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Médicos cubanos disfarçados estariam por trás da “Máfia das Próteses” (via Prof. Hariovaldo)

Por Professor Hariovaldo

Como era de se esperar, os espiões cubanos disfarçados de médicos que desembarcaram no Brasil ano passado não demoraram a aprontar das suas. Como peritos em disfarces e em roubo de identidade alheia, eles teriam se travestidos de legítimos médicos da classe média brasileira e montado um esquema para fraudar o SUS, formando supostamente a máfia das próteses.

Para disfarçar, os médicos cubanos fizeram campanha contra Dilma

A denúncia partiu de uma reportagem na TV segundo a qual as comissões, pagas aos médicos cubanos disfarçados de brasileiros, seriam entre 15% e 50%. Para essas vantajosas comissões os profissionais cubanos superfaturavam serviços, direcionavam licitações, faziam procedimentos desnecessários e até registravam procedimentos não realizados.Segundo uma ex-vendedora de próteses, ouvida pela reportagem, os pseudos médicos brasileiros, envolvidos, chegariam a faturar R$ 100 mil por mês no esquema.

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Pensamento de um capitalista único (via NoDeB@Te)

Fonte site Terra. A cara do Brasil? Usando nariz de palhaço e com cartazes criticando a presidente Dilma, médicos e estudantes de medicina fecharam a avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra a ‘importação’ de médicos.

“Além do mais, é uma coisa que não é fácil de entender. Nós somos formados desde pequenos com outra ideia de medicina, gostamos de servir”

Intrigante ler as matérias nos principais jornais brasileiros sobre a vida profissional dos médicos cubanos. Em síntese, como se fossem extraterrenos vivendo numa ilha isolada do mundo civilizado, com um sistema rigoroso para suportar a selva, comandada por um líder absoluto sob o rigor da chibata.

Talvez a história do país da América Central demonstre claramente que a política capitalista por lá tenha sido eficiente em tempo de dominação norte-americana. As guerras levaram o país para a mudança do regime que perdura na contemporaneidade, apesar do poder de pressão central externo do regime moderno capitalista.

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Dilma institui o serviço médico comunista no Brasil (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Para aqueles que duvidavam do golpe comunista no Brasil em 2014, o governo petista adiantou mais uma etapa de preparação, implantando o serviço médico compulsório para os estudantes de medicina, o qual ficarão obrigados a servirem a gentalha por dois anos, à moda dos regimes estalinistas, onde os médicos recém-formados eram impedidos de abrirem suas clínicas ou de se especializarem em ramos importantes da medicina atual e de grande procura, como cirurgia plástica e cirurgia bariátrica.

Ao aumentar em dois anos o tempo de formação dos médicos o país vai na contramão do mundo, dando péssimo exemplo da sobrevivência da ideologia marxista na América Latina, pois em nenhum outro lugar a formação médica dura tanto ou os formandos são obrigados a servirem, quase como  escravos, a população de seu país. Um absurdo, uma afronta ao CFM, uma ofensa à saúde pública brasileira, que antes ia bem, mas desde a ascensão dos comunistas entrou em péssima decadência. O cidadão que trabalha, paga sua faculdade particular, paga seu plano de saúde, cuida da sua vida, nada tem a ver com os problemas da gentalha, por que teria que trabalhar atendendo esse tipo de gente nos hospitais dos SUS?

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Veja aqui um dos comentários da distinta freguesia:

Coronel Lalado
16 de julho de 2013 at 10:35

Preclaro Fregguesia,

Muito bem lembrado funcionava muito bem e ninguém reclamava. Aí vieram os populistas-comuno-bolivarianos e… deu no que deu!
Se Deus fez as pessoas pobres e doentes é por que as quer junto de si para serviços domésticos.
O investimento mais correcto em saúde são as ambulâncias, que deslocam os doentes maes graves aos centros médicos maes especializados.
Economiza-se pois em leitos de hospitaes, os doentes ficam sempre em transito, não necessitavam de médicos ou enfermeiros, só de um motorista. É maes higiênico poes não ficam em corredores e pode-se escrever o nome do ministro da saúde e do prefeito no veículo que não é considerado propaganda eleictoral.
Mas escrevi este post para perguntar a vosco se ainda conhece algum garrafeiro para o último item citado?

Por que os médicos cubanos assustam (via Blog do Porfírio)

Só em 2011, médicos cubanos recuperaram a visão gratuitamente de2 milhões de pessoas em 35 países

Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o nosso sistema mercantil de saúde

Por Pedro Porfírio

A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendimento e os custos com a saúde.

Essa não é a primeira investida radical do CFM e da Associação Médica Brasileira contra a prática vitoriosa dos médicos cubanos entre nós. Em 2005, quando o governador de Tocantins não conseguia médicos para a maioria dos seus pequenos e afastados municípios, recorreu a um convênio com Cuba e viu o quadro de saúde mudar rapidamente com a presença de apenas uma centena de profissionais daquele país.

A reação das entidades médicas de Tocantins, comprometidas com a baixa qualidade da medicina pública que favorece o atendimento privado, foi quase de desespero. Elas só descansaram quando obtiveram uma liminar de um juiz de primeira instância determinando em 2007 a imediata “expulsão” dos médicos cubanos.

No Brasil, o apego às grandes cidades

Neste momento, o governo da presidenta Dilma Rousseff só está cogitando de trazer os médicos cubanos, responsáveis pelos melhores índices de saúde do Continente, diante da impossibilidade de assegurar a presença de profissionais brasileiros em mais de um milhar de municípios, mesmo com a oferta de vencimentos bem superiores aos pagos nos grandes centros urbanos.

E isso não acontece por acaso. O próprio modelo de formação de profissionais de saúde, com quase 58% de escolas privadas, é voltado para um tipo de atendimento vinculado à indústria de equipamentos de alta tecnologia, aos laboratórios e às vantagens do regime híbrido, em que é possível conciliar plantões de 24 horas no sistema público com seus consultórios e clínicas particulares, alimentados pelos planos de saúde.

Mesmo com consultas e procedimentos pagos segundo a tabela da AMB, o volume de clientes é programado para que possam atender no mínimo dez por turnos de cinco horas. O sistema é tão direcionado que na maioria das especialidades o segurado pode ter de esperar mais de dois meses por uma consulta.

Além disso, dependendo da especialidade e do caráter de cada médico, é possível auferir faturamentos paralelos em comissões pelo direcionamento dos exames pedidos como rotinas em cada consulta.

Sem compromisso em retribuir os cursos públicos

Há no Brasil uma grande “injustiça orçamentária”: a formação de médicos nas faculdades públicas, que custa muito dinheiro a todos os brasileiros, não presume nenhuma retribuição social, pelo menos enquanto não se aprova o projeto do senador Cristóvam Buarque, que obriga os médicos recém-formados que tiveram seus cursos custeados com recursos públicos a exercerem a profissão, por dois anos, em municípios com menos de 30 mil habitantes ou em comunidades carentes de regiões metropolitanas.

Cruzando informações, podemos chegar a um custo de R$ 792.000,00 reais para o curso de um aluno de faculdades públicas de Medicina, sem incluir a residência. E se considerarmos o perfil de quem consegue passar em vestibulares que chegam a ter 185 candidatos por vaga (UNESP), vamos nos deparar com estudantes de classe média alta, isso onde não há cotas sociais.

Um levantamento do Ministério da Educação detectou que na medicina os estudantes que vieram de escolas particulares respondem por 88% das matrículas nas universidades bancadas pelo Estado. Na odontologia, eles são 80%.

Em faculdades públicas ou privadas, os quase 13 mil médicos formados anualmente no Brasil não estão nem preparados, nem motivados para atender às populações dos grotões. E não estão por que não se habituaram à rotina da medicina preventiva e não aprenderam como atender sem as parafernálias tecnológicas de que se tornaram dependentes.

Concentrados no Sudeste, Sul e grandes cidades

Números oficiais do próprio CFM indicam que 70% dos médicos brasileiros concentram-se nas regiões Sudeste e Sul do país. E em geral trabalham nas grandes cidades. Boa parte da clientela dos hospitais municipais do Rio de Janeiro, por exemplo, é formada por pacientes de municípios do interior.

Segundo pesquisa encomendada pelo Conselho, se a média nacional é de 1,95 médicos para cada mil habitantes, no Distrito Federal esse número chega a 4,02 médicos por mil habitantes, seguido pelos estados do Rio de Janeiro (3,57), São Paulo (2,58) e Rio Grande do Sul (2,31). No extremo oposto, porém, estados como Amapá, Pará e Maranhão registram menos de um médico para mil habitantes.

A pesquisa “Demografia Médica no Brasil” revela que há uma forte tendência de o médico fixar moradia na cidade onde fez graduação ou residência. As que abrigam escolas médicas também concentram maior número de serviços de saúde, públicos ou privados, o que significa mais oportunidade de trabalho. Isso explica, em parte, a concentração de médicos em capitais com mais faculdades de medicina. A cidade de São Paulo, por exemplo, contava, em 2011, com oito escolas médicas, 876 vagas – uma vaga para cada 12.836 habitantes – e uma taxa de 4,33 médicos por mil habitantes na capital.

Mesmo nas áreas de concentração de profissionais, no setor público, o paciente dispõe de quatro vezes menos médicos que no privado. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, o número de usuários de planos de saúde hoje no Brasil é de 46.634.678 e o de postos de trabalho em estabelecimentos privados e consultórios particulares, 354.536. Já o número de habitantes que dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) é de 144.098.016 pessoas, e o de postos ocupados por médicos nos estabelecimentos públicos, 281.481.

A falta de atendimento de saúde nos grotões é uma dos fatores de migração. Muitos camponeses preferem ir morar em condições mais precárias nas cidades, pois sabem que, bem ou mal, poderão recorrer a um atendimento em casos de emergência.

A solução dos médicos cubanos é mais transcendental pelas características do seu atendimento, que mudam o seu foco no sentido de evitar o aparecimento da doença. Na Venezuela, os Centros de Diagnósticos Integrais espalhados nas periferias e grotões, que contam com 20 mil médicos cubanos, são responsáveis por uma melhoria radical nos seus índices de saúde.

Cuba é reconhecida por seus êxitos na medicina e na biotecnologia

Em sua nota ameaçadora, o CFM afirma claramente que confiar populações periféricas aos cuidados de médicos cubanos é submetê-las a profissionais não qualificados. E esbanja hipocrisia na defesa dos direitos daquelas pessoas.

Não é isso que consta dos números da Organização Mundial de Saúde. Cuba, país submetido a um asfixiante bloqueio econômico, mostra que nesse quesito é um exemplo para o mundo e tem resultados melhores do que os do Brasil.

Graças à sua medicina preventiva, a ilha do Caribe tem a taxa de mortalidade infantil mais baixa da América e do Terceiro Mundo – 4,9 por mil (contra 60 por mil em 1959, quando do triunfo da revolução) – inferior à do Canadá e dos Estados Unidos. Da mesma forma, a expectativa de vida dos cubanos – 78,8 anos (contra 60 anos em 1959) – é comparável a das nações mais desenvolvidas.

Com um médico para cada 148 habitantes (78.622 no total) distribuídos por todos os seus rincões que registram 100% de cobertura, Cuba é, segundo a Organização Mundial de Saúde, a nação melhor dotada do mundo neste setor.

Segundo a New England Journal of Medicine, “o sistema de saúde cubano parece irreal. Há muitos médicos. Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito, totalmente gratuito. Apesar do fato de que Cuba dispõe de recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o nosso [dos EUA] não conseguiu resolver ainda. Cuba dispõe agora do dobro de médicos por habitante do que os EUA”.

O Brasil forma 13 mil médicos por ano em 200 faculdades: 116 privadas, 48 federais, 29 estaduais e 7 municipais. De 2000 a 2013, foram criadas 94 escolas médicas: 26 públicas e 68 particulares.

Estudantes estrangeiros na Escola Latino-Americana de Medicina

Formando médicos de 69 países

Em 2012, Cuba, com cerca de 13 milhões de habitantes, formou em suas 25 faculdades, inclusive uma voltada para estrangeiros, mais de 11 mil novos médicos: 5.315 cubanos e 5.694 de 69 países da América Latina, África, Ásia e inclusive dos Estados Unidos.

Atualmente, 24 mil estudantes de 116 países da América Latina, África, Ásia, Oceania e Estados Unidos (500 por turma) cursam uma faculdade de medicina gratuita em Cuba.

Entre a primeira turma de 2005 e 2010, 8.594 jovens doutores saíram da Escola Latino-Americana de Medicina. As formaturas de 2011 e 2012 foram excepcionais com cerca de oito mil graduados. No total, cerca de 15 mil médicos se formaram na Elam em 25 especialidades distintas.

Isso se reflete nos avanços em vários tipos de tratamento, inclusive em altos desafios, como vacinas para câncer do pulmão, hepatite B, cura do mal de Parkinson e da dengue. Hoje, a indústria biotecnológica cubana tem registradas 1.200 patentes e comercializa produtos farmacêuticos e vacinas em mais de 50 países.

Presença de médicos cubanos no exterior

Desde 1963, com o envio da primeira missão médica humanitária à Argélia, Cuba trabalha no atendimento de populações pobres no planeta. Nenhuma outra nação do mundo, nem mesmo as mais desenvolvidas, teceu semelhante rede de cooperação humanitária internacional. Desde o seu lançamento, cerca de 132 mil médicos e outros profissionais da saúde trabalharam voluntariamente em 102 países.

No total, os médicos cubanos trataram de 85 milhões de pessoas e salvaram 615 mil vidas. Atualmente, 31 mil colaboradores médicos oferecem seus serviços em 69 nações do Terceiro Mundo.

No âmbito da Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), Cuba e Venezuela decidiram lançar em julho de 2004 uma ampla campanha humanitária continental com o nome de Operação Milagre, que consiste em operar gratuitamente latino-americanos pobres, vítimas de cataratas e outras doenças oftalmológicas, que não tenham possibilidade de pagar por uma operação que custa entre cinco e dez mil dólares. Esta missão humanitária se disseminou por outras regiões (África e Ásia). A Operação Milagre dispõe de 49 centros oftalmológicos em 15 países da América Central e do Caribe. Em 2011, mais de dois milhões de pessoas de 35 países recuperaram a plena visão.

Quando se insurge contra a vinda de médicos cubanos, com argumentos pueris, o CFM adota também uma atitude política suspeita: não quer que se desmascare a propaganda contra o regime de Havana, segundo a qual o sonho de todo cubano é fugir para o exterior. Os mais de 30 mil médicos espalhados pelo mundo permanecem fiéis aos compromissos sociais de quem teve todo o ensino pago pelo Estado, desde a pré-escola e de que, mais do que enriquecer, cumpre ao médico salvar vidas e prestar serviços humanitários.

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Declaração da Academia de Medicina de São Paulo

 Frente à presença de 6.000 médicos cubanos, que o Governo brasileiro entende de receber para solucionar a ausência de médicos em municípios do país, a Academia de Medicina de São Paulo vem a público para revelar sua posição totalmente contraria a anunciada medida.

Contrária porque não preenche o estabelecido pela legislação do próprio governo federal, que exige a comprovação de competência de um médico diplomado no exterior, através de exames comprobatórios, para permitir o exercício da profissão;

Contrária porque o governo federal omite os reais motivos da ausência de médicos em pequenos municípios e nas periferias, ou seja, a falta de condições de trabalho, de remuneração e de carreira de Estado para profissionais de saúde;

Contraria porque aos médicos estrangeiros falta o conhecimento básico da língua portuguesa, da cultura brasileira e da epidemiologia referentes às doenças endêmicas e epidêmicas, condições sem as quais não se pode exercer uma atividade médica de boa qualidade;

Contraria porque é necessário haver um debate com a sociedade, antes da tomada de decisões que envolvem a qualidade do exercício da medicina no país e alertar a população, sobre os riscos de contratação de médicos estrangeiros ou brasileiros formados no exterior sem a devida comprovação de competência para cuidar do mais importante para a vida, ou seja, a saúde;

Contraria, por fim, porque juntamente com as demais entidades médicas, a Academia de Medicina de São Paulo tomará iniciativas para impedir essa afronta à saúde da população e à dignidade da medicina brasileira.

São Paulo, 12 de maio de 2013

Affonso Renato Meira

Presidente

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Conselho Federal de Medicina condena chegada de médicos cubanos ao Brasil

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou, nesta segunda-feira, uma nota repudiando o acordo entre Brasil e Cuba, que prevê a vinda de 6 mil médicos cubanos para atuar em regiões carentes do país. Além de questionar a qualidade dos médicos estrangeiros, a entidade põe em dúvida as reais intenções do governo brasileiro com a medida.

“O Conselho Federal de Medicina condena veemente qualquer iniciativa que proporcione a entrada irresponsável de médicos estrangeiros e de brasileiros com diplomas de medicina obtidos no exterior sem sua respectiva revalidação. Medidas neste sentido ferem a lei, configuram uma pseudoassistência com maiores riscos para a população e, por isso, além de temporários, são temerários por se caracterizarem como programas político-eleitorais”, diz a nota.

A entidade ainda propõe a criação de uma carreira de Estado para médicos do Sistema Único de Saúde (SUS), para suprir a falta de profissionais na rede e reivindica mais recursos para o setor, “um mínimo de 10% da receita bruta da União”.

Ainda de acordo com a nota, o CFM diz que, juntamente com os conselhos regionais de Medicina, “envidarão todos os esforços possíveis e necessários, inclusive as medidas jurídicas cabíveis, para assegurar o Estado Democrático de Direito no país, com base na dignidade humana”.

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Coincidentemente, a Grande Mídia ( Estadão, Veja , Globo ) apoia o CFM. Por que será ? Coincidentemente, mesmo pagando plano privado de saúde, às vezes você é obrigado a esperar semanas na fila para ser atendido . Por que será ?

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Leia também > Médicos cubanos – espiões comunistas malditos

Da Traição

3Por Rubens Paulo Gonçalves

Os Deuses trairam.

Zeus, filho de Cronos, casa-se com Hera, sua terceira esposa e a trai inúmeras vezes tendo vários filhos fora de seu casamento. Para conquistar outras deusas e mesmo mulheres mortais, usa dos mais estranhos ardis como, por exemplo, metamorfosear-se em o Cisne de Leda ou no Touro de Europa. Teve os filhos: Apolo e Atena com Demeter; Minos, as Musas e Helena, com Mnemosine, que como todas as suas amantes foi perseguida por sua ciumenta esposa Hera.

Percebemos por aí, que quando falamos em traição, não estamos falando de algo raro e incomum, mas sim do procedimento de homens, mulheres a até dos Deuses. Algo atávico a existência? Mais comum ao homem? Mais tolerável socialmente se for exercida pelo homem?

Afrodite (Vênus na mitologia romana), deusa da beleza, era casada com Hefestos – rei do fogo – que apesar de presenteá-la com as mais lindas jóias para que não o traísse, deixava-a com os regalos a mais bela das moças e desejável pelos outros deuses e homens. Assim, Vênus teve como amantes mortais: Anquizes com quem teve Eneias, e Adonis com quem teve Anteros .Como deuses, foram seus amantes inúmeros deles: Apolo com quem teve Himeneu ; Ares com quem teve Fobos, Deimos e Harmonia, além de ter Priapos com Dionísio. Podemos pensar que se fosse hoje, com o uso de anticoncepcionais, o número de amantes seria muito maior!

Foi uma das divindades mais veneradas pelos povos gregos e romanos. Suas festas eram chamadas de afrodisíacas desde Atenas até Corinto. Com o crescimento do poder patriarcal Vênus, apesar de não perder sua característica de sexualidade liberal, passou a ser considerada promíscua e superficial. Possuía o poder de provocar o amor nos corações humanos para depois destruí-los, sempre usando como sua principal arma a perfeição da beleza feminina. A mais famosa estátua de uma mulher, que se encontra hoje no Museu do Louvre é dedicada à ela.

Quando é que a traição feminina passou a ser considerada mais grave e sujeita a punições sociais? Sem dúvida, com o aparecimento das sociedades religiosas onde se procurava conservar a família a custa da preservação da fidelidade feminina.

No começo da humanidade não podemos falar em diferenças entre homens e mulheres. Os seres humanos viviam em hordas e só mais tarde em famílias e povos. Para sobreviver as intempéries e aos animais tinham que manter-se juntos. Quem se isolava, morria.

Quando começaram a existir as clãs, uma primeira tentativa de formação da família, foram atribuídos as mulheres os trabalhos junto ao fogo, as plantações e o cuidado com os filhos, enquanto ao homem foi atribuída a tarefa de obter alimentos. A mulher era até então, considerada “mágica”, pois além de fazer brotar a vida da terra, ela fazia vir ao mundo, novos seres, de seu próprio ventre.

Homens e mulheres eram nômades e viviam em harmonia. Conhecemos muito pouco desse período, mesmo porque os historiadores desconsideram a mulher na história da humanidade. Era então o reinado das “deusas”, que mesmo consideradas como tal, nunca foram detentoras do poder . Esse sempre foi atribuído ao homem.

Quando inventaram o arado e o ser humano se fixou em uma região, os homens começaram a perceber que eles eram capazes de fertilizar a terra e produzir alimentos. A mulher então deixou de ser mágica principalmente porque eles perceberam que eram absolutamente necessários para que elas gerassem vidas em seus ventres. Sozinha ela não era capaz de procriar.

Com a fixação e o cultivo da terra houve necessidade de força física para conduzir o arado mesmo quando tracionado por animais, o ser humano passou então a ser mais sedentário e daí nasceram as primeiras povoações, as primeiras cidades e os primeiros Estados. Não foi mais a dupla homem e mulher responsável pela manutenção da vida, mas a sociedade, a lei do mais poderoso, do mais forte.

Nas sociedades mais primitivas reinam ainda conceitos de força e agilidade dos machos que tentam impressionar fêmeas que querem se aliar aos mais bonitos e mais fortes para garantir uma prole cada vez mais saudável . Os machos então “cedem” a esse desejo e copulam com várias fêmeas. Até nos nossos mais antigos parentes, os chipanzés, se observa essa conduta na seleção dos elementos de um grupo.

O macho mais forte expulsa os mais fracos e se torna único com várias fêmeas para disseminar suas sementes. Hoje em dia, além de desnecessária, esta poligamia só existe oficialmente em países Islâmicos, e com certeza não obedece a nenhum preceito de perpetuação . O excesso da produção cria os mais poderosos, e daí o homem, sabendo-se detentor do poder da criação, passa a explorar a mulher como produtora de mão de obra e de soldados para a guerra.

É a dominação do homem!

Deu na RTP : cirurgiões portugueses criam nova técnica para corrigir hérnia inguinal

rtp 2A nova técnica desenvolvida pelos cirurgiões portugueses Augusto Lourenço e Rui Soares da Costa, que já realizaram cerca de 1.000 procedimentos com esta técnica inovadora, que tem despertado o interesse dos melhores cirurgiões do mundo, por ser mais simples e mais barata.

Veja o vídeo da RTP aqui.

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