
O debate entre líderes religiosos controversos, como Bolsonaro e Feliciano, e militantes que lutam pela deposição dos mesmos da Comissão de Direitos Humanos, tem sido um dos principais temas nas redes sociais e noticiários brasileiros nas três últimas semanas. Além disso, o crescimento da religião evangélica no país tem sido acelerado, configurando cerca de 22,2% da população brasileira. Os “bispos” Edir Macedo, dono de um dos maiores polos de entretenimento do Brasil e milhares de igrejas espalhadas pelo mundo, e Valdemiro Santiago, ex-protegido de Macedo e operador de milagres inexplicáveis, ocupam os primeiros lugares da lista da Forbes com US$ 950 milhões e US$ 220 milhões, respectivamente. Ao lado de outros, são protagonistas de escândalos envolvendo desvios de dinheiro, manipulação de informação, propaganda enganosa, etc

Basta dar uma rápida olhada na obra de Butcher Billy para afirmar que ele adora a arte protesto. Outro exemplo disso é a coleção The Legion of Real Life Supervillains, a qual transforma ditadores, assassinos ou mercenários em supervilões dos quadrinhos, e todos com um significado. Adolf Hitler é Galactus, Osama Bin Laden é o Duende Verde, o assassino Charles Manson é O Coringa, entre outros.
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Nem tudo são flores na dita sociedade da informação, ainda que eu concorde com vários avanços estruturais que uma sociedade hiperconectada é capaz de gerar ao todo da população, ainda que me identifique com elementos do otimismo de Lévy, por exemplo, não consigo deixar de constatar contradições inerentes do capitalismo crescendo dentro de um senso comum de viva a web, dá até para se dizer, contradições da velha tensão Capital versus Trabalho … 