Arquivo diários:10/05/2012

As lições que as primaveras nos deixam

A cada ano vivido, a cada estação, descobrimos a importância de podar defeitos para renascer mais completos

Por Erika de Souza Bueno

“Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira”. São palavras de Cecília Meireles, que hoje parecem esquecidas, desconsideradas. Entre uma estação e outra, muita coisa acontece, muita gente deixa de existir, muitas pessoas reaprendem a viver. Há poesia, há beleza, há sentimento em quaisquer momentos, e cada um deles tem muito a nos ensinar.
A sabedoria, contudo, pode não ser evidente, principalmente quando nossos olhos estão voltados apenas para o nosso próprio bem-estar, ao desconsiderarmos a importância do outro para sermos, de fato, completos.

É claro que, às vezes, os fatos só nos são claros dentro de muitos anos, após termos vivido o suficiente para atribuirmos valores justos ao que realmente é importante. Às vezes, a vida nos tira alguém sem nos permitir um último abraço, um pedido de desculpas, um sincero “eu te amo”. São fatores importantes da vida que podem acontecer com todo mundo, mas nem todo mundo pensa em tais aspectos.

Como nos versos acima, a primavera nos ensina a importância de nos permitir cortar para, depois, termos chances de voltarmos mais inteiros, mais completos. Assim como as flores são cortadas na primavera, é importante cortar nossa vez de falar, de agir impulsivamente, de alimentar possibilidades insanas.

Deixar passar aquele momento de ira para depois pensar melhor no que fazer é uma boa dica de sabedoria que a primavera nos dá, pois ela é a passagem entre o frio do inverno e o calor do verão, ensinando que nem tudo precisa ser tratado a “ferro e fogo”.
O perfume das flores não as protege da ação do homem que as corta para seu próprio deleite. O perfume faz com que as desejemos por perto e daí uma das necessidades do corte, tal como uma dor necessária que nos faz crescer e amadurecer.

A cada primavera que alguém completa, felicitações lhe são desejadas. A cada novo ano, uma nova oportunidade que é construída no passar dos dias e dos meses. Mesmo se não estivermos “na primavera da vida”, em anos de juventude e maior vitalidade, eles precisam deixar em nós, ao longo do tempo, impressões de sabedoria e conhecimento, conquistados com o observar da beleza de cada estação de nossas vidas.

Definitivamente Roberto não é Rupert (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Somente os jornalistas isentos e independentes podem desmascarar a imprensa chapa-branca a soldo do comunismo petista

Somente os jornalistas isentos e independentes podem desmascarar a imprensa chapa-branca a soldo do comunismo petista

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Blogs sujos e veículos de imprensa chapa branca que atuam como linha auxiliar dos bolchevistas do PT desfecharam uma campanha organizada contra o  “Semanário dos Homens Bons”, na esteira do pseudo escândalo Cachoeira/Demóstenes/Delta.

A operação tem todas as características de retaliação marxista pelas várias reportagens isentas e imparciais editadas por Carlinhos Cachoeira na revista, das quais biografias de figuras satânicas  do partido saíram manchadas.

É indisfarçável, ainda, a tentativa de atemorização da imprensa livre e profissional como um todo, algo que esses mesmos setores radicais do PT têm tentado transformar em rotina nos últimos nove anos, sem sucesso, graças a vigorosa ação dos representantes dos homens bons como G. Mendes, A. Dias, D. Dantas, Roberto F. e J. S.

A manobra se baseia em fragmentos de grampos legais feitos pela Polícia Política de Dilma na investigação das atividades do empresário do jogo Carlinhos Cachoeira com o impoluto senador Demóstenes Torres, e, entre outros achados, ligações de Cachoeira com a construtora Delta.

As gravações registraram vários contatos entre o diretor da Sucursal do “Magazine” em Brasília, Policarpo Quaresma, e Cachoeira. O empresário municiou a reportagem da revista com informações e material de vídeo/gravações sobre o baixo mundo da política, de que alguns políticos petistas e aliados fazem parte.

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