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Túnel do Tempo : Madeira-Mamoré em 2011

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Estação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em Porto Velho/RO

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Rondônia terá primeiro longa de ficção

Uma trama que mistura corrupção política, suspense sobrenatural e ‘road-movie’, tendo a Amazônia como cenário principal. Esses são os ingredientes que formam aquele que pode vir a ser o primeiro longa-metragem de ficção realizado por uma produtora rondoniense. A Espaço Vídeo, coordenada pelos documentaristas Jurandir Costa e Fernanda Kopanakis, foi a única vencedora nortista do edital de produção de cinema Prodecine 1. O resultado, divulgado no dia 31 de agosto, contemplou 34 novas produções cinematográficas de todas as regiões do Brasil.

O filme rondoniense se chama ‘Perdidos’, um roteiro original escrito pelo jornalista e roteirista Ismael Machado. Ex-editor do jornal ‘O Alto Madeira’ nos anos 1990, o roteirista criou uma história onde uma caçadora de recompensas com poderes sobrenaturais sai em perseguição a um casal para recuperar uma alta quantia de dinheiro roubado de um deputado. Mas como na história ninguém é totalmente inocente, o dinheiro roubado é fruto de uma falcatrua do político. O confronto final se dá numa comunidade de remanescentes quilombolas cercada por uma floresta conhecida por sinistros acontecimentos sobrenaturais.

‘Perdidos’ é o primeiro roteiro de ficção de Ismael Machado a ir para uma produção efetiva de cinema. Morando há um ano e meio no Rio de Janeiro, o jornalista, vencedor de 11 prêmios jornalísticos na carreira, está envolvido no roteiro e co-direção de mais quatro produções, todas no terreno dos documentários. ‘Soldados do Araguaia’ um longa-documentário que aborda a guerrilha do Araguaia sob o ponto de vista dos soldados que combateram nas matas paraenses nos anos 1970, tem filmagens previstas para o primeiro semestre de 2017, assim como ‘Marcadas para Morrer’, série documental que conta a história de mulheres que lutam pelos direitos à posse da terra na região e que vivem sob ameaça de morte.

Além dessas produções, o roteirista também assina como roteirista a produção amapaense ‘Mad Scientists-Cientistas que ninguém quis ouvir’, do diretor Gavin Andrews, recentemente vencedora do Prodav 8, com produções direcionadas às TVs públicas.

“Perdidos” também será a primeira produção longa-metragem de ficção de Jurandir Costa. Um dos mais conhecidos documentaristas de Rondônia, Jurandir Costa produz curtas e médias metragens desde o início dos anos 90, em Porto Velho, com diversas premiações ao longo da carreira. Ao lado de Fernanda Kopanakis, Jurandir também é o coordenador do Cineamazônia, o festival de cinema ambiental que há mais de uma década já faz parte do calendário cultural da capital rondoniense.

“Não podemos errar”. Essa tem sido a frase mais comum repetida por Jurandir em relação à produção do filme em questão. ‘Perdidos’ terá a direção de Leopoldo Nunes, que tem no currículo seis curtas-metragens e um longa documentário.

(Re)conhecendo a Amazônia Negra : fotografias evidenciam participação dos negros na formação de Rondônia

A exposição “(Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta”, da fotógrafa Marcela Bonfim, já foi vista por milhares de pessoas na galeria Palácio, localizada no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, onde permanece até 31 de agosto, e no Espaço Cultural Cujuba, onde esteve de maio a julho. Para a fotógrafa: “a mostra vem cumprindo seu maior objetivo, que é dar visibilidade à participação dos negros na formação populacional, cultural e religiosa no hoje Estado de Rondônia”. “A exposição faz parte de um projeto sobre a influência dos negros na Amazônia e tem motivado uma reflexão a este respeito entre os visitantes e também nas redes sociais”, comemora a artista.

Confira o site marcelabonfim.com

Monitora da exposição no Cujuba, Vera Johnson relata que os visitantes se mostraram surpresos com o tema da mostra “A maioria das pessoas dizia não ter conhecimento sobre a influência dos negros na formação da população de Rondônia e muito menos que existem quilombos no Estado”.

Ativista da causa negra em Rondônia, Orlando Souza acredita que a exposição “é um dos eventos mais importantes, dentro deste recorte de gênero e de raça, que atualmente ocorre em Rondônia, até porque é uma iniciativa pessoal da artista e, contra todas as barreiras e dificuldades que a gente entende que existe, ela consegue dar visibilidade a um tema que por muitos anos ficou esquecido”. O superintendente estadual de Cultura do Estado, Ilmar Esteves, também elogia a mostra. “É a nossa gente. São as nossas raízes retratadas”, ressalta.

Um dos criadores do Projeto de Criação Cabeça de Negro (movimento de defesa da cidadania do negro iniciado na década de 1980 em Porto Velho), Jesuá Johnson – ou Bubu, como é mais conhecido, considera que a “exposição vem dar continuidade ao trabalho já realizado pelo movimento negro em Rondônia. Marcela faz da fotografia um instrumento de militância. A exposição veio chamar a atenção do poder público para a importância deste segmento populacional na nossa sociedade. É a luta da nova geração.”, afirma ele.
Descendente dos caribenhos, conhecidos por barbadianos, que trabalharam na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, Robinson Holder ressalta que a exposição “Amazônia Negra” chamou a atenção para a participação do negro nas raízes da população de Rondônia, com as imagens das populações dos quilombos do Vale do Guaporé, nos primórdios da história do Estado. “Surpreendente, ela faz um apanhado com imagens e relata a origem negra do nosso Estado, retratando barbadianos, negros do quilombo do Guaporé, e também do norte, com imagens de quilombo do Maranhão”.

A exposição (Re)conhecendo a Amazônia Negra vai permanecer na Galeria Palácio até 31 de agosto e depois será montada nas regionais do Sesc no interior do Estado. O Sesc é patrocinador da mostra e o coordenador de Cultura do órgão, Fabiano Barros, informa que o trabalho também será levado pela curadoria da entidade, com a finalidade de participar do projeto “Sesc Amazônia das Artes”, com itinerância nos estados da região Norte. Para Fabiano, “[a exposição] tem que ser vista por toda a comunidade, porque trata de um assunto muito importante, que é esta questão da presença negra na Amazônia, para a qual a Marcela lançou o seu olhar e extraiu este trabalho tão significativo”.  

A mostra é composta de 33 imagens impressas em madeira, que retratam representantes de diversos segmentos negros que povoam o Estado. Na galeria Palácio, outras 33 imagens foram agregadas em intervenções nos corredores do palácio Rio Madeira. A exposição conta com o apoio do Sesc e deverá permanecer no local até 31 de agosto.
Serviço

Exposição fotográfica “(Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta”. Fotografias inéditas e outras já publicadas de Marcela Bonfim
Período de visitação: Até 31 de agosto de 2016, das 7h30 às 13h
Local: ‘Galeria Palácio’ – Prédio Pacaas Novo do Palácio Rio Madeira, avenida Farqhuar, bairro Pedrinhas, Porto Velho.

via  Amazônia da Gente

Desbravando a BR 364 : 1982

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foto : Belmiro Barriviera

Programação da 122ª Romaria do Senhor Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé, em Rondônia

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Livros para entender Rondônia : Um folclore de luta, de Marcel Jules Thiéblot

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Deu no G1: Sucuri de 5 metros é encontrada em RO

Uma cobra sucuri de aproximadamente cinco metros de comprimento foi encontrada em um igarapé no bairro Nova Esperança, na Zona Norte de Porto Velho, na última terça-feira (19). Trabalhadores faziam a limpeza do canal com retroescavadeiras, ao lado de um campo de futebol, quando encontraram o animal, pesando cerca de 80 quilos. O réptil foi capturado por moradores e depois devolvido à natureza pela Polícia Ambiental.

Veja a matéria completa aqui

“Rondon foi o homem certo, no local certo”, afirma professor de história sobre o patrono de Rondônia

Selo será lançado no dia 5, no Porto Velho Shopping

Selo será lançado no dia 5, no Porto Velho Shopping

Por Montezuma Cruz

Único estado que homenageia um personagem da história nacional, Rondônia lembrará, neste dia 5, os 150 anos de nascimento do marechal Cândido Mariano Rondon e o centenário da conclusão dos trabalhos da comissão por ele chefiada, rumo à Amazônia Ocidental Brasileira.

“Rondon foi o homem certo, no local certo. O modernizador na transição entre o Império e a República”, disse o professor de história da Universidade Federal de Rondônia, Edinaldo Bezerra de Freitas.

Além de Roquette Pinto, autor de “Rondônia, a Terra de Rondon”, o professor Freitas menciona a escritora Laura Maciel, autora de “A Nação Pelo Fio”, pelo qual, segundo ele, é possível avaliar a fortuna crítica e fundamentos do marechal.

Freitas também elogiou o governo de Rondônia pelo apoio à recuperação do legado do marechal. “O estado vai dar mais importância à história a partir da criação do Memorial, na Vila de Santo Antonio, que espero seja um local onde todos possam acessar documentos e material de pesquisa a respeito de Rondon”, afirmou.

No dia 5 de maio, o governo de Rondônia promoverá diversos eventos, entre os quais uma mostra de painéis, no Porto Velho Shopping. Na ocasião, ainda será lançado pelos Correios o selo comemorativo.

A autoria do nome do ex-Território Federal, antes conhecido por Guaporé, foi do etnólogo, antropólogo, médico e ensaísta, Edgar Roquette-Pinto (1884-1954), durante conferência no Museu Nacional do Rio de Janeiro, em 1915, três anos depois de percorrer a floresta rondoniense. Aqui ele estudou o comportamento e colheu a fala dos índios Nambiquaras e Parecis.

O nome dado por Roquette Pinto designa a região compreendida entre os rios Juruena e Madeira. “Um território cortado pela estrada de Rondon”, argumentava ele na época, reforçando que “sendo esse território riquíssimo em elementos geológicos, botânicos, zoológicos, etnográficos, entre outras características, isso permitia já considerá-lo uma província autônoma.

Em 2008, visitando uma aldeia Nambikwara, na região do Alto Guaporé, o professor Freitas emocionou-se ao ouvir de um indígena idoso respeitosa referência ao personagem. “Aquele homem que se vestia de ferro”.

Rondon foi duas vezes indicado para o Prêmio Nobel da Paz,  em uma delas pelo físico Einstein. foto: Ascom/RO

Rondon foi duas vezes indicado para o Prêmio Nobel da Paz, em uma delas pelo físico Einstein. foto: Ascom/RO

Ao Norte : um show de imagens de Luciana Macêdo !

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Superação absoluta

Durante muito tempo acreditei que uma propaganda rondoniense que dizia que “o sol é para toldos” era a campeã no quesito criatividade e non sense. Pois a rede Walmart conseguiu superá-la hoje com o merchandising eletrônico que alegrou minha caixa de e-mails nesta manhã : “O amor está no ar…. condicionado“.

Palmas para ela !!!

(No gênero publicidade em TV o grande campeão ainda é um comercial feito pelo meu amigo Celso Carelli Mendes, em Ji-Paraná/RO nos idos anos 70/80. Não tinha VT e Celso bravamente improvisava com uma câmera super 8 para implantar o Depto Comercial da TV Ji-Paraná, da Rede Amazônica. O filme ía até o Panamá para ser revelado e uns 6 meses depois estava de volta. Dai , depois de montado artesanalmente, Carelli ainda tinha que teleciná-lo, ou seja passar de película super 8 para vídeo em fita magnética, em São Paulo, à época nos velhos U-Matic BVU-200 de guerra. Pois bem, o comercial em pauta , da qual, recém chegado na antiga Vila de Rondônia,  orgulhosamente fiz uma ponta, mostrava uma linda modelo dando um mergulho numa piscina azulada e convidativa. Ao final, ela saia do fundo da água, balançava lânguidamente os cabelos e ía até a borda da piscina beber ….. um cafézinho ! Campeão absoluto ! Celso Carelli, um grande e fraternal abraço , onde quer que você esteja !)

Livro sobre a 2ª tentativa de construção da EFMM em 1878 está disponível para leitura on-line

Deu no blog da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré EFMM100anos.wordpress.com :

Clique na imagem para ir ao livro on-line

Escrito pelo americano Neville B. Craig, a “Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: história trágica de uma expedição”, publicada originalmente em Filadélfia em 1907,  encerra detalhado relato da tentativa de uma empresa dos Estados Unidos de construir, em 1878, uma ferrovia na fronteira Brasil-Bolívia. O projeto envolveu quase mil operários e técnicos norte-americanos, mais de 200 dos quais morreram em consequência da malária e de naufrágios, enfrentou toda ordem de dificuldades na floresta amazônica e foi paralisado por conflitos com o governo boliviano e entre os próprios acionistas. A iniciativa pode ser considerada a pré-história da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, afinal construída entre 1907 e 1912.

LIVRO NA ÍNTEGRA >

http://www.brasiliana.com.br/brasiliana/colecao/obras/137/estrada-de-ferro-madeira-mamore-historia-tragica-de-uma-expedicao

Preservação cresce, mas contrabando ameaça tartarugas na fronteira de Rondônia com a Bolívia

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Com cuidados e técnicas de manejo, o projeto “Quelônios do Guaporé” começa a alcançar metas. Ambientalistas da Ecovale estimam que a taxa de sobrevivência subiu de menos de 1% para 12 e 15% em média. Esse resultado é animador, observa o ambientalista José Soares Neto, Zeca Lula.

Em 15 anos, apoiada por brasileiros e bolivianos. a Ecovale devolveu à natureza aproximadamente dez milhões de filhotes de tartarugas e tracajás. “Dependemos de maior estrutura para fiscalizar”, ele se queixa. Contrabandistas conhecem cada entrada e saída no Vale do Guaporé e capturam espécies adultas para vender a R$ 300,00 cada.

A estudante do quinto período de Biologia da Faculdade São Lucas em Porto Velho, Queitiane Johns Santiago não conhecia o projeto, mas participou de todas as etapas da soltura, a partir da remoção dos filhotes dos tanques de incubação para a voadeira, reidratação e soltura na rampa de areia. “Uma experiência única e que vale pelo aprendizado de todo o curso”, disse.

Segundo Zeca Lula  o aumento do percentual conservacionista é o maior indicativo do êxito do, embora ainda não seja possível afirmar que os rios da região estejam repovoados.

Ao primeiro barulho de motor da voadeira fogem pelas trilhas dos alagados. O ambientalista lamenta a ausência do poder público nas ações de controle ao desmatamento ilegal e abate de espécies, entre as quais, a tartaruga.

Empreendimentos fixados na região vendem a R$ 40, para turistas, a refeição preparada com carne de tartaruga.  O único órgão público que atua na região com estrutura de fiscalização, mas sem poder de polícia, é a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron).

De acordo com Zeca Lula, isso resulta no avanço de pontos de desmatamento dentro da reserva extrativista e a instalação de empreendimentos irregulares, inclusive a construção de casas.

Quelônio chora na desova

O acordo de cooperação com a Bolívia, por meio do Parque Departamental do Departamento (Estado) do Beni, foi assinado em 2003, prevendo a cessão de guardas-parque, agentes comunitários e guarnições militares nas ações de controle e fiscalização dos rios e praias que servem de berçário para postura e eclosão dos ovos de tartarugas e tracajás.

Uma espécie de espetáculo que começa em outubro com o fenômeno da desova, seguido da eclosão dos ovos e nascimento dos filhotes, e devolução à natureza no mês de dezembro.

Até 2 mil tartarugas chegam a desovam numa só praia do Rio Guaporé e seus afluentes. A falta de espaço é por causa da ameaça dos contrabandistas. As espécies escolhem as praias com maior segurança para desovar. Chegam a “botar” entre 160 e 180 ovos, cada.

Grandes bancos de areia atraem visitantes e turistas. “As tartarugas permitem até ser tocadas; chegam a escorrer lágrimas do olhos de tanta dor durante o ato da desova”, explica Zeca Lula.

Em 15 anos foram soltos nos rios da região cerca de dez milhões de filhotes de tartarugas e tracajás. O projeto nasceu da necessidade de conscientizar a população local para não consumir carne e ovos de espécies ameaçadas de extinção, nem praticar caça predatória.

Ribeirinhos, maiores parceiros

O projeto “Quelônios do Guaporé” conquistou a confiança da população ribeirinha, integrada atualmente às coordenações locais de fiscalização e preservação das espécies. “Tudo indica que estamos apenas no caminho certo, pois outra meta é a geração de emprego e renda para os nativos”, diz o ambientalista.

Jorge Félix Calazans, 57 anos, é um dos 12 ribeirinhos contratados pela Ecovale para atuar como piloto de voadeira na fiscalização das praias. Por falta de recursos, a entidade foi obrigada a reduzir a folha de pagamento de 36 para os 12 atuais empregados.

Calazans garante que acompanha o trabalho da Ecovale desde 2003, quando a entidade assumiu a coordenação do projeto “Quelônios do Guaporé”, e diz gostar  muito do trabalho que realiza. Quando a reportagem perguntou o que é um dia triste para ele, a resposta foi objetiva: “quando se perde covas de ovos com a cheia do rio”.

Crocodilos atendem pelo nome

O jacaré-açu chamado Negão mora há 14 anos próximo ao tapete de algas aquáticas que circundam a pequena ilha onde foi construída a sede da Ecovale. Em poucos minutos, ele atende aos chamados de Zeca Lula.abdo

Outros dois crocodilos, Chicão e Felipão desfilam nas imediações do porto, num espetáculo diferente dos protagonistas ferozes de filmes que se tornaram recordes de bilheteria no mundo.

Chamam tanto a atenção dos visitantes que raramente alguém sai da Ecovale sem uma foto ou um vídeo dos três. Felipão, o menos dócil, fica agressivo com Negão e Chicão, quando algum visitante joga n’água iscas de carne.

Entregues por órgãos ambientais à Ecovale, as antas (tapir) Bernadão e Liza vêm se readaptando  à região e também se tornaram atrações. Saem pela manhã para a mata próxima e retornam no final do dia para dormir.abdo7

Bernardão, com três anos de idade chega a passear pela varanda da sede da entidade, e há pouco tempo ganhou a companhia de Liza, de um ano e seis meses de idade.

A Distribuidora Coimbra anunciou no dia 28 de dezembro de 2014 o aumento de 100% da quota de apoio. Segundo Zeca Lula, normalmente quando o empresário ou qualquer outro visitante visita a entidade e conhece mais o projeto, também adere à causa.

A Ecovale recebe ainda apoio da Noma do Brasil, fabricante de carrocerias para veículos; da Noma Motors, ambas de Maringá (noroeste do Estado do Paraná); do Centro Universitário Unicesumar e da Concessionária Mitsubishi de Veículos LF, em 2013. O Governo de Rondônia doou uma lancha voadeira para às atividades de fiscalização.

Por Abdoral Cardoso com fotos de Rosinaldo Machado e José Soares Neto / Decom-RO

Leia também > Soltura de filhotes de tartarugas, um “aulão” ecológico no Rio Guaporé, em Rondônia

Soltura de filhotes de tartarugas, um “aulão” ecológico no Rio Guaporé, em Rondônia

tartaTransformou-se num “aulão” de educação ambiental e consciência ecológica para crianças e adultos a devolução à natureza de mais um lote de 100 mil filhotes de tartarugas da Amazônia, domingo (28), no vilarejo boliviano Versalles, margem esquerda do Rio Guaporé na fronteira brasileira com a Bolívia.

Eram 9 h, quando os últimos dos 2,2 milhões de filhotes salvos da cheia do Rio Guaporé, ainda nos ninhos da praia da Tartaruguinha, dia 9 de dezembro de 2014, começaram a ser transportados das voadeiras para uma rampa de areia de onde mais tarde foram soltos e correrem em direção à água.

No barranco próximo à rampa já os aguardavam mais de dez crianças bem penteadas e vestidas ansiosas por manusearem e posarem para fotografias com exemplares das tartaruguinhas, ora para os aparelhos celulares dos pais, ora para as câmeras fotográficas semiprofissionais dos familiares.

Pareciam aprender ali a dura lição de que se nada mais for feito para ajudar entidades como a Associação Comunitária Quilombola e Ecológica Vale do Guaporé (Ecovale) elas poderão chegar à idade adulta com o registro de um quelônio apenas na memória. Filhos das 35 famílias que moram no vilarejo, as crianças permaneceram três  horas na rampa de soltura dos filhotes numa brincadeira de adultos para ajudar a proteger as tartaruguinhas do sol e reidratar.

A professora Lola Salvatierra coordena o projeto na localidade e se emocionou ao discursar antes da soltura. Disse da necessidade de os dois países darem maior atenção aos projetos e programas de preservação dos ecossistemas da Amazônia.

Apontou como uma das prioridades o projeto de manejo de quelônios, pois são espécies que não têm nacionalidade. “É dever de brasileiros e bolivianos protegê-los, pois são indispensáveis ao equilíbrio da cadeia alimentar e sobrevivência também das aves, répteis e peixes que habitam o chamado Santuário Ecológico Vale do Guaporé”, disse.

Segundo o presidente Ecovale, José Soares Neto, “Zeca Lula”, a praia da Tartaruguinha foi a única das oito onde eram monitoradas 38 mil covas de ovos de tartaruga na qual se alcançou algum êxito em 2014. A cheia atípica dos rios nessa época do ano inundou as praias e destruiu filhotes que haviam nascido, mas ainda estavam dentro dos ninhos.

O ambientalista conta que equipes da entidade formadas por brasileiros e bolivianos, e voluntários, inclusive empregados de fazendas liberados pelos proprietários para ajudar, promoveram um mutirão e conseguiram salvar 5 mil recém-nascidos numa das praias onde a expectativa de resgate era de 12 mil tartaruguinhas.

Fazendeiro “empresta” empregados

Paulo Carvalho foi o primeiro fazendeiro da região de São Francisco do Guaporé a dispensar os empregados da Estância Benagouro para participar do mutirão. Ele apoia o projeto desde o início. “Liberei os empregados pelos simples prazer de ajudar a salvar as ‘bichinhas’ que pertencem tanto aos brasileiros quanto aos bolivianos”, afirmou.

Após o resgate, as tartaruguinhas passam entre 30 e 40 dias em incubação nos tanques da (Ecovale). Na incubadora, os filhotes se fortalecem para fugir de predadores que dependem da mesma cadeia alimentar para sobrevivência, entre eles o jacaré, garça, gaivota, mergulhão, tuiuiú, piranha, tambaqui, pirapitinga, pirarara, surubim, traíra e outras espécies que se alimentam dos filhotes de tartarugas e tracajás.

Transformou num “aulão” de educação ambiental e consciência ecológica para crianças e também adultos a devolução à natureza de mais um lote de 100 mil filhotes de tartarugas da Amazônia, domingo (28), no vilarejo boliviano Versalles, margem esquerda do Rio Guaporé na fronteira brasileira com a Bolívia.

Eram 9 h, quando os últimos dos 2,2 milhões de filhotes salvos da cheia do Rio Guaporé, ainda nos ninhos da praia da Tartaruguinha, dia 9 de dezembro de 2014, começaram a ser transportados das voadeiras para uma rampa de areia de onde mais tarde foram soltos e correrem em direção à água.

No barranco próximo à rampa já os aguardavam mais de dez crianças bem penteadas e vestidas ansiosas por manusearem e posarem para fotografias com exemplares das tartaruguinhas, ora para os aparelhos celulares dos pais, ora para as câmeras fotográficas semiprofissionais dos familiares.

Pareciam aprender ali a dura lição de que se nada mais for feito para ajudar entidades como a Associação Comunitária Quilombola e Ecológica Vale do Guaporé (Ecovale) elas poderão chegar à idade adulta com o registro de um quelônio apenas na memória. Filhos das 35 famílias que moram no vilarejo, as crianças permaneceram três  horas na rampa de soltura dos filhotes numa brincadeira de adultos para ajudar a proteger as tartaruguinhas do sol e reidratar.

A professora Lola Salvatierra coordena o projeto na localidade e se emocionou ao discursar antes da soltura. Disse da necessidade de os dois países darem maior atenção aos projetos e programas de preservação dos ecossistemas da Amazônia.

Apontou como uma das prioridades o projeto de manejo de quelônios, pois são espécies que não têm nacionalidade. “É dever de brasileiros e bolivianos protegê-los, pois são indispensáveis ao equilíbrio da cadeia alimentar e sobrevivência também das aves, répteis e peixes que habitam o chamado Santuário Ecológico Vale do Guaporé”, disse.

Segundo o presidente Ecovale, José Soares Neto, “Zeca Lula”, a praia da Tartaruguinha foi a única das oito onde eram monitoradas 38 mil covas de ovos de tartaruga na qual se alcançou algum êxito em 2014. A cheia atípica dos rios nessa época do ano inundou as praias e destruiu filhotes que haviam nascido, mas ainda estavam dentro dos ninhos.

O ambientalista conta que equipes da entidade formadas por brasileiros e bolivianos, e voluntários, inclusive empregados de fazendas liberados pelos proprietários para ajudar, promoveram um mutirão e conseguiram salvar 5 mil recém-nascidos numa das praias onde a expectativa de resgate era de 12 mil tartaruguinhas.

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Por Abdoral Cardoso com fotos de Rosinaldo Machado e José Soares Neto / Decom /RO

Leia Também > Preservação cresce, mas contrabando ameaça tartarugas na fronteira de Rondônia com a Bolívia

Túnel do Tempo : Aeroclube do Guaporé

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Parabéns, Porto Velho !

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Bolívar Marcelino, poeta já falecido, gentilmente cedeu à época, nos anos 90, sua poesia “Porto Velho Antiga” , com a qual inicio um vídeodocumentário chamado “Porto Velho, Cidade do Sol” . Considero um dos maiores hinos de amor à essa terra, a qual homenageio nesta data, reproduzindo a sua bela poesia…

Porto Velho da minha infância e da minha adolescência, das barrancas do rio, do velho trapiche do Aripuanã… do ponto inicial da Madeira-Mamoré.

– Debruço-me no teu passado e vejo na retina dos meus olhos: A favela, A Rua-da-Palha, A Ladeira do João-barril, o velho coqueiro solitário da Baixa da União E me perco em memórias e recordações…

Porto Velho das reuniões do Bar-Central, da velha ponte Guapindaia, do Parque Municipal, do “buraco” do Aníbal e do Chico do “buraco”; das velhas casas de madeira dos ingleses, Casa Seis, Três, Hotel-Brasil, do Paraíso e do Clube Internacional.

Porto Velho do Igarapé-Grande, de águas brancas, cristalinas, murmurejantes… do Beco do Mijo, da Ponte do Suspiro, da Vila Confusão.

Porto Velho cosmopolita, de espanhóis, portugueses, ingleses, barbadianos, nordestinos, colonizadores.

Porto Velho do Pedro do Rádio, do Macedo telegrafista, do professor Carlos Costa, do Buttioni, do Aluízio, como dizia o Getúlio,

Porto Velho das figuras populares: Zé Quirino e Tainha da política apaixonada: cutuba e pele-curta,

Porto Velho dos diminutivos: Ferreirinha, Oliveirinha, Teixeirinha, Freitinhas…

Porto Velho do “gabarito” da Fifi Lorotoff, do Nuno IV, do João do Vale,

Porto Velho do “footing” da Praça Rondon, de mil lembranças que trago dentro do peito, na minha saudade; berço de minhas filhas, dos meus filhos, de minhas ilusões.

Porto Velho que dia a dia cresce a retorcer-se num canto do meu coração…

Coisas de Cutubas : Em tempos de campanha política não custa relembrar

ALUIZIO

História de Rondônia

Essa teleaula produzida por Beto Bertagna é resultado de um projeto pioneiro, o de levar à rede pública de ensino um pouco da história de Rondônia, de forma didática e interativa. A ocupação do Vale do Guaporé e a construção do Forte Príncipe da Beira, são marcos da nossa história. Uma obra da engenharia militar portuguesa no Brasil Colonial que nos remete às nossas origens, à nossa identidade. Esse trabalho foi feito com muita ousadia, pois à época os recursos para produzi-lo eram bem precários, perto do que dispomos hoje. Foram quase oito horas ininterruptas de gravação, sem TP, vários dias de edição, mas sobretudo meses de intensa pesquisa. O vídeo que foi apresentado nas escolas está disponível no youtube e já tem mais de 36 mil visualizações. Uma rica fonte de consulta, única e por isso mesmo, pioneira.

Luciana Oliveira

Foi um prazer gravar com a Luciana, jornalista e apresentadora de primeira, possuidora de uma capacidade incrível de guardar textos na memória. A idéia era continuar a série, apresentando mais detalhadamente o Real Forte Príncipe da Beira e a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em outros módulos. Infelizmente o projeto não seguiu avante por falta de patrocinadores. Mas segue firme o nosso orgulho de fazer coisas boas para Rondônia. Os arquivos digitais, pesquisas, filmes e originais estão guardados. E quem sabe um dia não role a segunda tele-aula.

Beto Bertagna

betobertagna@yahoo.com.br
https://www.facebook.com/beto.bertagna
https://twitter.com/betobertagna

Túnel do Tempo : EFMM, 2010

foto: B. Bertagna

foto: B. Bertagna

Em 2010 estava em curso a maior e mais abrangente revitalização que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, situada em Porto Velho, capital de Rondônia, jamais havia recebido. Com os 2 galpões recuperados, e com o início das obras da Grande Oficina, para dotar a EFMM de condições para a manutenção das locomotivas previstas para trafegarem de Porto Velho a Santo Antônio, num passeio turístico de 8 quilômetros. Os urubólogos de plantão se contorciam de raiva. E as andorinhas vinham festejar nas árvores do pátio agora revitalizado.

¿Que pasa por la calle?

Por Beto Bertagna

Depois da proposta de Jandira Feghalli (PC do B) de revisão da Lei da Anistia e anulação dos mandatos de presidentes militares da Ditadura bem como de agentes públicos – civis e militares – que tenham praticado crimes de tortura, sequestro, cárcere privado, execução sumária, ocultação de cadáver ou de atentado , a moda é trocar o nome de avenidas, pontes e viadutos.

Assim está sendo a homenagem à Herbert de Souza, o Betinho, que daria o nome, no lugar do ditador Costa e Silva, à Ponte Rio-Niterói. A troca de nomes está na Comissão de Cultura da Câmara. Jandira entrou na briga e defende a nomeação do sociólogo na via que liga as duas cidades fluminenses.

O DEM, que tem origens na ARENA , e portanto defende a “redentora” é contra.

Mas se a moda de tirar a alcunha de ditadores, torturadores e assemelhados pegar, o município rondoniense de Presidente Médici, a cerca de 400 km da capital Porto Velho, já pode ir pensando em nomes para um plebiscito.

O perigo , no caso , é a emenda sair pior que o soneto. Afinal, nestes casos são sempre muito bem cotados os nomes de artistas sertanejos, outros políticos corruptos, praticantes de dancinhas exóticas, e por aí vai.

Também a simpática cidade da BR 364 corre o risco de oficializar o seu apelido informal : Pela Jegue.

Vem barulho por aí.

Site acreano AC24HORAS publica vídeo no YouTube sobre a cheia do rio Madeira

O vídeo do site AC24HORAS foi publicado na conta do YouTube de Willamis França e ilustra muito bem o que está acontecendo na região de abrangência do Rio Madeira. O endereço do vídeo é http://www.youtube.com/watch?v=GksEPcK97zw

Livros para entender Rondônia : Caminhos da Ilusão, de Renato Ignácio da Silva

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Festcineamazônia: Inscrições de produções audiovisuais vão até esta segunda, 2 de setembro

O festival será realizado na capital rondoniense de Porto Velho, entre os dias 3 a 9 de novembro de 2013.

As inscrições de produções audiovisuais para a 11ª edição do Festcineamazônia podem ser feitas até esta segunda-feira (2/9). Os interessados em participar de um dos maiores festivais de cinema da região Norte podem enviar as produções cinematográficas pelo endereço www.cineamazonia.com/Festival/Inscricao.
A temática dos filmes participantes é livre e não há taxa de inscrição. São aceitas produções com duração máxima de 26 minutos e de todos os gêneros – ficção, documentário, animação e experimental -, realizados em qualquer formato. Produções de todas as partes do mundo estão aptas a participar e cada realizador pode inscrever até três filmes/vídeos, finalizados a partir de 2008 com legendas em português.
No site www.cineamazonia.com o participante tem acesso ao regulamento do festival e preenche a ficha de inscrição. Para o processo de pré-seleção, deverá ser enviada uma cópia do filme (no formato DVD, de área livre) à organização do evento, e pelo menos, uma imagem do filme (no formato JPEG, resolução mínima de 300 dpi e dimensões aproximadas de 15×10 cm)
São 18 troféus Mapinguari em disputa. Além da mostra competitiva, o Festcineamazônia homenageia produtores, diretores e atores que contribuem com a cultura nacional e possuem relevância nas questões ambientais e de direitos humanos.
A escolha das obras vencedoras está a cargo da Comissão de Julgamento, composta por profissionais do setor audiovisual ou ambiental. Os participantes concorrem aos prêmios: Prêmio para Melhor Filme ou Vídeo; Prêmio Danna Merril para Melhor Documentário; Prêmio Major Reis para Melhor Animação; Prêmio Vitor Hugo para Melhor Ficção; Prêmio Manoel Rodrigues Ferreira para Melhor Experimental; Prêmio Chico Mendes para Melhor Roteiro; Prêmio Marina Silva para Melhor Montagem; Prêmio Povos Indígenas de Rondônia para Melhor Trilha Sonora; Prêmio Silvino Santos para Melhor Fotografia; Prêmio Capô (Maurice Capovilla) para Linguagem; Prêmio Melhor Direção; Prêmio Melhor Ator; Prêmio Melhor Atriz; Melhor Reportagem Ambiental Rondoniense; e Melhor Reportagem Ambiental Nacional.
O Júri Popular também concede prêmios aos seus escolhidos: Prêmio Thiago de Mello – Troféu Esperança; e Prêmio Lídio Sohn para Melhor Produção Rondoniense. Todos os selecionados para a mostra competitiva do festival recebem certificado de participação.

Livros imprescindíveis para entender Rondônia – Rondônia, de Edgard Roquette-Pinto

RONDONIA - ANTHROPOLIGIA - ATHNOGRAPHIA - EDGARD ROQUETTE - PINTO - CAPA

Edgard Roquette-Pinto: médico, sonhador, antropólogo, educador, radialista, escritor, cineasta bissexto, brasiliano. Num homem só, dos trópicos tórridos, único de sua época, raro em qualquer tempo. Criador do rádio educativo no Brasil. Grande impulsionador do cinema educativo. Médico e indigenista. Buscou mostrar o Brasil profundo para os de seu tempo. Talvez não seja exagero afirmar que Rondonia, possivelmente seu livro mais importante, foi um dos pontos de partida dessa linda, comovente e produtiva mistura!
Paulo Marchiori Buss
Presidente da Fundação Oswaldo Cruz

Leia Também : CD “Rondônia 1912” com Gravações Históricas de Roquette Pinto está disponível para download

Começa hoje, em Porto Velho,capital de Rondônia, o Festival de Teatro Amazônia Encena Na Rua

 

Começa nesta terça-feira (23) em Porto Velho o Amazônia Encena na Rua, o maior festival de teatro de rua do Brasil. Durante 6 dias, artistas de oito Estados brasileiros vão se apresentar na Arena Madeira Mamoré, com 19 espetáculos, 3 oficinas de capacitação artística e 3 rodas de debates.

A programação é variada e compõe-se de peças de teatro, circo e dança. A abertura acontece com o tradicional cortejo de artistas e público, que se encontrarão na Praça das caixas D’água às 17h e de lá seguirão para a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, que novamente será palco para as apresentações. Às 19h acontece a abertura oficial do evento e logo em seguida inicia-se a programação com 3 espetáculos de teatro.

O Grupo Maria Cutia, de Minas Gerais, é o primeiro a se apresentar com a peça “Concerto em Ré”. A banda de rock n’ roll (e de palhaços) Maracutaia toca para seu grande público um show divertido e inesquecível. De trás pra frente, esse concerto começa no bis e acaba na passagem de som. Em seguida é a vez do Grupo Nativos Terra Rasgada, de São Paulo, que vem com o espetáculo “Ditinho Curadô” e conta a história de Ditinho, o retrato de um costumeiro caipira, que belo dia foi agraciado com o dom de falar com santos através das fitas da bandeira do divino. E para fechar a primeira noite do Festival, o grupo gaúcho Oigalê volta a Porto Velho com a peça “O Negrinho do Pastoreio”, a lenda que fala da vida de um negro escravo que é culpado pela perda de uma corrida de cavalos onde o seu senhor apostou muito dinheiro.

O Festival chega agora em sua sexta edição e já se tornou uma parte importante do calendário cultural da região Norte, trazendo grupos e companhias de todo o Brasil para uma semana intensa de apresentações e trocas. Até o dia 28 de julho, treze grupos de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Distrito Federal e Rondônia se apresentarão todas as noites a partir das 19h.

A realização da sexta edição do Festival Amazônia Encena na Rua é do O Imaginário, Sesc Rondônia e Fecomércio, com patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Meu gato Fidel mandou dizer que…

está muito “puto” porque estão comentando por aí que descobriram o “pulo do gato” nesta história de “Mensalão da Mídia” da Assembléia Legislativa de Rondônia.

Ora, os felinos merecem mais respeito !

Fidel anda confidenciando que a estratégia é igual à descoberta pela Operação Apocalipse : colocar funcionários, laranjas e até filhos dos porcalhões nos gabinetes com gratificações de marajá para serem corruptores das mentes desavisadas.

E este esquema, um tapa na cara do cidadão que é correto,  é uma prática corrente que segundo um gato mais experiente vem desde os tempos do Carlão de Oliveira e do Valter Araújo. Talvez seja por isto que tentam tanto desqualificar o trabalho eficiente da Polícia de Rondônia.

E isto tudo com dinheiro público segundo um site escrito por algum verdadeiro jornalista que conhece (muito) bem a ALE por dentro.

Fidel, que andava de intestino preso porque só lhe dou ração de 3 reais o quilo, depois de ler a matéria atualíssima que está no site Blogando a Verdade correu prá caixa de areia e foi filosofar um pouco.

Já sua irmã de criação, Pandora, quando viu o Diário Oficial da ALE nomeando alguns achacadores, traficantes e bandidos e os misturando com gente honesta, ficou com esta cara aí. Estes gatos honestos são foda !

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Pandora acha que lugar de corrupto e de corruptor é na cadeia.

Leia Também :

MP instaura investigação sobre as atividades da Telexfree e Bbom no Estado de Rondônia.

Jornalista acusa Rede Globo, banqueiros e “instituições” de complô contra a Telexfree e diz que quem “controla” a empresa é “Deus”

Em janeiro de 2013, Joaquim Barbosa negava prisão do deputado Natan Donadon, condenado pelo STF em 2010

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, negou nesta sexta-feira (11/01/2013) o pedido de prisão imediata do deputado federal Natan Donadon (PMDB-RO), condenado pela corte em 2010 a 13 anos, 4 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de peculato (crime praticado por funcionário público contra a administração) e formação de quadrilha.

O que mudou de lá prá cá ?  O que fez o PMDB à época ? Fernando Collor teria alguma ligação com o caso ? Por quê o STF não cassa Donadon ?

Leia Matéria completa no G1

Post original em 11/01/2013

Livros para entender Rondônia – Do século XVI ao Século XXI, de Francisco Matias

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Deu no G1 : Jacaré é flagrado cruzando avenida movimentada de Porto Velho, capital de Rondônia

O bichinho , em foto exclusiva do meu amigo Danilo Curado, o paparazzo do reino animal selvagem

Ao G1, o arqueólogo Danilo Curado, que fotografou o animal, contou que diariamente pratica caminhada no local com a esposa e, na noite de sábado, notou um movimento de pessoas na lateral da pista, próximo ao aeroporto. No local havia um jacaré, aparentemente filhote, de cerca de um metro de comprimento, que tentava subir pela proteção de uma área verde, pertencente a Base Aérea de Porto Velho. “Ele [o jacaré] estava bastante assustado. Quem estava na hora disse que ele atravessou a pista, saindo do igarapé”, relata Curado.

O arqueólogo relata que não é a primeira vez que animais silvestres são vistos no local. “Já vimos um jiboia adulta e um tamanduá bandeira ainda filhote”, conta Danilo.

NR : Este cara tem imã para animais silvestres. Mora em Porto Velho há menos de 3 anos e já flagrou tudo isto? Para quem só frequentava o Shopping Flamboyant tá bom demais, sô .

Quer ver a matéria completa?> G1 Rondônia

Divino, Cem Vezes Divino

A magnífica manifestação de fé que acontece no Vale do Guaporé, na fronteira de Rondônia com a Bolívia, sob a ótica do cineasta Beto Bertagna. Um vídeo histórico, realizado no centenário da festa,em Pedras Negras, no ano de 1994. Produção em Betacam/SP. Também dirigido por Luiz Brito. Narração de Celso Ferreira. Trilha Sonora, Marcelo Pereira. Roteiro de Nelson Townes. 24 minutos

Deu no G1 – Sucuri gigante é encontrada no Rio Abunã, na fronteira do Acre com a Bolívia

Uma cobra Sucurujuba (a popular sucuri), medindo aproximadamente 10 metros, foi fotografada no último sábado (2) por um caçador no momento em que se movimentava pelo leito do rio Abunã, na fronteira do Brasil com a Bolívia, na região do município de Acrelândia, situado a 111 km de Rio Branco, capital do Acre. (Foto: Samuel Dominguez/Arquivo pessoal) fonte : G1 Acre

Veja também :

Motorista tenta desviar de cobra sucuri na BR 364, em Rondônia. Acidente causa 5 mortes

Deu no tablóide britânico The Sun: anfíbio raro apelidado de cobra-pênis é descoberto no Rio Madeira, em RO

> Guajará-Mirim : na fronteira de Rondônia com a Bolívia, imenso jacaré-açu assusta população

> Ossos do Ofídio

Meu gato Fidel mandou dizer que…

Ônibus escolar fica pendurado em ponte

Deu no G1 Rondônia Ônibus escolar permanece sobre a ponte do Rio Quatro Cachoeiras em Cacaulândia, RO (Foto: Erivelto Carlos/Rondônia Vip)

Blog mostra a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Rondônia, antes e depois de revitalização

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Você pode não acreditar , mas a Estrada de Ferro Madeira Mamoré em 2006 era assim

O blog efmm100anos.wordpress.com  publicou um post com um anexo mostrando como era a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em 2008 e como está agora, no meio do processo de revitalização. O blog Cadernos do Patrimônio que trata do patrimônio cultural brasileiro na web republicou o post, a seguir :

Veja neste arquivo Power Point produzido pelo Arquiteto Giovani Barcelos , um comparativo entre o que era a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré no ano de 2008 e , depois, no ano de 2012. Muito útil para professores de história regional e para quem realmente se interessa pela realidade da ferrovia tombada. Clique no link para fazer download     >      ESTRADA DE FERRO MADEIRA-MAMORÉ

Inscrições para o 4º Curta Amazônia podem ser feitas até 20 de abril

Estão abertas as inscrições para o 4º Festival de Cinema Curta Amazônia em Porto Velho, com tema ‘Extinção da arara azul no Brasil’. As inscrições podem ser feitas até 20 de abril e os filmes devem ser encaminhados em mídia digital para a Associação Curta Amazônia. O festival acontece de 3 a 8 de junho. Para concorrer a Mostra Competitiva, os filmes devem ser produzidos a partir de 1º de janeiro 2008, sendo do tipo curta, média e longa-metragem. Os gêneros podem ser de animação, experimental, documentário, ficção e videoclipe com produção de até cinco minutos.
Os filmes de curta-metragem devem ter a duração até 15 minutos incluindo os créditos, média-metragem com duração até 69 minutos e os de longa-metragem acima de 70 minutos até 90, padrão adotado pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). Os filmes podem ser nacionais e estrangeiros.
Segundo a organização do evento, o objetivo do festival deste ano é contribuir para a preservação do meio ambiente e alertar sobre a importância da extinção da arara azul. Os vencedores da Mostra Competitiva de receberão o troféu “Arara Azul”.

Preencha a ficha de inscrição aqui .

Ermitão dissidente de Fidel Castro mora à beira da BR 364, em Rondônia

foto : JLZ Barcelos

foto : JLZ Barcelos

Por Beto Bertagna

De camisa polo laranja, um tanto desbotada e com uma velha calça jeans , Ocano bate um longo papo com a gente, sem no entanto utilizar cumprimentos com as mãos, pelo seu receio de ser contaminado por algum vírus. Diz que é dissidente do regime de Fidel (Raul) Castro, do qual teria fugido na década de 60.  

O ermitão cubano Antônio Enrique Ocano Silveira tem cerca de 70 anos e vive em uma pequena barraca improvisada à beira de um lago, na margem direita  da BR 364 sentido Acre, um pouco antes da substação da Eletronorte em Abunã e do paradouro Castelinho.

Os caminhoneiros, alguns seus velhos conhecidos que percorrem aquele trecho param para dar frutas que ele recusa quando já está alimentado, alegando que não pode estocar nada para não atrair ratos e cobras. Mas quer ver o velho ermitão alterado é falar sobre a política americana, informado que ele é do que se passa no mundo através de um rádio ondas-curtas movido à pilha.

Que estações será que ele escuta :  Rádio França Internacional ? Rádio Vaticano ? Rádio Havana ? Rádio Nacional da Venezuela ?

Diz que já foi operador de rádio da Marinha Mercante Cubana e sem dar muitos detalhes conta que fugiu para a Espanha, e depois Venezuela. Chegou ao Brasil em 1994 e tentou emprego como operador de comunicação em  navios no porto de Santos. Como não conseguiu voltou para a Venezuela, onde presenciou a tomada de poder por Hugo Chavez.  Depois retornou ao Brasil,via Manaus e caminhou até Porto Velho pela BR 319 (cerca de 800 km).

Outro dia vi um documentário sobre Ocano na TV paga,  mas já estava na metade e não guardei o nome do filme. Uma reportagem entrevistava um irmão seu que mora na Espanha. O irmão , ao ser confrontado com as imagens de Antônio, disse que não o via  há muitas décadas e que por isso não podia ter certeza se era ele realmente.

A produção voltou ao local da morada do ermitão e contou que seu irmão lembrava de uma velha tatuagem no seu braço esquerdo.  Antônio Ocano imediatamente puxou a manga da camisa e perguntou : é esta ?

Como já sei da sua aversão à alimentos doados, quando vou à Guayara-Merin, Bolívia procuro sempre comprar o jornal do dia de Sta Cruz de La Sierra , “El Deber que ele aceita com um insuspeito sorriso de satisfação. Tenho certeza que ele vai ler o jornal em castelhano, sentado embaixo de um esfarrapado  guarda-sol da VW, completamente desbotado pelo sol causticante da região.

Meu amigo JLZ Barcelos é outro que sempre que passa por ali leva biscoitos, maças, bananas para o solitário Ocano.

“Uma vez comprei uns pastéis feitos na hora no Castelinho, mas ele recusou pois já tinha almoçado. E me pediu que levasse para as crianças pobres de Mutum-Paraná” – confirma Barcelos.

Que Antônio Ocano, que diz acreditar em Deus e feliz com o pouco que tem , tenha uma vida longa e boa em sua humilde barraca às margens da BR 364, em Rondônia.

Atualizada em 17/07/2013: Informações extra-oficiais dão conta que Antônio está hospitalizado nas Irmãs Marcelinas. Estou checando. De qualquer forma , se a informação procede, ele está em ótimas e honestas mãos.

Atualizada em 1º /10/2013: Antônio Ocano está realmente com as Irmãs, e como presumimos, muito bem tratado. Fala que está com um problema lombar, e exibe seus cabelos bem aparados. Antônio tem um sonho: voltar para a Espanha, onde reside seu irmão. Uma Irmã comenta sobre a possibilidade dele sofrer de esquizofrenia. Torcemos por ele, e que tenha uma vida longa e boa. 

Atualizada em 1º/12/2014 : Antônio Ocano ao lado de Rose Bedin, em foto recente, nas Irmãs Marcelinas

foto: JLZ Barcelos

foto: JLZ Barcelos

Atualizada em  3/7/2016 : Antônio Ocano voltou para a beira da estrada. Desta vez, as margens da BR 319, que liga Porto Velho a Humaitá.

Filme sobre Victor Dequech desvenda mitos das lendárias Minas de Urucumacuã

DEQUECHO falecimento do engenheiro de minas Victor Dequech, ocorrido em Belo Horizonte há exatamente um ano atrás poderia também sepultar uma parte importante da história de Rondônia.

Conhecido por ser o fundador da Geosol, a maior empresa de sondagens do país e da Sociedade Brasileira de Espeleologia, Dequech entra para a história de Rondônia a partir da Expedição da década de 40 que visava encontrar as lendárias Minas de Urucumacuã.

A sua versão dos fatos, a fonte primária da história, estaria perdida se não fosse a ação visionária dos documentaristas Luiz Brito e Beto Bertagna(yo), que munidos de uma câmera Digital e microfones profissionais, gravaram muitas  horas de histórias na sua residência em Belo Horizonte, com apoio da TV Minas.

O depoimento de Dequech é uma verdadeira bomba e põe por terra muitos mitos criados na fértil imaginação de cutubas e peles curtas.

O filme tem o título provisório de “Urucumacuã , A Salvação do Brasil” e reedita a parceria dos dois diretores  feita no documentário “Divino, Cem Vezes Divino“.

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Diz a lenda – Sonho do menino

Por  Beto Ramos

– Acorda menino, vai lavar este rosto, teu olho tá cheio de remela!
– Desata este mosquiteiro e guarda esta lamparina!
– Mas, mãe…
– Cuida, levanta e vai comprar quatro pães massa grossa.
E aquele cheiro da casa da gente impregnando a saudade.
O menino levanta, olha aquela rua cheia de barro, com casas sem pintura.
Caminha lentamente.
Abre a porta, desce o batente.
Cachorros latem atrás de uma carroça.
Atracado na beira do rio Madeira, o Augusto Montenegro.
Vai o menino com os pés no chão.
No pensamento, a vontade de dar uma azulada lá pra beira do Igarapé Grande.
Com os cabelos sem pentear, o menino vai coçando a cabeça, talvez tenha recebido a visita dos bois do Carrasquinho.
Sentados em bancos na beira da calçada, dois homens comentam que o Gervásio jogou bem demais pelo Madureira.
– Este Gervásio vai longe!
Assim, o menino segue seu caminho para comprar os pães massa grossa.
A Maria Bico de Brasa passa toda faceira.
Logo em seguida também passa, a senhora que abria o guarda chuva no Lacerda na hora do filme Spartacus, achando que os trovões e raios eram do vera.
Ele consegue soletrar Magistral em algo caído no chão, na beira da rua.
Passam dois garotos e gritam que no fim de semana irão furar no circo.
Distante, ele ouve o trem passar.
Café com pão, café com pão, café com pão massa grossa.
E sorrindo ele responde: – Se eu me apressar peia não, peia não!
Ele não sabia que logo o trem calaria o seu apito para sempre.
Mal ele sabia, que na ladeira Comendador Centeno, o prédio da antiga Prefeitura ficaria abandonado, sendo jogados a devaneios fantasiosos de promessas não cumpridas.
Vem o menino.
Caminhando ao encontro do futuro.
Ao fechar os olhos, ele acordou de sua realidade, e não viu o pão em suas mãos.
Noé, Raposo, Parra, Garcia.
Tudo era apenas um sonho.
O passado há muito tempo havia ficado para trás.
Mas, o menino sentia o cheiro do café, do pão quentinho.
O menino transformou-se em sonho.
Basinho, cadê você?
Onde posso encontrar um Marau?
Meu velho poeta, vamos caminhar por nossas ruas, vamos rever os velhos álbuns, mexer nos guardados da nossa história e gritar que ainda somos meninos.
Vem o menino dentro de todos nós.
Com olhos cheios de remela.
Pés no chão.
Ainda com cheiro da fumaça da lamparina.
O menino da esperança nos traz este brilho nos olhos.
O menino escreve deste jeito, pois apenas é um menino.
Pedro Struthos,
Amém, amém!
Vamos reclamar para quem?

Diz a lenda

MPF de Rondônia obtém a condenação do Senador Ivo Cassol. Direitos políticos estão suspensos por 5 anos

foto: Pedro França/Ag. Senado

foto: Pedro França/Ag. Senado

O Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO) obteve a condenação do senador Ivo Cassol, dos delegados de Polícia Civil Renato Eduardo de Souza e Hélio Teixeira Lopes Filho, dos agentes de Polícia Civil Gliwelkinson Pedrisch de Castro e Nilton Vieira Cavalcante, além de Agenor Vitorino de Carvalho, por improbidade administrativa.
A Justiça Federal, acolhendo a acusação formulada pelo MPF/RO, suspendeu os direitos políticos de Ivo Cassol por cinco anos, dos delegados por quatro anos e dos demais por três anos. Além disso, decretou a perda dos cargos dos policiais e ainda impôs o pagamento de multa a todos os agentes públicos, sendo que a maior delas, imposta ao senador Ivo Cassol, totaliza 300 mil reais. Ainda cabe recurso da sentença.
Em 2006, o MPF/RO desvendou um grave caso de compra de votos, que beneficiaria Ivo Cassol, Expedito Júnior e outras pessoas. A investigação gerou várias ações eleitorais, mas as testemunhas que prestaram depoimento acabaram sendo vítimas de constrangimentos diversos e ameaças, sendo cinco delas até incluídas em programa de proteção à testemunha. Esse assédio ilegal foi ordenado por Ivo Cassol, que à época governava o Estado, e executado pelos policiais e também por Agenor Vitorino de Carvalho. Para cometer os abusos foi até instaurado um inquérito policial manifestamente ilegal.
Ivo Cassol e os policiais, dentre outras pessoas, acabaram processados criminalmente pela Procuradoria-Geral da República pela prática de diversos crimes. Na ocasião, Antônio Fernando Souza, procurador-geral da República em 2007, afirmou na denúncia que “a investigação estadual foi mesmo instaurada com o claro intuito de criar fatos novos relacionados aos delitos eleitorais, mediante a manipulação de provas e intimidação de testemunhas, a fim de beneficiar os candidatos envolvidos na compra de votos. Toda a farsa foi executada a mando do governador Ivo Cassol, que se utilizou do aparato de segurança do Estado de Rondônia para tentar desqualificar a investigação dos crimes eleitorais imputados a ele e a seu grupo político.”
Além das ações eleitorais e da ação penal, o Ministério Público Federal também ingressou com ação de improbidade administrativa, desta feita através de quatro procuradores da República em Rondônia. A ação, acolhida agora pela Justiça Federal, acusava Ivo Cassol de ter utilizado ilegalmente a estrutura da segurança pública para tentar alterar as provas a respeito da compra de votos, atrapalhando o trabalho do Ministério Público Federal e da própria Justiça.
Para se ter uma ideia da gravidade dos fatos, tiros foram disparados contra a residência da mãe de uma testemunha; sem falar que um dos agentes da Polícia Civil ameaçou outra testemunha, dizendo: “vocês são apenas cinco formiguinhas, o homem vai passar por cima de vocês como se fosse um trator e não vai acontecer nada com ele; que ele falou que o homem era o governador Cassol”. O policial civil somente errou quanto à previsão de que nada aconteceria ao governador, já que todos foram condenados pela Justiça Federal por conta dos abusos que cometeram.

Fonte: MPF/RO

Livros para entender Rondônia – TV Cultura de Porto Velho, Crônicas de uma época

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Livros imprescindíveis para entender Rondônia – Nas Selvas Amazônicas

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“ Nas Selvas Amazônicas” é o relato vivo e colorido de uma viagem que Manoel Rodrigues Ferreira realizou ao Território de Rondônia (ex-Guaporé). Percorrendo os Rios Madeira, Mamoré e Guaporé, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e os seringais da floresta amazônica, o autor descreve a natureza e o homem que nela vive. É também a história fascinante da conquista, povoamento e civilização daquela distante região do Centro-Oeste do Brasil. Este livro é, pois, a impressionante narrativa de uma viagem e é também Geografia física, humana, econômica e História. Na parte final o autor dedica um capítulo especial aos trabalhos da Comissão Rondon e á BR-29, Rodovia Brasília-Rondônia-Acre, que acabava de ser inaugurada. Pela primeira vez é descrita amplamente uma região amazônica que ao ser ligada diretamente a São Paulo pela moderna rodovia BR-29, oferece imensas possibilidades de desenvolvimento econômico e progresso social.”

NR : Mais um livro fantástico do saudoso e querido amigo MRF.

Público lota Teatro Banzeiros, em Porto Velho, para conhecer os vencedores do 10º Festcineamazônia

Os músicos Eliakin Rufino e Princezito encerraram a 10ª edição do Festcineamazônia com um show que contagiou o público com músicas dançantes, regionais, africanas e um duelo de poesias.

Princezito, natural de Cabo Verde, é compositor, estudioso das várias vertentes do batuku (gênero musical cabo verdiano) em que aborda a canções tiradas das histórias, contos e provérbios populares. Já Rufino é poeta, cantor, escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. Faz shows de música e poesia, com os quais já vem percorrendo o Brasil e diversos países há mais de 20 anos.

Os jurados da mostra competitiva foram a comunicóloga e produtora Samira Pereira, o cineasta Joel Zito Araújo, o ator e roteirista Thoamas Stravos, o produtor cultural Celso Brandão e produtor de cinema Wilsson Austurizag. Os jurados da categoria vídeo reportagem ambiental foram os jornalistas Solano Ferreira, Fred Perillo e o diretor de Cinema, Marcelo Cordeiro Quiroga.

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Poesia domina o último dia do Festcineamazônia, em Porto Velho

“Artista que tem de início a pretensão de ser artista já me causa desconfiança”. A provocação feita pela escritora e compositora Alice Ruiz abriu o debate ‘É de poesia que o mundo precisa’. Ao lado do escritor Marcos Quinan, do poeta Thiago de Melo e do músico africano Princezito, Alice Ruiz conversou durante cerca de duas horas com estudantes do ensino médio de escolas públicas de Porto Velho, nesta sexta pela manhã, no Teatro Banzeiros, centro da capital rondoniense.  O debate fez parte da programação paralela da décima edição do Festcineamazônia e foi mediado pelo poeta e professor Carlos Moreira. A discussão foi baseada ‘no fazer da poesia’ e a importância da arte e cultura para o mundo contemporâneo hoje. Vindo de Cabo Verde, o cantor Princezito explanou sobre as dificuldades em se produzir arte num país financeiramente pobre, além de contar a relação que teve a origem humilde dele próprio com a visão que possui hoje de cultura. “Isso está presente na minha música”, disse.   O cantor faz show de encerramento do festival ao lado do músico de Roraima Eliakin Rufino. No último dia da mostra competitiva foram exibidos 18 filmes. Entre eles, o paraense ‘Matinta’, de Fernando Segtowick, com Dira Paes no papel principal.  Este ano o Festicineamazônia trouxe como novidade a mostra Cinema e Samba, como filmes com temática sambista exibidos em uma escola de samba. o cineasta Aurélio Michilis, diretor de “O cineasta da selva” foi o homenageado da noite. O festival encerra no sábado, com a premiação dos vencedores do troféu Mapinguari e o show musical de Eliakin Rufino e Princezito.

Miss Bumbum : em Rondônia, mulher de verdade desafia até o Photoshop. Viva !

Clique na foto e vá ao link do Yahoo para entender a polêmica da "gordurinha" que sobreviveu ao Photoshop

Clique na foto e vá ao link do Yahoo para entender a polêmica da “gordurinha” que sobreviveu ao Photoshop

Comitê “Juntos pelo Direito à Paisagem” faz abaixo-assinado em prol do Parque dos Beradeiros, em Porto Velho

foto : B.Bertagna

foto : B.Bertagna

Na recente convenção Rio+20, os prefeitos das principais cidades do mundo apresentaram propostas, pactuaram investimentos e um cronograma de ações que vão contribuir com a melhoria da qualidade de vida em suas cidades e com a sustentabilidade do planeta. O fizeram por entenderem que o Homem mora nas cidades, nos municípios, e é ali que tem o dever de interferir em favor da construção de um ambiente melhor, para viver hoje e no futuro.
Confiantes de que este é o caminho, e aproveitando o ano do centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que, junto com o Forte Príncipe da Beira, constituem os símbolos mais importantes da Nação Rondoniense, convidamos você para vir e trazer quantos puder, para salvar e preservar um outro grande símbolo da nossa identidade: a mata ciliar da margem esquerda do Rio Madeira que, de agora em diante, chamaremos de Parque dos Beradeiros.
Nova Iorque se orgulha do Central Park, Paris dos Campos Elísios, Rio de Janeiro do Jardim Botânico, da Mata da Tijuca e da Cinelândia, Belo Horizonte do Parque Municipal encravado no coração da cidade e Boa Vista do Parque Anuá com lago e praia. E nós? Que ambiente natural estamos deixando para lembrar nossa origem e para orgulhar nossos descendentes? Por estes exemplos e razões, queremos você, que ama por nascimento ou adoção esta terra, fazendo parte deste abaixo assinado em favor da criação e preservação do Parque dos Beradeiros na margem esquerda do Rio Madeira. Essa iniciativa é fundamental para garantir que aquela área de proteção permanente, de fato, permaneça lá, visto que com a construção da ponte na região da balsa, o acesso à margem esquerda do Rio Madeira ficará fácil. Por conta disso, já se anuncia e já se inicia uma grande especulação imobiliária. E a floresta, que teima em existir, está ameaçada de sucumbir. A ocupação daquela mata ciliar já existe. Mas esse processo tende a ser muito mais acelerado agora. O que se vislumbra é um prejuízo para esse patrimônio natural e para a cultura e a história de um povo. O pôr-do-sol mais lindo do mundo deixará de existir com a supressão da mata. A identidade cultural beradeira está ameaçada.Corremos o risco de não deixarmos esse legado aos nossos filhos.
O que se busca é mostrar a necessidade de garantir que o patrimônio paisagístico, que pertence a todos, não desapareça. Cabe às autoridades municipais, estaduais e federais tomarem as iniciativas legais para que isso aconteça. E a nós provocar, manifestar nossa vontade. O Parque dos Beradeiros será, portanto, uma reserva horizontal, do trecho que faz frente com o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até, pelo menos, 2 km abaixo do local da ponte. O parque é um instrumento para valer como Área de Preservação Permanente (APP). Essa área seria dotada de infraestrutura para fiscalização e visitação por parte da população, com pistas de caminhada, academias ao ar livre, etc. O mais importante é que o Parque dos Beradeiros garantiria a não supressão da mata, o não desaparecimento desse patrimônio paisagístico, que tanto nos orgulha e que a todos encanta. Por todo o exposto, o convidamos para assinar o presente abaixo assinado.

Deu no tablóide britânico The Sun: anfíbio raro apelidado de cobra-pênis é descoberto no Rio Madeira, em RO

Atretochoana eiselti foi descoberta no Rio Madeira (Foto: Juliano Tupan/Divulgação)

Atretochoana eiselti é um um anfíbio, que não tem olhos, que não tem pulmões e absorve oxigênio através da pele Foto: Juliano Tupan/Divulgação

O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um anfíbio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eiselti é o nome científico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do anfíbio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles têm a descrição exata de localidade, apenas ‘América do Sul’.

O site R7 diz que ” Para você ter uma vaga ideia do quanto esse bicho é raro, havia um deles no Museu de História Natural de Viena, na Áustria, desde 1920 e só recentemente ele pode ser dissecado por cientistas de diversas partes do mundo.  Ele só pode ser dissecado porque deixou de ser o único exemplar desta espécie quando, em 1996, outro Atretochoana eiselti foi encontrado, em Brasília.

Dos seis exemplares encontrados pelo biólogo brasileiro, um morreu, três foram libertados novamente no meio ambiente e os outros dois foram levados para mais estudos porque o que se sabe a respeito deste tipo esquisito de animal é muito pouco.

Sabe-se que ele é um anfíbio, que não tem olhos, que não tem pulmões e absorve oxigênio através da pele. Medindo até 75 cm de comprimento, o Atretochoana eiselti é um mistério para os cientistas: como é que um animal deste tamanho consegue sobreviver sem ter pulmões? Rãs e sapos respiram através da pele também, mas possuem pulmões. Só animais muito pequenos, como insetos, conseguem levar a vida sem pulmões.”

Leia matéria completa no G1 e no tablóide britânico The Sun

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Clique na foto para ir ao site Defender.org

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Mototaxistas de Rondônia e Acre poderão estar fora da lei a partir do dia 4 de agosto

foto : Wikipédia

foto : Wikipédia

Por Beto Bertagna

Grande parcela dos motociclistas profissionais de Rondônia e Acre, dentre eles os mototaxistas e motofretistas, poderá estar fora da lei a partir do dia 4 de agosto

Neste dia, termina o prazo de adequação à resolução 350 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Um mototaxista de Porto Velho que preferiu não se identificar disse que “será práticamente impossível todo mundo se regularizar até a data marcada”.

A medida, em vigor desde o ano passado, obriga o motociclista-trabalhador a realizar um curso de 30 horas, ao custo aproximado de R$ 170,00.

De acordo com a Lei 12.009, para o exercício do mototáxi e do motofrete é necessário que o profissional tenha completado 21 anos, possua habilitação por pelo menos dois anos na categoria “A”, utilize colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos e seja aprovado em curso especializado, regulamentado pelo Contran.

Segundo a regulamentação do Conselho, o curso será dividido em duas etapas: Curso Teórico que terá carga horária de 25 horas-aula e o curso de Prática de Pilotagem Profissional com duração de 5 horas-aula.  Para realizar o curso, além dos requisitos exigidos pela Lei 12.009, o condutor não poderá estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação ou impedido judicialmente de exercer os seus direitos.

Para ser aprovado no curso especializado o condutor deverá ter cem por cento de frequência e ser aprovado com setenta por cento na avaliação. Em caso de reprovação o condutor terá prazo máximo de 30 dias para realizar nova avaliação.

O curso será ministrado pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) ou por instituições por eles autorizadas e abordarão assuntos relativos à ética e cidadania na atividade profissional, noções de legislação, gestão do risco sobre duas rodas e segurança e saúde.

De acordo com a Resolução, serão reconhecidos os cursos específicos, destinados a motofretistas ou mototaxistas, que tenham sido ministrados por órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, Sistema S ou instituições por eles credenciadas até a entrada em vigor da Resolução 350 (15 de dezembro de 2010).

O motociclista profissional deverá realizar o curso de reciclagem a cada cinco anos. Esse curso terá carga horária de 10 horas-aula, sendo o módulo teórico de 7 horas-aula e o de prática de pilotagem de 3 horas-aula.

Outro requisito para o exercício da atividade é a autorização do poder público concedente e o registro da motocicleta na categoria aluguel.

Segundo o Wikipédia, o serviço de moto-táxi no Brasil surgiu na cidade de Crateús, no estado do Ceará, no final de 1995, mas, segundo alguns estudiosos, já existia na Alemanha desde 1987 e na Bolívia desde 1992. A região Nordeste foi pioneira no Brasil. Hoje, praticamente em todas as cidades brasileiras é verificado esse tipo de serviço.

Normalmente, o valor a ser pago é unico independente da distância a ser percorrida. Entretanto, o valor pode variar a depender do dia da semana ou horário, ou mesmo incrementado caso a distância acordada seja maior do que a usual.

Dependendo do porte da cidade, a atividade de transporte por moto-táxis pode ser registrada ou não. Cidades pequenas tendem a ter este serviço sem padronização nem legalização municipal. Cidades de tamanho maior tratam as moto-taxis como um serviço semelhante ao de táxi.

Acesse a Legislação:

Lei 12.009/2009 – Regulamenta o exercício das atividades de motofrete e mototáxi.

Resolução 350 do Contran – Regulamenta o curso de formação para motofretistas e mototáxis.

O motociclista profissional que descumprir a resolução estará sujeito à multa de R$ 191,54, podendo ter veículo e mercadoria apreendidos.

Sinceramente acho que  deveria ter mais a parte Prática do que Teórica, ainda mais em nossa cidade que vive um boom econômico, com um trânsito caótico. E vejo diariamente  motociclistas cometendo diversas infrações, como andar pelas calçadas e ultrapassar pela direita e imprudências, ficando ao lado das carretas, no famoso ponto cego.

Veja também : Mototaxistas ! Pelo amor de Deus não ultrapassem pela direita !

Livros para entender Rondônia – Tudo que você precisa saber sobre Arqueologia (para nunca passar vergonha)

“Datando de 1953, Paul Bahn decidiu, em tempos remotos, fazer da arqueologia um meio de vida. Quando criança cavou buracos no jardins dos fundos de sua casa em Hull, encontrando fragmentos de cerâmica.Estes se revelaram imitação de cerâmica chinesa, e não romano antigo, mas a emoção da descoberta permaneceu intacta.

Mais tarde, estou arqueologia em Cambridge, obteve seu Ph.D., e adotou a aparência regulamentar dos arqueólogos (barba e roupas deselegantes), mas a despeito de semanas de desbravamento das selvas sul-americanas em busca de sítios perdidos, não conseguiu adquirir gosto nem por tabaco nem por álcool.

Passou a se dedicar como escritor freelance aos aspectos que considera mais interessantes na área, como dentes de cavalo e gravuras de genitálias (vide: Chocante:Cavalos atrelados no paleolítico ? ou Sem sexo por favor, somos aurignacianos).

O último livro de Paul Bahn, o profusamente ilustrado Imagens da Era Glacial, é altamente conceituado em certos círculos obscuros, e o público também gostou . Entre seus passatempos estão as sepulturas dos famosos, especialmente em Holywood, sobre as quais discorre ocasionalmente para pessoas que compartilham esse interesse mórbido. Infelizmente, seu Guia-Mapa Para os Túmulos das Estrelas, que costumam chamar de Cadáveres Célebres, está disponível somente nos EUA.

Felizmente todo este trabalho requer uma certa quantidade de pesquisa e viagem, que é o motivo pelo qual este livro não foi escrito num sítio arqueológico enlameado, mas numa praia em Figi. “

Túnel do Tempo – 7 de setembro em Vila de Rondônia

Comemoração de 7 de setembro, em Vila de Rondônia, no local onde hoje é o Ginásio Gerivaldão. Ano 1977. foto : B. Bertagna

Curta Amazônia : poesia, música e filmes na Madeira-Mamoré, em Porto Velho

O 3º Festival de Cinema Curta Amazônia fará hoje (29) uma homenagem aos familiares do jornalista Nelson Townes de Castro, falecido no ano passado.  A partir dessa edição a melhor produção rondoniense do Festival  receberá o nome de Troféu Nelson Townes. Hoje também tem  documentários ( “Cinematógrafo brasileiro em Dresden” e “Oswaldo Cruz na Amazônia – a saga das vacinas”) dos cineastas Eduardo Thielen e Stella Oswaldo Cruz Penido . Os filmes foram  produzidos nos estados de Rondônia, Amazonas e Pará e tem imagens e fragmentos do acervo de Oswaldo Cruz, bisavô de Stlella, quando esteve realizando levantamentos e implantando ações de prevenções às doenças tropicais na época da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré .

Após a exibição dos filmes haverá a cerimônia de premiação do Festival informando os vencedores dessa edição. E, encerrando essa primeira noite do Curta Amazônia na Praça Madeira Mamoré teremos a apresentação das bandas regionais “As Testemunhas” , banda composta por Giovani, Raoni, Nino, Gabi, Elias, Kátia, Eliseu e Edivaldo Viecili. A outra banda regional que se apresentará será a banda “Malcriados” , formada por Dinho Reis,  Tino Lôco Alves, Cláudio Jonhson, Saulo e Bode.

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

No sábado (30) haverá apresentação do Duo Pirarublue da Amazônia, o lançamento do documentário “Madeira Mamoré 100 anos depois – o sonho não acabou!” do diretor rondoniense Carlos Levy e a entrega dos vencedores do concurso de pintura ambiental , encerrando a programação com a projeção dos filmes vencedores de 2012.