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Retrocesso em São Paulo : prefeito Dória apaga mais duas ciclovias

Após apagar a ciclofaixa da Rua Amarilis, a gestão atual, agora, apagou as estruturas da rua Curuçá, na Vila Maria e da Rua Silva Pinto, no Bom Retiro.

No caso da primeira, o trecho coberto possui a extensão de um quarteirão, entre a Rua Guaranésia e a Praça Santo Eduardo. O local servia, principalmente, aos deslocamentos de ida e retorno do trabalho.

Na ciclovia localizada no bairro do Bom Retiro, a parte próxima à Rua Anhaia foi fresada e recapeada, com o asfalto novo enterrando os tachões refletores. A estrutura era utilizada tanto pelos moradores da região quanto por entregadores de comércios do local.

com Bikeélegal.com

¿Que pasa por la calle?

Num país cuja parte da população forma opinião com uma revista semanal que confunde Tolstói com Toy Story , é possível que se ache que o Brasil é comunista, com eleição de 4 em 4 anos, com sistema bancário funcionando, relações diplomáticas com todos os países do mundo e fronteiras livres. 

¿Que pasa por la calle?

E enquanto rolam as investigações sobre quem é o proprietário do Cesna 560 XL , os donos dos imóveis atingidos em Santos continuam na rua da Amargura. Não sabem quem vai arcar com os seus prejuízos, alguns não tem onde morar, outros estão sofrendo com problemas psicológicos sem conseguir dormir, negócios foram afetados como o da Academia de Ginástica,etc,etc Ou seja , o pepino agora não é só da Justiça Eleitoral, envolve perdas e danos. 

¿Que pasa por la calle?

Por Beto Bertagna

Depois da proposta de Jandira Feghalli (PC do B) de revisão da Lei da Anistia e anulação dos mandatos de presidentes militares da Ditadura bem como de agentes públicos – civis e militares – que tenham praticado crimes de tortura, sequestro, cárcere privado, execução sumária, ocultação de cadáver ou de atentado , a moda é trocar o nome de avenidas, pontes e viadutos.

Assim está sendo a homenagem à Herbert de Souza, o Betinho, que daria o nome, no lugar do ditador Costa e Silva, à Ponte Rio-Niterói. A troca de nomes está na Comissão de Cultura da Câmara. Jandira entrou na briga e defende a nomeação do sociólogo na via que liga as duas cidades fluminenses.

O DEM, que tem origens na ARENA , e portanto defende a “redentora” é contra.

Mas se a moda de tirar a alcunha de ditadores, torturadores e assemelhados pegar, o município rondoniense de Presidente Médici, a cerca de 400 km da capital Porto Velho, já pode ir pensando em nomes para um plebiscito.

O perigo , no caso , é a emenda sair pior que o soneto. Afinal, nestes casos são sempre muito bem cotados os nomes de artistas sertanejos, outros políticos corruptos, praticantes de dancinhas exóticas, e por aí vai.

Também a simpática cidade da BR 364 corre o risco de oficializar o seu apelido informal : Pela Jegue.

Vem barulho por aí.

¿Que pasa por la calle?

Na Arábia Saudita , uma mensagem mentirosa no Twitter levou um saudita à condenação de 3 meses de prisão e 80 chicotadas.

O homem acusou, sem provas, a cantora Shams, do Kuwait, de ter praticado adultério.

O saudita também foi condenado a uma multa de aproximadamente R$ 6 mil.

Bem que a moda podia pegar no Brasil.

Não precisava de prisão e nem da multa . Só as 80 chibatadas em praça pública

iria colocar muito babaca que faz acusações falsas pela Internet de barbas de molho.

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A punição também poderia se estender aos achacadores “profissionais”.

Se alguns indigitados jornalistas de Porto Velho da banda podre da web pegassem uma punição de 80 chicotadas por cada achaque, seria o caos .

Fratura exposta para todo o lado, de tanto relho e um banho de sangue.

Você aí deve estar aí imaginando agora quais “trombadinhas” merecem este castigo.

Mentalize mas dissolva seu pensamento rápido.

Não perca tempo com o que não presta…

¿Que pasa por la calle?

Não sou urbanista, mas um dos exemplos que deveria ser estudado por todas as Escolas de Arquitetura é a cidade de Camboriu, em Santa Catarina.  Balneário Camboriú é um dos menores municípios do estado, com 46 quilômetros quadrados, o que encarece os cada vez mais escassos terrenos. A legislação municipal através do plano diretor regula a ocupação máxima do solo, mas não regulamenta a sua altura. Assim, a guerra é prá ver quem faz o prédio mais alto. Iniciaram recentemente as obras de um prédio residencial de 66 andares. Em Camboriú só há prédios de luxo com unidades ao preço mínimo de 1 milhão. Tudo é paraíso ? , perguntaria algum incauto. Não há estudos sobre os impactos ambientais como luminosidade, vento , e otras cositas que os espigões estão causando na vida dos 120 mil habitantes. Só indícios. A pequena faixa de praia em certos horários fica na sombra completa. Por isso, pasmem, já há um estudo para aterrar a praia e alongar a sua extensão de areia disponível aos banhistas…

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Enquanto isso , falta água em grande parte do litoral catarinense. A situação fica mais complicada devido à onda de calor que se abate sobre o sul brasileiro. O abastecimento está comprometido em praias de Florianópolis, em Itapema, Navegantes, Bombinhas, Barra Velha, Itapoá, São Francisco do Sul e Barra do Sul, no Litoral Norte, e em Imbituba, no Litoral Sul. Um caminhão pipa com cerca de 8 mil litros está custando quase R$ 1.000 . E siga la pelota.

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Dois eventos ocorridos nesta semana confirmam que as redes sociais viraram uma terra sem lei, habitada por gente sem escrúpulo e completamente despolitizada. Os comentários sobre os problemas em Humaitá/Am e a luta do Anderson Silva beiram a insanidade. O Facebook , por exemplo, uma ferramenta legal para se achar velhos amigos e gente que não se vê a tempo, é a trincheira dos covardes, que se escondem atrás de um monitor. Gente inconsequente que gosta de agredir e fazer piadas sem graça , mas que não teria coragem nem de encarar de frente, no tête-à-tête, qualquer um dos “homenageados” com suas grosserias.

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E o Schumacher, que coisa ! Depois de muitos anos (306 GP´s , mais precisamente) na Fórmula 1 , foi se ferrar justamente numa montanha de neve. Tem coisas que acontecem e abalam até ateus.

¿Que pasa por la calle?

sem senhas, slow food, sem pressa, 60 batimentos, sem token, sem criptografia, sem face, sem yahoo, sem neón, sem nafta, sem censura, sem rede, wi-fi, bluetooth, sem plasma, sem atropelos, sem medo, sem temor, sem microondas, cienfuegos, sem agrotóxico, sem coca, sem senhas, sem sinal, sem torpedos, sem choro nem vela, sem fita amarela, sem vergonha, sem sentido, sem vantagens, sem cigarro, sem fôlego, sem…

¿Que pasa por la calle?

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¿Que pasa por la calle?

Por Beto Bertagna

O mendigo se enrola no Correio do Povo, enquanto afasto com suavidade o cão que me vem lamber os sapatos molhados. Dou-lhe duas moedas de 1 real e ele levanta agradecido, deixando a pagina do jornal à mostra. Nela, Juremir Machado da Silva diz que especula-se ter sido inventada uma máquina capaz de escrever livros do Paulo Coelho em meia-hora e músicas de Michel Teló em dois minutos. O ronco de uma picape com o som a mil (estranhamente para o lado de fora da cabine) me desconcentra e comprova a teoria da Z, a do pau pequeno: quanto maior e mais inútil a picape no cenário urbano, menor o documento do chofer. Agora, fico com a certeza de que foi bom colocar o post do Chomsky, vai que algum desorientado nunca tenha lido. A tv mostra o que tem de melhor no domingo : as guampas de Botucatu. Talvez o Facebook e o Google também tenham sido dominados secretamente por alienígenas e esteja em curso o processo de destruição total. Oremos.