www.submarino.com.br/produto/6/1934921/dvd+doc+tv:+o+brasil+que+comeca+no+rio?menuId=829

Junto com a EBC-Empresa Brasileira de Comunicação, também deverá sair um edital para a contratação de 10 séries de 5 filmes de um minuto, abordando temas sociais, cidadania, esportes,cultura e lazer.  Cada série deverá custar em torno de R$ 125 mil. Com o Ministério do Meio Ambiente serão produzidos mais 15 filmes, a R$ 20 mil cada. O assunto é óbvio. E uma boa notícia para os universitários é o provável anúncio do Universidade.doc, que premiará com R$ 50 mil , 24 projetos de acadêmicos que produzirem audiovisuais sobre inclusão social e cultura de um modo geral.

O anúncio do pacote deve coincidir com o da saída de Sílvio Da-Rin à frente da Secretaria do Audiovisual. O provável substituto deve ser o cineasta Leopoldo Nunes, que era um dos diretores da Empresa Brasileira de Comunicação, e foi  substituído por Tereza Cruvinel.