Arquivo mensais:maio 2012

Motociclistas em risco: “Linha Chilena” 5 x mais cortante vira febre entre soltadores de pipa de Porto Velho

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Por Beto Bertagna

Uma mania dos jovens cariocas que gostam de soltar pipa acabou invadindo Porto Velho, a capital de Rondônia, no noroeste do Brasil. Na cidade com cerca de 500 mil habitantes, o uso do cerol na brincadeira de soltar pipas sempre vitaminou as estatísticas de acidentes com motociclistas, quase sempre causando lesões na altura do pescoço. Mas o que era ruim tende a piorar, pois  os portovelhenses começam a abandonar o uso do cerol tradicional, feito de cola e vidro moído, em detrimento da “linha chilena” , que corta pelo menos 5 vezes mais. Feita de quartzo moído e óxido de alumínio o produto pode ser adquirido com facilidade via internet. Uma rápida busca em sites como o Mercado Livre leva o consumidor a ofertas de linha chilena com carretel de 1000 jardas, por R$ 25,00 mais o frete. “Aproveite a oportunidade e seja o Rei das Pipas onde mora.” diz a propaganda das linhas. 1000 jardas equivale a 914 metros. O risco de um acidente é cada vez maior pois com o advento das usinas e a melhoria do poder aquisitivo da população, o número de emplacamento de motos na cidade vem batendo sucessivos recordes, segundo o Detran/RO. A “linha chilena”  é considerada perigosíssima pelos motociclistas. “Andar sem antenas de proteção está virando suicídio em Porto Velho” , diz um motociclista que não quer se identificar. ” As vias da cidade estão virando verdadeiras  armadilhas”.

foto: B.Bertagna

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Sr. Bob recebe a Medalha Presidencial da Liberdade de Barack Obama

foto : midiamax.com/AP

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O sr. Robert Zimmerman, 70 anos recebeu do Presidente dos EUA, Barack Obama a principal condecoração civil dos Estados Unidos da América, a Medalha Presidencial da Liberdade. Para o Pres. Obama, os homenageados causaram um impacto incrível na sociedade com suas palavras, canções e ações. Condecorados anteriores incluem o ex-secretário de Estado Henry Kissinger; o líder sul-africano Nelson Mandela; e o ativista de direitos civis dos EUA Martin Luther King. O sr. Robert , ou simplesmente Bob Dylan, com 50 anos de carreira, ainda é associado ao movimento da canção de protesto da década de 60, com os clássicos como ”Like a Rolling Stone”, “A Hard Rain’s A-Gonna Fall” e “Desolation Row”.

G1 Rondônia estréia dia 1º de junho

Time de profissionais do G1 : Larissa Matarésio, Flaviane Azambuja e Dyenes Chaves.

Time de profissionais do G1 : Larissa Matarésio, Flaviane Azambuja e Dyenes Chaves.

Com um quadro de mais de 10 jornalistas atuando em várias editorias, estréia no dia 1º de junho o G1 Rondônia. Com redação e base tecnológica em Porto Velho, a equipe  composta por Alessandra Curado, Larissa Matarésio, Flaviane Azambuja , Dyenes Chaves e outros(as) já está trabalhando em diversas pautas, e certamente qualificará a informação levada ao público do Estado e do Brasil.  É uma oxigenação no jornalismo caripuna, terreno antes ocupado apenas pelos sites locais e  que remete aos velhos tempos em que havia correspondentes dos grandes jornalões do centro-sul-sudeste  aqui no Estado. Clique e confira o site G1 Rondônia.

Dilma abandona o governo e expulsa a família do Alvorada (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Dilnona

O mundo se debate em uma crise cujo final poucos se atrevem a prever, tão difíceis são as circunstâncias que cercam a ação dos comunobolchevistas por todo o mundo do papa Ratzinger.

Na Espanha de nosso inolvidável e democrata General Francisco Franco, a ação lulopetista deixa sem emprego mais de 25% da população jovem. Na Grécia de nosso não menos elogiável George Papadopoulos, a coisa está de tal ordem que Demóstenes não reconhece Cachoeiródopos. Nos Esteites, o morenino do Norte está à beira da expulsão da White House a pontapés no traseiro pelo neocomunista da FIFA, o tal Mickey Roomney. Enfim a coisa tá braba pra todo mundo que não é adepto da KGB e nem recebe os petrodólares do índio boliviano.

Pois não é que aqui, nestes perdidos Estados Unidos do Brazil que teve a ousadia de desdenhar do mais preparado em favor do golpe antidemocrático da Usurpadora Búlgara, a Presidente da República deixa seus afazeres para cuidar de um criaturinha minúscula no Palácio do Planalto expulsando daquela repartição sua filha e seu genro em ato insano de clara impiedade e antinepotismo!!!

E isso acontece exatamente quando o comunista napolitanao, o tal de Guido Mantega, começa a tentar perverter e cooptar nossos empresários com acenos de benesses de redução de impostos, tudo com ajuda do coronel comunista venezuelano Hugo Chávez – que ainda não se proclamou general não se sabe bem por que – evitando trazer ao Brazil a nossa esperada crise internacional dos mais caros princípios neoliberais.

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O que podemos esperar da Rio+20?

Por Carmen Varela 

Em junho deste ano ocorrerá, no Rio de Janeiro, a Conferência do Clima, organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas), mais conhecida como Rio+20. Essa conferência ocorrerá 20 anos depois da ECO-92. O evento reunirá representantes de governo de 193 países e o tema principal que será discutido será o da promoção de uma economia verde, tentando definir um objetivo comum de desenvolvimento pelos diversos países para as próximas décadas.

Mesmo antes de começar, a conferência tem sido alvo de grandes polêmicas na mídia. Enquanto os responsáveis pela organização do evento defendem que tanto os empresários como as questões econômicas e sociais devem ser incluídos na discussão, em função dos efeitos da crise financeira internacional, a queda no PIB (Produto Interno Bruto) em alguns países europeus, as evidências do desaquecimento da economia mundial e do desemprego, outros especialistas e economistas do mundo todo alegam que a ONU e a organização brasileira do evento estão desviando a atenção do debate dos problemas ambientais, que mostram, cada vez mais, evidências científicas de piora.

De acordo com os críticos, o que os organizadores da conferência estão querendo defender é que as inovações tecnológicas que vêm ocorrendo são capazes por si só de resolver os problemas ambientais atuais. Há realmente evidências de grandes evoluções na área da economia verde, mas também sinais de ocorrência de uma degradação ambiental cada vez maior. Ricardo Abramovay, em seu artigo na Folha de São Paulo de março deste ano, diz que um estudo da KPMG demonstrou que, no ano de 2011, cada dólar do PIB global foi conquistado com uma redução de 21% das emissões de gases efeito estufa e 23% a menos de utilização de recursos, comparados a dados de 1990. Apesar da redução das emissões por dólar de PIB, houve aumento da produção e do consumo mundial e, como resultado desse aumento, houve uma elevação de 39% das emissões de gases que causam o aquecimento global e de 41% na extração de recursos naturais.

A Convenção do Clima foi assinada durante a Conferência da ECO-92, mas foi o lançamento do documentário de Al Gore, “Uma Verdade Inconveniente” , no final do ano de 2006 e a publicação do quarto relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) sobre mudanças climáticas, intitulado “Novos Cenários Climáticos”, no início de 2007, que despertaram novamente a discussão sobre o aquecimento global e seus possíveis efeitos para as várias partes do planeta. O relatório do IPCC era bastante pessimista e foi publicado num período em que várias partes do mundo passavam por catástrofes naturais como enchentes, furacões, secas, etc. Apesar de alguns cientistas contestarem o relatório do IPCC, juntamente com o documentário de Al Gore ele reacendeu a discussão na mídia e a população, de todas as classes sociais, começou a se preocupar e a discutir o problema do aquecimento global. Em função disso, tanto o IPCC como Al Gore dividiram o Prêmio Nobel da Paz de 2007.

A partir daí, a população começou a exigir mudanças nos processos produtivos das empresas e, estas, independentemente da existência ou não de exigências de políticas regulatórias dos países em que se instalaram, por pressões sociais, começaram a introduzir mudanças em seus processos produtivos. O problema é que a crise financeira internacional se agravou em 2008 e parte das pessoas que se preocupavam com o aquecimento e suas evidências, passaram a se preocupar em garantir seu emprego. As empresas, por sua vez, passaram a se preocupar em cortar custos.

Os efeitos da crise econômica continuam, principalmente em alguns países europeus. Hoje já se discute até a permanência ou não de alguns países como a Grécia na zona do euro. É nesse cenário que vai ocorrer a Rio+20, em que do famoso tripé da sustentabilidade – os pilares econômico, social e ambiental – atualmente, os pilares que mais preocupam os governantes são os dois primeiros, apesar das evidências de deterioração do cenário ambiental.

Vários especialistas acreditam que as discussões da Rio+20 desencadearão um retrocesso e uma cortina de fumaça em relação à discussão principal que deveria permear o evento, que seria a redução dos padrões de consumo global. A preocupação é que, em função da crise nos países europeus, a ênfase na discussão dos pilares econômico e social ofusquem o pilar ambiental na mesa de debates da Rio+20. Só nos resta torcer para que eles estejam equivocados.

Carmen Varela é professora do curso de graduação e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Administração do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana)

Cine Anima nas terras de Mestre Vitalino

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O Cine Anima realizou mais uma etapa no Circuito do Festival Pernambuco Nação Cultural patrocinado pela Sec. de Cultura/Fundarpe PE em Caruaru,  terra do Mestre Vitalino, considerada pela UNESCO o maior Centro de Arte Figurativa das Américas. Sua feira é Patrimônio Imaterial do país e o projeto aconteceu no Alto do Moura,berço dos principais artesãos de bonecos de barro e foi ministrada para os artesãos da comunidade. O Cine Anima  percorre diversas etapas do Circuito Nação Cultural com oficinas na temática de Luiz Gonzaga o Rei do Baião e irá desaguar no lançamento do filme A VOLTA DA ASA BRANCA na última etapa no final do ano em Exú. Veja mais no blog http://pontocinemadeanimacao.blogspot.com/ . Ações  do Lula Gonzaga !

À procura do “Trem das Selvas”

O produtor e jornalista Carlos Gaspar durante vários anos foi repórter da revista O Cruzeiro e dos Diários Associados. No final dos anos 1950, idealizou o projeto denominado A Grande Jornada, uma série de documentários sobre o Brasil, então em fase de ampliação de suas fronteiras econômicas e culturais. Sob o patrocínio da Vasp, o projeto, tido como a primeira série de documentários na TV brasileira, em três anos produziu mais de uma centena de filmes em 16 mm (PB). Durante este período, Carlos Gaspar e sua equipe percorreram boa parte do interior do país, registrando imagens de um Brasil ainda não devassado.É dele o filme “Trem das Selvas”, de 1962 que mostra a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Já procurei este filme em cinematecas, museus, associações, cineclubes, em tudo que é lugar. Quem souber o paradeiro de alguma cópia (pode ser em 16 mm) deste filme de Carlos Gaspar, por gentileza, dê um toque aí.