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Navio Hidroceanográfico “Rio Branco” vai apoiar a criação de hidrovia de 1.076 km no Rio Madeira

foto: Inace

O Navio Hidroceanográfico “Rio Branco” foi entregue em Manaus. foto: Inace

A embarcação entregue hoje (2) foi desenvolvida pela Indústria Naval do Ceará (Inace), e irá aumentar a segurança da trafegabilidade dos rios amazônicos.  Com investimentos de R$ 48 milhões em equipamentos – financiados pelo Ministério da Defesa por meio do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) -, o “Rio Branco” irá realizar o levantamento cartográfico e mapear o leito dos rios para detectar bancos de areia que causam acidentes náuticos, desobstruindo as estradas fluviais.

A entrada em operação do “Rio Branco” deverá baratear os custos de transporte na região. Atualmente, para navegar de  Manaus a Tabatinga, é necessário a contratação de uma lancha ao custo de R$ 60 mil para detectar os bancos de areia e evitar acidente com a embarcação.

O projeto do Navio Hidroceanográfico “Rio Branco” foi concebido pelo Centro de Projetos de Navios da Marinha e desenvolvido pelo estaleiro construtor, a Indústria Naval do Ceará (INACE). Com 70% de conteúdo nacional, o projeto do navio gerou um incremento na capacidade tecnológica em construção de navios militares e de pesquisa.

O navio Rio Branco se incorporá à frota do 9º Distrito Naval, onde outras duas embarcações menores que já trabalham na cartografia da maior bacia hidrográfica do mundo – que é a do Rio Amazonas.

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Projeto Rondon:universitários gaúchos de volta a Rondônia

foto : W. Dias/Agência Brasil

foto : W. Dias/Agência Brasil

Por Beto Bertagna

Um dos projetos mais importantes para as regiões com baixo IDH está de volta. Criado em 1967 pelo governo federal, o projeto promove a integração nacional por meio da atuação voluntária de estudantes universitários em áreas carentes e isoladas das regiões Norte e Nordeste. A  idéia de  levar  a  juventude universitária para conhecer  a  realidade deste país multicultural e multirracial e dar-lhe oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Brasil surgiu em 1966 na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. A concretização veio no ano seguinte, no dia 11 de julho, quando 30 estudantes e dois professores partiram do Rio de Janeiro para Rondônia. Era a chamada Operação Zero,a primeira viagem do Projeto Rondon, que propiciou o contato dos alunos com o interior da Amazônia e durou 28 dias,  com a  realização de  trabalhos de  levantamento,  pesquisa e assistência médica em comunidades carentes. No  retorno,   houve  grande   repercussão.  Os   universitários,   que   voltaram  com  o slogan “integrar para não entregar”. que tem um jeito bem militar da época, escolheram um nome para a iniciativa: Projeto Rondon.
Além de permitir o contato de estudantes com realidades distintas, o projeto busca melhorar as condições das comunidades assistidas, selecionadas entre as de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os alunos e professores participantes são chamados de rondonistas. Nas duas edições anuais, participam cerca de 3 mil pessoas.As atividades são realizadas nas áreas de comunicação, cultura, direitos humanos, justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia, produção e trabalho.A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Defesa, em parceria com a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Agrário, governos estaduais, municipais, ONGs e União Nacional dos Estudantes (UNE). O projeto havia sido interrompido em 1989, mas retornou em 2005, a pedido da UNE.Em Rondônia, que tinha em Porto Velho o Campus Avançado da UFRGS instalado no 5º BEC , muitos participantes acabaram por se radicar aqui. Vinham turmas de Medicina, Ed. Física, Odonto e Biomédicos para atuar em Ouro Preto, Vila de Rondônia e Porto Velho. A Universidade tinha até um trailer que atendia as populações mais carentes da capital, que na época, não passava dos limites da hoje Av. Jorge Teixeira.Este blogueiro que vos escreve veio na turma 75 , em 1977.  Muito legal ! As equipes estarão em Rondônia de 9 de julho a 1º de agosto nos municípios de  Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Alto Paraíso, Cujubim, Buritis, Cacaulândia, Vale do Anari, Theobroma, Governador Jorge Teixeira, Vale do Paraíso, Nova União, Mirante da Serra, Teixeirópolis, Urupá, Alvorada do Oeste e Ministro Andreazza. Para saber como participar, acesse www.defesa.gov.br/projetorondon

Operação Mamoré, Rondônia
– Universidade de Passo Fundo (UPF)
– Universidade Federal do Pampa (Unipampa)
– Universidade de Caxias do Sul (UCS)
– Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
– Universidade Federal do Rio Grande (Furg)
– Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
– Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

Projeto Rondon:universitários gaúchos de volta ao Estado de Rondônia

Cada equipe que participava, pintava um pedaço da parede do 5º BEC com ilustrações que narravam sua passagem pelo então Território Federal de Rondônia

Cada equipe que participava, pintava um pedaço da parede do 5º BEC com ilustrações que narravam sua passagem pelo então Território Federal de Rondônia

Um dos projetos mais importantes para as regiões com baixo IDH está de volta. Criado em 1967 pelo governo federal, o projeto promove a integração nacional por meio da atuação voluntária de estudantes universitários em áreas carentes e isoladas das regiões Norte e Nordeste. A  idéia de  levar  a  juventude universitária para conhecer  a  realidade deste país multicultural e multirracial e dar-lhe oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Brasil surgiu em 1966 na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. A concretização veio no ano seguinte, no dia 11 de julho, quando 30 estudantes e dois professores partiram do Rio de Janeiro para Rondônia. Era a chamada Operação Zero,a primeira viagem do Projeto Rondon, que propiciou o contato dos alunos com o interior da Amazônia e durou 28 dias,  com a  realização de  trabalhos de  levantamento,  pesquisa e assistência médica em comunidades carentes. No  retorno,   houve  grande   repercussão.  Os   universitários,   que   voltaram  com  o slogan “integrar para não entregar”. que tem um jeito bem militar da época, escolheram um nome para a iniciativa: Projeto Rondon.
Além de permitir o contato de estudantes com realidades distintas, o projeto busca melhorar as condições das comunidades assistidas, selecionadas entre as de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os alunos e professores participantes são chamados de rondonistas. Nas duas edições anuais, participam cerca de 3 mil pessoas.As atividades são realizadas nas áreas de comunicação, cultura, direitos humanos, justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia, produção e trabalho.A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Defesa, em parceria com a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Agrário, governos estaduais, municipais, ONGs e União Nacional dos Estudantes (UNE). O projeto havia sido interrompido em 1989, mas retornou em 2005, a pedido da UNE.Em Rondônia, que tinha em Porto Velho o Campus Avançado da UFRGS instalado no 5º BEC , muitos participantes acabaram por se radicar aqui. Vinham turmas de Medicina, Ed. Física, Odonto e Biomédicos para atuar em Ouro Preto, Vila de Rondônia e Porto Velho. A Universidade tinha até um trailer que atendia as populações mais carentes da capital, que na época, não passava dos limites da hoje Av. Jorge Teixeira.Este blogueiro que vos escreve veio na turma 75 , em 1977.  Muito legal ! As equipes estarão em Rondônia de 9 de julho a 1º de agosto nos municípios de  Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Alto Paraíso, Cujubim, Buritis, Cacaulândia, Vale do Anari, Theobroma, Governador Jorge Teixeira, Vale do Paraíso, Nova União, Mirante da Serra, Teixeirópolis, Urupá, Alvorada do Oeste e Ministro Andreazza. Para saber como participar, acesse www.defesa.gov.br/projetorondon

Operação Mamoré, Rondônia
– Universidade de Passo Fundo (UPF)
– Universidade Federal do Pampa (Unipampa)
– Universidade de Caxias do Sul (UCS)
– Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
– Universidade Federal do Rio Grande (Furg)
– Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
– Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)