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Prefeito turcomunista inferniza a vida dos Homens Bons paulistanos (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Se depender do PT, esta deprimente cena será corriqueira

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Nobres confrades

É do conhecimento geral que um petralha ocupa indevidamente o cargo de alcaíde no feudo por direito divino pertencente a Dom Jozê dos Alagões e afluentes chiriko Çerra. A contagem regressiva para a defenestração deste turcomunista já está em curso nos bastidores da campanha Çerra-16. Caso ele vença em 2014, em 2016 ele poderá acumular os cargos e ser ao mesmo tempo governador e prefeito já que o estado e a capital possuem o mesmo nome e lá os tucanos mandam!

O problema é que salvo um democrático golpe a lá Paraguai, o turcomunista ficará até 2016 infernizando os homens bons paulistanos. O petralhaddad já está usando o IPTU, Imposto PTralhista Unificado, para se vingar dos bons e nobres por não votarem nele. Outra medida foi acabar com a mamat… ops, cancelar o contrato com a CONTROLAR, empresa responsável pela inspeção veicular causando terríveis transtornos aos acionista.

A última deste Poste usurpador foi a insana decisão de atacar os infelizes cidadãos proprietários de veículos automotores proibindo estes de utilizarem certos trechos das avenidas reservados para a choldra circular em veículos superlotados e fétidos conhecidos como “ônibus”.

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459 anos: Celebrando a maior crise urbanística da história da cidade de São Paulo (via Blog da Raquel Rolnik)

O aniversário da cidade é sempre uma oportunidade para balanços: como a cidade é vista e vivida por seus moradores? Temos algo a comemorar? Como se trata de São Paulo, a maior e mais contraditória cidade brasileira, o discurso da pujança, do poder, da diversidade, da energia e da intensa dinâmica (e outros consagrados superlativos) esbarra numa espécie de mal-estar generalizado em relação a sua condição urbanística. Usufruir da cidade é uma espécie de corrida de obstáculos cotidiana na qual é necessário abstrair a poluição, o trânsito, o congestionamento, os buracos, os atropelamentos, a enchente, a feiura e o descaso que atingem – evidentemente com intensidades muito diferentes – o conjunto das pessoas que vivem e circulam na cidade.

A (i)mobilidade parece ser o sinal mais evidente da crise e, de fato, não se trata apenas de uma “percepção”, mas da realidade de um sistema de transporte e circulação totalmente incompatível com os fluxos da cidade. Na verdade, a situação atual da mobilidade nada mais é do que a crise de uma política urbana constituída exatamente para enfrentar a primeira grande crise urbana que São Paulo viveu, na década de 30.

Até os anos 1920, o transporte era coletivo e sobre trilhos – bondes e trens. Em 1933, a cidade tinha uma rede de bondes com 258 km de extensão, três vezes maior do que a extensão atual do metrô, em uma cidade com, então, 888 mil habitantes. Nesse mesmo período, a cidade vivia sua primeira grande crise de moradia, durante a qual o modelo de vilas e cortiços de aluguel foi gradativamente substituído pelo loteamento de bairros distantes. Desde a década de 1920, foi implantado na cidade um projeto de remodelação viária voltado para dar suporte a e aumentar a velocidade de circulação de carros e caminhões, implementado por sucessivas administrações municipais e estaduais.

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Um avanço importante: A primeira Ciclo-rota de SP será inaugurada semana que vem! (via Pra Quem Pedala)

A primeira Ciclo-Rota da cidade de São Paulo será inaugurada semana que vem. O percurso terá 15km e será no bairro do Brooklin entre a Praça do Cordeiro e a Avenida Roberto Marinho.A ciclo-rota é diferente da ciclo-via e da ciclo-faixa. A ciclo-via é uma via separada, muitas vezes paralela ao caminho por onde passam os carros. A ciclo-faixa é uma parte da via dedicada aos carros que é exclusiva para ciclistas, como uma faixa de ônibus. Já a ciclo-rota é uma rua sem divisões ou separações, na qual o trânsito deve ser compartilhado entre carros e bicicletas, dando preferência SEMPRE às bicicletas. No trecho onde será a ciclo-rota, foram pintadas bicicletas no chão e a velocidade máxima permitida para trânsito de veículos auto-motores foi diminuída para 30km/h. … Read More via Pra Quem Pedala