Um homem troca de nome até conquistar um, definitivo…
Baseado em conto do livro Babel, de Alberto Lins Caldas. Um curta-metragem brasileiro com Othon Bastos, premiado em Festivais de Cinema.
Direção de Beto Bertagna. Filmado em 16 mm numa sala em construção da Faculdade Uniron, na cidade de Porto Velho/RO. Diretor de Fotografia, “Ruda”, Rodolfo Ancona Lopez Negativo, Fuji Câmera, Eclair
Veja uma entrevista minha no site CartaMaior

Beto,
Que bom que vc disponibilizou “O Número” aqui, no a 24 quadros. Minha gratidão! _/\_
Ah, como gosto desse teu ‘filho’!
E como tecer louvores a ‘algo premiado’ e cuja feitura eu já tinha, anteriormente, proclamado hosanas?
Hoje, não!
Hoje, aproveitei-me do maravilhoso texto, da laureada direção e brinquei de substituir o (lindoooooo!) Othon Bastos, por outros. E, no meu ‘faz-de-conta” de como seria, fui alternando, o homem dos mil nomes e um número, em cada fase da vida, pelo:
A.Abujamra, C.Vereza (tão íntimo do C.Drummond, em seu declamar), Paulo Autran e Paulo José, Ítalo Rossi, José Renato, G.Garnieri, C.Frateschi e Sérgio Britto. E confesso: nenhum sobrepujou a tua escolha primeval…, quando muito apresentou resultado idêntico (rs)., ou seja, melhor não fica!
Também, com relação a cena do bolo (Pareço tiéte? Do filme? É possível! – Pisc*), quando da queda dos óculos seguida das gotas de sangue, dessa vez, não me levou a um assassinato e sim a uma auto-mutilação. Um arrancar de olhos ‘para ver’, como na tragédia grega de Sófocles. (Édipo)
Mais uma vez: Está feito! (e bem feito!). Parabéns!
Boa Sorte, Norma
P.S.: Sr. Bertagna! Aê, pode tirar uma foto comigo e…. assinar nesse guardanapo?
Em tempo:” Estatística
Para cada bipolar Walt Whitman, existem 980 mil bipolares Sérgios Mallandros.”
(Marina W)
Hehehe! Nac.