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Ônibus movidos a hidrogênio passam a circular em São Paulo

Foto de página inteiraPassageiros que utilizam transporte público no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD), entre as regiões de Santo André e Diadema, na Grande São Paulo, têm contribuído diretamente para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa na atmosfera. Isso porque entraram em circulação dois novos ônibus movidos a hidrogênio na rota.

Os veículos, desenvolvidos com tecnologia brasileira, são resultado de um projeto financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI) e pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), em uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A (EMTU/SP).

Em junho de 2015, três unidades foram entregues ao estado de São Paulo e ativados para testes. No começo deste mês, dois deles foram integrados à frota dos ônibus intermunicipais gerenciadas pela EMTU/SP. Os trabalhos começaram na linha 287P Piraporinha a Santo André, um trajeto bastante demandado pelos usuários.

A tecnologia de propulsão utilizada é totalmente livre de emissões de poluentes. No lugar de dióxido de carbono e outras emissões dos veículos terrestres comuns, somente vapor d’água é eliminado pelo escapamento.

Os dois ônibus reforçam a preocupação com a natureza. Eles são decorados com pássaros representativos da fauna brasileira e recebem nomes de aves. Um deles é o Arajuba, ave da região amazônica que representará as regiões Norte e Nordeste. O outro é o Sabiá Laranjeira, considerado, por Decreto Presidencial, como um dos quatro símbolos nacionais.

O mundo vai acabar mesmo : produção de cerveja está ameaçada pelo aquecimento global

A revista “New Scientist”  revela que o aquecimento da Terra está reduzindo a quantidade de ácido alpha no “saaz” (variedade delicada de lúpulo usada na produção das cervejas pilsen e lager). A concentração deste ácido é fundamental para a qualidade da cerveja, sendo que o mínimo necessário é de 5% de ácido alpha , para produzir o sabor amargo e encorpado das pilseners.

A descoberta foi feita pelo climatologista da República Tcheca , Martin Mozny. Ele e seus colegas do Czech Hydrometeorological Institute, monitoraram a quantidade de ácido alpha no lúpulo saaz desde 1954. Segundo o estudo, de 1954 a 2006, a redução média anual do ácido tem sido de 0,06%, devido ao aumento da temperatura do planeta.

Especialistas garantem que, apesar de o estudo ter sido feito com um tipo específico de lúpulo, outras espécies localizadas em países como Alemanha e Eslováquia também estão ameaçadas. Na Nova Zelândia e Austrália, segundo o Instituto de Água e Pesquisa Atmosférica da Nova Zelândia, está previsto declínio na produção de cevada nos próximos 30 anos, por causa das secas.

Para não dizer que não falei das flores, o vinho, o chocolate ,as massas e até o arroz também estão ameaçados. Tá no Jornal O Dia e no Eco4u.