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Primeiros Pés

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O fotógrafo inglês Tom Robinson, junto com sua mulher, Verity criou um site muito interessante para quem gosta de fazer aquelas fotinhos prontas para o Facebook. As fotos com os pés dos dois aparece em todos os lugares que o casal visitou (e foram muitos !). Confira aqui ! E depois , com a chegada da filha Matilda, passaram a ser 6 pés. Genial ! São mais de 90 fotos maravilhosas dos pés  de Tom e Verity que cruzaram Portugal, Bélgica, Croácia, Áustria, Romênia, Bulgária, Suíça, França, Tailândia, Camboja, Vietnã, Singapura, Austrália, Nova Zelândia, Índia, Chile, Argentina, Brasil, Bolívia, Peru, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Guatemala, Belize e México.

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Estatísticas do Facebook no Brasil

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Estatísticas saindo do forno sobre o uso do Facebook no Brasil. Segundo a rede social de Zuckerberg, que recentemente anunciou que fará pedido de oferta pública de ações (IPO), 51% dos visitantes brasileiros retornam ao site diariamente. No período de um mês, 460 milhões de fotos são subidas no site, 716 milhões de mensagens inbox são trocadas e 1,6 bilhão de likes são distribuídos pelo país. No final do infográfico eles ainda comparam o tempo médio de navegação com outros sites …

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Pague pelo Trabalho do Artista

Reblogged from Eus-R:

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Ainda hoje, acontece de pessoas acharem que o artista não precisa ser remunerado por seu trabalho, ou esta gente é ingênua ou o que é pior: são exploradores do trabalho alheio. …

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Magistrada insubmissa triunfa sobre os homens de bem (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Os tempos demoníacos do domínio escarlate feminino sobre os homens de bem teve novo marco infame ontem à noite com o triunfo da insubmissão  daquelas que não reconhecem os seus lugares em nossa sociedade tradicionalista e passam a afrontar os legítimos condutores da família, da nação e da Pátria. É uma pena que grandes magistrados nossos se deixem entorpecer pelo canto comunista da insubmissão e da revolta apoiando a livre desenvoltura daqueles que chefiados por uma mulher partem ostensivamente para a afronta aos homens bons da magistratura nacional, deveras lamentável.

Continue Lendo via Prof. Hariovaldo

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Ai se eu te pego, tchê !

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Os poderozinhos de araque

Por Marli Gonçalves

Claro que você já se deparou com eles, já que se espalham como pragas por aí, principalmente nos serviços públicos e para o público. Esta semana enfrentei um, dos piores, daqueles dos quais a gente, bem ou mal, depende, e no fundo, exatamente o que me fez pensar duas vezes. A primeira, sobre o que a minha própria reação poderia causar a mim mesma e a outras pessoas. A segunda é que, coitados, deve ser apenas o pouco que eles têm para exercitar o ego, e a pouca autoconfiança, vamos falar assim, que deve ser “deste tamaninho assim”.

Quase. Salva por pouco, um tantinho, por uma luz recebida de bom senso e controle que me surgiu na Hora H, por pouco que esta semana vocês não iam ter nem artigo para ler, turma! Tentaram me “ganhar” e, como certa de que, quando estou certa, não levo desaforos para casa, eu ia fazer aquele forrobodó. Ao tentar resolver um problema relacionado à aposentadoria de minha mãe – que morreu há exatos 9 anos – deparei-me com um cidadão, funcionário público, pago por nós para trabalhar por nós, mas com esse probleminha sobre o qual quedei meus pensamentos depois do ocorrido: os pequenos (e podres e pobres) poderes.

Olha isso: descobri agora, e porque fui cobrada, que há 9 anos, repito, 9 anos!, junto da batalha que eu levei durante meses contra a morte para que esta não levasse minha valiosa mãe, com uma UTI em casa, etc. e tal, problemas de toda a sorte, que alguém (eram dezenas de pessoas circulando) recebeu a pequena aposentaria dela por mais três meses e, claro, após a sua morte.

Para vocês terem o pano de fundo da conversa, venho encaminhando já há meses todos os documentos pedidos e possíveis para a defesa de que não fui eu, nem ninguém, os outros dois da família, e que tínhamos problemas bem maiores$$$$, mas muito maiores, à época.

O caso foi que respondi à altura a um servidor público que ousou se meter, de uma mesa do lado – não era com ele que estava tratando, mas deve ser o tal chefete – duvidar do que eu afirmava tranquila, em depoimento, inclusive oficial. Pior: duvidou do meu pai! Quando disse que não só meu pai até hoje, aos 94 anos, não sabe lidar com cartões magnéticos como que nem no fax chegou a mexer, o tal veio com suas falinhas irônicas, acompanhado de perguntas grosseiras e com pontas incidiosas.

Só que com esta “dúvida” dele, além disso, o tal me chamava – claramente para uma entendida em palavras – de mentirosa e/ou ladra. Pior: ladra de INSS, de caraminguás.

Quem me conhece pessoalmente já está imaginando o tamanho da encrenca, e da rapidez com que me levantei, chegando bem perto dele, para contrapô-lo. E da mesma forma que ele, minha voz subiu dois tons, em cima do “tamanco”, rodando a saia, fogo nas ventas.

Como o “cidadão”, vou tratá-lo assim porque sou boa, deve ser useiro e vezeiro em espezinhar pessoas simples, o bicho pegou. Vou contar: ele chamou a segurança(prefiro não comentar nem descrever o tal franzino que já chegou com a mão no coldre) para me retirar do recinto, e considerou desacato (existe, você tem obrigação, por lei, de aguentar firme as manhas de funcionários públicos, para o bem e para o mal!). Já escrevi aqui que ninguém põe a mão em mim sem motivo ou autorização expressa, que viro um bicho feroz, e me conheço. Foi aí que o tal bom senso me cutucou e eu “me acalmei” – porque se o franzino chegasse a relar em mim, ai, ai, ai. Voltei aonde tinha parado, e com o sapo instalado no fígado, terminei meu depoimento com a outra gentil servidora que me atendia, e fui embora. (O segurançazinho ficou ainda na porta uns dez minutos, olhando minhas costas, observando meu comportamento). O afrontador, esse, mostrou-se todo feliz com o exercício de seu pequeno poder.

Conto isso como registro e também como alerta, porque os pequenos poderes dessa gente que acha que os tem podem ser perigosos. E eles estão em toda a parte, revestidos de autoridade. Confundem tudo, e só “governam” com o autoritarismo, com a pressão, com o terror, com a imposição do medo e da ameaça. Quando mais patológica sua aplicação é considerada uma síndrome – a síndrome do pequeno poder. A psicologia define como uma forma de agir ou atitude de autoritarismo por parte de um indivíduo que, ao receber um poder qualquer, o usa de forma absoluta e imperativa sem se preocupar com os problemas periféricos que possa vir a ocasionar, mas sim com seu efeito de humilhação e em quem o sofre, subjugado.

Há profissões que vivem deles, sempre querem e precisam subjugar alguém. São os bozós das portarias. Os poderosos de crachá pendurado no pescoço. Alguns chefes. A dona de casa massacrada pelo marido que desconta na empregada; o segurança da casa noturna que tem três trabalhos e não dormiu; o homem que acha que dá tudo à mulher, põe comida dentro de casa, comprando sua alma. É o policial nas ruas diante de jovens. (Por favor, peço que entenda por esse ângulo a Rita Lee. Ela apenas tentou defender sua platéia. Mas ela é ela, ruivinha do balacobaco e boca grande, e acabou na delegacia. Foi o dragãozinho interior dela).

Depois desta que passei essa semana, realmente pensei muito no assunto. Até para me acalmar e sentir como a gente pode, sim, virar uma bostinha diante de gente tola. Por exemplo, se eu denuncio a pessoa em questão ao ministro, ao Ministério da Previdência, quem serão minhas testemunhas, já que não filmei os fatos? Os chefiados? E supondo que alguma sanção seja dada ao sujeito, como ele tratará sua família se for punido? Aliás, outra boa preocupação, que já deixo de antemão registrada aqui, e contando a vocês a história: o processo do meu caso deve estar nas mãos dele. O que me garante que ele não vai tentar usar mais uma vez esse seu pequeno poder? Bem, tenho nome dele bem guardadinho aqui comigo, caso tente.

Sabem como é, não? Papel aceita tudo. E nem sempre as pessoas têm consciência para por a mão.

São Paulo, onde brotam esses pequenos poderes, 2012.(*) Marli Gonçalves é jornalista. Não queria, ah, mas não queria mesmo, lembrar dessa forma da morte de minha mãe há 9 anos, que se completam agora, dia 9. Não queria ter de recordar o que passei. Muito menos saber que enquanto sofria tinha alguém por perto pensando só em se dar bem com um cartão magnético, para ganhar uns trocos. 

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Vida e morte do médico que sempre lutou pelos pobres

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Héctor Abad levou quase 20 anos para ter coragem de sentar-se diante do computador, na mesma sala que seu pai ocupava no sítio La Inês, herdado em linha sucessória desde os primeiros membros da família, e contar os detalhes do assassinato de seu mentor, professor, modelo e herói – o médico sanitarista Héctor Abad Gómez, seu próprio pai. Não fez apenas isso. Narrou a história da família, das irmãs, dos amigos e, principalmente, de um país convulsionado por conservadores, traficantes, …

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Você come demais?!

Reblogged from OS CONSELHEIROS:

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O QUE VOCÊ ESTÁ BLOQUEANDO EMOCIONALMENTE? Bjs  e abraços, Fabricio =)

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O prazer mórbido em atacar civis

Reblogged from O que será que me dá?:

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“Você volta e manda sua presidenta falar comigo!” Foi a surpreendente resposta do policial a Paulo Maldos – Secretário Nacional de Articulação Social que ainda foi baleado (bala de borracha) em Pinheirinho. (Pode-se dizer que o próprio Governo Federal foi baleado em Pinheirinho – na pessoa de Paulo Maldos.) Quem assistiu o filme “A Morte e a Donzela” de Roman Polanski, certamente não esqueceu a cena em que o personagem de Ben Kingsley termina por confessar sua culpa em detalhes. A história se passa …

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Brasil: de empresa internacionalizada à uma sociedade biocentrada

Reblogged from Leonardo Boff:

Há interpretações clássicas sobre a formação da nação-Brasil. Mas esta do cientista político Luiz Gonzaga de Souza Lima é seguramente singular e adequada para entender o Brasil no atual processo de globalização: A Refundação do Brasil: rumo a uma sociedade biocentrada (Rima,São Carlos 2011). Seu ponto de partida é o fato brutal da invasão e expropriação das terras brasileiras pelos “colonizadores” à base da escravidão e da superexploração da natureza. Não vieram para fundar aqui …

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Profissões alternativas para Barbies

Reblogged from Coracionei:

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Cansada das profissões e estilos de vida clichês em que bonecas Barbies são baseadas eu resolvi quebrar alguns estereótipos e criar/sugerir novas Barbies com choque de realidade… A Barbie Travesti não dispensa uns bons drink, vai pra balada gay toda noite a procura do seu boy magia. Batalhadora, guerreira, faz xixi em pé e não leva desaforo pra casa! Dona de uma personalidade forte, sempre carrega uma fita adesiva pra colocar pra trás tudo o que a atrapalha na sua noite, um pouco de purpurina e …

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50 filmes não exibidos nos cinemas de João Pessoa em 2011

Reblogged from Boulevard do Crepúsculo:

Enquanto estavam em cartaz nos cinemas de João Pessoa filmes de qualidade artística inegável e infalíveis sucessos de bilheteria como Mistério na Rua 7, Dylan Dog e as Criaturas da Noite e Winter, o Golfinho, outros filmes que tiveram sua estreia no Brasi não passaram comercialmente nas salas da cidade. Ou seja: a lista a seguir é de filmes que efetivamente poderiam passar nos cinemas locais se os exibidores – a saber, Cinespaço, Box Cinemas e Sercla – se interessassem. Inclui alguns lançamentos …

Quá !

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O Evento

Reblogged from malvadezas:

A tarde já passava da metade quando a mulher entrou em casa, apressada e carregando duas sacolas. Havia passado a manhã no cabelereiro, almoçado rapidamente na rua e dali partira correndo para buscar seu vestido e os sapatos. O tempo era curto, e esperava que o marido e seus filhos já estivessem se arrumando para o evento. A realidade se mostrou bem diferente. Seus filhos estavam na sala jogando videogame, ainda de pijama. Todos os quatro. O marido, usando somente uma calça jeans, estava apoiado no …

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Ana Alice Moreira: Procuradora federal é assassinada em condomínio de BH; marido está foragido

Reblogged from Diálogos Políticos:

A Polícia Civil de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, investiga o homicídio da procuradora Ana Alice Moreira de Melo, de 35 anos. O crime aconteceu na madrugada desta quinta-feira (01) na mansão da vítima, em um condomínio de luxo chamado Vila Alpina. De acordo com a delegada do 4º DP, responsável pelas investigações, Renata Ribeiro Fagundes, o principal suspeito é o empresário Djalma Brugnara Veloso, de 49 anos, marido da vítima. Ele ainda não foi encontrado pela …

SÃO PAULO/Urgente – O principal suspeito de ter matado a procuradora Ana Alice Moreira de Melo, o empresário Djalma Brugnara Veloso, de 49 anos, foi encontrado morto em um motel, em Belo Horizonte, Minas Gerais. No local, estava a mesma faca usada para assassinar a mulher dele.

Leia mais na Agência Globo

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Os olhos azuis que tiraram o melhor sorriso de Dilma

Reblogged from Blog do Lucas Figueiredo:

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Diga, você, leitor: já viu a presidente Dilma Rousseff com sorriso igual? E olha que ela estava no Haiti, um lugar que inspira pouca graça. Lula deve estar fulo da vida com Sean Penn e seus ojos azules…

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Começa, em Rondônia, o período de cadastramento de plantéis de pirarucus

O Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, comunicam aos aquicultores interessados em realizar o cadastramento dos plantéis de reprodutores do pirarucu (Arapaima gigas) que o prazo para o cadastramento será até dia o dia 20 de março de 2012.

Os aquicultores deverão se dirigir à Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no estado de Rondônia para apresentar a documentação exigida conforme artigo 3º da Instrução Normativa Conjunta n.º 01 de 21 de dezembro de 2011. Informações sobre os procedimentos para o cadastro poderão ser obtidas na Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no Estado de Rondônia e na Superintendência do IBAMA em Porto Velho.

O  produtor que tiver interesse em comercializar o peixe criado em cativeiro deverá requerer junto ao MPA/Ibama, uma vistoria em sua propriedade. Nesta visita serão cadastradas suas matrizes, destacando as principais características dos animais, dados que serão registrados em um microchip o que proporcionará ao produtor maior facilidade para exportar o produto.

Mercados como França, Alemanha e Japão já demonstraram interesse em importar o pirarucu que é o maior peixe encontrado em rios e lagos do Brasil chegando a atingir três metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. Com sabor característico e carne de textura firme o pirarucu é considerado o “bacalhau da Amazônia”.

SFPA-RO: 69 3901-5616  IBAMA: 69 3217-2723

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Presídio Federal em Porto Velho ganha novo inquilino : Beira Mar

Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira Mar” foi transferido de Mossoró para o presídio Federal de Porto Velho, no Estado de Rondônia .O traslado foi autorizado pela juíza federal Juliana Maria da Paixão, titular da Vara Criminal especializada da Seção Judiciária de Rondônia. Toda operação que envolveu a transferência foi mantida em sigilo total e ninguém da imprensa de Mossoró conseguiu imagens da transferência do detento. Por volta de 9 horas e 30 minutos, havia uma grande movimentação de viaturas da policia Federal e outras do presídio de Mossoró na região do Aeroporto.
Durante a madrugada duas pessoas foram vistas entrando no Instituto técnico cientifico de Policia Itep de Mossoró, para a realização de exames de corpo delito, um homem e uma mulher. As duas eram conduzidas pelos agentes do sistema penitenciário federal. No presídio Federal de Mossoró ninguém dá informações. O que se sabe é que pela lei, cada detento só pode passar 12 meses nos presídios federais, um rodízio previsto pelo sistema prisional. E esse teria sido o motivo da transferência de Beira Mar para Porto Velho.A transferência de Beira-Mar aconteceu menos de 24 horas após a chegada dos traficantes Fabiano Atanázio da Silva, o FB, e Luís Cláudio Serrat Correa, o Claudinho CL. Segundo a Wikipédia, “. Até servir ao Exército, Luiz Fernando era apenas o “bom filho de dona Zelina”. Entre os 18 e 20 anos, começou a praticar os primeiros assaltos.[1] Lojas, bancos e até depósito de materiais militares eram seus alvos principais. Foi acusado de furtar armas pesadas do Exército e de vendê-las para traficantes do Rio de Janeiro. Aos 20 anos, foi preso por assalto e condenado a dois anos. Cumpriu a pena e, ao sair, voltou a morar na Favela Beira-Mar, em Duque de Caxias. Ali, aos 22 anos, tornou-se um dos “cabeças” do tráfico local.Hoje, Fernandinho tem 44 anos de idade.

Com Blog do Sgto Andrade

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GRENAL

Reblogged from Boteco dos Boleiros:

Esse final de semana será realizado mais um grenal, talvez o clássico de maior rivalidade do Brasil, já que a disputa é histórica e mexe com o estado do Rio Grande do Sul desde Erechim ao Chui e de Uruguaiana a Porto Alegre (Norte Sul Leste Oeste). O Jogo será no Olímpico Monumental, dia 5 de fevereiro as 19:30. O Grêmio entra em campo com força máxima, o Internacional provavelmente jogara com a equipe sub-23, pois o colorado estreia na fase de grupos da Libertadores da América já na próxima …

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Para-choque de blog

“Para os seres atentos, o mundo é um só”. Heráclito

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Vietnã, Fragmentos de Viagem

Reblogged from Panorama da Janela:

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Antes da primeira visita há três anos, meu conhecimento sobre o Vietnã era bem ralo, quase zilch, pouco além de estereótipos batidos e do que absorvi na escola: o chapéu cônico, pontudo, o longo “ao dai”  (traje típico feminino), a culinária que adoro, algumas perfunctórias noções da colonização francesa e da guerra com os EUA… Já meu marido tinha lido bastante sobre a história do país e, por ser Graham Greene (1904-1991) um dos seus escritores favoritos, ainda carregou “O …

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POEMINHA CONTRA O FIM DA SACOLINHA

Reblogged from OSSOS DO OFÍDIO:

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O saco do fim da sacolinha é ter de aguentar a cara da minha vizinha. Ecológica. Toda hora em que ela me encontra no elevador. Vamos salvar o planeta. Meu amor. A mesma criatura que leva o cachorro à rua. Vestido de casaco de náilon. A tiracolo. Para fazer cocô. O saco do fim da sacolinha é ver a bolsa verde que querem que eu compre. Leve para casa. Ridícula. O Dia dizendo que cuida da natureza. Ele que vende linguiça embalada. Americana. Paga uma miséria para a caixa que mora pertinho da …

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No ano do centenário da EFMM , Marinha do Brasil analisa devolver à população de Porto Velho o Galpão nº 3

Hoje, dia 1º de fevereiro, às 10h, na Câmara de Conciliação da Administração Federal, órgão da AGU (Advocacia Geral da União), o destino do Galpão 3 do pátio ferroviário da EFMM, em Porto Velho, capital de Rondônia começou a ser traçado. Governo do Estado de Rondônia, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Prefeitura de Porto Velho, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, SPU, ONGs, historiadores e sociedade civil desejam a volta do  Galpão 3  à EFMM, para restauração  e reincorporação ao complexo ferroviário. Foi disponibilizado à Marinha do Brasil um outro local para a construção da Capitania dos Portos, bem mais adequado e que permitirá a expansão da Capitania diante do contexto de grandeza que ela representará para a região. No galpão 3 ela ficaria “engessada” diante das diversas normas de proteção patrimonial. No ano do centenário da EFMM, é uma grande conquista para a população de Porto Velho e turistas , que poderão circular livremente por toda a área do Complexo Ferroviário.

Notícia foi dada "ao vivo" na TV Rondônia

Notícia foi dada "ao vivo" na TV Rondônia, afiliada da Rede Globo de Televisão.

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Túnel do Tempo – Beto Bertagna e Othon Bastos

B.Bertagna e Othon Bastos durante as filmagens de "O Número", no set montado nas obras da Uniron, em Porto Velho.. 2004

B.Bertagna e Othon Bastos durante as filmagens de "O Número", no set montado nas obras da Uniron, em Porto Velho.. 2004

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Para-choque de blog

“Quanto mais alto voamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.” – Friedrich Nietzsche

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O pescador

Por Elizeu Braga

o rio é sua morada
seus gestos
o carinho com a rede
o mesmo com a mulher amada

a mão erguida
tarrafa no peito
no meio da canoa
remo,terçado,vasilha

(é preciso regressar antes que essa chuva caia
é preciso soltar os peixes miúdos
para que nunca falte os graúdos
é preciso levar o menino mais novo no cangote)

imaginar que o mundo é isso
um pedacinho de nada
diante do rio
que,
será sempre a sua morada.

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Os Homens que Não Amavam as Mulheres (David Fincher)

Reblogged from Anotacões de um Cinéfilo:

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Fincher em modo decorador de cenas. Tão competente quanto esquecível (provavelmente lembra Alien3 mais do que qualquer outro longa dele). Dito isso confesso que me impressiona as repetidas vezes que ouvi esta semana que o filme sueco era melhor, o que me leva a concluir que:  a) fobia contra filmes americanos é maior do que imaginava B) muita gente realmente  supervaloriza atores quando não se entende o que eles dizem c) nossos padrões para apreciar artesanato básico são cada vez piores. Fincher …

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A dieta da informação

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http://www.youtube.com/watch?&v=lNFNOSzik14 “O excesso de informação proporcionado pelas novas tecnologias vem acompanhado de um novíssimo leque de problemas. Às vezes chamamos isso de Information Overload, mas este conceito não faz muito sentido. Nós não dizemos que uma pessoa obesa está sofrendo de Food Overload; não é culpa da comida. O frango frito não está ‘se comprando’ sozinho nem voando até a boca das pessoas. Culpar a informação é igualmente absurdo. Na verdade, sofremos de …

Seu corpo é o que você come, sua mente é o que você lê…

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Túnel do Tempo – Messias

Lançamento do livro "Vocabulário Popular de Porto Velho" - 1997

Lançamento do livro "Vocabulário Popular de Porto Velho" - 1997

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Cinema brasileiro perde Linduarte Noronha, autor de “Aruanda”

O cineasta Linduarte Noronha,nascido pernambucano mas paraibano de coração, de 81 anos sofreu uma parada respiratória e morreu nesta madrugada de segunda-feira(30) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa. Noronha foi repórter, critico de cinema, procurador do Estado e professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal da Paraiba. Além de ser um dos pioneiros do cinema paraibano Linduarte Noronha entrou para a história no Brasil com o documentário em curta-metragem ‘Aruanda’, de 1960 .Os quilombos marcaram época na história econômica do Nordeste canavieiro. A luta entre escravos e colonizadores terminava, às vezes, em episódios épicos, como Palmares. Olho d’Água da Serra do Talhado, em Santana do Sabugi (PB), surgiu em meados do século passado, quando o ex-escravo e madeireiro Zé Bento partiu com a família à procura de terra.  O filme, que é sua principal obra, promoveu grandes modificações estéticas na cinematografia brasileira. Aruanda é tido como precursor do movimento Cinema Novo. O filme aborda a fundação de um quilombo de escravos fugidos na Serra do Talhado e revisita a mesma região flagrando os descendentes de escravos que viviam de forma primitiva, vendendo potes de barro feitos de forma artesanal. Quando lhe perguntavam sobre influências, respondia: “Apenas a dos cinejornais.” Aruanda é um filme de jornalista. A técnica cinematográfica, ele aprendeu, como autodidata, do Tratado de Realização Cinematográfica, do russo Lev Kulechov. De maneira inspirada, Linduarte encontrou a maneira mais direta de mostrar as coisas como elas são. Simples assim. Quem se acha cineasta e documentarista e ainda não assistiu a Aruanda, deve rever seus conceitos. Alô Marcus Vilar, alô ParaÍ Wa, nossos sentimentos amazônicos pela perda.

Assista aqui o curta ARUANDA !

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Crítica ao modelo-padrão de sustentabilidade

Reblogged from Leonardo Boff:

Os documentos oficiais da ONU e também o atual borrador para a Rio+20 encamparam o modelo padrão de desenvolvimento sustentável: deve ser economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. É o famoso tripé chamado de Triple Botton Line (a linha das três pilastras), criado em 1990 pelo britânico John Elkington, fundador da ONG SustainAbility. Esse modelo não resiste a uma crítica séria. Desenvolvimento economicamente viável: Na linguagem política dos governos e das empresas, …

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Os gatos e a Madeira-Mamoré II

foto : B. Bertagna

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Os gatos e a Madeira-Mamoré 1

foto: B.Bertagna

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A Corda Amor, Acorda!

Reblogged from umtravesseiroparadois:

Mesmo aqui distante, tão distante agora da sua presença, que ódio da ausência, me aproximo de você com o atalho do pensamento bom. Aqui do meu quarto onde o mundo é só meu, uso minha memória e desenho sentado dias em que eu ainda vou lutar pra viver. Eu cuido tanto de você mas você nunca vai saber. Das minhas crises todas, algumas tão banais, naturais, de quem sonha até demais com dias mais do que especiais, pego lições para aplicar no momento que os abraços forem estendidos até os braços …

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Os chatos

Por Marli Gonçalves

Não tem quem não tenha pelo menos um de estimação. Não tem quem não tenha um do qual fuja mais do que o diabo da cruz. Não tem como escapar dos chatos. Nem mesmo de ser você mesmo chato vez ou outra, até sem querer. Minha tese, no entanto, é que há chatos profissionais, que vivem disso, se auto-alimentam e devem chegar em casa contando quantas pessoas chatearam no dia.

Numa boa, sou vítima de chatos desde que me entendo por gente. Acho que eles acham que, por eu ser bem-humorada, comigo não sofrem risco de vida ou de se machucarem. Só pode ser. Quanto era pequena, esses seres adoravam me pentelhar apertando minhas bochechas, ou mexendo no meu cabelo, entre as coisas que acho mais chatas neste mundo. Até hoje detesto que me toquem sem autorização. E os chatos – vocês sabem – têm essa característica, gostam de tocar bastante em você, pegar, cutucar, apertar, espremer. Tem o chato tão chato que chega a te prender, imobilizando qualquer tentativa de fuga, segurando seu braço, mão, ombro, até a cabeça em casos extremos. Já pensei em fazer jiu-jitsu, judô, tai-chi, qualquer golpe, para me livrar desses com mais facilidade.

Sou mesmo uma espécie de imã: posso estar linda, passeando, feliz, com fones de ouvido, tralalá, tralalá, tipo numa redoma particular, e o chato lá do outro lado da rua atravessa para vir me chatear, bater no vidro, arrombar meu espaço íntimo, só para… Chatear! O verbo que exercitam mais do que as gostosas levantando aquelas rodelas em academia. Pior quando é chato que eu nem conheço, nem quero conhecer. Ou o chato que sabe que é chato telefonar bem cedo na manhã do domingo, e não só liga como faz a pergunta mais irritante do mundo: “Você estava dormindo?”. E para quê ligou? Para nada. (Antes que algum chato aí diga “porque atende?”, lembro que sou ligada 24 horas por motivos profissionais, como jornalista, e pessoais, como filha de um pai de 94 anos, além de nunca “olhar” antes quem é que está ligando. Tocou, atendo. Claro, se puder.)

Mas aí também entra outra mania do chato. Ele sempre tem a certeza que você registrou o telefone dele, ou reconhece a sua voz até debaixo da água. “Adivinha quem está falando?” De morrer. Pior só o que nem pergunta; já tem a certeza absoluta que você não só sabe quem é, como – claro – está pronto para o assunto maluco que ele matraqueia do outro lado da linha. Esse tipo pensa que você não faz outra coisa na vida a não ser pensar nele. Há ainda outra variação, aquele chato do preâmbulo: antes de falar o que quer, bajula, praticamente chamando você de pitonisa do Nilo, Santa Maria Madalena, mestra de todos os mestres. Prepare-se: lá vem pedido de favor por aí.

Toda pessoa tem seu dia de chato mas o chato de verdade o é todo dia. Faz disso sua panacéia. Adora e conta mal piadas quilométricas, sempre esquecendo a parte principal no caminho. Conta a mesma história (aquela, que você não perguntou) 30 vezes (e o que é pior, igualzinha, sem acrescentar nenhum detalhe que a torne ao menos mais interessante, picante).

Dizem que o chato é o sujeito que fica mais tempo com você do que você com ele, o cara que fuma para filar cigarro dos outros ou para de fumar só para ficar chateando quem fuma, o cara que está com você na rua mas não sabe conversar andando, fica parando e segurando seu braço; que você diz que perdeu algo e ele te pergunta “onde?”. Acrescento ainda o chato que adora assobiar, sentado bem ao seu lado no avião. E o que de vez em quando futuca com o cotovelo pontudo.

O chato sabe tudo, já viu tudo, tem conselhos para tudo, pergunta se você está ocupado só por perguntar. Vai aporrinhar de qualquer forma. Adora ligar só no celular nas horas mais impróprias. Para você.

O chato também gosta de por defeito em tudo, e sobretudo. Conheci uma que se aboletava para ir almoçar comigo, não comia e ficava – juro – falando o indice calórico de todos os pratos. O chato sempre tem um “mas”, uma trava, um senão, um pessimismo. Quer botar e deixar lá a pulga atrás de sua orelha. Aliás, uma das coisas de que o chato mais gosta é de ficar bem atrás de você, nas suas costas (Eu odeio isso!), e se você estiver escrevendo, estica o olho para ler, em voz alta, e o que é pior, dar palpites sobre nem ele sabe bem o quê. É o mesmo tipo que também vem por trás e zoom! Quase arranca seus olhos, apertando-os pelos lados…”Adivinha quem é?”

Você tem vontade de responder. Mas, cuidado, os chatos chegam a dar medo e podem se tornar violentos. Já debateu com um chato? Já tentou contradizer um chato? Já disse a um chato que ele era chato? Um perigo, principalmente se o desdito tentar convencer do contrário. “Os chatos não se chateiam”, escreveu Guilherme Figueiredo, no delicioso Tratado Geral dos Chatos, de 62. Deve ter escrito com a intenção de se vingar de todos os chatos do mundo.

O chato é tão chato, mas tão chato, que é capaz de ousar perguntar coisas i-na-cre-di-tá-veis. hein???Não sei como, mas o chato sempre tem tempo de sobra, muito, para fazer chatices, pensar chatices, escrever chatices, repassar chatices, repisar chatices, lembrar de chateações. Um amigo querido, tão vítima deles, acabou dando o tom à uma expressão que fala com gosto, tudo junto assim: “Ôôôôgentechata!“. Adotei.

Conforme as épocas, os chatos que passam em nossas vidas se modificam. Foram os chatos que adoravam receitar coisas e dietas. Foram outros em eco.Ultimamente tenho encontrado muitos “chatos da fé”. Faltam rezar uma missa inteira, encenar um culto completo à sua frente, chegam a chorar, explicando como foram salvos, como acharam Deus, e como conversam com Ele, coitado de Deus, e você também deveria, entende?, se salvar. Em geral eram bêbados chatos que pararam de beber, salvaram-se de alguma boa, tiveram uma visão qualquer.

Tenho reparado ainda que chatos costumam estar solteiros, completamente sozinhos e largados, já que não há mesmo quem os aguente debaixo de um mesmo teto. E, cabisbaixos, tentam explicar como foi que isso se deu procurando piolho em cabeça de alfinete.

Por falar nisso, não é por menos que os “chatos” piolhos que pegam tudo quanto é pelo, principalmente os quentinhos, são chamados de chatos. São parasitas que se passam a vida inteira se alimentando do sangue, os chatos que coçam e perturbam até você tacar um Neocid neles. E você só pode pegar “chatos” de um…chato!

Qual será o remédio contra os chatos humanos que se alimentam do seu saco, que vai ficando cheio, cheio?

São Paulo, verdadeiro paraíso para os chatos, 2012

(*) Marli Gonçalves é jornalista. Pior que achar um chato na rua só ficar preso com ele dentro de um lugar fechado, tipo carro, casa, e estar chovendo muito lá fora. Acredite: é você quem vai ter que pedir para sair.

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Túnel do Tempo – Os poetas Mado, Flávio Carneiro e Nilza Menezes

Lançamento do Vocabulário Popular de Porto Velho - 1997

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Gente que encontrei por aí…Dona Rosa, do Mirante III

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Meia Hora: As Capas do Jornal Mais Bagaceiro do Rio de Janeiro

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Quem não é do Rio de Janeiro pode não conhecer, mas o Meia Hora é um jornal desses populares, bem baratinhos (tá custando R$ 0,70 agora o exemplar), que fazem de tudo para chamar a atenção dos leitores. E quando digo tudo, me refiro às capas mais insanas e involuntariamente (será?) divertidas possíveis. Brinco dizendo, darlings, que meu sonho é ser contratado pra ser redator de chamadas de capa do Meia Hora. Acho que eu ia ahazar no trabalho. Confesso que caminho pela rua e quando vejo uma banca …

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Entrevista com Rubem Alves

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Sem comentários! Assistam a essa “aula”! ;) Bjs e abraços, Fabricio =)

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Literaturiada 46

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Dissecando1 – Mayra Dias Gomes

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Cosas de la banda – 5

Guayara-Merin, Beni, Bolívia

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Livros para entender Rondônia – Tristes Trópicos, de Claude Lévi-Strauss

Mestre da Antropologia contemporânea, na qual introduziu uma nova metodologia — a análise estrutural —, Claude Lévi-Strauss está inquestionavelmente ligado ao Brasil através de Tristes Trópicos. Nesta obra, Lévi-Strauss — chegado ao Brasil em 1935, para exercer a função de professor de Sociologia na Universidade de S. Paulo — não se limita a descrever a sua vivência com os índios brasileiros — Cadiueus, Bororos, Nambiquaras e Tupi-Cavaíbas: faz também uma descrição do Brasil da época, da sua história e de tudo quanto observou nas suas expedições de estudo às zonas do Paraná, do Pantanal, da Amazónia e do Sertão, entre outras.

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Bodyguard

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Traveler

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Travelers’ Choice Awards 2012: os melhores destinos, hotéis e praias

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Cidade do Cabo é o melhor destino do mundo. The Phoenix Resort, em Belize, é o melhor hotel e sete das 25 melhores praias estão nos Estados Unidos. Esse foi o resultado do Travelers’ Choice Awards 2012, a premiação anual feita pelo TripAdvisor (rede social onde os usuários contam suas experiências turísticas e que é referência no segmento). O ranking é calculado com base nos milhões de comentários dos usuários-turistas e dividido em cinco categorias: Melhores hotéis, Melhores praias, …

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Gente que encontrei por aí… Carlinhos & Gervázio

Dois gigantes : um da voz e violão e o outro da bola

Dois gigantes : um da voz e violão e o outro da bola

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Túnel do Tempo – Mapa da EFMM 1909

Extraído de efmm100anos.wordpress.com

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Para-choque de blog

“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.” Aristóteles

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Droga de origem rondoniense – a Merla Morte Súbita, pior do que o crack – chega ao Sul do Brasil

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna

Leia até o fim se tiver filhos ou, ao menos, vergonha na cara. Uma nova e mortífera droga, a “merla morte súbita”, originária de Rondônia, pior do que o crack, chegou a Porto Alegre e está fazendo os militantes de movimentos anti-drogas alertarem os pais e autoridades para o perigo.

A droga tem efeitos mais intensos do que os do “crack” e pode, literalmente, causar morte repentina do usuário. A “merla” não é a mesma coisa que “mela”, ou “melado”, restos ou sub produto de pasta base de cocaína (sulfato de cocaína) de uso comum em Rondônia.

Embora atualmente a mídia em Rondônia, especialmente em Porto Velho, esteja citando “merla” e “mela” como se fossem a mesma coisa, há uma diferença básica entre elas.

A “mela” é o que sobra da fabricação da pasta base de cocaína – uma espécie de borra sem valor comercial para a indústria da transformação da pasta base ,(sulfato de cocaína) que é feita na Bolívia para ser tranformada em cocaína (cloridrato de cocaína), refinada em laboratórios químicos, geralmente na Colômbia.

Os resíduos de sulfato de cocaína tem, porém, efeitos deletérios e, não obstante ser apenas lixo, com grande teor de ácido sulfúrico, éter, acetona e outros produtos usados para fazer a pasta base, é vendido a baixo preço consumidores de narcóticos nas ruas de Porto Velho.

As vezes a mela é misturada à maconha para ser fumada na forma de cigarros que são chamados de “melado.”

A “merla” ainda tem resíduos da borra da pasta base de cocaína, mas é mais letal pois em sua composição entram querosene, ácido sulfúrico, barrilha usada para limpeza de piscina(óxido de cálcio),cimento, soda cáustica,amônia, cal virgem, solução de bateria de carro, , gasolina reutilizada inúmeras vezes.

Numa nota publicada em seu blog, Beto Bertagna explica que a “merla” é absorvida pela mucosa pulmonar e a exemplo da cocaína, é excitante ao sistema nervoso.

Exames em indivíduos sob efeito da “merla” relatam que ela causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, redução do sono e do apetite, perda de peso, alucinações,delírios e confusões mentais.

“O usuário da merla corre sérios riscos de ter convulsões e perda de consciência, As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte” – acrescenta Bertagna.

Usuários da “merla” relataram que após o efeito da droga, sentem medo, depressão e paranóia (sensação de perseguição) que em alguns casos os leva ao suicídio.

“Com o uso continuado o usuário perde os dentes sob o efeito do ácido de bateria que começa a corroê-los até sua perda total.

A “merla morte súbita” pode se popularizar em Rondônia principalmente se for verdadeira a notícia de que o verdadeiro xerife de Guajará-Mirim, na fronteira de Rondônia com a Bolícia e inimigo nº 1 das organizações criminosas, o popular agente federal “João Pomba” se aposentou. Quem irá lhe substituir?

A “merla” aparentemente chegou antes do “crack” em Porto Velho. Ainda não se sabe por que não se popularizou tanto como no Sul, ou sequer se sabe de suas vítimas aqui. A imprensa pode inadvertidamente colaborando com a adoção do nome de “merla” para a “mela” tradicional.

Devastação causada pela “merla morte súbita”

O blog betobertagna.com divulga o seguinte depoimento de Weslley Bragé Dias, do grupo de hip-hop Realidade de Rua. O texto é dedicado aos policiais, promotores, juízes (especialmente os do Juizado da Infância e da Adolscência) e, principalmente, repórteres, e a todos os demais cidadãos que tem honra.

PORTO ALEGRE, Rio Grande do Sul, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 (Betobertagna.com/ Noticiaro.com – ” Todo mundo tá preocupado com o crack. E quando chegar a merla como em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, vai ser uma mudança de planos. Quero ver onde é que vão enfiar a camiseta de “Crack nem pensar”, musiquinha e adesivo. Para fazer fama, ouvir aplauso, a boca fala tudo, mas onde é que vão enfiar a cara, com que palavras vão contrariar as pessoas quando a merla estiver no lugar do crack?

“Existem três tipos de cocaína: a mais pura é a boliviana, só tem em Alvorada. A mais ou menos é a Viviane. Tem esse nome porque Viviane foi a primeira mulher que trouxe de São Paulo para cá. Morreu aqui (Porto Alegre), assassinada. A Loira é a mais fraca, a mais misturada, pode ter o mesmo efeito que giz escolar.

“Tem vários tipos de pedras também: Hulk, Cristalina, Cenourinha, Bate-Bate. A pior destas é a Bate-Bate, porque é a mais pura, feita direto quimicamente. Até em casa se faz.

“Merla é a mistura da Bate-Bate com a resina da boliviana.

“O nome é merla, o apelido é Morte Súbita, porque a pedra vicia e mata com menos prazo. Tanto é que tem gente que fuma pedra há 12 anos e não morreu até hoje. A merla, segundo os doutores, em seis meses mata. Mas não é exatamente seis meses – é conforme o adequado andamento que a pessoa usa, a forma como usa. O efeito dura 15 minutos, o triplo do efeito da pedra.

“Ela pode ser usada fechada como maconha. É o “mesclado” (mistura de pedra com maconha e pó), também chamado “macaquinho”. Pode ser usada no cachimbo (ou bimbo), e aí não passa de dois meses – a pessoa se mata porque tem 90% mais efeito colateral que a própria pedra.

“A merla aqui em Porto Alegre está circulando há três meses. Antes só se ouvia falar. E só não se tá num vício pior, porque não está sendo lançada no mercado como a pedra (crack). Em uma semana, a pedra aumentou 80% o uso. E agora, mais ainda. E não se sabe se não vai aumentar mais ainda.

“Onde diminuir o consumo da pedra, aumenta o mercado da merla. E o que dizem é que vai ter mais índice de morte, até por acerto de conta entre quadrilhas e bocas de fumo, e pela droga mesmo, pelos peixes-grandes (patrões).

“A diferença entre merla e crack é que a merla é tipo uma crosta. A merla também é um tipo de pedra, mas tem uma consistência mais como gel, gruda. A merla custa R$ 2,00 (R$ 3,00 a menos que a pedra, porque ainda está começando o consumo). A pedra (crack) custa R$ 5,00. Quando aumenta o vício, a boca de fumo aumenta o preço no mercado negro. A grama de pedra hoje chega a R$ 20,00.

“Nem sempre quem vende merla e crack é a mesma pessoa, porque isso já tem envolvimento de gente grande, os traficantes costas-quentes. O traficante costa-quente é tipo um doutor que cai na cadeia e fica numa cela especial porque tem ensino superior. Vem direto deles.

“Não estão vendendo ainda merla como vendem pedra. Não é assim fácil para entrar uma droga nova e sair vendendo. Tem que ter contatos do morro para lançar uma nova. Foi lançada uma parte para ver o resultado no meio dos usuários de crack e qual a reação. É inevitável: a reação é que a merla é melhor que a pedra. Não se viciaram ainda porque foi só um patinho na armadilha, para saber que a droga é mais forte que a anterior.

“Crack e merla têm efeitos diferentes. O crack dá uma sensação de desconforto, a pessoa fica espiada, com medo da própria sombra. Faz ter reações incomuns, como entrar noite adentro caminhando. Tem gente que come formiga ou cascalho do chão porque acha que é crack. Tudo que vê da mesma cor, pequeno, acha que é crack e tem vontade de fumar. Chegam a queimar o dedo para raspar o cachimbo, sem sentir dor, só para fumar a resina, que é mais forte que a pedra.

“A merla não deixa tão espiado, mas deixa imobilizado. Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola. Porém, o principal efeito dela, depois de uns dois minutos, é muito pior, a pessoa pode criar um desespero próprio, sair correndo, sem ter medo de nada, tipo um amigo meu que foi atropelado. Quebrou a perna, machucou o braço. Foi só um “te liga”, para ver a reação com a outra pedra. O que mais mata em relação à pedra é chinelagem, roubar para usar.

“Chamam merla de Morte Súbita porque, com o crack, a maioria das pessoas morre por ter reações de furto, roubos, desrIespeito à própria família, só para usar. A merla faz a pessoa se matar. Como hoje em dia a pedra já está matando, com a merla vai ser pior, porque vai ter o aumento de morte pelo desandar da pedra, o aumento da merla e o suicídio dos usuários.

“O bom é que, pelo pouco que veio no mercado, a merla ainda não foi dada nem vendida para crianças. É a única parte boa. Para impedir as pessoas de usarem só derrubando a boca de pedra e pó. Onde não tiver mais, não tem merla.

“Com certeza a merla pode chegar ao mesmo nível do crack, é só ela ser finalmente lançada como o crack foi.”

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."

Com Noticiaro.com

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