Arquivo diários:14/01/2011

Virou pó, ou fumaça

Em todas as rodas de samba da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia o assunto é o sumiço de quase 200 quilos de maconha e cocaína oxidada dos depósitos do DENARC, a Delegacia Especializada de Narcóticos. A Polícia Civil emitiu nota à imprensa de que a ” subtração” dos entorpecentes está sendo investigada e que preferiu ficar calada para não atrapalhar as investigações. Ao que parece não houve nem arrombamento. Agentes do próprio Denarc estão investigando o caso.

Do Blog do Confúcio – Florestas X Pobreza

“A geografia é o nosso maior pecado capital. O clima quente e úmido, abundantes florestas e rios e do outro lado os piores indicadores sociais e econômicos estão no eixo tropical do planeta. Que maldição é esta? Vejo bem claro em Rondônia, está bem delimitada a situação. Ironia do destino, justamente os municípios que mais tem reservas florestais – Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Cujubim, Itapuã do Oeste, Corumbiara, Pimenteiras e Costa Marques são aqueles que mais padecem na escassez de recursos. Muitos deles estão deprimidos economicamente. Dá para entender uma coisa desta? Meio ambiente equilibrado, florestas e rios virgens, índios, seringueiros e pescadores, tanta riqueza, tanta virtude exposta, tanto dever de casa feito e cumprido. Muito bem feito e belo, enquanto esta beleza toda não rima com a pobreza existente.  O discurso mundo afora é outro. A doutrina é a Amazônia florestada e virgem. O que concordo plenamente.  No entanto, fica difícil combinar meio ambiente preservado com pobreza. Porque na hora H quem fala mais alto é o estômago. O natural instinto de sobrevivência. Se o Brasil inteiro e o mundo querem as coisas lindas e maravilhosas, como devem ser, que ao menos pague a conta e contribuam com investimentos compensatórios para que o homem destas paragens tropicais seja também cidadão. E tudo isto só se faz com tecnologia e industrialização. Além do mais investimento pesado em educação de qualidade. Fora disto não dá. O exemplo da Zona Franca de Manaus é óbvio. No Amazonas tem mais de 95% de florestas em pé, mas, tudo bem compensado com incentivos fiscais para o Polo Industrial criado há mais de 40 anos. Só vejo uma saída – gerar riqueza a partir da própria riqueza ambiental.  Tudo enfim deve se transformar em produtos industrializados. A produção de sementes certificados das espécies nativas, os viveiros na forma de bancos de germoplasma, as empresas sociais a disposição dos grupos que se organizarem. Manejos certificados e comunitários na floresta. A pesca artesanal e em tanques-redes. A agroindustrlização das frutas tropicais exóticas. O aproveitamento de resinas, óleos, mel, fibras, cipós, raízes, amêndoas para cosméticos, sabonetes, medicamentos, artesanato. Quero convocar a Universidade Rondônia para esta parceria. As ONGS também. As entidades comerciais das cidades  referidas para este debate prático. Eu vi este modelo em Xapuri no Acre. E tenho visto as experiências do Pará e do Amazonas. No mais é buscar muitos fundamentos no INPA (Instituto de Pesquisa da Amazônia),  SUFRAMA (Superintendencia da Zona Franca de Manaus) e na SUDAM (Superintendencia do Desenvolvimento da Amazônia). O próprio IBAMA tem muito experiência em designer de móveis e aproveitamento da madeira. E tem mais dois parceiros fortes – SEBRAE E EMBRAPA.   No mais é a nossa própria força motriz – a EMATER.”

Luzes no Abismo

Tudo que é óbvio enruga minha pele
Irrita minha índole
As várias variáveis do mesmo
Contaminam-me as veias
Causam febre e tremores. 

Eu vi sedas e granadas nas estradas
Arranquei os cravos do não-pecador
Quebrei os vitrais da grande queda
E com os cacos rasguei meus pulsos.

Quis eu a morte digna
A vida intensificada.
Disse-me meu coração:
Encerra os livros
Esqueça as escrituras
E ponha-se no caminho!
Foi lá que aprendi a sangrar e gozar
Com insuperável intensidade.
Singrei tantos mares selvagens
Tantos continentes imaginários
Que me tornei borboleta
Morcego e fera.

Com mandíbulas de prata
Corroí as vertigens da lei
Com o fogo da língua
Submeti as serpentes encantadas.
Os néons não mais me seduzem:
São apenas gases nobres em tubos pré-fabricados
por mão-de-obra miserável!

Tudo que é vazio me atrai:
É terreno livre
Planície deserta
que espera ser preenchida.
E eu tenho sementes, minhas mesmas,
germinadas com chuvas interiores!

Sei amar minha solidão
Não temer meus ossos expostos,
Aprendi a costurar meu próprio joelho
Quando me arrebento nestes abismos de ecos profundos…

Cernov

Serpente : Novo zodíaco pira o cabeção

É de pirar o cabeção ! Se já não bastasse o desalinhamento dos astros agora pinta um novo signo na galáxia,  logo depois do Escorpião, embaralhando todo o zodíaco. Segundo o   o astrônomo Parke Kunkle em entrevista à rede americana NBC e trata da constelação Ophiuchus (ou Serpente) que sempre existiu mas era pouco visível. A explicação dos “astrólogos” é que quando foram formuladas as regras da Astrologia, ela não entrou no zodíaco porque estava muito longe da órbita da Terra. Entonces, é assim : Se você nasceu entre 29 de novembro e 17 de dezembro, você é integrante do mais novo signo : Serpente. Cuidado !!! e com esta alteração, teóricamente, todos os outros signos foram afetados. Nossos signos do zodíaco –  Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes – são determinados por um conjunto de estrelas (constelação) alinhadas com o Sol no dia em que nascemos. Só que a Terra tem um certo balanço, conhecido pelos cientistas e astrônomos como precessão , um fenômeno físico que consiste na mudança do eixo de rotação de um objeto. Isto indica que últimos 3000 anos  os signos se moveram em quase um  um mês em relação ao sol e as estrelas.Confira se você é o que você acha que é . Abs e boa sorte.

Áries – 19/4 a 13/5
Touro – 14/5 a 20/6
Gêmeos – 21/6 a 20/7
Câncer – 21/7 a 10/8
Leão – 11/8 a 15/9
Virgem – 16/9 a 30/10
Libra – 31/10 a 22/11
Escorpião – 23/11 a 29/11
Serpente – 30/11 a 17/12
Sagitário – 18/12 a 19/1
Capricórnio – 20/1 a 15/2
Aquário – 16/2 a 11/3
Peixes – 12/3 a 18/4