Arquivos da categoria: Túnel do Tempo

Túnel do Tempo – EFMM na década de 70

O 5º BEC ocupou a EFMM e pintou as locomotivas e vagões de azul. Anos 70/80

Ao fundo, à esquerda , ao lado da oficina vê-se enfileiradas várias motoniveladoras empregadas pelo 5º BEC na abertura de estradas e ruas.

O telhado do galpão nº3, hoje ocupado pela Marinha do Brasil, está pintado com a logomarca do CIBEC e era usado como discoteca e ensaio de escolas de samba.

Mais ao fundo, no Cai n´Água , vê-se a chaminé da Serraria Tiradentes, que num passado recente fez pelo menos dois sambistas de Porto Velho serem emprenhados pelo ouvido (ou pela leitura de uma matéria produzida  por um “foca” para um “saite” de “fo-foca”, destes cheios de funcionários fantasmas da ALE) e levados a compor para o indigitado saite um triste samba-enredo chamado “barrigada”, com um refrão que falava em “rabinho torto encolhido entre as patas…” ou coisa parecida.

Túnel do Tempo – Av Farqhuar, em Porto Velho

Final da década de 80, início dos anos 90.  Av. Farquhar.  Muitas ruas centrais de Porto Velho eram maltratadas, em certas vias proliferavam os focos de malária. Era uma cidade pequena, apesar de ser capital do Território Federal de Rondônia. A Av. 7 de Setembro tinha até mão dupla ! Em bairros mais tradicionais,como por exemplo o Caiari algumas construções ainda mantinham suas características originais. A seguir algumas casas foram derrubadas, depois foram feitos “puxadinhos”, colocadas caixas de ar condicionado, garagens, piso superior, vidro blindex, edículas. Os carros ainda tinham a placa amarela…

Túnel do Tempo : velho cartão postal

Recebi este cartão postal  de alguns amigos que participaram do lendário Projeto Rondon. ( No 5º BEC ficava o Campus Avançado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.  A propósito, aliás , por que não UFRO, em vez de UNIR ? ).

Ele, o cartão,  resistiu ao tempo, às mudanças, às traças e aos cupins. Era um cartão da Ambrosiana, acho que em parceria com a Foto Presidente. Vemos o Ypiranga em primeiro plano, mas não dá para precisar se já existia ou tinha acabado o Califa. Post especial para saudosistas.

Túnel do Tempo – O jipe “DKW Candango” dos Hermann

Muitas vezes (põe muitas nisso !) peguei carona para ir à escola com o saudoso Mathias Hermann neste DKW Candango quatro portas.

Uma preciosidade, motor dois tempos,900 cc, 3 cilindros, 3 bobinas, 3 velas…Em 1963 a produção do Candango é encerrada, principalmente porque os militares não demonstraram interesse em sua aquisição. Em setembro de 1967, a Volkswagen do Brasil adquire a Vemag prometendo não encerrar a produção de seus veículos. Em dezembro, entretanto, seguindo uma tendência mundial de retirada do motor dois tempos do mercado, a linha de produção é encerrada.

Um outro Candango, que meu avô usava na fronteira com o Uruguai me levou para provar a minha primeira cerveja na Estrada do Arroito, no Chui. Velhos tempos ! (Na foto a família Hermann : da esquerda para a direita, Márcia, Mathias, Rony, Marco, Marçal e Mauro.)

Túnel do Tempo : em 1990 as dragas “apoitavam” na beira da EFMM


Não havia ordem e ninguém coibia o uso indiscriminado do pátio da EFMM pelos “dragueiros”.1990

Túnel do Tempo : num estágio, com Ricardo Aronovich

Túnel do Tempo : 1990, o ano em que bueiro na BR 364 só trazia alegria…

Túnel do Tempo – Locomotiva Cel. Church/Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

A velha locomotiva nº 12, a “Coronel Church” , nome dado em homenagem ao coronel norte-americano George Earl Church, que em 1872 idealizou a ferrovia, foi a primeira máquina a chegar na Amazônia, trazida pela firma “P & T Collins” em 1878. Após a desativação em 1972, a locomotiva permanecia nas dependências do 5º Batalhão de Engenharia e Construção – o 5º BEC. (em Porto Velho, capital de Rondônia) de onde foi removida para o museu, ganhando nova pintura nas cores originais. Ano de 1981

Link >> 2012 – Centenário da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré