Arquivos da categoria: Delírio Cotidiano

Dúvida

Quanto valeria hoje no mercado um CU_nha usado ???

Gente que encontrei por aí…

gente

Da tecnologia nasce o verde…

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Deputado Caio Nárcio (PSDB), filho do ex-deputado federal Nárcio Rodrigues , preso hoje, vota a favor do impeachment

Filho de Narcio Rodrigues, ex-deputado federal e ex-presidente estadual do PSDB de Minas, preso hoje na Operação Aequalis

Artistas pedem o retorno do Ministério da Cultura

artExmo. Sr. Presidente Interino Michel Temer

Prezado senhor,

Entre as grandes conquistas da identidade democrática Brasileira está a criação do Ministério da Cultura, em março de 1985, pelo então Presidente José Sarney.

É inegável que, nessa ocasião, o nome do Brasil já havia sido projetado internacionalmente através do talento de Portinari, de Oscar Niemeyer, de Anita Malfati, de Jorge Amado, da música de Ary Barroso, Dorival Caymmi, Carmen Miranda, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, do cinema de Glauber Rocha e Cacá Diegues. Desta forma, a existência do Ministério da Cultura se deve ao merecido reconhecimento do extraordinário papel que as artes brasileiras desempenharam na divulgação de um país jovem, dinâmico, acolhedor e criativo.

A extinção desse Ministério em abril de 1990 foi um dos primeiros atos do governo Collor de Mello. Abrigada em uma Secretaria vinculada à Presidência da República, a cultura nacional assistiu ao sucateamento de ideias, projetos e realizações no campo das artes. Já no final de seu governo, tentando reconquistar o apoio político perdido, o Presidente Collor adotou outra postura, nomeando para a Secretaria de Cultura o intelectual e embaixador Sergio Paulo Rouanet, encarregado de restabelecer o diálogo com a classe artística. Nasceu assim o Pronac – Programa Nacional de Apoio à Cultura, que se tornou o elemento estruturante da política c ultural dos governos subsequentes, e a denominada Lei Rouanet. Felizmente o Presidente Itamar Franco, em novembro de 1992, devolveu aos criadores um Ministério que já havia comprovado o acerto de sua presença no cenário nacional.

A partir de 1999, durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Cultura foi reorganizado e sua estrutura ampliada, para que pudesse servir a projetos importantes, em especial nas áreas de teatro e cinema. Desde então o MinC vem se ocupando, de forma proativa, das artes em geral, do folclore, do patrimônio histórico, arqueológico, artístico e cultural do País, através de uma rede de institutos como o IPHAN, a Cinemateca Brasileira, a Funarte, o IBRAM, Fundação Palmares entre muitos outros. A partir da gestão de Gilberto Gil, o MinC ampliou o alcance de sua atuação a partir da adoção do conceito antropológico de cultura. O Programa Cultura Viva e os Pontos de Cultura são iniciativas reconhecidas e copiadas em inúmeros países do mundo. O MinC passou a atuar também com a cultura popular e de grupos marginalizados, ampliando os horizontes de uma parcela expressiva de nossa população. Foi o MinC que conseguiu criar condições para que tenhamos hoje uma indústria do audiovisual dinâmica e superavitária. O mesmo está sendo feito agora com outros campos, como por exemplo o da música. O MinC conta hoje com vários colegiados setoriais que cobrem praticamente quase todas as áreas artísticas bem como grupos étnicos e minorias culturais do país. E com um Conselho Nacional de Políticas Culturais, formado pela sociedade civil e responsável pelo controle social da gestão do Ministério. Há ainda que se mencionar o Plano Nacional de Cultura e inúmeras outras iniciativas com amparo no texto constitucional e em leis aprovadas pelo Congresso Nacional, cuja inobservância ou descontinuidade poderão ensejar questionamentos na esfera judicial. O MinC também protagonizou várias iniciativas que se tornaram referência no ordenamento jurídico internacional, como as Convenções da Unesco sobre Diversidade Cultural e de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, dentre outros.

A Cultura de um País, além de sua identidade, é a sua alma. O Ministério da Cultura não é um balcão de negócios. As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso.

A Cultura é a criação do futuro e a preservação do passado. Sem a promoção e a proteção da nossa Cultura, através de um ministério que com ela se identifique e a ela se dedique, o Brasil fechará as cortinas de um grandioso palco aberto para o mundo. Se o MinC perde seu status e fica submetido a um ministério que tem outra centralidade, que, aliás, não é fácil de ser atendida, corre-se o risco de jogar fora toda uma expertise que se desenvolveu nele a respeito de, entre outras coisas, regulação de direito autoral, legislação sobre vários aspectos da internet (com o reconhecimento e o respeito de organismos internacionais especializados), proteção de patrimônio e apoio às manifestações populares.

É por tudo isso que o anunciado desaparecimento do Ministério da Cultura sob seu comando, já como Chefe da Nação, é considerado pela classe artística como um grande retrocesso. O Ministério da Cultura é o principal meio pelo qual se pode desenvolver uma situação de tolerância e de respeito às diferenças, algo fundamental para o momento que o país atravessa. A economia que supostamente se conseguiria extinguindo a estrutura do Ministério da Cultura, ou encolhendo-o a uma secretaria do MEC é pífia e não justifica o enorme prejuízo que causará para todos que são atendidos no país pelas políticas culturais do Ministério. Além disso, mediante políticas adequadas, a cultura brasileira está destinada a ser uma fonte permanente de desenvolvimento e de riquezas econômicas para o País.

Nós, que fazemos da nossa a alma desse País, desejamos que o Brasil saiba redimensionar sua imensa capacidade de gerar recursos para educação, saúde, segurança e para todos os projetos sociais e econômicos necessários ao crescimento da nação sem que se sacrifique um dos seus maiores patrimônios: a nossa Cultura.

Em representação da Associação Procure Saber e do GAP –Grupo de Ação Parlamentar Pró- Música.

Novas amizades

Nesses tempos difíceis é bom fazer novas amizades…

AMIGOS

Azeitona tem certeza que é golpe

azeitona

Azeitona é uma ex-gata de rua que frequenta as repartições públicas federais de Tucanistão.

Ela , assim como o mundo mineral, tem certeza que o que está ocorrendo no Brasil é um golpe, dos mais baratos, vira-latas e fajutos, mas muito bem articulado pelos Homens de Bem desse Bananal.

O seu medo é um zum zum zum que rola de que os programas em que ela está inscrita acabarão, como o Bolsa Ração e o “Minha Maquete, Minha Vida” .

A última vez que fizeram gracinha com ela dizendo que Azeitona vai dentro de “coxinha” e também lhe chamando de “gatuna” Azeitona ameaçou uma cusparada , mas preferiu dar porrada mesmo.

Não quero culpar nem desculpar Azeitona.

Esses gatos hoje em dia andam muito espertos…

Conquiste sua amada de vez, sem traições !

Conquiste de vez a sua amada ! Traição ? Esqueça , isso é coisa do passado. O negócio é aMAR. Incondicionalmente, sem preconceitos . Traga sua querida de volta. Garantizado, mais que amarração de macumba. Serve prá homem , prá mulher , prá trazer seu deputado de volta. Mostre que você não é só aquele cocô de pombo que adora um baticum, nem um marimbondo de fogo, que sua alma é pura e cheia de poesia. Volta Querida ! Clique na imagem e gere instantaneamente um poema.

Poeminhas de um homem de sorte
Para musas #belas #recatadas e #doLar

Somos todos poetas. Somos todos temer !temer-poeta

Faca e o queijo na mão, ou do limão uma limonada

Por Beto Bertagna

A janela eleitoral se abriu e se a cena política se deteriorar fica uma excelente oportunidade para unificar as eleições municipais, estaduais e federais. Teríamos de 4 em 4 anos eleições gerais para vereador, prefeito, deputados estaduais, governadores, deputados federais, senadores e Presidente da República.

Uma economia aos combalidos cofres públicos, uma depuração natural para os que usam as eleições como escadinha e estabilidade e tranquilidade ao país.

Só falta combinar com os russos, segundo o Garrincha. E no caso eles são os parlamentares da Câmara Federal e do Senado, com todo aquele nível e cabedal demonstrado na votação do impeachmente.

Mas #ficaadica do blog : Eleições gerais, de cabo a rabo, barba cabelo e bigode, ou como vc preferir chamar. Dá tempo, estamos ainda em abril. Não é ainda agosto, mês do cachorro louco.

Obs: Se os TRE´s e o TSE acharem que está em cima , se transfere essa pohã para dezembro.

Já que…

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CLIQUE NA IMAGEM

Já que o STF é flagrantemente covarde por receber uma denúncia há 6 meses e nada fazer, já que a democracia um dia já existiu no Brasil, já que o jagunço Moro  fez a sua parte e agora vai recuar, já que o Janot…. ah, o Janot, já que a Comissão de Ética da Câmara é formada por corruptos indicados pelo próprio CUnha, já que todos que apoiaram o Golpe estão apoiando CUnha, ASSINEMOS nós essa petição pelo menos, se é que esse patife já não está em conluio com o AVAAZ também…

Link para a petição ou então clique na imagem do indivíduo >

Pela cassação do mandato de Eduardo CUnha

Um novo tempo está nascendo com Cunha e Temer no comando da nação

Somos milhões de cunhas. E para nossa sorte, quem não é Dilma é CUnha. Juntos estamos escrevendo esta página brilhante da história, um verdadeiro revival de 1964, onde os bons se uniram aos melhores para tirarem um governo corrupto e restabelecer a decência Nacional.

Trata-se de um movimento profundo, integrado não só pelo Dr. Cunha e seus amigos, como pela Corte Maior, pelo procurador geral, pelo juiz Moro, e  principalmente pela emissora da revolução, sem a qual essa remissão jamais teria sido possível.

Não vamos tomar o poder novamente em nossas mãos para entregá-lo de novo para o apedeuta Lula em 2018, não. Vamos providenciar para que nunca mais um representante da gentalha usurpe novamente o cargo de mandatário maior do país. Isto é um movimento cívico que só tem paralelo em Salazar, a família cristã será defendida do comunismo por décadas a fio

.

O perigo agora será a subversão e a sabotagem comunista. Ficaremos atentos para denunciar e combater todos aqueles que mostrarem o mínimo traço de marxismo, bem como combateremos todos os comunistas da internet, sempre dispostos a prejudicarem o bom governo nascente. Será editada uma lei proibindo os esquerdistas de chamarem o movimento saneador que levamos a cabo de golpe, e todas as TVs por assinatura  serão obrigadas a transmitirem em cadeia a Globonews em todos os canais 24 horas por dia. O PT será posto na  ilegalidade, seus deputados cassados, e os que fizerem qualquer tipo de acusação contra o vice presidente também serão processados.

via Prof Hariovaldo Almeida Prado

Calorias

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Divulgação

Isolator : a solução para seu problema de concentração

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O “Capacete Isolador” foi projetado para ajudar a focar a mente ao ler e escrever.  Criado por Hugo Gernsback em 1925 , o Capacete Isolador elimina todo o ruído do lado de fora, e também o campo de visão é limitado apenas a uma linha de texto através de uma linha horizontal no visor, Obviamente acabando com todas as distrações a sua volta. Desta forma poderia ser profundamente contraproducente: como é que ele sabe que sua casa estava em chamas, ou se ele deixou cair o lápis? Mesmo se tudo correr bem, lendo ou escrevendo geralmente envolve voltar para reler um parágrafo ou cruzar uma referência, como ele faria isso? O capacete também possui um espaço frontal para a entrada de um tubo de oxigênio para o usuário não morrer asfixiado.

via Insanidades Humanas

Prá vc que adora o SuperPato da Fiesp. Que tal reduzir o horário do seu almoço para 15 minutos ?

“Aqui temos uma hora de almoço. Normalmente, não precisa de uma hora. Se você vai numa empresa nos EUA, você vê [o funcionário] comendo o sanduíche com a mão esquerda e operando a máquina com a mão direita. Tem 15 minutos para o almoço.

Palavras do vice-presidente da FIESP, aquela do Super Pato Amarelo ….

Bolsonaro promete acabar com todos os cursos presenciais da área de humanas das federais

                                     Quer ser filósofo ou antropólogo? Fique em casa.

Jair Bolsonaro, possível candidato à presidência em 2018 pelo PSC, adiciona mais uma polêmica ao seu arsenal de quiproquós. Caso eleito, uma de suas tarefas na educação será relegar todos os cursos de graduação da área de humanas das universidades federais para o sistema de EAD (Educação a Distância). Às instituições particulares será dada a opção de extinção de toda e qualquer disciplina filosófica, sociológica ou antropológica das grades curriculares.
Segundo ele, os cursos de humanas desperdiçam investimentos que deveriam estar em ciências úteis e pragmáticas como física, matemática e informática. De fato, as humanas se encontram em permanente estado de mendicância, encarceradas em departamentos com arquitetura de sanatório, abarrotadas de pitorescas figuras discentes e docentes que se espezinham por escassas bolsas da CAPES, Facepe ou CNPq. Enquanto os departamentos de física e informática são agraciados, acarinhados por reitores, modernizados, com bolsas em abundância e absolutamente antissépticos.
“EAD é o princípio da extinção da educação, todo mundo sabe! Vamos usá-la ao nosso favor. E é esse pessoal toxomaníaco que fomenta o comunismo no país. Você já leu uma tese de doutorado de um filósofo ou antropólogo? ESQUIZOFRENIA! Feministas, LGBT’s, punks, hippies, góticos… Todos eles são oriundos das filosofias, sociologias, histórias e ciências políticas. Platão? Aristóteles? Marx? Durkheim? Beauvoir? Fukuyama? Malinowski? Pra quê essa inutilidade, pelo amor de Deus!? Vamos deixar esse pessoal preso em casa, no computador domiciliar, fazendo usufruto de Wikipedia”, disparou Bolsonaro.

fonte: Diario de Pernambuco

Cadeia da Legalidade On Line !

brizola na legalidade“Em 1961 , quando houve a ameaça de João Goulart não reassumir o posto de Presidente após uma viagem comercial à China, Brizola comandou a Cadeia da Legalidade, na verdade a Rádio Guaíba, de Porto Alegre transmitindo diretamente do Palácio do Piratini, sede do governo estadual do RS. A ela depois se juntaram
Rádio Brasil Central , no Palácio das Esmeraldas em Goiânia/GO , a
Rádio Clube (Blumenau/SC) e a Rádio Mayrink Veiga (Rio de Janeiro/RJ), Se apenas 4 rádios seguraram o golpe em 1961 porque nós que somos milhões na Internet, não haveremos de fazê-lo ? ” Viva a Cadeia da Legalidade, agora em versão On Line , via Facebook, Twitter e o que mais pintar ” Muito mais poderosa !

Leia Também :

A Cadeia da Legalidade

> Brevíssima Lista dos “Blogs Sujos” que ajudaram a eleger Dilma Roussef

O ódio

Guerra Civil Espanhola - foto Robert Capa

Guerra Civil Espanhola – foto Robert Capa

Por Zane Santos

O ódio, antes imaculado, está nos olhos de todos, o caos está instaurado em todas as instâncias… nego leva e dá porrada na rua e já nem sabe pq… discursos fascistas em bocas que não compreendem o quão grave isso pode acarretar, tempos de embriaguez coletiva… a pátria que me pariu, já não sabe quais os filhos não fogem à luta, pq muitos não estão brigando por ela, a luta não é em defesa da democracia, é em defesa de um seleto grupo dos podres poderes.

Macartismo tupiniquim

Lista que está rolando na blogsfera supostamente escrita por ex-colunista de revista, que saiu do país para se livrar de alguns processos , com nomes a serem boicotados por serem de esquerda.

Chico Buarque
Luis Fernando Verissimo
Fernando Morais
Gilberto Gil
Preta Gil
Wagner Moura
Jô Soares
Marieta Severo
José de Abreu
Camila Pitanga
Gregorio Duvivier
Laerte Coutinho
Tico Santa Cruz
Luiz Carlos Barreto
Paulo Betti
Carlinhos Brown
Alcione
Beth Carvalho
Xico Sá
Marilena Chaui
Vladimir Safatle
Dinho Ouro Preto
Chico César
Osmar Prado
Tonico Pereira
Cristiana Lôbo
Leonardo Boff
Juca Kfouri
Leonardo Sakamoto
Pablo Villaça
Luiza Trajano (Magazine Luiza)
Paulo Henrique Amorim
Luis Nassif
Paulo Nogueira Batista Jr.
Leonardo Attuch
Kennedy Alencar
Viviane Mosé
Mario Sergio Conti
Barbara Gancia
Chico Pinheiro
Guilherme Boulos
Paulo Moreira Leite
Luiz Gonzaga Belluzzo
Luís Carlos Bresser-Pereira
Delfim Netto
Miguel Nicolelis
Letícia Sabatella
Renato Janine Ribeiro
Mário Sérgio Cortella
Frei Betto
Emir Sader
Marcelo Adnet
Mino Carta
André Singer
Laura Carvalho
Maria Rita Kehl
Fábio Konder Comparato
Felipe Santa Cruz

O site de notícias Sul21 publicou na segunda (28) uma nova “lista” de 736 ”petralhas cúmplices dos golpistas” divulgada por um ex-colunista da Veja , Rodrigo Constantino que sugere um boicote aos ”vagabundos”, que segundo ele, querem transformar o Brasil em uma Venezuela. Ele ainda completa: ”Não comprem nada deles! Não leiam suas colunas! Não frequentem seus shows e peças. É boicote geral a petralha!”

Confira a lista a seguir:

1. Acauã Sol, ator
2. Adilson Citelli, professor da USP
3. Adilson Marcelino, jornalista e pesquisador
4. Adrian Cooper, cineasta
5. Adriana Maciel, artista plástica
6. Adriane Canan, jornalista e roteirista
7. Afonso Borges, produtor cultural
8. Aida Marques, professora e cineasta
9. Ailton Franco Jr., produtor
10. Alain Fresnot, cineasta
11. Alba Brito, atriz e compositora
12. Alberto Villas, jornalista
13. Alda Caldas, publicitária
14. Aldir Blanc, compositor
15. Aldo Della Monica, jornalista
16. Alexandre Barbosa de Souza, poeta e tradutor
17. Alexandre Sato, ator
18. Alfredo Bertini, produtor
19. Alfredo Saad Filho, professor de economia
20. Alice Braga atriz
21. Alice de Andrade, cineasta
22. Alice Gomes, roteirista
23. Alice Ruiz, escritora e compositora
24. Aline Abovsky, atriz
25. Aline Biz, cineasta
26. Alípio Freire, jornalista e escritor
27. Allan Ribeiro, cineasta
28. Almir Almas, cineasta, VJ e professor
29. Altamiro Borges, jornalista
30. Aluizio Salles Jr, cineasta
31. Amélia Toledo, artista plástica
32. Ana Bielschowisky, cineasta
33. Ana Cecília Costa, atriz
34. Ana Cissa Pinto, diretora de criação
35. Ana Dip, produtora
36. Ana Luisa Lima, critica de arte e editora
37. Ana Luiza Azevedo, cineasta
38. Ana Maria Magalhães, cineasta
39. Ana Petta, atriz e produtora
40. Ana Petta, atriz e produtora
41. Ana Souto, dramaturga
42. Ana Vidotti, jornalista
43. Anderson Augusto, professor e artista plástico
44. André Abujamra, músico
45. André Bechelane, jornalista
46. André Domicciano, dramaturgo e diretor teatral
47. André Felipe da Costa, cientista social
48. André Hosoi, músico e designer
49. André Iki Siqueira, escritor e documentarista
50. André Klotzel, cineasta
51. André Lorenz Michiles, cineasta
52. André Martins Biancarelli, economista
53. André Parente, artista e cineasta
54. André Ristum, cineasta
55. André Singer, cientista político
56. André Vainer, arquiteto
57. Andrea Cals, jornalista, curadora
58. Andrea de Magalhães Matos, economista
59. Andrea Tedesco, atriz
60. Andrei Koerner, professor de ciência política
61. Angela Barros, atriz
62. Angela Corrêa, atriz
63. Angela Lago, escritora
64. Anibal Massaini, produtor de cinema
65. Anita Simis, prof. universitaria
66. Anna Muylaert, cineasta
67. Anne Fryszman, curadora e programadora
68. Annely Damião Nascimento, gestora cultural
69. Antônio Ferreira, cineasta
70. Antônio Grassi, ator
71. Antonio Malta Campos, artista plástico
72. Antonio Nóbrega, artista popular e músico
73. Antonio Paiva Filho, crítico e roteirista de cinema
74. Antônio Pitanga, ator
75. Antonio Prata, escritor
76. Antonio Sergio Bueno, prof. universitário
77. Ari Colares, musico
78. Arrigo Barnabé, compositor
79. Aryane Faria Vellis, produtora e assessora
80. Audálio Dantas, jornalista e escritor
81. Augusto de Campos, escritor e procurador do estado
82. Aurélio Michiles, cineasta
83. Aytan M. Sipahi, médico
84. Azul Serra, cineasta
85. Baby Amorim, produtora e percursionista
86. Beatriz Bianco, educadora
87. Beatriz Goulart, arquiteta e urbanista fau, usp
88. Beatriz Seigner, cineasta
89. Bebel Du Gueto, rapper
90. Bel Bechara, documentarista
91. Ben Berard, escritor e gestor cultural
92. Bernardo Carneiro Horta, jornalista
93. Bernardo Florim, roteirista
94. Bernardo Magalhães, fotografo
95. Bernardo Ricupero, cientista político
96. Bete Mendes, atriz
97. Beth Sá Freire, programadora e curadora
98. Beto Almeida, jornalista
99. Beto Brant, cineasta
100. Beto Rodrigues, cineasta
101. Betse de Paula, cineasta
102. Betty Faria, atriz
103. Bia Barcellos, produtora cultural
104. Bia Lessa, atriz e diretora
105. Bruna de Sousa Silva, cineasta
106. Bruno Bini, cineasta
107. Bruno Dunley, artista plástico
108. Bruno Gomes Monteiro, jornalista
109. Bruno Moreschi, artista visual
110. Bruno Schultze, artista plástico
111. Bruno Simões Coelho, professor de gastronomia
112. Bucassa Kabengele, ator e cantor
113. Caique Botkay, teatro e educação
114. Camila Pitanga, atriz
115. Camile Sproesser, artista visual
116. Carla Caffé, diretora de arte
117. Carla Chaim, artista plástica
118. Carla Francini, produtora e roteirista
119. Carla Massa, atriz
120. Carla Trombini, atriz
121. Carlos Alberto Dias, artista visual, educador e filósofo
122. Carlos Alberto Mattos, jornalista
123. Carlos Gerbase, cineasta e professor
124. Carol Badra, atriz
125. Carol Sylos arquiteta
126. Carolina Benevides, produtora de cinema
127. Carolina Paiva, cineasta
128. Carolina Splendore, atriz
129. Caroline Cagnatto, produtora musical
130. Cássio Dias Pelin, jornalista
131. Castilho Marques Neto, editor e prof. universitário
132. Ceci Vieira Juruâ , economista
133. Cecilia Azevedo Lima Collares, professora faculdade de educação
134. Cecilia Rangel atriz e dramaturga
135. Cejana Di Gumarães, jornalista
136. Célio Turino, historiador
137. Celso Favaretto, prof. universitário
138. Celso Santiago, gestor cultural
139. César Callegari, sociólogo
140. Charles Fricks, ator
141. Chico Amaral, músico
142. Chico Buarque, compositor, cantor, escritor
143. Chico de Paula, escritor e artista visual
144. Chico Diaz, ator
145. Chico Faganello, cineasta
146. Chico Ferraz, filósofo
147. Christiano Melo, diretor de fotografia
148. Cibele Bissoli, atriz
149. Cissa, cartunista e escritora
150. Claudia Assunção, atriz
151. Claudia Büschel, cineasta
152. Claudia Furiat, produtora
153. Claudia Grinsztein Dottori, pesquisadora de Cinema
154. Claudia Mello, atriz
155. Claudia Priscilla, cineasta
156. Claudia Schapira, diretora e atriz
157. Claudio Amaral Peixoto, diretor de arte e cenografia
158. Cláudio Kahns, cineasta
159. Claudio Luiz Sodré Mandes, ator
160. Clélia Bessa, produtora de cinema
161. Cleuza Maria da Cunha Bettoni, professora universitária
162. Conceição Lemes, jornalista
163. Creuza F Borges, diretora e atriz.
164. Cris Rangel, poeta e produtora cultural
165. Cristiana Grumbach, cineasta e astróloga
166. Cristiana Tejo, curadora, professora e gestora cultural
167. Cristina Abi, produtora executiva
168. Cristina Sampaio, socióloga
169. Dácio Bicudo, diretor de filmes
170. Dacio Malta, jornalista
171. Dainara Toffoli, cineasta
172. Danddara, cineasta e artista Florestal
173. Daniel Furiat Sroulevich, produtor
174. Daniel Minchoni, poeta
175. Daniel Ribeiro, cinesta
176. Daniel Santiago, cineasta
177. Daniela Antonelli Aun, produtora executiva
178. Daniela Broitman, cineasta
179. Daniela Thomas, cineasta
180. Dany Roland, musico e ator
181. Davi Meyer, produtor e cineasta
182. David Kullock, cineasta
183. Debora Cruz, jornalista
184. Debora Dias, historiadora
185. Debora Duboc, atriz
186. Déborah Kalume, atriz
187. Decio Ferrone, Professora
188. Deia Brito, produtora de arte
189. Deise Abreu Pacheco, pesquisadora
190. Dener Gomes, jornalista
191. Denise Adams, artista visual
192. Denise Camargo, fotografa
193. Denise Janoski, produtora
194. Diana Almeida, produtora de cinema
195. Diogo Costa, figurinista
196. Diogo Moyses, jornalista
197. Dira Paes, atriz
198. Dmitry Gomes, escritor
199. Dodô Brandão, cineasta
200. Dora Castellar, roteirista
201. Doris Rollemberg, cenógrafa e arquiteta
202. Eda Nagayama, escritora
203. Eda T. De. O. Tassara, prof. universitária
204. Eder Lima, musico e compositor
205. Éder Lopes, ator
206. Eder Santos Jr, cineasta
207. Edilson Castanheira, diretor teatral
208. Edith Derdyk, artista plástica
209. Edna Roland, psicóloga
210. Edouard Fraipont , artista visual e fotógrafo
211. Eduardo De Stefano Menin, cineasta
212. Eduardo Fagnani, economista
213. Eduardo Farias, editor
214. Eduardo Guimarães , blogueiro
215. Eduardo Lurnel, produtor cultural
216. Eduardo Nassife, escritor e roteirista
217. Eduardo Ribeiro Gonçalves Affonso, designer
218. Elaine Bortolanza, produtora
219. Elcio Torres, artista plástico
220. Eleonora Rosset, psicanalista
221. Eliana Avezun, arquiteta
222. Eliana Bolanho, atriz
223. Eliana Martins Cavalcante, bailarina e coreógrafa
224. Eliane Caffé, cineasta
225. Eliete Mejorado Maziero, compositora
226. Eliete Negreiros, cantora
227. Elisa Gomes, designer e produtora
228. Elisa Larkin Nascimento, pequisadora
229. Elisa Ohtake,
230. Elizabeth Lorenzotti, jornalista e escritora
231. Emicida, rapper
232. Emiliano José, jornalista e escritor
233. Emir Sader, sociólogo
234. Eneida Vieira Santos, tradutora
235. Enio José Silva, arquiteto
236. Eric Nepomuceno, escritor
237. Erika Puga, atriz
238. Esther Bermerguy, economista
239. Eunice Gutman, cineasta
240. Evaldo Mocarzel, cineasta e jornalista
241. Eveli Przepiorka, artista plástica
242. Fabiano Gullane, produtor de Cinema
243. Fabiano Maciel, cineasta
244. Fabio Cypriano, jornalista e professor universitário
245. Fabio Konder Comparato, professor universitário
246. Fabio Miguez, artista plástico
247. Fábio Yamaji, animador
248. Fafi Prado, artista educadora
249. Fatima Bushel Garcia, professora
250. Felipe Gomes Moreira, ator
251. Felipe Nepomuceno, documentarista
252. Felipe Tassara, arquiteto
253. Felipe Vieira de Galisteu, artista teatral e professor
254. Fernanda Barcelos, atriz
255. Fernanda Sanches, atriz
256. Fernanda Tanaka, diretora de fotografia
257. Fernanda Vianna, atriz
258. Fernando Coster, cineasta
259. Fernando Morais, jornalista e escritor
260. Fernando Nogueira da Costa, economista e prof. universitário
261. Fernando Nogueira, arquiteto e artista plástico
262. Fernando Velázquez, artista visual
263. Flavia Castro, cineasta
264. Flavio Botelho, produtor e diretor
265. Flavio Carvalho Ferraz, psicólogo
266. Flávio Renegado, cantor e rapper
267. Flavio Scavasin, consultor em acessibilidade
268. Flavio Tambellini, cineasta
269. Francesco Di Tillo, artista plástico
270. Francis Vale, cineasta
271. Francisco (Ícaro) Martins, cineasta
272. Francisco César Filho, cineasta
273. Francisco Ferraz – filósofo e político
274. Francisco Fonseca, prof. de ciência política
275. Frank Mora, cineasta
276. Frederico Cardoso, diretor de filmes, cineeducador
277. Frederico Oioli de Campos, professor
278. Frei Leonardo Boff
279. Gabriel Falcão, ator
280. Gabriel Priolli, jornalista
281. Gabriela Amaral Almeida, cineasta
282. Gabriela Lins e Silva, cineasta
283. Gabriela Mourato, figurinista
284. Gabriela Pompermayer, produtora cultural
285. Galeno Amorim, jornalista
286. Genuino Santos, revisor, pesquisador de texto
287. Georgette Fadel, atriz
288. Georgiana Góes, atriz
289. Geraldo Moraes, cineasta
290. Geraldo Sarno, cineasta
291. Gerson Salvador, médico e escritor
292. Giba Assis Brasil, cineasta
293. Gil Duarte, musico e artista plástico
294. Gilson Packer, administrador cultural
295. Gilson Vargas, cineasta
296. Gisela B. Camara, cineasta
297. Gisele Mandes de Paula, jornalista
298. Glauber Paiva Filho, cineasta
299. Glauber Piva, gestor cultural
300. Glaucia Machado, professora
301. Glauco Arbix, sociólogo
302. Gog, rapper
303. Graça Coutinho, coordenadora de festivais
304. Gregório Duvivier, ator
305. Guilherme Wisnik, arquiteto
306. Guiomar de Grammont, escritora e professora universitária
307. Gustavo Morais, cineasta
308. Gustavo Rosa de Moura, cineasta
309. Hector Babenco, cineasta
310. Helena Iono, produtora de tv
311. Helena Solberg, cineasta
312. Helena Sroulevich, produtora
313. Helena Tassara, cineasta
314. Helenita M. Sipahi, médica
315. Heloisa Passos, fotografa e cineasta
316. Helvécio Marins Jr, cineasta
317. Helvécio Ratton, cineasta
318. Helvia Vorcaro, historiadora, restauradora
319. Helvídio Mattos, jornalista
320. Henri Arraes Gervaiseau, cineasta
321. Henriette Effenberger, escritora
322. Henrique da Paz, ator e diretor de teatro
323. Henrique Zanoni, ator
324. Hermano Penna, cineasta
325. Hildegard Angel, jornalista
326. Hilton Lacerda, cineasta
327. Hugo Kovenski, cineasta
328. Hugo Melo Filho, juiz do trabalho e professor da UFPE
329. Igor Fuser, prof. universitário
330. Ilana Scherl, prof. universitária
331. Imara Reis, atriz
332. Inês Castilho, psiquiatra
333. Inês do Amaral Buchel, ex-promotora e blogueira
334. Ingra Liberato, atriz
335. Iraci de Jesus, figurinista
336. Iran do Espirito Santo, artista plástico
337. Isa Albuquerque, diretora e produtora de cinema
338. Isa Fonseca, jornalista e escritora
339. Isa Grinspum Ferraz, cineasta
340. Isabel M. Sipahi, designer
341. Isabelle Rathery, editora
342. Isadora Ferrite, atriz
343. Ittala Nandi, atriz
344. Ivan Medeiros Masocatto, musico e produtor cultural
345. Ivan Seixas, jornalista e ex preso político
346. Ivana Jinkings, editora
347. Ivany Turibio, jornalista
348. Ivo Herzog, diretor do Instituto Vladimir Herzog
349. Izaías Almada, escritor
350. Jacob Solitrenick, diretor de fotografia
351. Jacques Cheuiche, fotógrafo
352. Jaime Lauriano, artista visual
353. Jaime Lerner, cineasta
354. JC Bruno, artista gráfico
355. Jean Claude Bernardet, cineasta
356. Joana Nin, documentarista e produtora
357. João Cuca, músico
358. João Luiz Vieira, professor de cinema
359. João Miguel Valencise, cineasta, músico
360. João Negrão, jornalista e líder comunitário
361. João Paulo Procópio, cineasta
362. João Paulo Soares, jornalista
363. João Sicsú, economista e professor universitário
364. João Ximenes Braga, escritor
365. Joel Zito Araújo, cineasta
366. Jom Tob Azulay, cineasta
367. Jorge Alfredo, cineasta
368. Jorge Durán, cineasta
369. Jorge Furtado, cinesta
370. Jorge Luiz Souto Maior, prof. universitário e juiz do trabalho
371. Jorge Mattoso, economista e prof. universitário
372. Jorge Peregrino, distribuidor de cinema
373. José Araripe Jr, cineasta
374. José Antonio Abreu de Oliveira, escritor
375. José Arbex Jr, jornalista
376. José Artur Coelho de Aguiar, médico
377. José Augusto da Fonseca Valente, jornalista
378. José Carlos de Assis, economista e prof. universitário
379. José Carlos de Medeiros Gondim, professor e jornalista
380. José Carlos Ribeiro, arquiteto e compositor
381. José Carone Jr, cineasta
382. José Cavalcante de Souza, professor
383. José Celso Martinez Corrêa, artista de teatro
384. José de Abreu, ator
385. José Gatti, professor
386. Jose Joffily, cineasta
387. José Miguel Wisnik, músico
388. José Paulo Moutinho Filho, advogado
389. José Roberto Eliezer, diretor de fotografia
390. Jose Roberto Torero, escritor
391. Josi Burigo, atriz
392. Juarez Moreira, músico
393. Júlia Ayres, figurinista
394. Júlia Barreto, atriz
395. Júlia Lemmertz, atriz
396. Juliana Carapeba, cineasta
397. Juliana de Carvalho, produtora cultural
398. Juliana de Oliveira, bailarina e profª universitária
399. Juliana Lira, produtora executiva
400. Juliana Vicente, cineasta
401. Juliano Garcia, professor de literatura
402. Júlio Caldeira, jornalista e DJ
403. Júlio Machado, ator
404. Júlio Saraiva, ator e arquiteto
405. Junior Brassalotti, ator e produtor cultural
406. Karine Spuri, atriz
407. Kauê Zilli,cineasta
408. Kiko Goifman, cineasta
409. Kimi Nii, artista
410. Kleber Chagas Cerqueira, cientista político
411. Kleber Mendonça Filho, cineasta
412. Laura Capriglione, repórter
413. Laura Faerman, documentarista
414. Laurindo Lalo Leal Filho, prof. universitário
415. Lauro Escorel, cineasta
416. Lawrence Wahba, documentarista
417. Laymert Garcia dos Santos, prof. universitário
418. Léa Maria Aarão Reis, jornalista
419. Léa Van Steen, cineasta
420. Leandro Lago, ator
421. Leandro Rocha Saraiva, roteirista
422. Lécio Rabello, ator
423. Leda Beatriz A. Spinard Ledusha, poeta
424. Lena Cardoso, jornalista e figurinista
425. Léo Gonçalves, poeta
426. Leonardo Remos, artista
427. Leticia Rita, artista visual
428. Letícia Sabatella, atriz
429. Leticia Simões, diretora e roteirista
430. Lícia Brancher, produtora audiovisual
431. Lígia Walper, produtora cinematográfica
432. Liliane M. Rosa Sanseverino, designer gráfico
433. Lina Agifu, atriz
434. Lincoln Secco, prof. universitário
435. Lineu Kohatsu, prof. universitário
436. Lira Neto, escritor
437. Líria Porto, poeta
438. Lírio Ferreira, cineasta
439. Lisandro Santos, diretor de animação
440. Livia Garcia-Roza, escritora
441. Lonnie Gross, psicoterapeuta
442. Lorena da Silva, atriz
443. LS Raghy, artista e escritor
444. Lua Tatit, bailarina
445. Luana Tolentino, professora e historiadora
446. Lucas Baptista de Oliveira, doutorando em ciência politica
447. Lucas Figueiredo, jornalista e escritor
448. Lucia Merlino, educadora somática
449. Lucia Murat, cineasta
450. Lucia Rêgo, gestora e produtora cultural
451. Luciana Burlamaqui, jornalista e cineasta
452. Luciana Cavalcante Torquato, psicóloga
453. Luciana De Francesco, fotografa
454. Luciana Dolabella, produtora
455. Luciana Nanci, cineasta
456. Luciana Salles, gestora cultural
457. Luciana Sendyk, escritora
458. Luciana Servulo da Cunha, cineasta
459. Luciano Loprette, jornalista e escritor
460. Lucienne Guedes, atriz e dramaturga
461. Lucrécia Anchieschi Gomes, pedagoga
462. Lucy Barreto, produtora de cinema
463. Luis Dantas, professor e cineasta
464. Luís Fernando Emediato, editor
465. Luis Henrique de Campos, gestor publico
466. Luiz Felipe de Alencastro, historiador e cientista politico
467. Luiz Alberto Cassol, diretor cinematográfico
468. Luiz Bolognesi, cineasta
469. Luiz Carlos Barreto, produtor de cinema
470. Luiz Carlos Lacerda, cineasta
471. Luiz Marques, prof. universitário
472. Luiz Pinguelli Rosa, físico, professor universitário
473. Luiz Tatit, musico
474. Luiza da Luz Lins, produtora e cineasta
475. Lula Ricardi, artista visual
476. Maíra Buhler, cineasta
477. Malu Bierrenbach, atriz
478. Manfredo Caldas, cineasta
479. Manoel Carlos Conti, jornalista
480. Maralice de Souza Neves, professora
481. Marcela Assad de Almeida, produtora
482. Marcelo Andrade, roteirista
483. Marcelo Brettas, jornalista e escritor
484. Marcelo Carvalho Ferraz, arquiteto
485. Marcelo G. Tassara, cineasta e professor
486. Marcelo Salum, artista visual
487. Marcelo Santiago, cineasta
488. Marcelo Semer, juiz de Direito e escritor
489. Marcelo Vogneron, fotógrafo
490. Marcia Copola, cineasta
491. Marcia Espíndola de Macedo, produtora cultural
492. Márcia Marques, professora
493. Marcio Allemand, jornalista
494. Marcio Branco, ator e produtor
495. Marcio Curi, cineasta e produtor
496. Marcio Kogan, arquiteto
497. Marco Piva, jornalista
498. Marco Ricca, ator
499. Marcos Altberg, cineasta
500. Marcos Bertoni, arquiteto
501. Marcos Costa Lima, professor universitário
502. Marcos Manhães Marins, cineasta
503. Marcos Messerschmidt, poeta
504. Marcus Moura, cineasta
505. Marcus Nascimento, roteirista
506. Marema Valadão, poeta
507. Margret Althuon, economista
508. Maria Alice Vieira, historiadora
509. Maria Aparecida Affonso Moysés, professora
510. Maria Augusta Ramos, cineasta e produtora
511. Maria Aurea Santa Cruz, escritora e produtora cultural
512. Maria Cecilia Iodice, produtora
513. Maria Chiaretti, programadora e produtora de cinema
514. Maria Consuelo Saphira Cordeiro, advogada
515. Maria do Carmo de Brito Fernandes, jornalista
516. Maria Farkas, cineasta
517. Maria Giulia Pinheiro, dramaturga e poeta
518. Maria Gladys, atriz
519. Maria Helena Chira, atriz
520. Maria Lucia de Resende Chaves, artista e pesquisadora
521. Maria Lucia Flacão, economista
522. Maria Lucia Rangel, jornalista
523. Maria Luiza Falcão, economista
524. Maria Maia, documentarista
525. Maria Regina R. Ramos, restauradora
526. Maria Rita Kehl, psicanalista
527. Maria Rita Loureiro, prof. universitária
528. Maria Valéria Rezende, escritora
529. Maria Victoria Benevides, socióloga
530. Mariana de Matos, artista plástica e escritora
531. Marilena Chauí, filósofa
533. Marília Alvarez Melo, produtora
534. Marília Alvim, cineasta
535. Marilia Del Vecchio, artista visual
536. Marilia Lian Andrade, jornalista
537. Marilia Paiva, arquiteta
538. Marina Maluf, historiadora
539. Marina Person, cineasta
540. Marina Pessanha, documentarista
541. Marina Tenório, coreógrafa
542. Mario Viana, dramaturgo
543. Marisilda Silva, jornalista
544. Marize Muniz, jornalista
545. Marjorie Gueller, figurinista
546. Marta Alencar Carvana, produtora
547. Marta Fantini – radialista
548. Marta Magalhães, psicóloga
549. Martha Ferraris, diretora de produção
550. Martha Vianna, ceramista
551. Marton Olympio, cineasta
552. Martonio Mont’Alverne Barreto Lima, prof. universitário e procurador
553. Mateus Aragão, produtor
554. Mateus Araújo Silva, pesquisador e professor
555. Maurice Capovila, cineasta
556. Maurício Broinizi Pereira, historiador
557. Mauro Aulicino, músico
558. Mauro Baptista Vedia, cineasta
559. Mauro Gentil Mineiro, palhaço
560. Mauro Rodrigues, músico
561. Max Alvin, diretor de tv e documentarista
562. May Shuravel, escritora
563. Mayrá Lima, jornalista
564. Maysa Britto, artista
565. Melanie Dimantas, roteirista
566. Micaela Cajahuaringa, diretora de fotografia
567. Miguel Faria, cineasta
568. Mo Toledo, artista plástico
569. Monica Frota, cineasta
570. Monica Maria Farid Rahme, professora universitária
571. Monique Gardenberg, cineasta
572. Monique Vivian Mandes Guedes, prof. universitaria
573. Murilo Salles, cineasta
574. Myriam Chinalli, escritora e psicanalista
575. Najla Passos, jornalista
576. Naruna Costa, atriz
577. Nega Duda, cantora
578. Nele Azevedo, artista plástica
579. Nelson Screnci, artista plástico
580. Nerci Ferrari, jornalista
581. Nicia Guerriero, fotografa e escritora
582. Nicole Aun, diretora teatral
583. Nilce Aravecchia, arquiteta, professora da fau
584. Nilson Rodrigues, produtor de cinema
585. Nilson Villas Bôas, cineasta
586. Noilton Nunes, cineasta
587. Nono Penna Bordin, editor de áudio e video
588. Oberdan obss, dj e produtor
589. Orlando Senna, cineasta
590. Oswaldo Caldeira, cineasta
591. Otto, dj
592. Pablo Villaça, critico de cinema e escritor
593. Padre Ricardo Rezende, diretor da ONG Humanos Direitos
594. Paloma Riani, atriz
595. Paola Refinetti, jornalista
596. Patricia Galucci, cineasta
597. Patricia Kauark Leite, filósofa
598. Patrícia Pagu, educadora
599. Patricia Vaz, produtora e pesquisadora de cinema
600. Paula Barreto, produtora de cinema
601. Paula Consenza, atriz
602. Paula Gomes, produtora de cinema
603. Paula Maria dos Santos, interprete
604. Paula Sacchetta, jornalista e documentarista
605. Paulo Barroso, compositor e interprete
606. Paulo Betti, ator
607. Paulo Celestino, cooperativa Paulista de teatro
608. Paulo Cesar Caju, jornalista
609. Paulo Cesar Lima, fotografo
610. Paulo Faria, diretor de teatro
611. Paulo Maldonado, pesquisador
612. Paulo Roberto Feldman, professor da USP
613. Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro de direitos humanos e prof. universitário
614. Paulo Thiago, cineasta
615. Pedro Felicio, ator
616. Pedro Abhull, ator
617. Pedro Caetano, artista plastico
618. Pedro Farkas, cineasta
619. Pedro Tierra, poeta
620. Pedro Vicente, dramaturgo e artista plástico
621. Pinky Wainer, artista plástica
622. Priscila Miranda, distribuidora de filmes
623. Priscilla Brasil, diretora e roteirista
624. Rachel Monteiro, cineasta
625. Rafael de Boer, professsor universitário
626. Rafael Schlichting, cineasta experiemental
627. Regina Pessoa, artista plástica
628. Regina Rennó, artista plástica
629. Regina Vilarinhos, poetisa
630. Régine Ferrandis, editora
631. Reinaldo Pinheiro, cineasta
632. Renata Druck, cineasta
633. Renata Lucas, artista
634. Renata Lucindo Ferreira Mendonça, psicóloga
635. Renata Pinheiro, realizador a e artista visual
636. Renata Rezende, produtora de cinema
637. Renata Zhaneta, atriz
638. Renato Barbieri, cineasta
639. Renato Cury, artista fotográfico
640. Renato Tapajós, cineasta
641. Ricardo Lísias, escritor
642. Ricardo Pedrosa Alves, poeta
643. Ricardo Resende, curador do museu bispo do rosario
644. Roberta Estrela D’Alva, atriz
645. Roberto Farias, cineasta
646. Roberto Gervitz, cineasta
647. Roberto Lima, dramaturgo e gestor cultural
648. Roberto Muylaert, jornalista
649. Robson Jacqué, coreógrafo
650. Rodrigo Matheus, ator e diretor
651. Rogério Assis, fotógrafo
652. Rogério Barbosa, artista plástico
653. Rogério Correa, cineasta
654. Rogério Velloso, cineasta e video artista
655. Rollo, ator e cantor
656. Romulo Marinho, produtor de cinema
657. Rosa Emilia Dias, cantora
658. Rosaly Isabel Senra Barbosa, bibliotecária e escritora
659. Rosangela Reis Costa, restauradora
660. Rose D’Agostino, atriz e roteirista
661. Rosemberg Cariri, cineasta
662. Rosi Fer, produtora
663. Rosilene Maciel dos Santos, atriz e animadora cultural
664. Rossana Foglia, cineasta
665. Rozane Braga, produtora artística
666. Rubem Grilo, artista plástico
667. Rubem Murilo Leão rego, professor universitário
668. Rubens Zárate, escritor e produtor cultural
669. Rubens Rewald, cineasta
670. Rudson Marcelo, ator e diretor teatral
671. Rui Amaral, grafiteiro
672. Rui Solberg, cineasta
673. Rute Albuquerque, professora e contadora de historia
674. Ruth Klotzel, designer gráfica
675. Sabrina Leal, produtora cultural
676. Samuel Pinheiro Guimarães, embaixador
677. Sandra Alves, cineasta
678. Sandra Miranda, transcritora
679. Sandra Penna, escritora
680. Sandra Regina Cutar, coordenadora cultural
681. Sandro Serpa, documentarista
682. Sato do Brasil, artista e jornalista
683. Sebastião Velasco e Cruz, cientista político
684. Sérgio Augusto, jornalista e escritor
685. Sergio Granado, professor e músico
686. Sergio Mamberti, ator
687. Sergio Muniz, cineasta
688. Sergio Oliveira, realizador e roteirista
689. Sérgio Pinto de Almeida, editor e jornalista
690. Sergio Roizenblit, cineasta
691. Sergio Sanz, cineasta
692. Sergio Siviero, ator
693. Shellah Avellar, arquiteta
694. Silvana de Menezes, artista plástica e escritora
695. Silvana Tavano, jornalista e escritora
696. Silvia Buarque, atriz
697. Silvio Batistela, produtor cultural
698. Silvio Tendler, cineasta
699. Simone Matos, produtora de cinema
700. Simone Saback, roteirista e compositora
701. Sir Dema, dj e articulador cultural
702. Sofia Helena Martins Cavalcante, bailarina e coreógrafa
703. Solange Farkas, curadora
704. Solange Lima, cineasta e produtora
705. Sonia Esper, atriz e produtora
706. Sonia Império Hamburger, coordenadora de cinema e cultura
707. Sonia Irene Silva do Carmo, professora universitária
708. Susana Guimarães Pinto Dias, turismóloga
709. Suzana Amado, produtora de cinema
710. Suzana Coroneos, designer
711. Tabajara Ruas, cineasta e escritor
712. Taciana Barros, música
713. Taiane de Siqueira, assistente de direção
714. Tana Millan, estilista
715. Tata Amaral, cineasta
716. Tathiani Sacilotto, produtora de cinema
717. Tatiana Toffoli, produtora
718. Tato Fischer, músico
719. Tecka Mattoso, atriz
720. Teresa Vignoli, psicoterapeuta, poeta
721. Tereza Athayde, artista
722. Tereza Seiblitz, atriz
723. Tereza Trautman, cineasta
724. Thaelman Carlos, poeta e jornalista
725. Thais Medeiros, atriz e artista plástica
726. Theresa Jessouroun, cineasta
727. Thiago Carrapatoso, agitador cultural
728. Thiago Martins de Mello, artista visual
729. Tiago Tambelli, cineasta
730. Tião Maria, arquiteto e cineasta
731. Tico Santa Cruz, músico
732. Tito Ameijeiras, cineasta
733. Tizuka Yamasaki, cineasta
734. Toni Venturi, cineasta
735. Toninho Rodrigues, ator e diretor de teatro
736. Ubiratan Araújo, chargista e quadrinista
737. Vagner Freitas, presidente da cut
738. Valdizar Pinto do Carmo, jornalista
739. Valquiria Vieira, atriz e bailarina
740. Vandiléia Foro, atriz
741. Vania Catani , produtora de cinema
742. Vera Santana, produtora cultural
743. Verônica M. Melo, psicanalista
744. Vicente Ferraz, cineasta
745. Victor Leguy, artista visual
746. Victor Cesar Bota, cineasta
747. Vincent Carelli, antropólogo e cineasta
748. Vinicius Reis, cineasta
749. Virginia Cavendish, atriz
750. Viviane Castelleoni, figurinista
751. Vladimir Sacchetta, jornalista e produtor cultural
752. Wadih Damous, jurista
753. Wagner Morales, artista visual / cineasta
754. Wagner Moura, ator
755. Wagner Tiso, músico
756. Walderez de Barros, atriz
757. Walnice Nogueira Galvão, professora universitária
758. Walquiria Domingues Leão Rego, Profª Universitária
759. Walter Carvalho, cineasta e fotógrafo
760. Walter Quaglia, dramaturgo
761. Wellington Neri, artista visual, educador e grafiteiro
762. Wolney Oliveira, cineasta
763. Xenia França, cantora
764. Zeca Ferreira, cineasta
765. Zezé Goldschmidt, escritora, poetisa
766. Ziraldo, escritor, cartunista

Quem foi Joseph McCarthy ?

Macartismo (em inglês McCarthyism) é um termo que se refere à prática de acusar alguém de subversão ou de traição sem respeito pelas evidências. Segundo um dicionário on-line, se refere à “prática de fazer alegações injustas ou utilizar técnicas investigativas injustas, especialmente para restringir o dissenso ou a crítica política”.

O termo tem suas origens no período da História dos Estados Unidos conhecido comosegunda ameaça vermelha, que durou de 1950 a 1957 e foi caracterizado por uma acentuada repressão política aos comunistas, assim como por uma campanha de medo à influência deles nas instituições estadunidenses e à espionagem por agentes da União Soviética. Originalmente cunhado para descrever a patrulha anticomunista promovida pelo Senador republicano Joseph McCarthy, do Wisconsin, o termo logo adquiriu um significado mais extenso, sendo utilizado hoje para descrever o excesso de iniciativas similares. Também é utilizado para descrever acusações imprudentes e pouco fundamentadas, assim como ataques demagógicos ao caráter ou ao senso de patriotismo de adversários políticos.

Durante o macartismo, milhares de americanos foram acusados de ser comunistas ou simpatizantes e tornaram-se objetos de agressivas investigações e de inquéritos abertos pelo governo ou por indústrias privadas. O principal alvo das suspeitas foram funcionários públicos, trabalhadores da indústria do entretenimento, educadores e sindicalistas. As suspeitas eram frequentemente dadas como certas mesmo se fossem baseadas em evidências inconclusivas e questionáveis e se o nível de ameaça representado pela real ou suposta afiliação do indivíduo a ideias ou associações de esquerda fosse exagerado. Muitas pessoas perderam seus empregos e/ou tiveram suas carreiras destruídas; alguns foram até presos. A maioria das punições foram baseadas em julgamentos que mais tarde foram anulados, leis que foram declaradas inconstitucionais, demissões por justa causa que foram declaradas ilegais ou contestáveis e procedimentos extrajudiciais que entrariam em descrédito geral.

Os exemplos mais notáveis do macartismo incluem os discursos, as investigações e os inquéritos do próprio Senador McCarthy; a Lista Negra de Hollywood, com as investigações conduzidas pelo Comitê de Atividades Antiamericanas (HUAC); e as diversas atividades anticomunistas do FBI sob a direção de J. Edgar Hoover. O macartismo foi um amplo fenômeno sociocultural que afetou a sociedade dos Estados Unidos em todos os níveis e gerou uma grande quantidade de debate e conflito interno naquele país.

A “caça às bruxas” perdurou até que a própria opinião pública americana ficasse indignada com as flagrantes violações dos direitos individuais, graças em grande parte à atuação corajosa do famoso e respeitadíssimo jornalista Edward R. Murrow na rede americana de televisão CBS, o que levou McCarthy ao ostracismo e à precoce decadência. Ele morreu em 1957, já totalmente desacreditado e considerado uma figura infame e umavergonha para os americanos. Muitos filmes foram produzidos sobre este período, todos retratando McCarthy e seus seguidores como figuras desprezíveis e a histeria que criaram como uma crise que foi superada. Dentre estes destaca-se Boa Noite e Boa Sorte dirigido por George Clooney e estrelado por David Strathairn, no papel do jornalista Edward R. Murrow. O filme narra os embates entre o jornalista e o Senador McCarthy, durante os anos 1950, que contribuíram na decadência do senador.

via Wikipédia

Dia de celebrar Einstein

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O cientista Albert Einstein comemoraria hoje seu 137º aniversário. Nascido em 14 de março do ano de 1879 o cientista alemão faleceu em 18 de abril de 1955 nos EUA.

Marx desfaz dupla com Hegel, e irá cantar com Lenine na micareta de domingo

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Comunismo Hegeliano de Lula finalmente o levará para a prisão

> A culpa do Lula está em mim, eu sinto-a mas não posso tocá-la.

Assim sente o varão que por consciência de ofício labuta com ardor para prender o Mephisto já condenado no plano ideal, cujo corpo não corresponde no mundo físico, ao corpo de prova encontrado além, mas que de maneira apodíptica foi apresentada no inexoravelmente arrebatador pedido de prisão da criatura lulística, esse brilhantemente formulado pelos mui honrados promotores Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo. Groucho Marx estaria se revirando no túmulo diante de tal situação.

Also sprach Zarathustra, o novo homem bom não poderá surgir enquanto as chagas do comunismo lulístico não for de vez extirpada da face da terra, trazendo o ser a um novo patamar, condicionado ao ovo platinado da serpente que a todos conduz. Somente a demolição de tudo que represente as bandeiras do ser apedeuta, representante mor do lulismo, abrirá espaço para o renascimento pleno da entidade máxima humana, já por nós prefaciada em FHC.

Alvíssaras!

via Prof. Hariovaldo Almeida Prado

Sutiã privilegiado pelo Governo Federal !

Fora Porta-Seios Bolchevique e Comunista ! Modelo Model

Vá se privilegiar no Governo Federal de Cuba , accessório mundano escarlate !

(O citado reclame tirou as cores para passar baptido !)

Quem tem, tem ! Meryptocracia já !

ps

A mídia e a direita escancararam a guerra

Por Pablo Villaça, via Facebook

Aqueles que me acompanham há algum tempo sabem que frequentemente escrevo sobre a necessidade da serenidade na política. Inúmeras vezes falei que não era aceitável tratar oponentes políticos como inimigos. Salientei que o debate não se faz com violência.

Infelizmente, se sempre adotei esta postura de forma natural, sem qualquer esforço, nos últimos dias passei a ter que me obrigar a mantê-la. Se os acontecimentos de quinta/sexta-feira conseguiram algo, foi radicalizar até mesmo quem se orgulhava da moderação.

Na quinta-feira, uma delação não homologada (e que, mesmo se fosse, deveria ser sigilosa) foi publicada na IstoÉ. Enquanto o suposto delator se recusou a confirmá-la, o procurador-geral da república, que seria o responsável por fazê-la, foi mais enfático: negou sua existência. Isto não impediu a Globo e suas cúmplices de transformarem a tal “delação” em destaque absoluto. Se Delcídio antes era retratado por elas como um sujeito sem escrúpulos, imediatamente sua palavra passou a ter peso de lei – não eram necessárias mais quaisquer provas; Delcídio havia afirmado e pronto. Até que, claro, ele se negou a confirmar a delação e voltou a ser sumariamente ignorado.

Já na sexta-feira de madrugada, por volta de duas da manhã, o editor da Época (ligada à Globo), que há muito já deixou de sequer simular qualquer objetividade jornalística, tuitou duas vezes sobre a ação da PF que só aconteceria horas depois. Uma ação que, de novo, deveria ser sigilosa, mas sobre a qual a imprensa já havia sido informada há dez dias (como comprovou a denúncia feita pelo blogueiro Eduardo Guimarães uma semana antes). Antes que a PF chegasse ao apartamento de Lula, um helicóptero da Globo sobrevoava seu apartamento e repórteres da Foxlha esperavam na porta. Já os ADVOGADOS do ex-presidente ainda não haviam sido notificados.

Mas o abuso maior estava por vir: sem ter sido sequer intimado previamente, Lula foi submetido à humilhação do depoimento coercitivo – um abuso tão grande de poder que até dois ministros do STF (um deles historicamente crítico à esquerda) condenaram a ação, bem como juristas respeitados e até mesmo (pasmem) um dos fundadores do PSDB, Bresser Pereira.

O abuso, claro, foi ignorado pela Globo e suas comparsas; o Jornal Nacional chegou a aumentar em meia hora sua duração para celebrar a ação. Já no sábado, quando a sede do PT foi atacada em Belo Horizonte, a Globo chamou de “protesto” o que era claramente um ato de violência – e quando algo similar aconteceu em outra capital, a emissora ENTREVISTOU os “manifestantes”.

Por outro lado, quando manifestantes se posicionaram diante dos prédios da emissora neste domingo, foram chamados de “milícia” e os colunistas Merval e Noblat chegaram a convocar OS MILITARES pra combater a “turba”.

Como manter a serenidade assim? Como tentar se manter ponderado quando passamos a viver em um país no qual a oposição agora, mesmo perdendo nas urnas, se vê no direito até de dizer quem pode ou não ser ministro? No qual a mídia escancarou de vez o objetivo de destruir toda a esquerda? No qual um juiz, “premiado” pela Globo e celebrado por tucanos, usa o poder judiciário para perseguir os inimigos políticos das corporações?

Um país no qual investigações e notícias são seletivas? A funcionária-fantasma de Serra já foi esquecida; os apartamentos no exterior e as remessas feitas por offshore por FHC não são mais discutidos; o helicóptero com 500kg de pasta-base virou anedota; o aeroporto construído na fazenda da família do senador é passado; o merendão tucano é só uma expressão sem significado; o cartel dos trens depende mais das ações da justiça suíça do que da brasileira; a sonegação bilionária de impostos da Globo virou apenas meme; a operação Zelotes decidiu que investigar a RBS (e a Globo) é bobagem; etc, etc, etc.

E é neste momento, quando apontamos a impunidade da direita e das corporações, que alguém invariavelmente diz: “Um erro não justifica o outro! TODOS devem ser investigados!” – uma das mais frequentes manifestações de cinismo vistas na rede. Sim, cinismo. Porque quem diz isso SABE que não, NÃO são todos que são investigados. É como um sujeito que, vendo o primo bater num vizinho todos os dias, diz que ninguém deve interferir na briga, pois o outro garoto também pode bater se quiser – mesmo sabendo que ele não tem condições semelhantes para lutar.

Esta lógica particular é a mesma que ocorre nas ofensas diárias na rede. Se critico a direita, sou “vendido”; se critico a esquerda, é porque “o boleto venceu”, “a mesada foi suspensa”, “a mortadela acabou”, etc. Na mente desta neodireita, não há ideologia, há apenas jogo de interesse e recompensas financeiras – uma postura despolitizada, alienada, que encontra reflexos nos “argumentos” com os quais lotam as caixas de comentários: “Chola mais”, “Fora PT”, “Dilmanta”, “o Brahma”, “Pixulecos” e por aí afora. Detalhe: estas expressões não são apenas a introdução do que será um argumento, mas o argumento em si.

“Lá vem você falando de ‘nós’ e ‘eles’, de ‘direita’ e ‘esquerda’ de novo! O Lula está separando o Brasil! Vocês estão dividindo o país!” – é o “argumento” que vem a seguir. A Globo e seus asseclas, ao lado de um judiciário aparelhado pela direita, atacam a esquerda dia e noite, massacram qualquer figura que se destaque neste lado do espectro político, mas é a esquerda que está “dividindo” o país ao reagir. O que eles querem dizer é: “aceitem o que estamos fazendo. Se não aceitarem, dividirão o Brasil!”. E então se enrolam na bandeira, cantam o hino nacional, enchem suas bios de palavras como “patriota”, “amo meu país” e de outros sintomas do nacionalismo mais fascista enquanto espalham memes sobre como qualquer um que defenda esta ou aquela ideia, que critique este ou aquele partido, é “defensor de bandido”, deve “ir pra Cuba” e – um que vi hoje – deve ser demitido do emprego, qualquer que seja este.

E o mais triste? Em vez de perceberem o que está acontecendo, setores da esquerda preferem ficar em cima do muro ou mesmo aproveitar a situação para atacarem antigos aliados. No dia da condução coercitiva de Lula, Luciana Genro soltou uma nota que é um primor de cinismo: em vez de denunciar o abuso, preferiu afirmar que “há muito Lula não é de esquerda”.

E DAÍ, Luciana Genro? Vivo escrevendo que o governo Dilma e o PT não são de esquerda – e há pouco mais de dez dias escrevi um texto atacando pesadamente o governo por sua traição na questão do pré-sal que foi lido por mais de um milhão de pessoas e compartilhado algumas milhares de vezes. Mas uma coisa garanto: por mais decepcionante que PT e Dilma sejam, ainda são mais esquerdistas do que a Globo, o PSDB e as elites desejam. Bem mais. E se você acha que não, espere para ver o que os programas de inclusão social sofrerão nas mãos desse pessoal.

E o que Luciana Genro e semelhantes esperam com isso? Que a direita destrua o PT e Lula e, então, permita que o PSOL se torne o grande representante da esquerda brasileira? Mesmo?

A mídia e a direita escancararam a guerra; agora chegam a pedir ação dos militares contra aqueles que ousam desafiá-las. Não há mais “em cima do muro”.

Há momentos nos quais fazer a História é mais importante do que comentá-la. Este é um deles.

Suicídio de Getúlio Vargas adiou golpe militar por 10 anos, apontam historiadores

Por Leandro Melito/EBC

A comoção popular causada pela morte de Getúlio paralisou as forças que estavam prontas para o golpe, com o pedido de renúncia do presidente apresentado pelas Forças Armadas. “O país jamais assistira a tamanha comoção popular”, registra Lira Neto, autor da biografia sobre Getúlio em três volumes. Cerca de 100 mil pessoas foram se despedir de Getúlio, enquanto sedes e carros de reportagem da Tribuna da Imprensa e de O Globo eram atacadas pelos mais exaltados. “Ele provoca uma comoção popular tão forte que neutraliza esse cerco dos adversários, que se vêem temporariamente sem chão e sem perspectiva”, afirma Lira Neto em entrevista ao Portal EBC.

Essas forças, no entanto, vão voltar dez anos depois com o Golpe Militar que destiuiu o então presidente João Goulart e instaurou no país 21 anos de Ditadura Militar. “Essas pessoas que assinam o manifesto [contra Getúlio] passam dez anos reagimentando forças e fazendo com que em 1964, exatos dez anos depois, o golpe que tinha sido planejado contra Getúlio vai ser executado contra o herdeiro político do Getulismo, o Jango”, afirma Lira Neto.

Entre os signatários do “Manifesto dos Coronéis” que pediam a renúncia de Getúlio, muitos deles, promovidos a generais, teriam papel fundamental no golpe que destituiu Jango, como Sylvio Frota, Ednardo D’Ávilla Melo, Golbery do Couto e Silva, Antônio Carlos Muricy e Amaury Kruel. Carlos Lacerda, principal opositor de Getúlio seria eleito deputado federal nas eleições de 1955 e se torna governador do então estado da Guanabara em 1960, sendo um dos principais incentivadores do Golpe de 1964.

O ministro Jango e o acirramento da crise

Em 1953, no terceiro ano de seu mandato como presidente eleito pelo voto, e sentindo-se cada vez mais isolado, Getúlio chamou Jango para assumir o ministério do Trabalho. Era uma tentativa de reaproximação das classes trabalhadores, devido à grande penetração de Goulart entre os trabalhistas,  já que greves pipocavam por todo o país. Mas a nomeação de Jango, acabou por acirrar ainda mais os ânimos e agravar a crise. “A nomeação de Goulart para o ministério do Trabalho acirrou ainda mais o conflito, incentivando contatos políticos entre udenistas e facções das Forças Armadas. A opção pelo golpe, que amadurecia desde a posse de Vargas, tornou-se irreversível”, aponta o historiador Jorge Ferreira em seu livro Jango.

A proposta elaborada por Jango como ministro que mais incomodou os opositores ao governo foi o aumento do salário em 100%. O nível de tensão gerado pela proposta gerou tamanha reação entre os setores conservadores que Getúlio se viu obrigado a demitir Jango para acalmar os ânimos

O herdeiro político de Getúlio

Fotografia de João Belchior Marques Goulart, deputado federal eleito, Getúlio Dornelles Vargas, presidente da República eleito, e Manoel Antônio Sarmanho Vargas em uma fazenda no sul do país - 1951 (Arquivo Nacional / Agência Nacional)

Fotografia de João Belchior Marques Goulart, deputado federal eleito, Getúlio Dornelles Vargas, presidente da República eleito, e Manoel Antônio Sarmanho Vargas em uma fazenda no sul do país – 1951 (Arquivo Nacional / Agência Nacional)

A carta-testamento deixada por Getúlio Vargas e transmitida pelas rádios no dia 24 de agosto de 1954, após o suicídio do ex-presidente, foi lida em seu enterro no Rio Grande do Sul por João Goulart. Ele foi chamado ao Palácio do Catete por Getúlio na noite do dia 23. O presidente então pediu que deixasse o Rio de Janeiro em direção ao Sul e entregou um envelope com a recomendação de fosse aberto apenas quando já estivesse em voo.

O momento exato em que Jango abriu o envelope é incerto. O jornalista Joel Silveira em seu livro A Feijoada que Derrubou o Governo, afirma que Jango leu pela primeira vez a carta no dia 24, ainda no Rio de Janeiro, logo após saber da morte de Getúlio, enquanto se dirigia ao Palácio do Catete. Já o historiador Jorge Ferreira, na biogragia João Goulart, afirma que o envelope seria aberto após o enterro de Getúlio, no Rio Grande do Sul, depois que Jango já havia lido aos presentes em tom de indignação a carta-testamento.

Nas eleições que ocorreram em 1955, ano sequinte à morte de Getúlio, Jango é eleito vice-presidente de Juscelino Kubitscheck. Quatro anos depois é eleito vice-presidente, dessa vez de Jânio Quadros. Com a renúncia de Jânio, ele assume em 1961 a presidência do país, mas permanece no cargo apenas três anos, até ser derrubado pelos militares.

Aproximação

João Goulart nasceu em São Borja (RS), a mesma cidade natal de Getúlio. Seu pai, Vicente Goulart era amigo pessoal do ex-presidente. Jango se aproximou de Getúlio, pessoal e politicamente, durante o período que o ex-presidente se refugiou em São Boja, após ser destituído do poder por meio de um golpe militar em 1945. Até ali Jango era um estancieiro que cuidava das terras e das cabeças de gado de sua família. Após o convívio com Vargas, ele decide entrar na política. No final daquele ano, Jango se engaja na campanha presidencial que elegeria o presidente em 12 de dezembro e  passa a ser um dos principais articuladores do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), criado por Getúlio.

No ano seguinte, Goulart inicia sua campanha para deputado estadual e é eleito em 1947. Dois anos depois, em 19 de abril de 1949 ele anuncia a candidatura de Getúlio para presidência durante uma comemoração do aniversário de Vargas na Granja São Vicente. Nas eleições em que Getúlio chega à presidência, Jango é eleito para a Câmara dos Deputados, tornando-se o segundo candidato mais votado do PTB no Rio Grande do Sul.

A Emissora da Revolução triunfará sobre os Blogs sujos

A Emissora da Revolução não será achincalhada pelos próceres comunistas que usam da libertinagem cibernética para violar a intimidade de uma empresa proba, que caminhou lado a lado com a revolução de 1964 na luta tenaz contra o comunismo, a qual continua até os dias atuais, com grande isenção e imparcialidade, caminhando ao lado daqueles que lutam contra o petismo atroz.

Forjada na luta contra o bolchevismo, a emissora se agigantou graças a sua competência própria, sendo pura coincidência atuar como porta-voz do regime, servindo aos mesmos ideais. É uma empresa capitalista, que acredita no capitalismo e que sempre caminhou por suas próprias pernas.

Continue Lendo via Prof. Hariovaldo

Carta-testamento de Getúlio Vargas. 1954, parece que foi ontem.

2.-Getúlio-Vargas-IIMais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam; e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fi z-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a Justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o povo seja independente. Assumi o governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder. Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo e renunciando a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser o meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com perdão. E aos que pensam que me derrotam respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo, de quem fui escravo, não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue terá o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.

NR: Qualquer semelhança com os dias atuais não terá sido mera coincidência.

Se a moda pega…

manjamuito[4]

Táxi Lunar

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“Apenas apanhei à beira – mar, um táxi prá Estação Lunar…”

Homenagem à Vivicão

Vivica fez 24 anos. Lá pelos 6 anos ela mexia no meu PC.

Olha o que eu achei !   Valeu Vivica.  Te amo !Picture-054

Homem é velado em bar com roda de samba e 11 caixas de litrão de cerveja, 20 caixas de latão mais 15 litros de cachaça

foto: Arquivo Pessoal

foto: Arquivo Pessoal

Noel Rosa já dizia “Quando eu morrer/ Não quero flores/ Nem coroa com espinho / Só quero choro de flauta / Violão e cavaquinho”. Esse também era o desejo de Gleisson Silva, boêmio famoso de Cachoeiro de Itapemirim, que foi velado em um bar, rodeado de amigos, com cerveja liberada e muito samba até o sol raiar.

Gleisson morreu aos 68 anos, era casado há 44 anos e tinha quatro filhos. Flamenguista doente e portelense de coração, Seu Gleisson era dono de um bar no bairro Ilha da Luz há mais de 30 anos.

“Meu pai, quando ia ao velório de algum amigo, voltava triste e cabisbaixo. E ele sempre dizia: ‘no meu velório não quero tristeza, quero samba, quero ser velado dentro do bar'”, conta Glaucio Fragosos da Silva, 42 anos, filho e atual dono do bar.

No total, foram consumidas 11 caixas de litrão de cerveja, 20 caixas de latão e 15 litros de cachaça. Tudo de graça, para chorar a morte do bon vivant

Fã de um baralho e de uma cerveja, Gleisson teve o pedido atendido. Segundo a família, ele teve um acidente vascular cerebral na terça-feira de Carnaval, após uma viagem para Cabo Frio, no Rio de Janeiro, e foi internado em um hospital da cidade. Dois dias depois, Gleisson sofreu três paradas cardíacas e acabou falecendo na manhã de sexta-feira (12).

O corpo de Gleisson chegou ao bar às 11 horas do mesmo dia para ser velado. Amigos e familiares de Vitória, do Rio de Janeiro e de Cachoeiro começaram a aparecer, numerosos. “Acho que ao todo, entre idas e vindas, umas três mil pessoas passaram para ver meu pai. É muito bom saber que seu pai quando morre é bem quisto”, conta Glaucio.
Com o grande número de visitantes chegando para prestar as últimas homenagens ao Seu Gleisson, a rua na frente do bar foi rapidamente tomada de pessoas e carros. A comoção foi tão grande que a Guarda Municipal teve que intervir para impedir que o trânsito fosse totalmente bloqueado.
Velório
O sol foi baixando e os amigos do samba foram chegando, cada um trazendo seu instrumento. Em uma roda de samba improvisada, eles tocaram os clássicos do samba que tanto agradavam ao falecido. “Quando o negócio animava demais alguém gritava ‘fala baixo que vai acordar o veio'”, lembra Glaucio.
O batuque seguiu noite adentro e só parou de manhã, quando era a hora de levar o corpo para sepultamento. Gleisson Silva foi enterrado no cemitério municipal do Coronel Borges por volta das 8 horas da manhã de sábado (13).
No total, foram consumidas 11 caixas de litrão de cerveja, 20 caixas de latão e 15 litros de cachaça. Tudo de graça, para chorar a morte do bon vivant. “Foi muito bom ver todo mundo, receber as pessoas que meu pai tanto gostava. Era uma pena que ele não pode aproveitar com a gente”, conclui o filho.

Veja vídeo e a notícia completa de Natalia Bourguignon em >> A Gazeta On Line

Que nome vc daria para essa geringonça ?

tombelina

Vejam aqui algumas respostas dos criativos leitores ( via Facebook) :

Parece uma Komby com a dianteira de outro carro…

Kobipa

Cocekombi

Kombinada fordwagen ou mais simplesmente kombelina.

É um Kombinado!!! Hehehe

Kombceu ll. kombi com corcel

Eu ia dizer, “é Ford”, mas, é metade volks ttbm…

É uma frente de corcel II ou daquela caminhonetinha da ford, grudada com velcro na carroceria de uma kombi

O nome daquela caminhoneta era Pampa.

Esconderijodanasa

O modelo da frente é da série 3 da ford, conhecida como “del rey” (belina del rey, corcel 3 ou corcel del rey). Então, essa seria a kombi del rey!

É, muito anga e nunca chegou no brasil

Parece carro Cubano!!!! Pamkombi…

O ornitorrinco dos carros

Combicorcel

É uma KONFODE, E PONTO!

Limusine, oras!

Mistura de tudo com nada

Kombosine

CORSKOMBI.

Pambi ou uma kompa

Kombi com pampa

Komcel (kombi/corcel) Komblina(kombi/ belina)

Bomba : Jornal Néscional não mostra nada sobre “Moita” e “Paulão”

Surpresa ?

Queria o quê desse jornalixo ?

acendedor de horizonte

criação: Letícia Bertagna

criação: Letícia Bertagna

“Estadão” comete gafe e ilustra matéria sobre a Boate Kiss com imagem de banda

Portal Imprensa publicou no seu site que na tarde desta quarta-feira (27/01), o jornal O Estado de S.Paulo cometeu uma gafe ao ilustrar uma matéria sobre a homenagem que a cidade de Santa Maria fará aos mortos no incêndio da Boate Kiss, ocorrido há três anos, com uma foto da banda de rock norte-americana Kiss. A gafe é um escárnio com os parentes das vítimas da tragedia. Após as críticas, o jornal retirou a foto da banda de rock da reportagem, porém, não se pronunciou sobre o erro em errata no texto.

Arquivo X: Triplex de Lula é parte da conspiração extraterrestre internacional (via Prof. Hariovaldo)

Os agentes especiais do FBI Danna Scully e Fox Molder já investigam o molusco alienígena

Por Professor Hariovaldo Almeida Prado

O Governo Brasileiro faz parte da conspiração alienígena mundial e luta para esconder a todo custo as provas da vida extraterrestre enquanto trabalha com afinco para desenvolver um ser híbrido humano-extraterrestre brasileiro a partir do DNA retirado do E.T. de Varginha, capturado pelo Exército em Minas Gerais.

Agentes da Polícia Federal e do Ministério Público, que não estão submetidos a este desgoverno bolchevista entreguista galático, conseguiram identificar o local altamente secreto onde as provas e o material genético, além do corpo do E.T. de Varginha é mantido em segredo, trata-se do triplex pertencente ao Lula no Guarujá.  Tal local é protegido por elementos bolchevistas a serviço da conspiração e mantido no mais alto segredo, com um nível de segurança só comparável ao Hangar 51.

Imediatamente foi deflagrada uma extensa operação das forças governamentais para negar que tal apartamento exista ou que pertença a figura nefasta do PT, que na verdade comanda a conspiração no hemisfério sul. Somente a imprensa imparcial consegue furar o bloqueio e publicar matérias ligando Lula ao triplex, mas é logo desmentida pelos integrantes dessa diabólica trama marxista intergalática, a qual certamente tem J. Dirceu como mentor.

A verdade está lá dentro desse apartamento, e não aparecerá enquanto ele não for posto ao chão, e seu dono preso por trair os homens bons e a humanidade com seres de outros planetas. Assim esperamos.

Para Bowie

por Ismael Machado ( via Facebook )

Sempre que um grande músico morre lemos coisas sobre o legado dele e as manifestações de outros ‘famosos’ a respeito da morte dele.
Foi meu sobrinho Marquinho quem me acordou cedo hoje para me dar a noticia da morte de Bowie, via wzap. Acordar dessa forma não é a melhor maneira.
Aí o dia vai passando. O mundo permanece o mesmo. O dia vai ficando nublado, mas o calor ainda oprime. Começa a rotina de trabalho, tentando dar vida a personagens e histórias, quando a morte é o tema do dia.
Mas o pensamento escorre por entre frestas. A música que toca é a dele. É a seleção do dia, como já foi tantas vezes. Nessas horas, o que me vem à mente é como a própria vida e a carreira de um artista podem estar entrelaçadas de forma simbiótica numa conexão entre o que sentimos e vivenciamos num período estar ligado a determinados discos, livros, filmes e canções.
Bowie hoje me fez lembrar de pessoas tão variadas e cujo único ponto de contato que elas tem entre si na minha vida é a música dele. Um fio de Ariadne sutil.
Sempre achei Bowie mais falado que propriamente ouvido entre as pessoas que conheço. Uma vez falei disso com Marcelo, o Gomes, amigo do peito. O próprio Marcelo dissera uma vez, quando comecei a mostrar algumas coisas de Bowie, que imaginava o som de outra forma.
Bowie era desconectado para mim quando tinha meus 16 anos. Porque o que eu lia a respeito de sua importância não batia com o que apareceu dele para nós no inicio dos anos 80. O que tocava era Let’s Dance. Claro que é um puta som, mas não justificava tudo o que eu lia a respeito dele. Meu amigo Valter tinha um disco dessa fase e eu ouvia e pensava que deveria gostar, mas não gostava muito.
Um dia, no centro de Belém, eu e um antigo amigo, Erick, demos de cara com o disco Low vendido na rua, como era típico antes. Erick comprou o disco.
No dia seguinte, passei lá na casa dele e perguntei sobre ele. Erick e a irmã Edilene, meus parceiros quase inseparáveis na época, disseram que era um disco estranho. Muito estranho. Levei para casa e ouvi.
Era estranho.
Muito estranho.
Mas comecei a entender Bowie.
Aí o cinema exibiu Christiane F…e eu fui ver com Edilene. E ‘Heroes’ sublinha a cena mais bonita do filme. E a trilha era toda do Bowie. E eu passei a entender um pouco mais o Bowie.
Isso tudo era a primeira metade dos anos 80. Na segunda metade, dois amigos aprofundaram-se em Bowie. Getulinho em Icoaraci e Walcir, hoje no Canadá. Tinham tudo ou quase tudo do Bowie. E eu gravei duas fitas. Uma de cada. E passei a gostar de Bowie com afinco, com clareza, com afinidade.
Durante muito tempo, ouvir Quicksand e Bewlay Brothers, do disco Hunky Dory era sentir até o cheiro de uma casinha no conjunto Maguari, vendo os primeiros passos de meu filho Lui. HD continua sendo meu disco preferido de Bowie.
e Bowie vai ficando mais e mais presente. Nas tardes na UEPA, com o trabalho sendo amenizado por muitas e muitas canções ao lado de Marcelo e Lázaro. Com Velvet Goldmine sinalizando outras direções e caminhos a seguir.
Meu filho mais velho e meu sobrinho se encantam e descobrem Nirvana e lá, no acústico, uma nova ligação. The Man Who sold the world está lá, estabelecendo novas conexões entre gerações. Anos depois, Space Oddity é descoberta como uma canção que toca Michelle. Estava ali no Crazy, o filme.
É claro que onde quer que busquemos nesses dias, leremos coisas verdadeiras como o camaleônico David Bowie, que sempre soube estar à frente do próprio tempo e soube se reinventar.
Saber se reinventar e conseguir manter uma dignidade diante das próprias coisas feitas, certas ou erradas, boas ou más. Esse é um recado interessante que Bowie (me) passou.
Crescer, atingir a idade adulta, amadurecer e envelhecer são processos ora dolorosos, ora instigantes, ora divertidos. Nunca totalmente fáceis. Nunca plenamente livres de cicatrizes. Abandonar cascas velhas, buscar novas peles, sair do casulo, tudo é um ir e vir no caminho.
Sempre que ouço Heroes, a que diz que podemos ser heróis nem que seja por um dia, me pergunto se não é talvez a mais pungente canção de amor já escrita. Ou se não é a melhor canção geracional já composta.
Não tenho e nunca terei resposta para essas perguntas que soam tolas às vezes diante de tanta coisa ‘mais importante’ que move o mundo. Mas apesar disso, ainda creio firmemente naquela máxima que me acompanha desde há muitos e muitos anos. Uma canção pode te salvar. Nem que seja por um dia.
Bowie já me salvou. E continuará fazendo isso. Afinal, é para isso que servem os heróis.

Porrada

eduPor Edu Franco

Melhor lá do que aqui
Lá tem boleros, coqueiros, Curaçao Blue, Blood Mary
Aqui tem um relógio que dorme cedo
Lá tem um corredor de praias que não se sabe onde vai
Aqui um sofá de frente para uma TV
Lá tem um boteco sujo na esquina dos estudantes
Boteco repleto de sonhos limpos,
Bucetas, limbos de escorregar
Aqui um Armani com perfume importado
Fedendo o capitalismo mofado das bolsas de valores
Melhor lá
Lá tem um céu sem teto de incertezas
Aqui um condomínio de cercadas pequenezas
Ah! Tecnologia, chegaste numa caravela trocando games por magias
Ouro por espelhos cibernéticos
Ficamos aqui perplexos, miméticos
Previsíveis em nossas redes sociais
Melhor lá
Lá onde o vento canta rocks e perigos
Em nossa juventude transviada
A lua anda louca desvairada
As revoluções explodem embaixo dos tênis dos meninos
A noite sem velhice nem parada esgueira-se de moto pela madrugada em cimo
Pro diabo essa mesmice, a coisa tem que ser mais do que isso
Eu quero a vida toda inteira, visse minino
Nem que seja na porrada
Nem que seja sucumbindo.

Funk do operário . Cuidado ! Versos repetitivos e refrão chiclete ! Caraca, muleke !

Júpiter Maçã partiu

Foto> Thiago Piccoli

Foto> Thiago Piccoli

Numa travessia que durou 47 anos, o músico Flávio Basso, o Júpiter Maçã, ex-integrante das bandas TNT e Cascavelletes partiu.

Júpiter é autor de grandes sucessos, como “Um Lugar do Caralho” ,”Miss Lexotan 6mg” , “A Marchinha Psicótica de Dr. Soup”, “Beatle George”, dentre tantas outras que embalaram os sonhos psicodélicos de uma geração.

Dia 26 de janeiro próximo o músico faria 48 anos.

Seu primeiro disco solo, A Sétima Efervescência (1997), é calcado nos moldes de The Piper at the Gates of Dawn, do Pink Floyd, com psicodelia e experimentação (e por um leve momento, um prenúncio de sua obra ulterior, o final de “Sociedades Humanóides Fantásticas”, uma bossa-nova psicodélica). As músicas desse disco são grandes referências do rock gaúcho. Contém algumas fixadas no imaginário underground, como “Um Lugar do Caralho” (regravada por Wander Wildner no disco Baladas Sangrentas), “Eu e Minha Ex” (com a parceria de Marcelo Birck nos arranjos), “As Tortas e as Cucas” e “Essência Interior”.

Após experimentar um grande sucesso com o lançamento desse disco, torna-se Jupiter Apple, compõe em inglês, e decide misturar bossa-nova e vanguarda. Muitos fãs não o entenderam, preferindo a psicodelia mais acessível de A Sétima Efervescência. Essa mistura inusitada está muito bem feita no seu segundo disco, Plastic Soda (1999). Ele começa com uma canção de nove minutos, “A Lad and a Maid in the Bloom”, que define o caráter inovador do disco.

Em 2002 é lançado Hisscivilization, o disco mais ambicioso (e talvez incompreendido) de Jupiter Apple. Longas experimentações eletrônicas (destaque para “The Homeless and the Jet Boots Boy”), bossas elétricas e lounge, valsa, cítaras e moogs, condensados em momentos, ora de leveza, ora de paranóia. É seu disco mais hermético: se, para os que estavam acostumados com o rock and roll de Os Cascavelletes, a A Sétima Efervescência já era algo inesperado (psicodelia em doses cavalares), a reação causada pelos dois discos da fase Apple são ainda mais dramáticas.

Em 2006 era esperado o lançamento do disco Uma Tarde na Fruteira. Nele, o “Apple” volta a ser “Maçã”, mas continua explorando o lado brasileiro e experimental, com músicas já eternizadas no subconsciente do underground porto-alegrense, como “A Marchinha Psicótica de Dr. Soup“. Esse álbum pode ser considerado o mais acessível do autor. De certa forma, tudo que já foi composto pelo Júpiter está resumido neste disco: desde canções mod sessentistas, levezas jazz, baladas domingueiras à Bob Dylan com concretismos e timbres eletrônicos.

No dia 23 de novembro de 2011, Júpiter Apple gravou seu primeiro DVD ao vivo no Opinião, em Porto Alegre/RS. O show também marcou a inauguração da J.A.C.K. (Jupiter Apple Corporation and Kingdom).

Em 19 de Julho de 2012 caiu do segundo andar do prédio onde morava em Porto Alegre, ficando internado em de saúde regular no setor de traumatologia do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre.

Apoiado por sua banda, formada por Julio Sasquatt (bateria), Julio Cascaes (guitarra), Felipe Faraco (baixo) e Astronauta Pinguim (teclados), o show foi gravado em Porto Alegre, na noite da quarta-feira, 23 de novembro de 2011 no Bar Opinião. Com participações mais do que especiais de Nei Van Soria, Lucio Vassarath, Hique Gomes, Marcio Petracco, Clara Averbuck, Hamburg Black Cats e Bibiana Graeff, o DVD apresenta um registro de 20 canções que sintetizam a carreira de Jupiter Apple, mostrando hits de seus álbuns solo e também relembrando momentos dos tempos de TNT e d’Os Cascavelettes.

Depois de quase 2 anos sem dar notícias aos fãs e ficar afastados dos palcos (após a queda), Júpiter, retornou e lançou, em julho de 2014, o DVD SIX COLOURS FRENESI. O set-list completo do show tem 20 músicas, clássicos do rock Gaúcho e mais de duas horas de show. O DVD possui uma versão de Lovely Riverside que conta com a participação do grupo Gaúcho Bluegrass, que mostra uma faceta nova da música.

Em 21 de dezembro de 2015, sofreu fraturas na cabeça decorrentes de uma queda no banheiro da casa onde morava . A causa da morte foi falência múltipla dos órgãos,segundo informou a produtora Cida Pimentel, amiga do músico

Cunha é o mais cotado para Ministro da Justiça pós Impeachment

Por Prof. Hariovaldo

O Brasil para os homens bons, esta será a divisa adotada pelo governo saneador a ser intituído em breve pelos que lutam contra o comunismo atroz do PT. Será um novo país, onde as figuras do passado glorioso fhciano serão reabilitadas para que juntamente com as novas personas ocupem os cargos chaves no comando da nação brasileira.

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Da série “Objetos estranhos que o mar devolve”

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Rondônia perde Francinete Perdigão

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Maranhense , professora, escritora, pesquisadora, crítica e debatedora, Francisca Francinete Santos Perdigão fez Doutorado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e era professora  aposentada do curso de História da Unir/RO. 

Sua filha Maíra Morena escreveu em seu perfil no Facebook : “Lutou pela justiça, pela igualdade entre todos os seres, pelo respeito, pela solidariedade, pra que o mundo, a começar pelos pequenas sociedades que formamos, pudesse se tornar cada dia mais amoroso e solidário com todas as diferenças que o ser humano naturalmente abarca, lutou por ideais, por compaixão, com generosidade, com garra, lutou alto, forte, com uma doçura alegre e contundente, lutou pra se melhorar a cada instante, lutou muito por mim e por todos nós. E até o fim, lutou contra uma doença agressiva que a fez aprender e ensinar muito até o último suspiro. Autêntica mestra, nossa querida professora. E já muito cansada, pediu, como sempre não por ela, “quero ajudar o mundo e a ciência a entenderem melhor essa doença e o corpo humano”. Escolheu por doar seu corpo para pesquisa na Universidade de Brasília.” 

A pesquisadora , autora do livro Migrantes amazônicos: Rondônia : a trajetória da ilusãoestava internada no Hospital Universitario De Brasilia lutando contra um câncer.

Os Corvos Azuis

Por Catia Cernov

Um bando de crianças limpas e bem estudadas
Fugiram hj a tarde do Colégio Standart
Desceram pelo ralo do banheiro
Atravessaram s encanamentos dKondomínio
E desembocaram la na foz do morro
Feito fetos dLirio num mangue amniótico

Belos como carangueijos nômades
Belos como tubarões dsangue azulpacifico
Plásticos como bonecas multiraciais
Mais dispersos qe s anjos cibernetikos
Tao famintos qanto elétrons livres

Nenhum deus ou cientista estava la
Pra conferir méritos&métodos
As crianças fugiram – ninguém viu
O controle não sabe trafegar em Galaxysea
Não podem compreender a Tormenta
Nenhuma forma dPoder constrói baragens ali
E as crianças qe tanto amavam e cuidavam
Escaparam…

Sem paraqedas
Sem sexo
Sem identidade nem certidão de idade
Sem cordão umbilical
Sem sistema de segurança
Sem olhos&e sem linguas

Era tard demais
Pra dar conta ds corpos&almas
Daqeles qe já nasceram sem Historia

E até mesmo o burakonegro
Sentiu medo!

Imagens feitas com drone da tragédia em Mariana-MG

Gatos & Gatas

foto: Zane Santos

foto: Zane Santos

Por quê a qualidade dos vídeos postados pelo ISIS tem melhorado ?

ise

E estas imagens , serão verdadeiras ?

É a lama!

SLucas 151028 046 bota alpargataDiálogo de Cassio Novo e Valéria del Cueto

Cassio Novo “Não há nada, no atual momento, mais ensurdecedor do que o criminoso silêncio da mídia sobre o desastre ambiental na maior bacia hidrográfica da região sudeste do país! Percebam que nem coloco em destaque a questão da atribuição de culpas e responsabilidades (expediente usual da nossa imprensa). Mas à inexistência da cobertura. Qualquer que seja. Silêncio criminoso. Aviltante. Perturbador.”

Valéria del Cueto “Há sim. O silêncio de quem flexibilizou a concessão de licenças ambientais, desmontou as agências fiscalizadoras e criou facilitadores para a distribuição indiscriminada de recursos públicos e incentivos fiscais para o “desenvolvimento industrial” visando a aceleração econômica em detrimento da proteção ambiental, meu querido geógrafo.”

C.N. “Minha querida jornalista, não ignoro tudo isso. Inclusive por ter vivido, à época, em empresa gigante do setor de geração e distribuição de energia, estas mudanças e ter sido testemunha (e refém) de tudo isso. Como geógrafo com especialização em análise ambiental e mestrado em cultura e natureza, como consultor ambiental com anos de experiência na área, sei bem do que você está falando. Tudo isso que você lista, acertadamente, só torna o silêncio da mídia ainda mais criminoso. Porque não foi noticiado à época. Não vem sendo monitorado. Não é pauta. E não se utiliza tudo isso para embasar as notícias e reportagens que NÃO estão sendo feitas sobre o desastre. As ações (e ausência de ações) do governo fazem parte de um todo. Cujo desdobramento, perverso, é isso aí. E muito mais (que sequer chega aos olhos e conhecimento da sociedade e do público). Mas repito e reforço: no ATUAL momento, de acordo com o que escrevi lá em cima, não há nada mais ensurdecedor do que o silêncio.
O governo (não este ou aquele partido, mas O Governo) é refém dos interesses de gigantes que operam na transformação da natureza. Basta que estejamos atentos aos muitos milhões de reais (além dos favores e privilégios) distribuídos entre tantos parlamentares e partidos “oferecidos” (investidos) por boa parte, senão a totalidade, das maiores empresas em operação. O governo é co-responsável pela tragédia. Pelos motivos por você listado e tantos outros. E é compreensível (não quer dizer que seja correto ou aceitável) que se blinde e se esquive de responder ou se pronunciar. É uma das principais partes interessadas (por qualquer que seja a abordagem) no âmbito do ocorrido. Não falar é fazer a poeira abaixar, não colocar lenha na fogueira, não dar oportunidade para que se descubram ainda mais “ilícitos”. E, justamente por tudo isso, deveria ser impelido a abandonar o silêncio covarde (e também criminoso) por uma imprensa sabedora e defensora do que é o cerne da sua existência: conhecer, informar e comunicar.”

V.d.C. “Meu geógrafo… Por que acha que respondi a sua postagem? Por saber que desse mato ia sair coelho! Jornalistas com “J” maiúsculo estão demitidos, boa parte processados e a maioria alijada dos meios de comunicação. Aqueles, bancados essencialmente por verbas públicas. A prática se tornou exponencial de 2002 para cá. Tipo assim “à la Stalin”. Só que abrangendo várias correntes partidárias coligadas aqui e ali, unidas por intere$$e$ maiore$.
Parti para a produção de conteúdo independente obviamente não remunerado. É No rumo do SEM FIM… entre crônicas carnavalescas, reflexões da Ponta do Leme e os delírios das Fabulas Fabulosas que vou driblando a ignorância, evitando os processos que quebram os independentes e registrando carinhosamente, com bom humor e alguma esperança, meu testemunho desses tempos.  Atente para o detalhe que me refiro a jornalistas e não divulgadores de releases e informações sem checagem. É claro que existem honrosas exceções. Não dá para generalizar.   Agradeço por suas provocações que me levam a falar de coisas que foram essenciais na minha formação e hoje não têm mais espaço para serem discutidas.”

C.N. “Não há o que agradecer, Valéria del Cueto! Sigo acompanhando com interesse e admiração o seu trabalho. Há tempos. E sigamos nos provocando e provocando os matos. Tem muito mais do que cachorro pra ser”

*Cassio Novo é geógrafo, especialista em análise ambiental e gestão do território e doutorando em Geografia, Cultura e Natureza no PPGEO/UERJ.

**Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Crônica da série “No Rumo” do Sem Fim…

Metanóia

metanoia

“Nossa existência é transitória como as nuvens do outono. Observar o nascimento e a morte do ser é como olhar os movimentos da dança. Uma vida é como o brilho de um relâmpago no céu. Levada pela torrente montanha abaixo.”
– Siddhārtha Gautama –

via Metanóia

Educar é fechar escolas – Geraldo Alckmin

Cartaz insolente de aluna comunista. Acabar com o bolchevismo estudantil é preciso

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Genial gestor educacional, Geral Alckmin receberá o prêmio como melhor educador nacional das mãos do presidente da Abrinq e do Globo Educação. Será muito merecido pois ao perceber os dispendiosos gastos com a educação da gentalha em enormes escolas desnecessárias, Geraldo não hesitou um segundo em fechá-las para o bem do povo, economizando assim milhões, pérolas aos porcos jogadas para os filhos da gentalha.

Tal medida educacional nasce da constatação óbvia de que existem escolas demais para a população, visto que o governo tem coisas mais importante para fazer, investindo as verbas públicas em ações mais necessárias, como o pagamento das ações aos investidores internacionais da Sabesp. Sendo assim, ao fechar mais escolas, Geraldo poderá abrir mais cadeias, as quais terceirizadas, poderão trazer grande retorno ao Estado ao oferecer mão de obra cativa e barata para as empresa que dela necessitem, trazendo dividendos ao governo, coisa que as atuais escolas não trazem.

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Vamos viver de poesia

eduPor Edu Franco

Vamos meu amor? Viver de poesia?
O dono do mundo rasgou o dinheiro,
Deus perdeu o emprego,
Nada que se conhecia tem mais valia.

Vamos, meu amor, que a noite está linda e tudo é de graça,
As estrelas no céu, os bancos da praça, o vinho na tina.
As ondas espumam sonhos prateados de lua por costas infindas…
Guitarras tocam apaixonadas por iluminadas ilhas…

Vamos meu amor, viver de poesia
Que a noite é uma lira que o amor dedilha
E o tempo perdeu a hora, o trem, a chave do cofre das notas.
Vamos dançando… Bailando…
Existe uma festa, uma fresta entre as palavras mágicas…
Uma orquestra de neon e baile em que tudo se valsa.

Vamos meu bem viver de poesia?
Encher a barriga da alma de luz e dançar ao meio dia.
Vamos sambar lá no alto, acima do medo, da cólera do mundo
E triscar a noite como um astro reluzente, um cantar vagabundo,
Uma menina contente…

O mundo é uma farsa,
Nada é real além da palavra que a tudo nomeia,
Só a poesia é concreta.

Vamos meu amor viver de poesia,
A vida tem esperança e ela dança criança de conto e magia
Por calçadas e jogos de amarelinha.
Vamos namorar, brincar, bailar, beber, comer, transar;
O mundo é assim mesmo um belo poema
E quem fez de outro jeito foi um deus com defeito
Foi um homem sem jeito que não sabia amar, nem viver.

Vamos meu amor viver de poesia?
A partir de hoje ninguém mais morrerá,
Seremos eternos em nossa própria grandeza
Que se traveste em palavras…
Uma palavra pode qualquer coisa
Nossa arte de sonhar além foi quem disse a que vem e nos trouxe até aqui.
Nossa arte de sonhar além…
Vamos meu amor viver de poesia
Que coisa melhor não tem!