Arquivo da tag: futebol

Ricardo Teixeira indiciado pela Polícia Política de Dilma (via Prof. Hariovaldo)

Da nata dos homens de bem, Ricardo Teixeira, devido infiltração comunista nas fileiras do FBI, passou a ser alvo em nosso adorado país da ira política daqueles que querem fazer desandar o maravilhoso castelo futebolístico que esse honrado e impoluto homem fez construir nessa pátria alvissareira. O Futebol Brasileiro chegou a onde chegou graças a esse homem. Não há como negar. Apesar de toda a sua humildade, probidade e honestidade pois ficou mais pobre depois que entrou na entidade máxima do futebol brasileiro, Teixeira nunca deixou de trabalhar para ver brilhar nossos esportistas, sem nenhum interesse, apenas pelo amor ao esporte.

O indiciamento de um homem de tal magnitude é totalmente descabida pois nenhum mínimo indício sequer se sustenta porque se trata de um dirigente da mais alta estirpe, pelo qual qualquer um de nós colocaria a mão no fogo sem nenhuma dúvida.

Continue Lendo via Prof. Hariovaldo Almeida Prado

O Pênalti (via Cotidiano e Outras Drogas)

Mais um domingo animado no campeonato de Ramos. O Flamenguinho da Aracati enfrentaria a Doutor Noguchi. Embora não fosse tão grandioso quanto o “Xepão”, também era um clássico do torneio.

Muitas caras conhecidas em ambos os times. Chamou a atenção o novo reforço que Diplomata, passista da Imperatriz e técnico nas horas vagas, assimilou para o time: Montanha.

Vinícius era um garoto incomum para sua idade. Aos 16 anos, tinha quase 100 quilos e era mais forte do que um touro nelore e já ajudava empurrando os carros alegóricos da Imperatriz. Seu apelido, “Montanha”, por pouco não era literal. Entretanto, o negócio do galalau não era futebol. Ele chamava a bola por Vossa Excelência, num tratamento desprovido de intimidade.

Diplomata, mesmo assim, inscreveu Montanha como camisa 12, goleiro reserva. Era muito raro ter goleiro reserva em Ramos. Se já era difícil encontrar um titular, imagine banco. Ninguém entendeu o que o treinador malemolente queria. Ele apenas respondia: “Deixa que eu sei o que estou fazendo.”

O trilador de apito da contenda seria “Figurante”. Arnaldo Romualdo Coelho, formado em arbitragem, que apitava jogos do campeonato carioca – da Série C – e ainda por cima aparecia como ator em novelas da Globo, fazendo sempre pontas menores do que guimba de cigarro, daí o apelido. Se houvesse arbitragem “FIFA” em Ramos, Figurante seria o mais importante.

Continue Lendo via Cotidiano e Outras Drogas

O Clássico ( via Cotidiano e Outras Drogas)

Para os adolescentes de Ramos, nada era mais importante do que o campeonato de futebol entre as ruas. A Libertadores leopoldinense do asfalto, que atraía olheiros do Olaria, Bonsucesso, Madureira entre outros times pequenos e charmosos da cidade, mexia com o bairro e todos os seus habitantes.

Os jogos não aconteciam em campinhos, mas nas ruas, que eram fechadas para partidas entre os times, todos devidamente uniformizados. Quatorze ruas disputavam um torneio dos mais competitivos da região, com regras, rivalidades e premiações.

Só podiam jogar aqueles que tinham até 18 anos, embora de vez em quando aparecesse alguém que jurava ter nascido em 29 de fevereiro e fazia a contagem de idade de 4 em 4 anos. Mesmo assim, poucos casos de gato eram descobertos.

As traves, especialmente para esta ocasião, eram idênticas às traves da várzea, substituindo as tradicionais balizas de chinelo para evitar – ou melhor, diminuir – a polêmica.

Além disso, cada rua virava um alçapão particular. A “altitude” de uma delas, com sua ladeira que cansava o adversário no segundo tempo, quando ele invariavelmente atacava subindo – a “mística” do sorteio da moedinha, nunca descoberta.

O piso de paralelepípedos de outra, que se tornava um tormento para os adversários, tal a quantidade de desvios que a bola tomava antes de chegar ao gol; o asfalto abrasivo e chapiscado de outra, que deixava os pés com bolha de sangue, e por aí vai.

É importante ressaltar que, neste campeonato, poucos jogavam de tênis. O lance era o futebol moleque, pé descalço, toco y me voy. Tênis, assim como futebol-arte, escanteio curto, amor platônico e coração aberto, era coisa de menino criado com avó, que soltava pipa no ventilador e jogava bola de gude no carpete.

Continue Lendo via Cotidiano e Outras Drogas

TV espanhola : zoando com Neymar

O humorístico Crackovia revelou o segredo da equipe de Pep Guardiola contra o campeão da Libertadores na decisão em Yokohama: Neymar foi hipnotizado.

Pelé e Maradona : eterna rivalidade e ciúme explicado

fonte: Murcego Alvinegro

fonte: Murcego Alvinegro

Em tempos de Copa das Copas, esta publicação antiga do site Murcego Alvinegro resolve muitas dúvidas sobre os hinos cantados pelos hermanos nos acampamentos por onde passam … Em 2010, o blog http://acapa.virgula.uol.com.br/mobile/noticia.asp?codigo=11274 já tinha publicado. Uma imagem de Pelé datada dos anos 70, e outra de Maradona no final dos anos 80, foram resgatadas de jornais pré-históricos e caíram na rede.

Força, campeão ! Ricardo Gomes vai continuar em coma por 72 horas (via Blog do Mario Marcos )

Só dentro de 72 horas os médicos terão uma noção clara se o técnico Ricardo Gomes terá sequelas irreversíveis depois do Acidente Vascular Hemorrágico que sofreu na tarde de domingo, durante o jogo entre Vasco e Flamengo. Até lá, ele ficará em coma induzido para que o edema diminua. A situação do técnico melhorou um pouco, mas ainda é muito grande, segundo os especialistas.  … Blog do Mario Marcos


Os novos Joões (via Boteco do Arantes)

Na década de 1950, quando o futebol ainda era jogado por seres humanos levemente barrigudos, com defeitos, sem assessores de imprensa e com pernas tortas, Garrincha inventou o “João”. João era qualquer um que marcasse o camisa 7 do Botafogo e da seleção brasileira. João era todo mundo e era ninguém. Um dia era Zezinho, do São Cristóvão, pela terceira rodada do campeonato da Guanabara; noutro era Ladislav Novak, da Tchecoslováquia, na final da Copa do Mundo. João era o complemento perfeito de Garrincha, o coadjuvante que fazia brilhar o jogador brasileiro mais brasileiro que o futebol conheceu.… Read More via Boteco do Arantes

O bom, o mau e o feio (via Boteco do Arantes)

Pra começo de conversa: não sou adepto da modinha uruguaia do futebol. Não acho que Forlán tenha sido o melhor jogador da última Copa, não vejo Muslera muito melhor do que Wellerson, ex-Fluminense e defino Lugano com uma frase da qual muito me orgulho: o melhor jogador ruim do mundo.

Mas, com todas as limitações e preconceitos que impus ao time de Oscar Tabárez, não me cego para as qualidades. Qualidades, sim, no plural. A principal delas, mãe de todas as outras, é completamente subjetiva, totalmente pessoal e talvez até facilmente contestável: o Uruguai emociona.

E quem já passeou pelos textos antigos sabe que eu troco qualquer título de campeão pica das galáxias por três minutos em pé, com os olhos brilhando e os cabelos do braço arrepiados. … Read More via Boteco do Arantes

Nós, os traços (via Boteco do Arantes)

Nós, os traços A essa altura do campeonato, a entrevista de Ricardo Teixeira à revista piauí já caiu no mundo. Muito se falou, muito se leu e debateu sobre o tema. Gente mais experiente e calejada do que eu com a CBF – como os colegas Mauro Cezar Pereira e Paulo Calçade – já escreveram e comentaram sobre os absurdos que o dono do futebol brasileiro disse, com a arrogância de sempre e a certeza irritante da impunidade. … Read More via Boteco do Arantes