Arquivos da categoria: Túnel do Tempo

A turma do Ricardo Aronovich na UnB

GALERA-CURSO-UNB

Com a ajuda providencial do Nélio Ferreira Lima, vamos identificando as “figuras” da foto : Em pé, da esquerda para a direita : Alfredo Viana, Geraldo Vieira da Silva, eu, Denise Fontoura, André Macedo (atrás), Ricardo Aronovich, David Pennington (o mais alto, atrás), o professor francês de vídeo e som Jean Paul Beyer,   Jaques Cheuiche e Walter Carvalho (com o fotômetro  na mão), no meio deles e atrás, o assistente francês Olivier Le Gurun, ao lado o falecido Jaiminho Shwartz (de óculos escuros), Nélio Ferreira, João Vargas Pena (carinhosamente apelidado de “com o olhar de Bette Davis”), o querido Sabonete – Marco Bottino (já falecido), um amigo que não lembro o nome e ao lado o Rojer Madruga.

Sentados da esquerda para direita: Alexandre Riulena, Elza Ramalho, Simone, Jane Malaquias, Tucker Marçal, André Luiz da Cunha, Marcus Vilar, 3 colegas e o Fernando Duarte.
aronovitchAcima, a galera que participou do Curso de Direção de Fotografia de Cinema da FEMIS: Institut de Formation et de Enseignement pour les Metiers de L’Image et du Son / Polo de Cinema de Brasilia/UnB, na década de 90. Quem puder, ajude a identificar as pessoas.  Lembro do Nélio, do Sabonete, Alexandre Riulena, Tucker Marçal, Jane Malaquias, Jacques Cheuiche, David Pennington, Walter Carvalho, o André Luiz da Cunha, Rojer Madruga, a Elza , André Macedo, Fernando Duarte….são tantas pessoas… Abaixo, eu e o cineasta paraibano Marcus Vilar entrevistando o mestre Ricardo Aronovich, do FEMIS.

Túnel do Tempo : EFMM, 2010

foto: B. Bertagna

foto: B. Bertagna

Em 2010 estava em curso a maior e mais abrangente revitalização que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, situada em Porto Velho, capital de Rondônia, jamais havia recebido. Com os 2 galpões recuperados, e com o início das obras da Grande Oficina, para dotar a EFMM de condições para a manutenção das locomotivas previstas para trafegarem de Porto Velho a Santo Antônio, num passeio turístico de 8 quilômetros. Os urubólogos de plantão se contorciam de raiva. E as andorinhas vinham festejar nas árvores do pátio agora revitalizado.

Túnel do Tempo – EFMM na década de 70

O 5º BEC ocupou a EFMM e pintou as locomotivas e vagões de azul. Anos 70/80

Ao fundo, à esquerda , ao lado da oficina vê-se enfileiradas várias motoniveladoras empregadas pelo 5º BEC na abertura de estradas e ruas.

O telhado do galpão nº3, hoje ocupado pela Marinha do Brasil, está pintado com a logomarca do CIBEC e era usado como discoteca e ensaio de escolas de samba.

Mais ao fundo, no Cai n´Água , vê-se a chaminé da Serraria Tiradentes, que num passado recente fez pelo menos dois sambistas de Porto Velho serem emprenhados pelo ouvido (ou pela leitura de uma matéria produzida  por um “foca” para um “saite” de “fo-foca”, destes cheios de funcionários fantasmas da ALE) e levados a compor para o indigitado saite um triste samba-enredo chamado “barrigada”, com um refrão que falava em “rabinho torto encolhido entre as patas…” ou coisa parecida.

Túnel do Tempo – Av Farqhuar, em Porto Velho

Final da década de 80, início dos anos 90.  Av. Farquhar.  Muitas ruas centrais de Porto Velho eram maltratadas, em certas vias proliferavam os focos de malária. Era uma cidade pequena, apesar de ser capital do Território Federal de Rondônia e do recém criado Estado. A Av. 7 de Setembro tinha até mão dupla ! Em bairros mais tradicionais,como por exemplo o Caiari algumas construções ainda mantinham suas características originais. A seguir algumas casas foram derrubadas, depois foram feitos “puxadinhos”, colocadas caixas de ar condicionado, garagens, piso superior, vidro blindex, edículas. Os carros ainda tinham a placa amarela…

Túnel do Tempo : velho cartão postal

Recebi este cartão postal  de alguns amigos que participaram do lendário Projeto Rondon. ( No 5º BEC ficava o Campus Avançado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.  A propósito, aliás , por que não UFRO, em vez de UNIR ? ).

Ele, o cartão,  resistiu ao tempo, às mudanças, às traças e aos cupins. Era um cartão da Ambrosiana, acho que em parceria com a Foto Presidente. Vemos o Ypiranga em primeiro plano, mas não dá para precisar se já existia ou tinha acabado o Califa. Post especial para saudosistas.

Túnel do Tempo – O jipe “DKW Candango” dos Hermann

Muitas vezes (põe muitas nisso !) peguei carona para ir à escola com o saudoso Mathias Hermann neste DKW Candango quatro portas.

Uma preciosidade, motor dois tempos,900 cc, 3 cilindros, 3 bobinas, 3 velas…Em 1963 a produção do Candango é encerrada, principalmente porque os militares não demonstraram interesse em sua aquisição. Em setembro de 1967, a Volkswagen do Brasil adquire a Vemag prometendo não encerrar a produção de seus veículos. Em dezembro, entretanto, seguindo uma tendência mundial de retirada do motor dois tempos do mercado, a linha de produção é encerrada.

Um outro Candango, que meu avô usava na fronteira com o Uruguai me levou para provar a minha primeira cerveja na Estrada do Arroito, no Chui. Velhos tempos ! (Na foto a família Hermann : da esquerda para a direita, Márcia, Mathias, Rony, Marco, Marçal e Mauro.)