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Livro sobre a 2ª tentativa de construção da EFMM em 1878 está disponível para leitura on-line

Deu no blog da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré EFMM100anos.wordpress.com :

Clique na imagem para ir ao livro on-line

Escrito pelo americano Neville B. Craig, a “Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: história trágica de uma expedição”, publicada originalmente em Filadélfia em 1907,  encerra detalhado relato da tentativa de uma empresa dos Estados Unidos de construir, em 1878, uma ferrovia na fronteira Brasil-Bolívia. O projeto envolveu quase mil operários e técnicos norte-americanos, mais de 200 dos quais morreram em consequência da malária e de naufrágios, enfrentou toda ordem de dificuldades na floresta amazônica e foi paralisado por conflitos com o governo boliviano e entre os próprios acionistas. A iniciativa pode ser considerada a pré-história da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, afinal construída entre 1907 e 1912.

LIVRO NA ÍNTEGRA >

http://www.brasiliana.com.br/brasiliana/colecao/obras/137/estrada-de-ferro-madeira-mamore-historia-tragica-de-uma-expedicao

Túnel do Tempo : EFMM, 2010

foto: B. Bertagna

foto: B. Bertagna

Em 2010 estava em curso a maior e mais abrangente revitalização que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, situada em Porto Velho, capital de Rondônia, jamais havia recebido. Com os 2 galpões recuperados, e com o início das obras da Grande Oficina, para dotar a EFMM de condições para a manutenção das locomotivas previstas para trafegarem de Porto Velho a Santo Antônio, num passeio turístico de 8 quilômetros. Os urubólogos de plantão se contorciam de raiva. E as andorinhas vinham festejar nas árvores do pátio agora revitalizado.

Túnel do Tempo : EFMM , 2011

Turistas observam a movimentação dos ferroviários operando a velha locomotiva 18. Ao lado, se vê a litorina, em pleno processo de restauração pela Cootrafer, Cooperativa dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e Iphan . Corria o ano de 2011, e mesmo com vários urubólogos de plantão a ferrovia renascia…

foto: B.Bertagna

foto: B.Bertagna

Parabéns , Guajará-Mirim ! Aos 85, esta cidade é 10 !

Estação final da centenária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, momentaneamente tomada pelas águas.

Pérola do Mamoré, parabéns pelo seu aniversário.

Um abraço em todo(a) guajaramirense que ama, de fato, esta terra ! Leia mais sobre Guajará-Mirim aqui .

Túnel do Tempo – EFMM na década de 70

O 5º BEC ocupou a EFMM e pintou as locomotivas e vagões de azul. Anos 70/80

Ao fundo, à esquerda , ao lado da oficina vê-se enfileiradas várias motoniveladoras empregadas pelo 5º BEC na abertura de estradas e ruas.

O telhado do galpão nº3, hoje ocupado pela Marinha do Brasil, está pintado com a logomarca do CIBEC e era usado como discoteca e ensaio de escolas de samba.

Mais ao fundo, no Cai n´Água , vê-se a chaminé da Serraria Tiradentes, que num passado recente fez pelo menos dois sambistas de Porto Velho serem emprenhados pelo ouvido (ou pela leitura de uma matéria produzida  por um “foca” para um “saite” de “fo-foca”, destes cheios de funcionários fantasmas da ALE) e levados a compor para o indigitado saite um triste samba-enredo chamado “barrigada”, com um refrão que falava em “rabinho torto encolhido entre as patas…” ou coisa parecida.

Parabéns , Guajará-Mirim ! Esta cidade é 10 !

Estação final da centenária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré,  Pérola do Mamoré, parabéns pelo seu aniversário. Um abraço em todo(a) guajaramirense que ama, de fato, esta terra !

Blog mostra a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Rondônia, antes e depois de revitalização

MMantes

Você pode não acreditar , mas a Estrada de Ferro Madeira Mamoré em 2006 era assim

O blog efmm100anos.wordpress.com  publicou um post com um anexo mostrando como era a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em 2008 e como está agora, no meio do processo de revitalização. O blog Cadernos do Patrimônio que trata do patrimônio cultural brasileiro na web republicou o post, a seguir :

Veja neste arquivo Power Point produzido pelo Arquiteto Giovani Barcelos , um comparativo entre o que era a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré no ano de 2008 e , depois, no ano de 2012. Muito útil para professores de história regional e para quem realmente se interessa pela realidade da ferrovia tombada. Clique no link para fazer download     >      ESTRADA DE FERRO MADEIRA-MAMORÉ

A espetacular Estrada de Ferro Madeira-Mamoré , Patrimônio Cultural da Humanidade

Por Ricardo Leite

Vivemos um momento histórico da civilização humana de valorização crescente daquilo que se convencionou ser patrimônio de todos habitantes do planeta Terra, como o meio ambiente sadio, a dignidade humana e seus direitos básicos, as conquistas da medicina e, também, a cultura, especialmente por suas manifestações materiais e imateriais autênticas e de valor excepcional universal. São bens e valores que não pertencem apenas a uma nação, a um país, mas a todos nós, habitantes do planeta, sejamos americanos, japoneses, mexicanos, russos, angolanos, chineses, ingleses, ou brasileiros de Rondônia. E por isso, esses bens universalmente valiosos devem ser socializados, valorizados e protegidos.

A espetacular Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), desde sua épica construção multinacional, com representantes de quase metade das nacionalidades existentes no mundo da época, é, na prática, um patrimônio da humanidade, sob administração brasileira e, especialmente, rondoniense. Apenas por esse fato, é justo e necessário ser reconhecida e incluída na lista oficial da Unesco, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, órgão da ONU, Organizações das Nações Unidas. Mas a EFMM atende também a outros requisitos exigidos.

A inclusão na honrosa listagem de pouco mais de 900 bens – e apenas 19 brasileiros, não é uma mera anotação ou inventário burocrático. É, a rigor, um título de valor inestimável, com consequências palpáveis, como vizibilidade planetária positiva automática, inclusão imediata em rotas turísticas internacionais, apoio financeiro multinacional e proteção internacional permanente. É um título que não há dinheiro que pague, capaz de gerar empregos e renda, num ciclo virtuoso do turismo cultural.

Leia aqui  o artigo completo em PDF >  A ESPETACULAR ESTRADA DE FERRO MADEIRA MAMORÉ