Por Ana Aranda
Ser ou não ser. Um índio que sai da aldeia para buscar uma melhor alternativa de vida, porque na aldeia não há alternativas, deixa de ser índio? Na dúvida, a Funai, por uma decisão da justiça, parou de emitir a Carteira Indígena, documento que serve para oficializar a cidadania indígena. Sem a carteira, os índios que vivem na cidade foram ‘descrendeciados’ pelos responsáveis pela saúde indígena (em processo de transição entre a Funasa e a Secretaria Especial de Saúde Indígena). Também estão descredenciados aqueles que foram expulsos de seus territórios tradicionais e hoje buscam o reconhecimento de suas raízes. É o caso, em Rondônia, dos Puruborá, Migueleno, Cujubim, Wayoró, Canoé, Cassupá, Salamãi, Macurap, Tupari, entre outros, de acordo com o Ministério Público Federal.
Reconhecendo a fragilidade dos indígenas frente ao mundo do colonizador, o governo brasileiro destina verbas especiais para o tratamento de saúde dos mesmos. Dinheiro este que vem tendo outras aplicações em algumas prefeituras. Mas o pior é que, com carteira ou sem carteira, a saúde indígena está em frangalhos. Quem mora na aldeia sofre porque está muito longe dos médicos e órgãos de atendimento e quem mora na cidade passa por todo o sofrimento a que nós, não-índios, estamos sujeitos em caso de doença.
Vítimas de uma política equivocada, que os tratavam como incapazes, e hoje acuados pela ocupação cada vez mais rápida dos territórios para onde foram empurrados ao longo da história, os indígenas já não conseguem levar a vida tradicional. Sem a fartura de caça e pesca que antes havia, muitos sobrevivem com cestas básicas. Sem contar com meios para gerar renda, eles se encontram em uma encruzilhada entre o mundo dos antepassados e o mundo do colonizador, enfrentando uma realidade que não perdoa aqueles que não “produzem”.
Taxados durante séculos como lesos e preguiçosos, até mesmo nos livros escolares, os indígenas são altamente discriminados e não têm acesso à educação formal. Migram para a cidade em busca de uma saída e aí perdem o direito de ser índio. A não ser, é claro, que apresentem a carteira. A situação é muito grave e merece um olhar mais atento da sociedade e do poder público. A doença, a fome e o sofrimento não esperam. As medidas necessárias precisam ser tomadas agora, com urgência.

Convencido de que Deus está nos detalhes, desenvolvi uma obsessão infernal por desvendar as minúcias mais corriqueiras do cotidiano, em busca de revelações verdadeiras. Aprofundando-me mais e mais no abismo dantesco das mais irrisórias indiferenças, desesperava-me de não encontrar a cura milagrosa da minha insegurança, de não achar vestígio da verdade maior. Desespero vão. A verdade estava lá. Encontrei o homem e sua natureza. …
Você acha que iriam lhe respeitar no trânsito das grandes cidades, se você estivesse a bordo de um destes? A resposta é sim e advinhem, na europa qualquer um pode comprar e até importar! A Witham Specialist Vehicles Ltd empresa responsável pela venda destes veículos militares, vende helicopteros, tanques, carros blindados e até fazem importações (sujeitas a licenças de exportação). Para ver os veículos é preciso marcar um horário e não é possível um test driver. =( Segue abaixo 10 imagens de veículos militares tiradas pela equipe do Top Gear que estavam a venda no local. Acho melhor ninguém mostrar