Por que os espaços e objetos públicos são depredados? (via Blog da Raquel Rolnik)

O que leva os moradores de nossas cidades a cometerem atos de vandalismo e depredação de patrimônio público? De escolas a orelhões, passando por pontos de ônibus, transporte público em geral, cabos de iluminação, lixeiras e até monumentos e esculturas, a destruição é sistemática e recorrente. Anos atrás, a revista Problemas Brasileiros, do Sesc SP, publicou uma matéria que traz alguns dados impressionantes sobre essa questão. Embora não sejam informações atualizadas, elas dão ideia da dimensão do problema.

De acordo com a matéria, 25% dos “orelhões” da empresa Telefônica são destruídos todos os meses no Estado de São Paulo. A manutenção mensal consome R$ 1,2 milhão na recuperação dos aparelhos. No Rio de Janeiro, a prefeitura gasta R$ 200 mil todos os anos para repor partes de monumentos ou repor placas. Para se ter uma ideia, de 2002 a 2009 os óculos da estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade, que fica em Copacabana, foram furtados sete vezes.

Continue Lendo via Blog da Raquel Rolnik

Uma ideia sobre “Por que os espaços e objetos públicos são depredados? (via Blog da Raquel Rolnik)

  1. norma7

    Beto,
    É uma pergunta que tb me faço: Passa p/Teoria das Janelas Quebradas, má educação do povo que vê o público como de ninguém e exclusiva responsabilidade do Governo (que inúmeras vezes também trata com descaso) de cuidar. Mas, o que me impressionou realmente foi (transcrevo):

    “lorenzo

    Nasci em uma cidade de fronteira- guajara-mirim, do lado da bolivia os bancos das praças são os mesmos desde minha infancia ja no lado de cá… faz tempo não existem mais. Atribuo esse zelo pela coisa publica pelo excessivo civismo- sentem orgulho de sua nacionalidade e de suas coisas (diferente do que a maioria dos brasileiros pensam sobre eles)”

    Ao que comentei;
    Vamos incluir a todas alternativas acima: “Mais amor, por favor” ao Brasil! Fazer o quê???

    Grata. Nac♥
    Boa Sorte.

    Responder

Daí, o que você acha disso ?