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Entra em cena a 2ª Rota do Cinema na fronteira com a Bolívia, em Guajará-Mirim

Acontece de 21 a 23 de dezembro a 2ª Rota do Cinema na cidade de Guajará Mirim e Nova Mamoré, um projeto de continuidade do 2º Festival de Cinema Curta Amazônia .

Para Dayan Saldanha, secretário de cultura do município,”a mostra de cinema gratuita, é vista sempre com bons olhos para os gestores públicos. Nós  conduzimos a cultura aqui na fronteira com muita dificuldade, e é muito gratificante, um presente de Natal nesse fim de ano feito pelos organizadores para nossa comunidade.”

A 2ª Rota do Cinema traz filmes de animação, documentários e ficção que fazem parte do circuito alternativo independente de cinema e acervo da entidade Curta Amazônia, que procura divulgar sempre os filmes dos nossos cineastas que contribuem para formação de platéia do cinema nacional em diversas regiões de nosso estado.

“Além de divulgar o cinema nacional, temos como meta de estabelecer e fortalecer parcerias com os municípios através das artes na região da fronteira do Brasil e Bolívia. Essas são algumas das diversas metas da 2ª Rota do Cinema, proporcionando entretenimento e discussão de temas ambientais, sociais e educativos na fronteira, para que o público rondoniense tenha  acesso a filmes que possam também a conduzi-los a reflexão e formar o senso crítico sobre temas que contribuem para uma sociedade mais justa e humana, sem fórmulas prontas e ditadas pelos governantes”, frisou a produtora executiva  do projeto Golda Barros.Os filmes que compõem a 2ª Rota do Cinema são:  “Videoclipe Um brinde  com  a campanha contra o alcoolismo”, Trailer do filme: “Madeira Mamoré: 100 anos depois… O sonho não acabou”, “O diário da terra”, “A fábula da corrupção”, “Buba e o aquecimento global”, “Eu venci”, “Doce turminha e a corda da viola”, “Bailarino e o bonde”, “Mocó Jack”, “Tamanduá Bandeira”, “O casamento da ararinha azul”, “Eu queria ser um monstro”, “Esaú o catador de histórias”, “Feira da Fantasia”, “A sombra de Sofia”, “Tempestade”, “Traz outro amigo também”, “Muita calma nessa hora”, “Depois do almoço”, “O contador de filmes”, “Pinball” e o “Videoclipe Mudança do grupo Inquérito”.

Mitos e crenças populares prejudicam o controle da malária

O mês de novembro marca a luta pelo controle da malária nas Américas. A data visa incentivar estes países a aumentar o diálogo e realizar campanhas contra a doença. O Brasil registrou, somente no ano passado, 300 mil casos de malária, 99% deles concentrados na Amazônia Legal. A falta de informação sobre transmissão, diagnóstico e tratamento da malária é que ainda atrapalha o controle da doença. Nesta etapa do projeto, a Mobilização Contra Malária busca desmistificar algumas crenças populares sobre o diagnóstico, a transmissão e o tratamento que, ao serem repassados, dificultam as ações de combate à doença. Mitos difundidos na região que prejudicam o controle da doença:

- Malária pode ser transmitida pela água? Mentira. A única forma de transmissão é pela picada do carapanã contaminado.

- Chás e plantas medicinais podem curar a malária? Mentira. O tratamento só pode ser feito com medicamentos e tem que ser completo, caso contrário, a malária pode voltar mais grave.

- Se os sintomas da malária passaram, a pessoa está curada?A pessoa tem que fazer o tratamento até o final, por mais que os sintomas já tenham desaparecido. Depois do tratamento, é importante fazer novamente o exame de malária para saber se está completamente curado.

- O sangue da ponta do dedo não permite um diagnóstico preciso para malária? Mentira. As gotas de sangue colhidas na ponta do dedo ou na veia fornecerão as mesmas informações sobre a doença. Os exames realizados são seguros e todos aprovados pelo Ministério da Saúde.

- É preciso sentir todos os sintomas para estar com malária? Mentira. Os sintomas podem variar, portanto, basta sentir um ou dois desses sinais para procurar um serviço de saúde para fazer o exame. Os sintomas são dor de cabeça, dor no corpo e na barriga, febre e tremor.

- Mulheres grávidas não podem fazer o tratamento? Mentira. A gestante tem um tratamento diferenciado, basta procurar o serviço de saúde para receber um acompanhamento especial.

“Ao levarmos informação, conseguiremos interromper o ciclo da malária. Quando as pessoas fazem o tratamento até o final, elas ficam curadas e diminuem os riscos de contaminar outros mosquitos que poderão transmitir a doença para familiares e vizinhos. É fundamental para isso: realizar o diagnóstico rapidamente e, caso esteja com malária, fazer o tratamento completo,” explica Ana Carolina Silva Santelli, coordenadora-geral do Programa Nacional de Controle de Malária

O projeto tem o patrocínio do Fundo Global de Luta contra AIDS, Tuberculose e Malária e realização pela Fundação Faculdade de Medicina (FFM), Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD) e do Ministério da Saúde por meio da Unidade Técnica do Projeto (UT) e  integra 47 municípios prioritários para o controle da malária: Acre: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Plácido de Castro e Rodrigues Alves; Amazonas: Atalaia do Norte, Autazes, Barcelos, Borba, Careiro, Coari, Guajará, Humaitá, Iranduba, Itacoatiara, Lábrea, Manacapuru, Manaus, Manicoré, Novo Aripuanã, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga; Amapá: Oiapoque e Porto Grande; Pará: Itaituba, Anajás, Jacareacanga, Pacajá, Itupiranga, Novo Repartimento e Tucuruí; Rondônia: Alto Paraíso, Buritis, Campo Novo de Rondônia, Candeias do Jamari, Cujubim, Guajará-Mirim, Itapuã do Oeste, Machadinho D’Oeste, Nova Mamoré e Porto Velho; Roraima: Bonfim, Cantá, Caracaraí e Rorainópolis.

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Enquanto Cineamazônia apresenta filmes inéditos, ALE/RO faz sessão reprise

Leónidas nas Termópilas, por Jacques-Louis David. Óleo sobre tela, 395 × 531 cm, 1814. Museu do Louvre, Paris, França

Leónidas nas Termópilas, por Jacques-Louis David. Óleo sobre tela, 1814. Museu do Louvre, Paris / blog do Maurilio Ferreira Lima

Deu no G1. Filme Velho

Veja a nota da PF :

” A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público de Rondônia e com o apoio da Controladoria-Geral da União, deflagrou a Operação Termópilas, com o objetivo de desmantelar organização criminosa que fraudava licitações e contratos no Governo de Rondônia.

A operação consiste no cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, 04 de prisão temporária, além de 57 mandados de busca e apreensão. Foram autorizadas também ordens de sequestro de bens e valores, bem como suspensão de exercício de função pública e proibição de acessos. Os mandados foram cumpridos em seis cidades do Estado (Porto Velho, Itapoã do Oeste, Ji-Paraná, Ariquemes, Nova Mamoré e Rolim de Moura)e inclui órgãos públicos estaduais e a Assembléia Legislativa de Rondônia.

As investigações tiveram início há um ano e meio, visando identificar e colher provas a respeito de grupo criminoso estabelecido na Secretaria de Estado de Saúde de Rondônia (SESAU), montado para desviar verbas do Sistema Único de Saúde (SUS), em conjunto com empresários locais. No decorrer da investigação, foi percebida a participação de parlamentar estadual nos crimes, o que fez com que a apuração fosse deslocada para o Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, em razão da prerrogativa de foro do deputado.

A quadrilha agia sob a liderança do presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia e praticava crimes no âmbito de algumas Secretarias de Estado, em especial as Secretarias da Saúde e da Justiça, além do DETRAN local. O esquema consistia em um verdadeiro loteamento de licitações e contratos de prestação de serviços junto à administração pública estadual, mediante corrupção e tráfico de influência, para favorecer determinadas empresas.

As pessoas envolvidas no esquema criminoso serão indiciadas, na medida de suas participações, pelos crimes de formação de quadrilha, extorsão, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, advocacia administrava, violação de sigilo funcional, tráfico de influência corrupção ativa, além de crimes previstos na Lei de Licitações e na Lei de Lavagem de Dinheiro.

A operação contou ainda com o auxilio logístico do Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira e Departamento Penitenciário Nacional.

Via  Comunicação Social da PF em Rondônia

Mobilização contra a malária no Acre, Amazonas, Amapá, Roraima, Pará e Rondônia

Mobilização Contra Malária, que acontecerá em seis estados da região norte do país: Amazonas, Acre, Amapá, Tocantins, Pará, Rondônia e Roraima, foi lançada nesta segunda-feira (5) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Além de mostrar as novas ações, foram apresentados os números que apontam para a redução de 31% de casos da malária no primeiro semestre de 2011.

Para complementar as ações na comunidade e levar informações sobre malária à população, foi realizada uma campanha de comunicação que atingirá as 450 mil famílias moradoras dos municípios e seguirá as três fases: prevenção com uso de mosquiteiro/cortinado impregnado de inseticida, diagnóstico rápido e tratamento da malária completo e que também foram apresentadas aos participantes, após a coletiva.

Segundo o Ministério da Saúde,  já ocorreu a diminuição de 31% dos casos da doença. De janeiro a junho de 2011 foram notificados 115.798 casos da doença e este número em 2010, no mesmo período, era de 168.397. Serão distribuídos 1.100.000 (um milhão e cem mil) Mosquiteiro/cortinados Impregnados com Inseticidas de Longa Duração (MILDs). 500 mil testes de malária serão disponibilizados para que sejam realizados exames em pessoas moradoras de comunidades mais afastadas da Amazônia brasileira.

 Municípios prioritários:

 Acre: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Plácido de Castro e Rodrigues Alves;

Amazonas: Atalaia do Norte, Autazes, Barcelos, Borba, Careiro, Coari, Guajará, Humaitá, Iranduba, Itacoatiara, Lábrea, Manacapuru, Manaus, Manicoré, Novo Aripuanã, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga;

Amapá: Oiapoque e Porto Grande;

Pará: Itaituba, Anajás, Jacareacanga, Pacajá, Itupiranga, Novo Repartimento e Tucurui;

Rondônia: Alto Paraíso, Buritis, Campo Novo de Rondônia, Candeias do Jamari, Cujubim, Guajará-Mirim, Itapuã do Oeste, Machadinho D’Oeste, Nova Mamoré e Porto Velho.

Roraima: Bonfim, Cantá, Caracaraí e Rorainópolis.