Adeus, Emanuelle (via Cotidiano e Outras Drogas)

“Aos 60 anos, morre Sylvia Kristel”. A notícia chega assim, seca, sem preparo, nem eufemismos. Não sou daquelas pessoas que se enviúva da morte de famosos e a dama Krystel nem era tão famosa assim. Mas para minha geração ela era semideusa. A morte comove e dói. E há muitos motivos para tal.

Ela era a protagonista de Emanuelle. Uma obra não tão prima assim do cinema erótico dos anos 70, que teve mais ou menos umas 478 continuações e vertentes. Praticamente um “Sexta-Feira 13″ da putaria. Para quem foi adolescente no fim dos anos 80 e início dos anos 90, esta película representou ainda mais: foi sinônimo de libertação de uma geração e seus hormônios.

Era com Emanuelle que ficávamos acordados até mais tarde, esperando o “Cine Privê” da TV Bandeirantes, nas noites de sábado, para ver os peitinhos e, quiçá, pentelhinhos, de Sylvia Kristel.

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Uma ideia sobre “Adeus, Emanuelle (via Cotidiano e Outras Drogas)

  1. norma7

    O poder de síntese de alguns cronistas ainda consegue me fazer ficar VERDE… (NÃO DE INVEJA. Mas de esperança ….)
    Grata.

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