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Os peculiares tempo e consciência da Globo (via Blog Palavras Diversas)

Globo imagina admitir algo que ninguém sabia? Apoio da emissora e da corporação midiática da família Marinho a ditadura militar era notório e se estende até os dias de hoje àqueles que jogam pesado contra os interesses nacionais. Esta outra confissão se dará quando? Em 2044?

A emissora que, indisfarçadamente, apoiava e “ufanizava” os militares durante a ditadura, após quase 50 anos admite que “errou ao apoiar” o período de exceção, que vitimou milhares de brasileiros, inclusive muitos de seus empregados da área artística e jornalística foram perseguidos pelos governos que a família Marinho, entusiasticamente sustentava.
Imaginando que a Globo dê prosseguimento ao seu programa de revisar seus atos históricos, a seu tempo e oportunidade [oportunismo?], somente em 2039, mais ou menos, admitirão que fizeram de tudo para que Collor vencesse as eleições de 1989.
Lá por 2044, quem sabe, vão confessar que o apoio a eleição e reeleição de FHC, ignorando os demais candidatos da época e se recusando a organizar debates para não questionarem o seu apoiado, tinha objetivo maior: chegava as privatizações, que serão admitidas lá por 2046/2047…

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O trabalho é resultado da parceria entre a Associação dos Amigos do Arquivo Público de São Paulo e o projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Os arquivos e prontuários do extinto Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo, (Deops), órgão de

repressão do país no período da ditadura, poderão ser acessados na internet a partir da próxima segunda-feira (1º). Ao todo, cerca de 1 milhão de páginas de documentação foram digitalizadas.


A digitalização dos documentos foi feita em dois anos e deve continuar até 2014. Para a realização do trabalho, a Comissão de Anistia transferiu mais de R$ 400 mil à Associação de Amigos do Arquivo. Em dezembro de 2012, o Ministério da Justiça autorizou novo repasse, de mais R$ 370 mil, para digitalização de outros acervos.
De acordo com o Ministério da Justiça, as informações, além de serem um importante registro histórico, poderão facilitar o trabalho de reparação feito pela Comissão de Anistia, uma vez que poderão ser usadas como ferramenta para que perseguidos políticos consigam comprovar parte das agressões sofridas.