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Da quintessência de Z


Gostos retidos pelos olhos

Escuto a paisagem como se obtivesse a sensibilidade dos poetas
Sinto os tons das cores agrupadas docilmente no céu da boca
Saciando uma fome, até a pouco desconhecida, com um belo arco íris
Entorpecida com os sentidos aguçados e lindamente trocados
Lanço-me num abismo florido
Despenco com movimentos envoltos por uma luz neon
Embora tenha medo, os reflexos cintilantes me acalmam
Devaneando entre o obscuro e a claridade que eu encontrei a liberdade !

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Quintessência (quinta essência) é uma alusão à Aristóteles, que considerava que o universo era composto de quatro elementos principais – terra, água, ar e fogo-, mais um quinto elemento, uma substância etérea que permeava tudo e impedia os corpos celestes de caírem sobre a Terra.  A dinamicidade é a propriedade mais atraente da quintessência. O maior desafio de qualquer teoria de energia escura é explicar o fato de ela existir na medida exata: numa quantidade não tão grande para impedir a formação das galáxias no universo primordial, e nem tão pequena que não pudesse ser detectada agora. A energia do vácuo (a constante cosmológica de Einstein), é totalmente inerte, mantém a mesma densidade o tempo todo. Portanto, para explicar a quantidade de energia escura hoje, os valores da constante cosmológica deveriam ter sido muito bem sintonizados na criação do universo para ter o valor adequado com as observações de hoje. Em contraste, a quintessência interage com a matéria e evolui com o tempo, de forma que se ajusta naturalmente aos valores observados na época atual.

Da quintessência de Z

Enfurecida carne,
Cansaço de ócio e bestialidades
Tantos estranhos expostos, dispostos, retóricos
Carmas impregnados,
Aleluia das trevas

Quem irá vencer os medos meus? Ou seriam nossos??
A quem interessar possa,
Se desvencilhar do universo atroz, feroz, febril
Anseios, reflexos de ontem, espiral “caostrofóbico”
Decadência dos sentimentos, só dos puros

Nasce a indecência permitida
Em meio a mentes destruídas
Pó, ruína… valores mórbidos
Abutres domesticados

Genes espalhados, sofridos, amargurados
Zumbis enfileirados, formatados, treinados
Ecoam vozes estremecidas, irritantes, arrogantes

Embriagues coletiva
Vida anêmica
Tons de pastel, cinza e verde fosco

A quem interessar possa,
Devolva a humanidade a nós…
Pobres mortais…

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Quintessência (quinta essência) é uma alusão à Aristóteles, que considerava que o universo era composto de quatro elementos principais – terra, água, ar e fogo-, mais um quinto elemento, uma substância etérea que permeava tudo e impedia os corpos celestes de caírem sobre a Terra.  A dinamicidade é a propriedade mais atraente da quintessência. O maior desafio de qualquer teoria de energia escura é explicar o fato de ela existir na medida exata: numa quantidade não tão grande para impedir a formação das galáxias no universo primordial, e nem tão pequena que não pudesse ser detectada agora. A energia do vácuo (a constante cosmológica de Einstein), é totalmente inerte, mantém a mesma densidade o tempo todo. Portanto, para explicar a quantidade de energia escura hoje, os valores da constante cosmológica deveriam ter sido muito bem sintonizados na criação do universo para ter o valor adequado com as observações de hoje. Em contraste, a quintessência interage com a matéria e evolui com o tempo, de forma que se ajusta naturalmente aos valores observados na época atual.