Anémona
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Do engajamento ao bestialógico, passando pelo "patrulhamento"
Reblogged from Blog da Boitempo:
Por Emir Sader.
Especialmente desde a ditadura, a direita brasileira foi se sentindo cada vez mais complexada, com sentimento de inferioridade diante da esquerda. Não era apenas porque ela defendia soluções de força, violentas, tinha a figura de seus chefes em obtusos chefes militares, mas também porque artistas, intelectuais, todos os que se identificavam com a cultura e a inteligência, não eram de direita, mas de esquerda.
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Gente que encontrei por aí… Artur Pinto, teatrólogo e Lê Bertagna, produtora audiovisual
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Motociclistas em risco: “Linha Chilena” 5 x mais cortante vira febre entre soltadores de pipa de Porto Velho
Por Beto Bertagna
Uma mania dos jovens cariocas que gostam de soltar pipa acabou invadindo Porto Velho, a capital de Rondônia, no noroeste do Brasil. Na cidade com cerca de 500 mil habitantes, o uso do cerol na brincadeira de soltar pipas sempre vitaminou as estatísticas de acidentes com motociclistas, quase sempre causando lesões na altura do pescoço. Mas o que era ruim tende a piorar, pois os portovelhenses começam a abandonar o uso do cerol tradicional, feito de cola e vidro moído, em detrimento da “linha chilena” , que corta pelo menos 5 vezes mais. Feita de quartzo moído e óxido de alumínio o produto pode ser adquirido com facilidade via internet. Uma rápida busca em sites como o Mercado Livre leva o consumidor a ofertas de linha chilena com carretel de 1000 jardas, por R$ 25,00 mais o frete. “Aproveite a oportunidade e seja o Rei das Pipas onde mora.” diz a propaganda das linhas. 1000 jardas equivale a 914 metros. O risco de um acidente é cada vez maior pois com o advento das usinas e a melhoria do poder aquisitivo da população, o número de emplacamento de motos na cidade vem batendo sucessivos recordes, segundo o Detran/RO. A “linha chilena” é considerada perigosíssima pelos motociclistas. “Andar sem antenas de proteção está virando suicídio em Porto Velho” , diz um motociclista que não quer se identificar. ” As vias da cidade estão virando verdadeiras armadilhas”.
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pra lembrar da saudade.
Reblogged from Entre todas as coisas:
deixei a tua mesa do jeito que você deixou. partidas só não me incomodam mais que caixas. acho que não suportaria tantas caixas na sala de uma vez. vai uma e eu fico, vão duas e eu vou junto. eu sou meio que a medida do que dói e do que fica. essa semi-dor é aquela coisa pequena que ninguém vê, mas que palpita primeiro e depois explode.
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Manaus é diferente mesmo, Aníbal
Mais do que mostrar, à luz do dia e em praça pública, o que a mistura de bandidos endinheirados e instituições apodrecidas pode fazer à sociedade, o espetáculo grotesco da demissão da Bianca Abinader é importante por outro feito marcante: ter mostrado mais sobre a plateia do que sobre o que ocorria no palco.
Nunca vimos, com tanta riqueza de detalhes, o que o grupo político que domina o Amazonas já fez tantas vezes antes, sempre e sempre com o uso da máquina pública.
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Para o torcedor do Grêmio sonhar. A futura Arena toma forma
Aos poucos, a futura Arena começa a tomar a forma que o torcedor do Grêmio praticamente decorou de tanto olhar as maquetes divulgadas pelo clube. As fotos aéreas, registradas esta semana, mostram bem o andamento das obras.
O estádio já está praticamente todo circundado pelas rampas de acesso e boa parte dos anéis estão preenchidos pelo piso das arquibancadas, que depois de pronta acomodarão 60 mil pessoas.
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