O assassinato do artista de rua uruguaio Matias Ziatriko em Ji-Paraná/RO

foto: Samira Lemes

Era 8 horas da manhã, do sábado (8 de abril) e ele (Matías Galindez Rodríguez ) estava contente. Conversando sobre política e outras questões da vida nas ruas num posto de gasolina na região norte do Brasil, Matias acabou irritando um jovem, que estava passando de carro no local. A discussão terminou com 10 tiros a queima roupa e o assassinato intolerante e xenofóbico do uruguaio, que viajava trabalhando com a arte circense pelo Brasil e pela América Latina.

A artista Samira Lemes, que têm ajudado a família a conseguir os recursos para levar Matias ao Uruguai, conta que ele era um jovem de muita paz e serenidade, e servirá de inspiração para  muitos. “Ele semeava amor. E temos que mostrar que esses artistas de rua são os anjos do mundo. São os ‘busca vidas’. Se doam para mudar essa realidade do mundo.”

Filho de família humilde, ele perdeu a vida aos 29 anos em Ji-Paraná/Rondônia, no noroeste do Brasil  enquanto falava sobre ser artista de rua, profissão da qual conheceu já adulto, após ter trabalhado em muitas outras e ter descoberto e aperfeiçoado seu dom ao longo dos últimos 10 anos.

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2 ideias sobre “O assassinato do artista de rua uruguaio Matias Ziatriko em Ji-Paraná/RO

  1. samira

    Olá querido sou a Samira que por amizade e amor ao que faço e ao circo, ajudei a Família a Matias e agora continuo fazendo um projeto itinerante onde viajo de caronas pelo Brasil e América latina resgatando a arte circense com imagens fotográficas, retratando o circo da atualidade. E gostaria muito que esse trabalho também pudesse ser visualizado por mais pessoas. E humildemente peço .Se puder fazer uma matéria sobre o Projeto acreditarte. Fazer com que mais pessoas saibam que artistas de circo estão em todos os cantos, não precisam de uma lona de circo, que a luta pela valorização do artista de rua é diária. Muito agradecida Samira Lemes.

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