Arquivo diários:15/02/2011

Depois de 125 anos, descoberta a fórmula secreta da Coca-Cola

Um dos segredos mais bem guardados de sempre pode ter sido descoberto. Criada em 1886 pelo farmacêutico John Pemberton, a receita da Coca-Cola era até agora um incógnita, mas tudo pode mudar. O site ‘ThisAmericanLife.org’, anunciou ter descoberto a receita da Coca-Cola através de uma fotografia publicada em 1979 no ‘Atlanta Journal Constitution’. Na imagem, alguém apresenta um livro onde se pode ver a lista de ingredientes usadas por Pemberton e ainda as quantidades de cada um.

Cafeína, limão, caramelo, óleos de canela, noz-moscada ou coentros são apenas alguns dos ingredientes do refrigerante mais famoso do mundo. O mesmo site revela ainda a composição do ingrediente secreto conhecido por “Merchandise 7X”.

Um livro, “Por Deus, Pela Pátria e Pela Coca-Cola”, de Mark Pendergrast. Apêndice pág 379-383. Editora Ediouro, 1993, já comentava o caso.  O livro “coincidentemente” sumiu das livrarias e sebos do país.Veja um trecho do livro:

“QUANDO RESOLVI escrever uma história geral da Coca-Cola, não tinha idéia de que descobriria a fórmula original, e ainda menos no ventre da própria companhia. Afinal de contas, tratava-se do segredo mais bem guardado do mundo, um segredo que a companhia se recusara a revelar a despeito de duas ordens judiciais. Em 1977, a companhia preferiu deixar a Índia a entregar a fórmula secreta a um insistente governo. Ainda assim, parece que consegui o impossível. Certo dia, Phil Mooney, o arquivista, trouxe-me uma pasta com papéis amarelados e dilacerados, que haviam sido cuidadosamente restaurados e postos entre lâminas de plástico. Explicou-me que eles constituíam os restos do livro de fórmulas de John Pemberton, doados à companhia na década de 1940.  Eu já conhecia a história desse livro. Quando rapaz, John P. Tumer viajara de sua cidade natal, Columbus, Geórgia, para trabalhar como aprendiz de John Pemberton nos últimos anos de vida deste último. Após a morte de Pemberton, Tumer levou o livro em sua volta para Columbus, onde trabalhou como farmacêutico durante muitos anos. Em 1943, o filho de Tumcr mostrou o livro a um membro da diretoria da Coca-Cola, abrindo-o na página que continha a fórmula. O diretor em causa convenceu o herdeiro de Tumer a entregar-lhe o livro. ”Deus do Céu!” exclamou Harrison, o presidente da diretoria, ao ver a fórmula. ”Onde foi que você conseguiu isso?” E essa foi a última vez em que alguém botou os olhos na fórmula.  A pasta que recebi dos arquivos da Coca-Cola dizia que este era “o livro de descrições e fórmulas pertencentes ao Dr. I. S. Pemberton, ao tempo em que era farmacêutico em Columbus”, mas isso quase com certeza é incorreto, uma vez que uma das receitas, para uma cola de aipo, inclui pelo nome a Coca-Cola como ingrediente, o que a coloca sem dúvida nenhuma em 1888, uma vez que era a bebida em que Pemberton trabalhava quando de sua morte. O coração batendo em disparada, folheei com todo cuidado as páginas preservadas, embora, claro, pensasse que a companhia escondera um item crucial em algum lugar. Por isso mesmo, fiquei atônito ao descobrir o que parecia ser uma receita de Coca-Cola, sem nome, exceto por um ”X” no alto da página:

  • Citrato de Cafeína 1 onça (28,350g)
  • Ext. de Baunilha 1 onça
  • Saborizante 2 112 onças
  • F.E. Coco 4 onças
  • Ácido cítrico 3 onças
  • Suco de Lima 1 quarto
  • Açúcar 30 libras-peso
  • Água 2 1/2 galões (3,785 litros)
  • Caramelo o suficiente
    Misture o Ácido de Cafeína e Suco de Lima em 1 quarto de água fervente e acrescente baunilha e saborizante quando frio.

Saborizante:

  • óleo de Laranja 80
  • óleo de Limão 120
  • óleo de Noz-Moscada 40
  • óleo de Canela 40
  • óleo de Coentro 20
  • Nerol 40
  • Álcool 1 Quarto
  • deixe descansar 24h

A seção ‘saborizante” é obviamente a parte 7X da fórmula, embora haja apenas seis ingredientes (a menos que se conte o álcool como o sétimo). Talvez ele tenha adicionado mais tarde baunilha à seção saborizante como sétimo ingrediente. ‘F.E. Coco’ significafluid extract of coca (extrato fluido de coca), e nozes de cola não são mencionadas, mas apenas ‘Citrato de Cafeína”. Pemberton, quase com certeza, recebia a cafeína da Merck, de Darmstadt, Alemanha, porque elogiava essa firma como produtora de uma forma superior de estimulante, extraído de nozes de cola.
Tirei fotocópia do documento, mas simplesmente não consegui acreditar que alguém na companhia me entregasse a fórmula original. Com certeza, devia ser apenas uma precursora do produto autêntico. Mas em seguida tive confirmação inesperada de que descobrira, por acaso, algo muito mais valioso do que pensava. Ao entrevistar Mladin Zarubica, o Observador Técnico que produzira a “Coke branca” para o general Zhukov, disse-lhe que tinha a fórmula. ‘; Oh, tem mesmo?” disse ele. ”’Eu também. A companhia me deu uma cópia quando tive que tirar a cor para Zhukov. Quer vê-Ia?” Eu queria, realmente. Ao chegar a fotocópia de sua correspondência, datada de 4 de janeiro de 1947, ela continha exatamente a mesma fórmula que eu encontrara nos arquivos – mesmos volumes, mesmo formato, até mesmo o erro de grafia em ‘F.E. Coco.’ Notei uma única diferença: a fórmula de Zarubica era incompleta, deixando de fora os dois ingredientes finais da 7X d (coentro e nerol). Parecia que a companhia não quisera liberar a fórmula completa e tomara a precaução de alterá-la dessa maneira.
Fiquei estarrecido. Eu não só entrara de posse da fórmula original de Pemberton, guardada nas entranhas da própria companhia, mas ela aparentemente sobrevivera sem mudança durante pelo menos 60 anos, após o inventor a ter escrito naquele papel ora restaurado. Mas isso era um autêntico mistério. Contradizia a declaração de Howard Candlcr de que seu pai, Asa, mudara substancialmente a maneira de fabricação da Coca-Cola. E por que a fórmula de Zaiubica não mencionava folha descocainizada de coca ou o fato de a companhia não usar mais ácido cítrico, mas fosfórico? Ou que o volume de cafeína fora reduzido? E essas não eram as únicas mudanças introduzidas na fórmula. O velho Asa aparentemente andara também mexendo na 7X Ao longo dos anos, mudara também o volume e tipo do adoçante.
Parece que mesmo quando os ingredientes e proporções originais são revelados, persiste a mística em torno da fórmula. Minha conclusão final: a companhia, na verdade, não deu a Mladin Zarubica, em 1947, a fórmula em uso corrente – e nem mesmo tinha versão parcial da mesma. Em vez disso, Zarubica recebeu uma versão truncada da fórmula original, o suficiente para que seu químico descobrisse como tornar branca a Coke marrom. Permanece o mistério de por que a companhia me entregou a fórmula existente em seus próprios arquivos. Só posso supor que havia outra receita da Coca-Cola claramente rotulada no livro de Tumer, que foi escondida, mas ninguém examinou com atenção o resto da fórmula, e a variedade ‘X’ passou despercebida.Em seu livro de 1983, Big Secrets, Williain Poundstone dá sua versão da fórmula, e que é um palpite razoavelmente acurado da mistura corrente. Em um galão entram:

    Açúcar: 2.400g em água suficiente para dissolver:
  • Caramelo: 37g
  • Cafeína: 3,lg
  • Ácido Fosfórico: 11g
  • Folha descocainizada de coca: 1,1g
  • Nozes de cola: 0,37g

Embeba a folha de coca e nozes de cola em 22g de álcool a 20%, coe e acrescente líquido ao xarope.

  • Suco de lima: 30g
  • Glicerina: 19g
  • Extrato de baunilha: 1,Sg

Saborizante 7X:

  • óleo de laranja: 0,47g
  • óleo de limão: 0,88g
  • óleo de noz-moscada: 0,07g
  • óleo de canela (canela chinesa): 0,20g
  • óleo de coentro: traços
  • Nerol: traços
  • óleo de lima: 0,27g

Misture em 4,9g de álcool a 95%, adicione 2,7g de água, deixe descansar por 24 horas a 60 graus F.[162C]. Uma camada turva se separará. Retire a parte clara do líquido e acrescente ao xarope.
Acrescente água suficiente para fazer 1 galão de xarope. Misture uma onça de xarope com água gaseificada para obter um copo de 6,5 onças.

Poundstone e várias outras fontes alegam que o óleo de alfazema pode também fazer parte da fórmula, e uma jovem especialista do departamento técnico, com quem andei certa vez num elevador, concordou comigo. Ela acabara de voltar de Grasse, onde durante séculos especialistas franceses extraíram várias essências de óleo – incluindo nerol (tirado de uma variedade de flores de laranjeira) e alfazema.
Embora a fórmula contida no Big Secrets possa aproximar-se muito, ela não confere com o depoimento feito sob juramento peloDr. Anton Amon, químico da Coca-Cola, em um recente caso judicial. Segundo ele, são necessárias 13,2 gramas de ácido fosfórico para fazer um galão de xarope, e não 11, e 1,86 grama de extrato de baunilha, e não 1,5g. Disse Anton que a companhia acrescenta 91,99 gramas de “um caramelo comercial de estabilidade forte”, ou muito mais do que as 37 gramas de Poundstone. Não obstante, os ingredientes da fórmula são provavelmente exatos. A começar com Asa Candler, ninguém na companhia se referia aos ingredientes pelo nome. Em vez disso, o açúcar era a Mercadoria #1; caramelo, Mercadoria #2; cafeína, Mercadoria #3; ácido fosfórico, Mercadoria #4; folha de coca e extrato de noz de cola, Mercadoria #5; mistura saborizante 7X, Mercadoria #7; baunilha, Mercadoria #8. Essa nomenclatura pegou, embora desde a era Candier os números 6 e 9 – talvez suco de lima e glicerina – tenham desaparecido, provavelmente absorvidos na 7X ou em algum outro ingrediente.
Estudei demoradamente os efeitos da folha de coca e da cola no corpo principal do texto. À parte isso, são na verdade fascinantes, ainda que inconclusivas, as histórias populares que cercam os demais ingredientes, considerando os volumes diminutos de cada um deles e a veracidade duvidosa de fontes antigas. A cássia, por exemplo, foi usada como cura para artrite, câncer, diabetes, tonteira, gota, dor de cabeça e dor de estômago. A noz-moscada combatia a infecção durante a Peste Negra, serviu como psicotrópico e narcótico, e é receitada na índia para disenteria, gases, lepra, reumatismo, ciática e dor de estômago. A baunilha é usada variadamente como afrodisíaco, estimulante ou anti-espasmódico, cura histeria, impede o aparecimento de cáries e reduz gases. E o mesmo se aplica aos demais ingredientes.
Uma vez que a fórmula secreta gerou volumes espantosos de dinheiro, não me surpreendeu que ninguém na companhia quisesse falar sobre ela. Tendo recebido permissão para entrevistar praticamente todo mundo na empresa, negaram-me, contudo, acesso aMauricio Gianturco, chefe da divisão técnica. No fim, deixaram-me entrevistar Harry Waldrop, um ‘psicometrista graduado’ (não é brincadeira, é esse mesmo o título dele) que, até cinco anos passados, em membro do corpo de elite de provedores de sabor que faz amostragens de partidas da Coca-Cola Classic.
Os membros do grupo conhecem a 7X tanto pelo cheiro quanto pelo gosto e podem discemir diferenças mínimas ocasionadas por envelhecimento. Da mesma maneira que alguns provedores de vinho podem provar um 1945 Mouton-Rothschild e diferenciá-lo de outro da safra de 1946, Waldrop pode identificar uma partida de xarope de Coke de dois meses de idade. ”Todos nós conhecemos o sabor e o aroma do material autêntico”, diz Waldrop, “mas é difícil dizer isso em palavras. Só quando estão fora do padrão é que tentamos descrevê-los.” Os membros do grupo podem se subdividir em pequenos grupos, por exemplo, para discutir um gostinho ligeiramente amargo que refugam. Embora todos os ingredientes sejam cuidadosamente medidos e submetidos a teste por cromatografia de gás e outros aparelhos científicos de aferição, Waldrop não acredita que o computador possa substituir o ser humano. “Um nariz eletrônico não poderia captar as sutilezas, a parte hedonística”, garantiu-me ele.
Embora cientistas possam provavelmente identificar os diferentes ingredientes da Coca-Cola, e até mesmo estimar seus volumes aproximados, não podem, segundo funcionários da companhia, duplicar a mistura exata. Incrível como possa parecer, apenas duas pessoas em atividade na companhia supostamente sabem como misturar o 7X. Isso faz com que elas viajem constantemente de avião a Cidra, Porto Rico, e Drogheda, Irlanda, para reabastecer o suprimento dessas duas enormes fábricas de concentrado, que fornecem os tijolos para a maioria da Coke consumida no mundo. Há ainda no mundo outras fábricas menores de concentrado. Ninguém, claro, gostaria de falar sobre essas questões de logística.
A despeito de todo o mistério e paranóia acumulados em torno da fórmula famosa, certo dia um porta-voz da companhia baixou a guarda quando perguntei o que aconteceria se eu publicasse neste livro a fórmula autêntica, com instruções detalhadas. Ele sorriu largamente. “Mark”, disse, “digamos que este é o seu dia de sorte. Acontece que tenho, aqui mesmo em minha mesa, uma cópia da fórmula.” Abriu a gaveta e me entregou um documento fantástico.
- “Aí está. Agora, o que é que vai fazer com ela?”
- “Bom, vou incluí-Ia no meu livro.”
- “E … ?”
- “Alguém pode resolver estabelecer-se e concorrer com a The Coca-Cola Company.”
- “E que nome ele vai dar ao produto?”
- “Bem, não poderá chamá-lo de Coca-Cola porque vocês o processariam. Vamos dizer que o chamem de Yum-Yum, e que insinuem, de uma forma a não dar razão a um processo judicial, que a Yum-Yum é na verdade a fórmula original da Coca-Cola.”
- “Ótimo. E daí? Quanto vão cobrar por ela? Como vão distribuí-la? Como vão divulgá-la? Está entendendo aonde quero chegar? Gastamos mais de 100 anos e volumes inacreditáveis de dinheiro construindo o capital dessa marca. Sem nossas economias de escala e nosso inacreditável sistema de comercialização, quem quer que tentasse duplicar nosso produto não chegaria a lugar nenhum e teria que mudar coisas demais. Por que alguém se daria ao trabalho de ir comprar Yum-Yum, que é realmente igual à Coca-Cola mas que custa mais, quando pode comprar a Coisa Real em todo o mundo?”

Não consegui pensar em coisa alguma para dizer.

Inscrições para o Programa Cultural das Empresas Eletrobras são prorrogadas

O Programa Cultural das Empresas Eletrobras 2011 vai destinar R$ 13,8 milhões para o apoio a projetos em três segmentos: teatro (produção de espetáculos teatrais adultos e infanto-juvenis e festivais de teatro), audiovisual (longa-metragem e festivais de cinema) e patrimônio imaterial (difusão de manifestações culturais tradicionais). O Programa visa estimular a produção artística, a reflexão e o conhecimento sobre a cultura brasileira. Neste ano, a novidade é a inclusão de espetáculos teatrais para crianças e jovens entre as modalidades contempladas.As inscrições foram prorrogadas até o dia 13 de abril e podem ser feitas no endereço www.eletrobras.com/editalcultural e também nos sítios das empresas do Sistema Eletrobras. Podem participar pessoas jurídicas, necessariamente de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos – instituições, empresas, fundações ou associações sob controle acionário, estatutário ou majoritário de brasileiros natos, naturalizados ou de estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos; e pessoas físicas, que sejam brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos.
Quando for se inscrever no edital de cultura das empresas Eletrobras, o proponente deverá apresentar o comprovante de inscrição (protocolo) do seu projeto no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) ou na Ancine (por meio da Lei 8.685/93 – Lei Federal de Incentivo à Produção Audiovisual). Devido à adequação do edital ao cronograma do Ministério da Cultura, a aprovação prévia do projeto em lei federal de incentivo não será mais exigida no momento da inscrição, mas será obrigatória para a contratação.A Eletrobras Eletronorte participa do Programa que, nesta edição, tem representantes de todas as empresas do grupo nas comissões. Os projetos serão selecionados por comissões mistas, formadas por técnicos das empresas Eletrobras, por técnicos do Ministério da Cultura (MinC) e por especialistas das áreas de teatro, cinema e patrimônio imaterial.

Inscrição: de 22/12/2010 a 13/04/2011 (o prazo de inscrição se encerra às 23h59min horário de Brasília)
Seleção: de 14/04/2011 a 17/05/2011
Divulgação dos resultados da seleção: até 18/05/2011
Contratação: a partir de 19/05/2011

Clique aqui para acessar o Manual do Proponente

Tecnologia da Informação : selecionando projetos

Por Fernando José Barbin Laurindo, da Fundação Vanzolini (www.vanzolini.org.br), POLI/USP

Sempre destaco em meus artigos, a importância dos investimentos em TI serem direcionados a ganhos estratégicos e integrados com os processos organizacionais. Vimos também que a TI está por trás dos esforços em termos de inteligência para compreender o mercado e vislumbrar novas oportunidades inovadoras e que podem trazer vantagem competitiva. O sucesso ou não destas realizações através da TI decorrem das decisões que são tomadas pelos executivos acerca de quais projetos de TI devem ser priorizados e levados adiante. Não é de se estranhar que este tema tenha sido alvo de inúmeras pesquisas tanto no âmbito acadêmico como no profissional. A área de TI recebe sempre diversas solicitações das varias áreas usuárias, além dela própria gerar propostas de novos projetos de TI (seja de novas aplicações, de manutenção de aplicações existentes ou ainda de atualizações por razões tecnológicas). Este conjunto de demandas constitui a carteira (oubacklog) de projetos a desenvolver.  Os projetos selecionados para serem desenvolvidos (ou implementados) constituem o portfólio de projetos de TI. Existem diversas formas de selecionar projetos de TI e construir deste portfólio. Segundo uma pesquisa desenvolvida por um autor chamado Renkema, seriam mais de 60 métodos descritos na literatura para avaliar projetos de TI. E este número continua a crescer! Este mesmo autor agrupou as diferentes propostas para avaliar projetos de TI em quatro grupos: Abordagem Financeira, Abordagem Multi-criterio, Abordagem de Indicadores e Abordagem de Portfólio. Acerca do último grupo, há diversas formas de construir o portfólio de projetos de TI e os possíveis critérios de avaliação de projetos de TI que costumam incluir aspectos tecnológicos, econômicos e comportamentais. Montar um portfólio de projetos de TI baseia-se em alguns aspectos chave: Estratégia de negócios, a Alocação de Recursos e a Seleção de Projetos que assegurem a estratégia de negócios escolhida pela empresa. Assim, o alinhamento estratégico não é somente uma questão de escolher projetos que estejam em sintonia com a estratégia de negócios da empresa, mas também escolher os projetos que sejam compatíveis entre si. É claro que projetos que devem obrigatoriamente ser incluídos no portfolio, tais como aqueles destinados a corrigir falhas dos softwares (bugs) ou atender requisitos de legislação.No entanto, no cotidiano das atividades dos gestores de TI, outros aspectos são levados em consideração, que estão mais relacionados com a atividade de gestão do que com o alinhamento estratégico da TI. É muito comum que se adote a prática de incluir no portfólio de implementação “um projeto de cada área usuária”. Isto garante uma relativa paz para o gestor da TI (ou eventualmente para gestores de diferentes níveis na hierarquia) diante dos demais executivos da empresa. Do ponto de vista das relações internas da empresa, esta lógica parece muito razoável, pois parece uma abordagem “justa”.  Além disto, por favorecer a manutenção de um ambiente “amistoso” entre a TI e as áreas usuárias, haveria uma tendência de facilitar o alinhamento estratégico. No entanto, um análise mais cuidadosa e isenta, levando em conta os objetivos da empresa e não dos executivos da TI, mostra que somente por sorte a adoção deste critério  levará ao portfólio que mais favoreça ao atendimento dos objetivos estratégicos.  Mas para que se adotem outros critérios e métodos para selecionar projetos de TI não basta que somente os executivos de TI mudem de conduta. É antes necessário que se crie um comprometimento geral na empresa para se buscar resultados para o benefício da organização como um todo e não somente para os interesses das diferentes áreas usuárias. Havendo esta postura de todos executivos em relação a TI, então se pode trabalhar de forma a buscar métodos que selecionem os projetos de TI que promovam o tal almejado alinhamento estratégico entre TI e negócios.

Os países com os mais elevados índices de ateísmo! (via Giro Universal)

Em vários estudos  o “Global Peace Index” demonstra que quanto menos religioso é um país mais tendência pacífica esse mostra. Uma das coisas que impressiona, e têm despertado uma discussão vibrante, é a alta colocação dos países “ateus”, aqueles em que a maior parte das pessoas não acredita em Deus. Mas, muitos se esquecem  que estes países ocupam os primeiros 10 lugares em rankings de Suicídios e muitas outras desgraças.A minha intenção não é discutir sobre religião, mas a verdade é que não podemos omitir certos fatos.

Confira os paises com os mais elevados índices de ateísmo:

  • 1
  • Suécia
  • 8,986,000
  • 85%
  • 2
  • Vietnam
  • 82,690,000
  • 81%
  • 3
  • Dinamarca
  • 5,413,000
  • 80%
  • 4
  • Noruega
  • 4,575,000
  • 72%
  • 5
  • Japão
  • 127,333,000
  • 65%
  • 6
  • República Tcheca
  • 10,246,100
  • 61%
  • 7
  • Finlândia
  • 5,215,000
  • 60%
  • 8
  • França
  • 60,424,000
  • 54%
  • 9
  • Coréia do Sul
  • 48,598,000
  • 52%
  • 10
  • Estônia
  • 1,342,000
  • 49%
  • 11
  • Alemanha
  • 82,425,000
  • 49%
  • 12
  • Rússia
  • 143,782,000
  • 48%
  • 13
  • Hungria
  • 10,032,000
  • 46%
  • 14
  • Holanda
  • 16,318,000
  • 44%
  • 15
  • Grã-Bretanha
  • 60,271,000
  • 44%
  • 16
  • Bélgica
  • 10,348,000
  • 43%
  • 17
  • Bulgária
  • 7,518,000
  • 40%
  • 18
  • Eslovênia
  • 2,011,000
  • 38%
  • 19
  • Israel
  • 6,199,000
  • 37%
  • 20
  • Canadá
  • 32,508,000
  • 30%

 

Vanessa Vasconcelos Duarte: Jovem assassinada na Grande SP estava com casamento marcado (via Diálogos Políticos)

A supervisora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, de 25 anos, encontrada morta no domingo (13) à beira da Rodovia Raposo Tavares, na Grande São Paulo, tinha casamento marcado para novembro deste ano. A jovem desapareceu no sábado (12), após sair da casa do noivo, o gerente administrativo Luiz Vanderley de Oliveira, de 34 anos. Vaidosa, Vanessa planejava encontrar duas amigas para ir a um curso de maquiagem no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo … Read More

via DIÁLOGOS POLÍTICOS