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Butão, o país do Ministério da Felicidade

O Butão, país ao sul da China, é a única nação no mundo cuja religião oficial é o budismo tântrico. Assim, o objetivo principal de seu governo é fazer com que cada um de seus cerca de 700 mil habitantes seja feliz. E, acredite, isso está consagrado no artigo 9º da Constituição do país.

Como isso funciona? Por exemplo: nos censos sempre é perguntado aos cidadãos: «Você é feliz?» Durante na última edição, de 2015, foi constatado que 35% dos butaneses são ’muito felizes’ e 47,9% são ’felizes’.

Outra curiosidade: o país asiático contabiliza o PIB, Produto Interno Bruto, mas dá muito mais ênfase a um indicador mais em linha com o que a Constituição busca, a Felicidade Interna Bruta. Isso quer dizer que, para além do crescimento econômico puro e simples, o ponto fundamental das políticas públicas é a busca dela, a felicidade. E é aí que entra o Ministério.

O Butão é realmente um país incrível: não há fome no país e os índices de criminalidade são baixíssimos; Seus habitantes são pessoas abertas, hospitaleiras, mas, ao mesmo tempo, defendem sua cultura única e original contra as influências do mundo exterior.

É proibido caçar ou pescar e a maioria dos habitantes é vegetariana. A importação de adubos químicos é proibida e toda a produção agrícola é orgânica.

Outra peculiaridade de Butão é que não se derrubam bosques; ao contrário, se plantam mais e mais árvores. O país é realmente um lugar de pureza e iluminação. A região ainda é pouco conhecida e a parte sul (que faz fronteira com a Índia) quase não é habitada, funcionando como reserva de fauna e flora.

O reino é completamente autossuficiente e garante alimentos e roupas a toda a sua população.

fotos : Geografia da Vida

fotos : Geografia da Vida  texto : Incrivel Club

Lanternas, de Daniela Norberto

Diz Daniela : “Enquanto eu estava andando numa manhã pelas ruas de Hoi An (Vietnã) fui à praia com minha pequena câmera compacta, Lá uma fábrica de lâmpadas  de uma pequena família me chamou a atenção. Parei para observar o trabalho dos artesãos. Como não falo vietnamita, pedi permissão para filmar a tentar fazer-me entender por gestos e expressões faciais. Com um grande sorriso, todos eles concordaram. Esses poucos minutos revelarem sua poesia. Um grande obrigado para os artesãos por sua hospitalidade!  Merci ! “