Arquivo diários:01/02/2012

No ano do centenário da EFMM , Marinha do Brasil analisa devolver à população de Porto Velho o Galpão nº 3

Hoje, dia 1º de fevereiro, às 10h, na Câmara de Conciliação da Administração Federal, órgão da AGU (Advocacia Geral da União), o destino do Galpão 3 do pátio ferroviário da EFMM, em Porto Velho, capital de Rondônia começou a ser traçado. Governo do Estado de Rondônia, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Prefeitura de Porto Velho, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, SPU, ONGs, historiadores e sociedade civil desejam a volta do  Galpão 3  à EFMM, para restauração  e reincorporação ao complexo ferroviário. Foi disponibilizado à Marinha do Brasil um outro local para a construção da Capitania dos Portos, bem mais adequado e que permitirá a expansão da Capitania diante do contexto de grandeza que ela representará para a região. No galpão 3 ela ficaria “engessada” diante das diversas normas de proteção patrimonial. No ano do centenário da EFMM, é uma grande conquista para a população de Porto Velho e turistas , que poderão circular livremente por toda a área do Complexo Ferroviário.

Notícia foi dada "ao vivo" na TV Rondônia

Notícia foi dada "ao vivo" na TV Rondônia, afiliada da Rede Globo de Televisão.

Túnel do Tempo – Beto Bertagna e Othon Bastos

B.Bertagna e Othon Bastos durante as filmagens de "O Número", no set montado nas obras da Uniron, em Porto Velho.. 2004

B.Bertagna e Othon Bastos durante as filmagens de "O Número", no set montado nas obras da Uniron, em Porto Velho.. 2004

Para-choque de blog

“Quanto mais alto voamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.” – Friedrich Nietzsche

O pescador

Por Elizeu Braga

o rio é sua morada
seus gestos
o carinho com a rede
o mesmo com a mulher amada

a mão erguida
tarrafa no peito
no meio da canoa
remo,terçado,vasilha

(é preciso regressar antes que essa chuva caia
é preciso soltar os peixes miúdos
para que nunca falte os graúdos
é preciso levar o menino mais novo no cangote)

imaginar que o mundo é isso
um pedacinho de nada
diante do rio
que,
será sempre a sua morada.