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O FBI já caça Lula

Lula no momento em que foi surpreendido pelos agentes do FBI

O Birô Federal de Investigação já está na cola do ex-presidente Lula, o qual deverá ser preso nos próximos dias, acusado de comunismo e outros crimes contra o sistema econômico vigente  internacionalmente. Tal investigação é liderada por um audaz juiz, o qual não descansará enquanto não ver varrido do solo brasileiro todos aqueles que se uniram aos petistas para juntos subverterem a ordem estamental vigente, incentivando a sublevação e o desrespeito às pessoas de bem da nação que tanto trabalharam arduamente para construir tudo que temos.

Baseado na jurisprudência da mais Alta Corte do país, mesmo se não houver provas contra Lula, e principalmente se não houver, aí é que ele é culpado mesmo, baseado no domínio do fato, pois ele, como cabeça de tudo, é o capo di tutti capo, e deverá o mais célere possível ser recolhido às sete chaves na mais profunda masmorra do país para que de lá nunca mais dano algum cause a família cristã brasileira, cessando de vez seu domínio sobre a gentalha, que rebelde, ousou a invadir nossos campos, os quais somente aos homens de bem cabiam desfrutar.

Dirceu foi só um degrau, o objetivo maior sempre foi o parvo apedeuta de Garanhuns, o que nos ameaça diuturnamente, o que não deixa os nossos líderes voltarem, pois com a imensa compra de votos que instituiu, como Bolsa-Família, Prouni, Minha Casa Minha Vida, Pronatec, etc, ele corrompeu o sistema político brasileiro, fazendo com que só eles ganhassem devido o apoio dessa gentinha desqualificada, paga com esses pseudos programas sociais, só esse crime já justifica que o tranquem em uma cela e joguem a chave fora. A democracia está renascendo, tal qual 64.

Alvíssaras!

via Prof. Hariovaldo

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Lula exige o dízimo da malta bochevista (via Prof. Hariovaldo)

Partido quer arrecadar mais para despesas com charutos

by Vassaly D’Amyddiah

Muitos dizem que era o que faltava. Outros já acham que não foi sem tempo. A verdade é que desde que o Dardo Canha recebeu mensagens divinas determinando que selasse a paz entre judeus e árabes, entre outras coisitas mas , um que de religiosidade mística operante passou a bater às portas dos rachados políticos do bananal. E o que era para ser uma alegre reunião de camaradas bolivarianos pro castristas deliberando sobre os rumos da política marxista luloleninista da facção petrelhista bananaliense, acabou se revelando uma surpresa sem limites até para o chavista mais renhido e renitente. Para não dizer penitente! . Inaudita e original como jamais se verá outra, insólita talvez, tenho toda a certeza. Em fala algo desconexa, entre um e outro gole de cachaça gimba, biriba oficial petralheira, o Mariscão fez uma pausa, olhou para o branco dos olhos de cada um dos presentes e anunciou a guinada sem par nos rumos do “Fraturado sem Tratores”, facção majoritária do maior partido de esquerda da direita do bananal. “O que é bom para o Maiscedo será bom para nós. Apartir de agora, será criado o dízimo partidário para a composição de um fundo que libere da necessidade da aceitação de contribuições de empreiteiras  que prestam serviço para a Petrolox. Charutos estão muito caros e não temos coragem de gastar nossas minguadas e suadas pazuzas com eles. Só comprando com cartão de crédito.”

Continue Lendo via Prof. Hariovaldo Almeida Prado

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Por que os médicos cubanos assustam (via Blog do Porfírio)

Só em 2011, médicos cubanos recuperaram a visão gratuitamente de2 milhões de pessoas em 35 países

Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o nosso sistema mercantil de saúde

Por Pedro Porfírio

A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendimento e os custos com a saúde.

Essa não é a primeira investida radical do CFM e da Associação Médica Brasileira contra a prática vitoriosa dos médicos cubanos entre nós. Em 2005, quando o governador de Tocantins não conseguia médicos para a maioria dos seus pequenos e afastados municípios, recorreu a um convênio com Cuba e viu o quadro de saúde mudar rapidamente com a presença de apenas uma centena de profissionais daquele país.

A reação das entidades médicas de Tocantins, comprometidas com a baixa qualidade da medicina pública que favorece o atendimento privado, foi quase de desespero. Elas só descansaram quando obtiveram uma liminar de um juiz de primeira instância determinando em 2007 a imediata “expulsão” dos médicos cubanos.

No Brasil, o apego às grandes cidades

Neste momento, o governo da presidenta Dilma Rousseff só está cogitando de trazer os médicos cubanos, responsáveis pelos melhores índices de saúde do Continente, diante da impossibilidade de assegurar a presença de profissionais brasileiros em mais de um milhar de municípios, mesmo com a oferta de vencimentos bem superiores aos pagos nos grandes centros urbanos.

E isso não acontece por acaso. O próprio modelo de formação de profissionais de saúde, com quase 58% de escolas privadas, é voltado para um tipo de atendimento vinculado à indústria de equipamentos de alta tecnologia, aos laboratórios e às vantagens do regime híbrido, em que é possível conciliar plantões de 24 horas no sistema público com seus consultórios e clínicas particulares, alimentados pelos planos de saúde.

Mesmo com consultas e procedimentos pagos segundo a tabela da AMB, o volume de clientes é programado para que possam atender no mínimo dez por turnos de cinco horas. O sistema é tão direcionado que na maioria das especialidades o segurado pode ter de esperar mais de dois meses por uma consulta.

Além disso, dependendo da especialidade e do caráter de cada médico, é possível auferir faturamentos paralelos em comissões pelo direcionamento dos exames pedidos como rotinas em cada consulta.

Sem compromisso em retribuir os cursos públicos

Há no Brasil uma grande “injustiça orçamentária”: a formação de médicos nas faculdades públicas, que custa muito dinheiro a todos os brasileiros, não presume nenhuma retribuição social, pelo menos enquanto não se aprova o projeto do senador Cristóvam Buarque, que obriga os médicos recém-formados que tiveram seus cursos custeados com recursos públicos a exercerem a profissão, por dois anos, em municípios com menos de 30 mil habitantes ou em comunidades carentes de regiões metropolitanas.

Cruzando informações, podemos chegar a um custo de R$ 792.000,00 reais para o curso de um aluno de faculdades públicas de Medicina, sem incluir a residência. E se considerarmos o perfil de quem consegue passar em vestibulares que chegam a ter 185 candidatos por vaga (UNESP), vamos nos deparar com estudantes de classe média alta, isso onde não há cotas sociais.

Um levantamento do Ministério da Educação detectou que na medicina os estudantes que vieram de escolas particulares respondem por 88% das matrículas nas universidades bancadas pelo Estado. Na odontologia, eles são 80%.

Em faculdades públicas ou privadas, os quase 13 mil médicos formados anualmente no Brasil não estão nem preparados, nem motivados para atender às populações dos grotões. E não estão por que não se habituaram à rotina da medicina preventiva e não aprenderam como atender sem as parafernálias tecnológicas de que se tornaram dependentes.

Concentrados no Sudeste, Sul e grandes cidades

Números oficiais do próprio CFM indicam que 70% dos médicos brasileiros concentram-se nas regiões Sudeste e Sul do país. E em geral trabalham nas grandes cidades. Boa parte da clientela dos hospitais municipais do Rio de Janeiro, por exemplo, é formada por pacientes de municípios do interior.

Segundo pesquisa encomendada pelo Conselho, se a média nacional é de 1,95 médicos para cada mil habitantes, no Distrito Federal esse número chega a 4,02 médicos por mil habitantes, seguido pelos estados do Rio de Janeiro (3,57), São Paulo (2,58) e Rio Grande do Sul (2,31). No extremo oposto, porém, estados como Amapá, Pará e Maranhão registram menos de um médico para mil habitantes.

A pesquisa “Demografia Médica no Brasil” revela que há uma forte tendência de o médico fixar moradia na cidade onde fez graduação ou residência. As que abrigam escolas médicas também concentram maior número de serviços de saúde, públicos ou privados, o que significa mais oportunidade de trabalho. Isso explica, em parte, a concentração de médicos em capitais com mais faculdades de medicina. A cidade de São Paulo, por exemplo, contava, em 2011, com oito escolas médicas, 876 vagas – uma vaga para cada 12.836 habitantes – e uma taxa de 4,33 médicos por mil habitantes na capital.

Mesmo nas áreas de concentração de profissionais, no setor público, o paciente dispõe de quatro vezes menos médicos que no privado. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o número de usuários de planos de saúde hoje no Brasil é de 46.634.678 e o de postos de trabalho em estabelecimentos privados e consultórios particulares, 354.536. Já o número de habitantes que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) é de 144.098.016 pessoas, e o de postos ocupados por médicos nos estabelecimentos públicos, 281.481.

A falta de atendimento de saúde nos grotões é uma dos fatores de migração. Muitos camponeses preferem ir morar em condições mais precárias nas cidades, pois sabem que, bem ou mal, poderão recorrer a um atendimento em casos de emergência.

A solução dos médicos cubanos é mais transcendental pelas características do seu atendimento, que mudam o seu foco no sentido de evitar o aparecimento da doença. Na Venezuela, os Centros de Diagnósticos Integrais espalhados nas periferias e grotões, que contam com 20 mil médicos cubanos, são responsáveis por uma melhoria radical nos seus índices de saúde.

Cuba é reconhecida por seus êxitos na medicina e na biotecnologia

Em sua nota ameaçadora, o CFM afirma claramente que confiar populações periféricas aos cuidados de médicos cubanos é submetê-las a profissionais não qualificados. E esbanja hipocrisia na defesa dos direitos daquelas pessoas.

Não é isso que consta dos números da Organização Mundial de Saúde. Cuba, país submetido a um asfixiante bloqueio econômico, mostra que nesse quesito é um exemplo para o mundo e tem resultados melhores do que os do Brasil.

Graças à sua medicina preventiva, a ilha do Caribe tem a taxa de mortalidade infantil mais baixa da América e do Terceiro Mundo – 4,9 por mil (contra 60 por mil em 1959, quando do triunfo da revolução) – inferior à do Canadá e dos Estados Unidos. Da mesma forma, a expectativa de vida dos cubanos – 78,8 anos (contra 60 anos em 1959) – é comparável a das nações mais desenvolvidas.

Com um médico para cada 148 habitantes (78.622 no total) distribuídos por todos os seus rincões que registram 100% de cobertura, Cuba é, segundo a Organização Mundial de Saúde, a nação melhor dotada do mundo neste setor.

Segundo a New England Journal of Medicine, “o sistema de saúde cubano parece irreal. Há muitos médicos. Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito, totalmente gratuito. Apesar do fato de que Cuba dispõe de recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o nosso [dos EUA] não conseguiu resolver ainda. Cuba dispõe agora do dobro de médicos por habitante do que os EUA”.

O Brasil forma 13 mil médicos por ano em 200 faculdades: 116 privadas, 48 federais, 29 estaduais e 7 municipais. De 2000 a 2013, foram criadas 94 escolas médicas: 26 públicas e 68 particulares.

Estudantes estrangeiros na Escola Latino-Americana de Medicina

Formando médicos de 69 países

Em 2012, Cuba, com cerca de 13 milhões de habitantes, formou em suas 25 faculdades, inclusive uma voltada para estrangeiros, mais de 11 mil novos médicos: 5.315 cubanos e 5.694 de 69 países da América Latina, África, Ásia e inclusive dos Estados Unidos.

Atualmente, 24 mil estudantes de 116 países da América Latina, África, Ásia, Oceania e Estados Unidos (500 por turma) cursam uma faculdade de medicina gratuita em Cuba.

Entre a primeira turma de 2005 e 2010, 8.594 jovens doutores saíram da Escola Latino-Americana de Medicina. As formaturas de 2011 e 2012 foram excepcionais com cerca de oito mil graduados. No total, cerca de 15 mil médicos se formaram na Elam em 25 especialidades distintas.

Isso se reflete nos avanços em vários tipos de tratamento, inclusive em altos desafios, como vacinas para câncer do pulmão, hepatite B, cura do mal de Parkinson e da dengue. Hoje, a indústria biotecnológica cubana tem registradas 1.200 patentes e comercializa produtos farmacêuticos e vacinas em mais de 50 países.

Presença de médicos cubanos no exterior

Desde 1963, com o envio da primeira missão médica humanitária à Argélia, Cuba trabalha no atendimento de populações pobres no planeta. Nenhuma outra nação do mundo, nem mesmo as mais desenvolvidas, teceu semelhante rede de cooperação humanitária internacional. Desde o seu lançamento, cerca de 132 mil médicos e outros profissionais da saúde trabalharam voluntariamente em 102 países.

No total, os médicos cubanos trataram de 85 milhões de pessoas e salvaram 615 mil vidas. Atualmente, 31 mil colaboradores médicos oferecem seus serviços em 69 nações do Terceiro Mundo.

No âmbito da Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), Cuba e Venezuela decidiram lançar em julho de 2004 uma ampla campanha humanitária continental com o nome de Operação Milagre, que consiste em operar gratuitamente latino-americanos pobres, vítimas de cataratas e outras doenças oftalmológicas, que não tenham possibilidade de pagar por uma operação que custa entre cinco e dez mil dólares. Esta missão humanitária se disseminou por outras regiões (África e Ásia). A Operação Milagre dispõe de 49 centros oftalmológicos em 15 países da América Central e do Caribe. Em 2011, mais de dois milhões de pessoas de 35 países recuperaram a plena visão.

Quando se insurge contra a vinda de médicos cubanos, com argumentos pueris, o CFM adota também uma atitude política suspeita: não quer que se desmascare a propaganda contra o regime de Havana, segundo a qual o sonho de todo cubano é fugir para o exterior. Os mais de 30 mil médicos espalhados pelo mundo permanecem fiéis aos compromissos sociais de quem teve todo o ensino pago pelo Estado, desde a pré-escola e de que, mais do que enriquecer, cumpre ao médico salvar vidas e prestar serviços humanitários.

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Declaração da Academia de Medicina de São Paulo

 Frente à presença de 6.000 médicos cubanos, que o Governo brasileiro entende de receber para solucionar a ausência de médicos em municípios do país, a Academia de Medicina de São Paulo vem a público para revelar sua posição totalmente contraria a anunciada medida.

Contrária porque não preenche o estabelecido pela legislação do próprio governo federal, que exige a comprovação de competência de um médico diplomado no exterior, através de exames comprobatórios, para permitir o exercício da profissão;

Contrária porque o governo federal omite os reais motivos da ausência de médicos em pequenos municípios e nas periferias, ou seja, a falta de condições de trabalho, de remuneração e de carreira de Estado para profissionais de saúde;

Contraria porque aos médicos estrangeiros falta o conhecimento básico da língua portuguesa, da cultura brasileira e da epidemiologia referentes às doenças endêmicas e epidêmicas, condições sem as quais não se pode exercer uma atividade médica de boa qualidade;

Contraria porque é necessário haver um debate com a sociedade, antes da tomada de decisões que envolvem a qualidade do exercício da medicina no país e alertar a população, sobre os riscos de contratação de médicos estrangeiros ou brasileiros formados no exterior sem a devida comprovação de competência para cuidar do mais importante para a vida, ou seja, a saúde;

Contraria, por fim, porque juntamente com as demais entidades médicas, a Academia de Medicina de São Paulo tomará iniciativas para impedir essa afronta à saúde da população e à dignidade da medicina brasileira.

São Paulo, 12 de maio de 2013

Affonso Renato Meira

Presidente

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Conselho Federal de Medicina condena chegada de médicos cubanos ao Brasil

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou, nesta segunda-feira, uma nota repudiando o acordo entre Brasil e Cuba, que prevê a vinda de 6 mil médicos cubanos para atuar em regiões carentes do país. Além de questionar a qualidade dos médicos estrangeiros, a entidade põe em dúvida as reais intenções do governo brasileiro com a medida.

“O Conselho Federal de Medicina condena veemente qualquer iniciativa que proporcione a entrada irresponsável de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas de medicina obtidos no exterior sem sua respectiva revalidação. Medidas neste sentido ferem a lei, configuram uma pseudoassistência com maiores riscos para a população e, por isso, além de temporários, são temerários por se caracterizarem como programas político-eleitorais”, diz a nota.

A entidade ainda propõe a criação de uma carreira de Estado para médicos do Sistema Único de Saúde (SUS), para suprir a falta de profissionais na rede e reivindica mais recursos para o setor, “um mínimo de 10% da receita bruta da União”.

Ainda de acordo com a nota, o CFM diz que, juntamente com os conselhos regionais de Medicina, “envidarão todos os esforços possíveis e necessários, inclusive as medidas jurídicas cabíveis, para assegurar o Estado Democrático de Direito no país, com base na dignidade humana”.

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Coincidentemente, a Grande Mídia ( Estadão, Veja , Globo ) apoia o CFM. Por que será ? Coincidentemente, mesmo pagando plano privado de saúde, às vezes você é obrigado a esperar semanas na fila para ser atendido . Por que será ?

Leia Mais via Blog do Porfírio

Leia também > Médicos cubanos – espiões comunistas malditos

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E agora PT ?

Por Ernande Segismundo

Estou há exatos 30 anos no PT. Entrei no partido em abril ou maio de 1982 e lembro que nas festas juninas daquele ano exibia com orgulho a estrela vermelha no peito nos arraiais da cidade na plenitude dos meus 20 anos.

Nós petistas sempre acreditamos que nosso partido era diferente dos outros e mais: sempre acreditamos que o PT era melhor que os outros partidos.

Hoje amargo uma profunda desilusão a ponto de me calar quando um amigo jornalista que me ligou no dia da operação policial que acabou com o governo de Sobrinho e disse que agora o PT de Porto Velho terá que lutar muito para se igualar aos piores partidos políticos da República.

Os partidos no Brasil, como se sabe, são instituições nacionais, embora a vida partidária se concretize nas instâncias locais.

No caso de Porto Velho, a eclosão da operação policial do dia 06 de dezembro passado pôs fim ao Governo do partido á frente da Prefeitura de Porto Velho 24 dias antes do previsto de forma vexatória, deprimente e vergonhosa.

O personagem Roberto Sobrinho nasceu do nada e ganhou as eleições de 2004, ao contrário do que muita gente acredita, com muito cálculo e engenharia política formulada pela coordenação daquela campanha, dentre os quais figura a minha pessoa, especialmente quando trabalhei a renúncia da pré-candidatura de Valverde e a unificação do partido em torno da candidatura de Sobrinho, junto com alguns outros dirigentes.

Sucede que o poder que o PT proporcionou a Sobrinho se estabeleceu na contramão dos interesses e ideais do partido. A conduta de Sobrinho em relação ao PT, como já é público e notório, sempre foi revestida de personalismo, exclusivismo, traição, covardia e mediocridade.

Sobrinho traiu o PT na campanha de 2006, quando ignorou a candidatura de Fátima Cleide ao Governo do Estado que ficou em 2º lugar. Traiu o PT em 2010 quando sabotou de todas as formas a campanha do digníssimo companheiro Valverde ao Governo do Estado e de Fátima ao Senado e, finalmente a campanha de 2013, quando Roberto mais uma vez ignorou e sabotou o quanto pôde a candidatura da Fátima à exaustão.

E o pior é que quando a casa caiu para Roberto e sua camarilha com a operação policial de dezembro passado, o PT não teve a dignidade, após oito anos de governo no município, de dialogar com a população de Porto Velho, e é precisamente isto que me impôs escrever este artigo que alguns podem encarar como ‘fogo amigo’ ou ‘cuspir no prato que comeu’, mas para mim é um grito travado na garganta da imensa maioria da militância que precisava ser verbalizado publicamente.

A única manifestação do partido sobre o trágico fim do governo petista na Capital foi uma nota pública divulgada naquele mesmo dia que foi por mim apresentada à Executiva Municipal e que depois de aprovada, sob pressão que empreendi pessoalmente, alguns membros daquela instância se arrependeram de tê-la aprovado.

O presidente municipal do partido, Tácito Pereira que estava viajando na ocasião manifestou a vários dirigentes sua resoluta oposição à divulgação daquela nota pública, preferindo o silencio, conduta inaceitável naquela ocasião. Um partido tem obrigação de dar satisfações á sociedade, sob pena de ser condenado ao descrédito e ao ostracismo.

Depois daquela nota o PT de Porto Velho emudeceu sobre este assunto com exceção de algumas entrevistas inconvenientes que só evidenciaram o injustificável silencio diante de uma crise dessa magnitude. Uma resposta coerente era tudo o que a militância e a sociedade precisavam após ver seu governo despejado do poder municipal pela polícia e seguir quase em carreata para o Presídio Urso Panda.

As entrevistas encomendadas concedidas por Sobrinho soaram como uma afronta, tamanha a desfaçatez.

Na verdade, depois da operação policial, o PT de Porto Velho está acéfalo e sem qualquer rumo ou direção e a militância está atônita, indignada, revoltada e deprimida com tal estado de coisas.

No dia 10 de janeiro passado a militância forçou a realização de uma plenária que reuniu mais de 150 pessoas, onde mais de 40 filiados fizeram uso da palavra. Em defesa de Roberto, mais uma vez Tácito foi condescendente. Os demais presentes, com maior ou menor insistência pediram a renúncia de Tácito e alguns pediram a renúncia da Executiva inteira.

Eu mesmo propus na plenária que Tácito Pereira renunciasse à presidência do Diretório Municipal para que o partido pudesse se recompor, pela molecular ligação com os envolvidos no maior escândalo do Palácio Tancredo Neves e absoluta falta de isenção e habilidade para conduzir os destinos do PT da capital.

Em função destes episódios o PT perdeu filiados de imensurável valor ético e moral que não suportaram a omissão do partido diante de gravíssimas acusações de improbidade administrativa e crimes contra o patrimônio público.

Apesar deste gravíssimo quadro partidário, Tácito Pereira segue sua sina atrevida, prepotente, arrogante e insolente na defesa de um cadáver político, de um zumbi em que se transformou Roberto Sobrinho, riscado para sempre do mapa político de Rondônia e eliminado sumariamente da vida partidária ante a quase absoluta reprovação de suas condutas pela militância, expressada na plenária do dia 10 passado.

Soma-se a este vergonhoso e deprimente quadro o desprezo que Tácito e seus companheiros de infortúnio desenvolveram pelos filiados, pela militância, pela verdade, pelo bom senso e pela sociedade rondoniense como um todo.

Depois daquela plenária houve uma inacreditável manifestação de militantes no dia 16 deste janeiro na sede do partido contra a Direção Municipal, com direito a faixas e cartazes contra a contumácia de Tácito Pereira e seus raros apoiadores.

Segundo notícias da imprensa Roberto Sobrinho reassumirá seu cargo público na Assembleia Legislativa e será lotado no Gabinete da Deputada petista Epifânia Barbosa que é outro cadáver político que circula por aí feito um zumbi em razão de suas relações suspeitíssimas com atos criminosos do defenestrado Valter Araújo.

Epifânia é ré confessa no âmbito ético, pois admitiu publicamente o recebimento de valores do esquema criminoso de Valter Araújo em uma caixa de papelão e mesmo assim se livrou de punição no âmbito partidário justamente pela proteção que lhe deu Roberto Sobrinho que controlava então a maioria da Executava Estadual e a quase totalidade da Executiva Municipal de Porto Velho.

Mas como todo poder um dia perece hoje quem detém de fato o poder na esfera partidária é a militância que está se articulando e se mobilizando cada vez mais para depor o presidente municipal, numa sucessão de episódios de protestos que redundará certamente numa insurreição contra a insólita liderança do decadente Tácito Pereira.

Resta induvidoso, portanto, que o PT não é um conciliábulo, muito pelo contrário, é um partido de massa, cuja militância pauta sua vida civil pela defesa intransigente da ética na política, pelo combate à corrupção e pela defesa do patrimônio público.

Por isto o PT é um partido muito difícil de se vergar e sua força reside precisamente na granítica solidez de seus documentos essenciais, no heroísmo e bravura de sua militância que luta desesperadamente para preservar o programa partidário, para reconduzir o partido ao seio do magnífico Manifesto de sua fundação e reavivar as bandeiras e o programa partidário.

Mas assim como um país se faz com homens e livros como bem disse Monteiro Lobato, política se faz com plataformas e líderes. Não adianta bons programas e projetos políticos sem firmes e sólidas lideranças para tocá-los.

Refundar-se como espaço político-partidário de envergadura é precisamente o desafio do PT da capital para os próximos anos, para reconquistar o respeito e admiração que um dia já teve da população portovelhense, mas isto esta condicionado inevitavelmente a extirpação do seio partidário dos que promoveram seu escabroso flagelo.

Ernande Segismundo é advogado portovelhense.

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Análise séria da derrota do PT (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Referenciando o partido bolchevista no que tange à lisura das ações proferidas no pleno condenativo do egrégio juízo inapelável a que foram submetidos submersos elementares condicionados asseclas da camarilha usurpadora subversiva danosa repelida enfaticamente há tempos tal qual varejões insolentes rejeitados na seara dos bons hominídeos servis, em sentido lato, constata-se fragorosa decaída no âmbito geral relacionado anteriormente de modo inequívoco apresentando-os vencidos em todos os cenários.

Mervalísticamente dissecados restaram condenados pela massa eleitoral recebendo viés de baixa frutificado erroneamente pelo druida sacerdotal perdedor maior acelerando o próprio ocaso cabalísticamente observado nos anais registrados dos colunistas selecionados isentos e ilibados incontestável prova falimentar do status terminal reconhecido unanimemente. Destarte, o laboral representativo ignaro constituído pelos mensalóides apresenta estágio finalístico no espectro eleitoral vitimado pelas corretas e insuspeitas análises elianas, mirilianas leitoísticas doras kramelianas renatas lopretísticas cristianas lupus, não tendo resisitido à vinte minutos de JN.

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Dataprado: Haddad é o mais rejeitado em São Paulo (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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A nova pesquisa Dataprado confirma a inutilidade da candidatura Haddad, que já nasceu morta. É pura ilusão dos comunistas acharem que poderão usurpar o poder na capital bandeirante, eles não tem a mínima chance, alvíssaras! Leia Mais via Prof. Hariovaldo

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Valverde e Fátima recepcionam o Presidente Lula em Porto Velho

O Presidente Lula, em visita a Porto Velho nesta  quinta e sexta-feira, dia 13, será recepcionado pelo candidato a governador Eduardo Valverde e pela candidata à reeleição ao senado, Fátima Cleide, da coligação “Rondônia Melhor Para Todos – PT/PSB”.  Com essa visita a Rondônia, Lula confirma o apoio às candidaturas do PT de Valverde ao governo  e de Fátima  à reeleição para o Senado.

Quando da definição das candidaturas a governador e a senador, o Presidente Lula disse que a eleição de Eduardo Valverde para o governo de Rondônia é a melhor opção para iniciar no Estado a transformação que já toma conta do país. “Temos o apoio do companheiro Lula e da companheira Dilma, e temos os melhores projetos para transformar Rondônia em um lugar melhor para todos. Estamos percorrendo todo o Estado e discutindo com a população o nosso plano de governo participativo. Esse encontro que teremos com o Presidente Lula será de grande importância para integrar ainda mais essa parceria”, disse Valverde.

A presença de Lula é uma vitória para as campanhas de Dilma,Valverde e Fátima no Estado. O PMDB de Confúcio e Raupp não queriam a presença do presidente, que goza de uma aceitação histórica, na campanhas estadual em RO.

O Presidente Lula desembarca na noite desta quinta na Base Aérea da capital rondoniense e na sexta (13) visita os canteiros de obras das usinas de Jirau  e Santo Antônio.

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Hospital São Daniel Comboni, em Cacoal : quase pronto

A construção do Hospital São Daniel Comboni conduzida em prazo recorde pelo padre Francesco Vialetto, o Padre Franco (PT), atual prefeito de Cacoal.

Enquanto a conclusão e o funcionamento do Hospital Regional de Cacoal se arrasta no tempo consumindo o erário público,  o Hospital São Daniel Comboni está quase pronto com doações de pessoas físicas , jurídicas e associações diversas,dentre elas ONGs italianas ligadas à Igreja Católica como a Senza Frontiere, Ingegneri Oltre, dentre outras. Com quase 200 leitos sendo 15 para UTI adulto e infantil, 7 salas no centro cirúrgico, centro obstétrico,hemodinâmica(cateterismos), hemodiálise com 18 máquinas, imagiologia (ressonância,tomografia,etc) PS e enfermarias. Sua especialidade será a oncologia e atenderá as necessidades do SUS em Cacoal e região. Uma conquista de Rondônia para seus pacientes necessitados de bom atendimento e humanidade.

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Bloco da Intriga Política sai às ruas com a mentira de que a Justiça Eleitoral proíbe o governo de patrocinar Escolas de Samba e blocos

Vingança política Segundo o jornal eletrônico NoticiaRo.com, a notícia foi espalhada por devotos do governador Ivo Cassol (PP), numa tentativa de sabotar o Carnaval de Porto Velho

Por Nelson Townes, do NoticiaRo.com

A Justiça Eleitoral não proíbe o governo do Estado de Rondônia de repassar para as Escolas de Samba, blocos carnavalescos e outras entidades as verbas prometidas para o Carnaval de 2010. A Lei 9.504/97 que proíbe, no ano em que se realizar eleição, a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, não se refere as verbas para realização do Carnaval.

A notícia foi espalhada por devotos do governador Ivo Cassol, numa tentativa de sabotar o Carnaval de Rondônia – especialmente Porto Velho, por ter entidade ligada ao Partido dos Trabalhadores, o partido do prefeito Roberto Sobrinho, inimigo do governador, denunciado o showmício que o governador Cassol realizou na noite de Ano Novo e, em conseqüência, causado uma suposta reação da Justiça Eleitoral contra nova liberação de verbas pelo governo estadual para festas públicas – desta vez sobre o patrocínio do Carnaval.

No entanto, o texto do § 10 do art. 73 da Lei 9.504/97, segundo o qual no ano em que se realizar eleição, fica proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, não abrange a liberação de verba para festas populares como Carnaval, Arraial Flor do Maracujá, Peça Teatral O Filho do Homem, Exposições Agropecuárias, Corrida de Jerico, etc., por tratarem-se tais eventos de programas sociais culturais anuais e habituais, constituindo, por isto mesmo, exceção prevista na parte final do citado § 10, do art. 73, da Lei 9.504/97.

A confusão foi causada após a notícia de que um Procurador Eleitoral “desaconselhou” o governador a patrocinar as festas momescas com base nas restrições da Lei 9.504/97.  As entidades carnavalescas e até parte da imprensa passaram a considerar verdadeiras as restrições – não obstante as primeiras ponderações de que seria um exagero confundir festa carnavalesca com campanha eleitoral antecipada.

O esclarecimento definitivo – de que a liberação de verbas é permitido  para o Carnaval e outras atividades culturais, turísticas etc. – veio numa nota oficial do Partido dos Trabalhadores.

O PT lembra que, através das ações da Prefeitura de Porto Velho, resgatou o Carnaval Popular de Rua da Capital a partir de 2005, quando assumiu o Governo Municipal, incentivando e apoiando efetivamente as Escolas de Samba e os Blocos Populares, que adquiriram gigantesco vigor, além de resgatar e reinventar o Baile Municipal. Isto se transformou em política pública.

“No entanto – prossegue a nota – em vista da propositura de ação eleitoral por parte do PT contra práticas ilegais do Governo do Estado, agora o Governador culpa o PT pela não liberação dos recursos para o Carnaval 2010 de Porto Velho.

“Mais uma vez, o Governo falta com a verdade. Se o Palácio Getúlio Vargas não quer apoiar o Carnaval Popular de Porto Velho, é uma opção política dele. Não olhar a cidade de Porto Velho com o respeito que merece, infelizmente, tem sido algo recorrente em quase todos os setores. Não obstante, é inaceitável culpar o PT por isso – diz a nota.

“O Partido dos Trabalhadores entende ser a cultura um bem popular a ser preservado. Assim sendo, ela merece, necessita e tem a esperança de vir a ser política prioritária de qualquer Governo, em todos os momentos do ano, envolvendo os mais amplos segmentos sociais.  Isso ajuda a construir de fato uma democracia participativa, inclusiva e solidária.”

(NR) Isto me lembra outro caso. O Ministério da Cultura(MinC) fez parceria com todos os Estados para desenvolver o projeto “DOCTV”,  que já está em sua 4ª edição. Adivinhem qual é o único Estado que deu calote , e não pagou a contra-partida, porque a douta procuradoria entendeu que era ilegal ? Pois bem, adivinharam. Todos os outros 26 Estados estavam , e estão, errados. Só o Estado de Rondônia está certo. Isto que há um contrato assinado entre as partes , com firma reconhecida e tudo. Já se passaram mais de 4 secretários de cultura. E o calote continua, óbviamente correndo juros e correção monetária. Isto ainda vai dar pano prá manga na campanha 2010, no momento adequado,  porque todos os esforços prá sanar a dívida já foram realizados. E o Estado insiste no calote…

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