Arquivo mensais:junho 2010

Cala a boca, Galvão !

“Cala boca, Galvão” , depois de virar hit entre as torcidas nos estádios brasileiros agora ganhou o universo. Como foi uma das palavras mais digitadas no Twitter durante a abertura da Copa do Mundo, a expressão atingiu os Trending Topics mundiais- tópicos mais vistos – do Twitter. Os usuários que não conhecem o português indagavam aos usuários brasileiros o que significava aquilo. Foi a vez da malandragem tupiniquim explicar que era uma campanha para salvar um pássaro raro do Brasil. E os brazucas foram além, criando um perfil “Galvão Institute” no Twitter e um vídeo sobre a dita campanha.  Vale lembrar que o Brasil tem o segundo maior número de usuários do Twitter, perdendo apenas para os EUA.  E a campanha continua, gerando até notas na imprensa estrangeira, sobre a verdadeira frase “Cala a boca, Galvão!”. Aliás é só frequentar o Estádio Olímpico, o Mineirão, o Barradão e outros que a frase corre solta nas torcidas organizadas. Ficou barato. Pior seria se fizessem um clipe com o outro hit das torcidas. ” Uh, Galvão…vai tomar no…”  No caso do Estádio Olímpico , agora outra frase vai fazer sentido : “Fica Roth” !

Como o gerenciamento de projetos otimiza tempo e elimina erros na execução das obras

A arq. Renata Marques, especialista em gerenciamento de projetos Foto: G. Quináglia

Por Beto Bertagna

A expansão do mercado imobiliário dos últimos anos alterou o cenário da arquitetura nacional. Com prazos cada vez mais apertados para a entrega dos projetos e finalização das obras, surge uma nova categoria profissional para o setor: o gerenciador de projetos. Responsável por identificar pontos vulneráveis do empreendimento, o consultor, um especialista da área, procura por todas as possíveis falhas que podem gerar problemas futuros ou exigir a reexecução de alguma parte do empreendimento. A essência do trabalho do gerenciador é a verificação das soluções técnicas adotadas pelas diversas disciplinas de projeto, o acompanhamento de cronograma, e a compatibilização dos projetos de arquitetura, hidráulica e elétrica, entre outros, resultando em um projeto exeqüível, customizado e coerente com o material de venda e as premissas pré-estabelecidas pela construtora.

Com 33 anos de idade e 13 de experiência acumulada neste mercado, a arquiteta paulista Renata Marques trabalha neste conceito desde o início de sua carreira. “De 1998 a 2004, fui contratada por uma importante construtora onde os projetos eram desenvolvidos simultaneamente por vários profissionais e era preciso que uma pessoa compatibilizasse as diferentes plantas. Foi lá que comecei a atuar como gerenciadora de projetos”, recorda.

Durante esse período a profissional teve a oportunidade de trabalhar dentro do canteiro dos empreendimentos, acompanhando de perto o andamento das obras, experiência fundamental para sua atuação como gerenciadora.  “Ter a vivência dos problemas gerados no processo de construção, assim como a dinâmica dos diversos serviços na obra, é um diferencial que trago para a análise dos projetos que faço hoje em dia. É muito mais prático e econômico para a construtora que pode tocar vários projetos ao mesmo tempo com a garantia de que todos estarão dentro do padrão de qualidade”, analisa Renata, que também teve participação em projetos pioneiros no Brasil com inovações tecnológicas, como Drywall, fachada pré-moldada, banheiro pronto e estrutura metálica.

Além dos ensinamentos aprendidos no canteiro de obras, Renata ressalta a sobreposição de plantas como mais um importante diferencial de seu trabalho e para o sucesso do projeto analisado. “Para garantir uma verificação mais completa e na tentativa de identificar todas as incompatibilidades, minha equipe elabora sobreposições de plantas das diversas disciplinas envolvidas para propor as melhores soluções e minimizar o risco de erros de um projeto durante a execução, além da otimização no uso de recursos humanos, financeiros, de logística e tempo, explica.

Tacacá, de segunda a sexta

Das 17:00 às 21:00 , de segunda a sexta, na Av. Farqhuar 3214 (esquina com rua Pe. Pasquale) , próximo à CONAB o tacacá que deu certo, do gaúcho com a cearense. Agora também com churrasquinho, salgados e refrigerantes.  Pode também pedir para entrega pelos fones 9213 1385 e 8433 9501. Mas, báh, tchê ! Capaz !

Padre Lambretinha quem chamou é a mãe (trecho da música “Esquina do Tempo”, do Binho : Encontro de Romi-Isettas em Santa Bárbara d´Oeste (SP).

Uma simpática Romi-Isetta genérica(seria coreana , seria boliviana ?) estacionada na Av. Presidente Dutra. Em Porto Velho, já foram observados dois veículos semelhantes. Não poluem, não ocupam espaço, são protegidos do sol e da chuva e são extremamente econômicos porque usam motores de 250 cc. Este modelo coreano é diferente porque as entradas são laterais e não há volante, mas um guidão igual a de moto.

Tá bem, o assunto não é bem Lambretta, nem o padre Lambretinha como dirão os mais puristas. Mas é que a música deste senhor que atende pela alcunha de  Rubens Vaz Cavalcante é uma autêntica crônica da cidade de Porto Velho . E a letra puxou o assunto e pronto…

E eu quero mesmo é falar da Romi-Isetta !

A cidade de Santa Bárbara d´Oeste, interior de São Paulo, costuma comemorar o Encontro Nacional de Romi-Isettas que reúne cerca de 30 colecionadores de todo o país e 700 visitantes em comemoração à Romi, fabricante que  produziu o Romi-Isetta, primeiro carro nacional feito em série.

No final da década de 50, o Romi-Isetta, como ficou conhecida era um veículo estranho com motor de lambreta,  espaço para duas pessoas e uma porta frontal.

O projeto era  italiano e desenvolvia uma velocidade máxima de 70 quilômetros por hora.

Ela foi produzida por uma indústria respeitável, a Romi, que existe até hoje, comemora seus 80 anos  e inclusive negocia seus papéis na Bovespa. O carrinho que ganhou as ruas e a admiração de muitos à época, era a Isetta. Com 3  rodas , o que lhe dava bastante instabilidade, e que dependendo da velocidade e do ângulo da curva a fazia rolar pelo chão, levando em sua cabine o seu feliz(?) proprietário. Quase sempre o mesmo batia o pó do brim (que era como se  chamava na época, o jeans), colocava a engenhoca em pé e pronto. Ela estava apta a seguir o seu glorioso caminho.

A história, na verdade, começou na Itália, que já tinha uma enorme tradição com suas Lambrettas. Em 9 de abril de 1953, a empresa ISO Automoveicoli-Spa, fabricante de pequenas motocicletas e triciclos comerciais, fundada pelo gênio Enzo Rivolta, apresentou no salão de Turin um projeto iniciado em 1952 denominado Isetta, (pequena ISO), do engenheiro chamado Preti.

Em 56, a fábrica italiana encerrou suas atividades e transferiu todo o parque fabril para Santa Bárbara do Oeste, em São Paulo, sede das Máquinas Agrícolas Romi.  Neste mesmo ano, a ISO vendeu licença de fabricação para a alemã BMW, que usou um motor de 300 cc e produziu em torno de 150.000 veículos.

Assim, com a produção se iniciando em 5 de setembro de 1956, a Romi-Isetta foi o primeiro veículo nacional a ser produzido em série , antecendendo à Vemaguete, perua da Vemag, que seria fabricada em parceria com a alemã DKW. ( Motor de 3 pistões, 3 bobinas, 3 cilindros, 3 tudo e que fedia que nem o cão porque era dois tempos, tinha que misturar óleo direto na gasolina e quando houvesse algum escapamento no escapamento ( redundância da redundância) queimava as vistas dos ocupantes do veículo. E pasmem, tinha um modelo que inacreditavelmente abria as portas para a frente, ao contrario do usual nos dias de hoje !!!

O modelo original era fabricado com motor ISO de 250 cc, depois trocado pelo BMW de 300 cc.  Em 59, um tal Grupo Executivo da Indústria Automobilística, criado pelo presidente Juscelino Kubitschek, para incentivar a fabricação de veículos nacionais, ironicamente como muita coisa no Brasil (não vou nem falar de Rondônia), começou a decretar o fim da Romi-Isetta, pois exigia certos padrões ordenados pelas multinacionais, tipo o veiculo deveria ter pelo menos dois bancos e duas portas. Como não era então,por estas normas impostas pela indústria estrangeira que chegava, considerado um veículo, não recebia os mesmos incentivos do governo. A Romi-Isetta, que era um veículo popular, passou a ser mais caro que um Volkswagen ou uma DKW. E olha que o JK chegou em Brasília a bordo de uma Romi-Isetta, triunfalmente liderando a Caravana da Integração Nacional, que foi do RJ a Brasilia ! Isto depois de ter rodado 7.000 km e de ter sido recebida pelo governador Leonel Brizola, em Porto Alegre, somo símbolo da industrialização do Brasil .

Romi-Isetta original anos 50

Em 1960, deu-se o golpe final , com a produção das últimas unidades montadas com peças que sobraram das linhas de produção. Foram cerca de 3.500 unidades, de um veículo que poluía pouco, era extremamente econômico, fazia cerca de 35 km por litro, não ocupava muito espaço, era protegido da chuva e que poderia ter estimulado a produção genuinamente nacional. ( Quem aí lembra do Gurgel 800 ? )

Logomarca do modelo coreano. Qual seria a marca ?

E quem quiser que conte outra, cumbeira no Rio Madeira !!!

O Fator Deus : lamentem a morte de José Saramago

O MAIOR PECADO

O maior crime, o mais absurdo, o que mais ofende a simples razão, desde o princípio dos tempos e das civilizações, é matar em nome de Deus. Palavras de José Saramago, que era ateu, mas mostra seu amor por Deus amando a humanidade<

“De algo sempre haveremos de morrer, mas já se perdeu a conta aos seres humanos mortos das piores maneiras que seres humanos foram capazes de inventar. Uma delas, a mais criminosa, a mais absurda, a que mais ofende a simples razão, é aquela que, desde o princípio dos tempos e das civilizações, tem mandado matar em nome de Deus”. As palavras são do Premio Nobel de Literatura, escritor e poeta português José Saramago, que morreu nesta sexta-feira (18) e deixou o planeta de luto. Suas obras foram traduzidas até na China. Publicamos nesta edição sua célebre crônica “O Fator Deus” – em que Saramago, que se declarava comunista e ateu, faz a melhor defesa de Deus já escrita pelo homem. Ele diz que Deus é inocente das maldades que praticamos em Seu nome. Saramago morreu em sua casa na Espanha, na ilha de Lanzarote, aos 87 anos. (NT)

O FATOR DEUS

Por José Saramago (*)

Algures na Índia. Uma fila de peças de artilharia em posição. Atado à boca de cada uma delas há um homem. No primeiro plano da fotografia um oficial britânico ergue a espada e vai dar ordem de fogo. Não dispomos de imagens do efeito dos disparos, mas até a mais obtusa das imaginações poderá “ver” cabeças e troncos dispersos pelo campo de tiro, restos sanguinolentos, vísceras, membros amputados. Os homens eram rebeldes.

Algures em Angola. Dois soldados portugueses levantam pelos braços um negro que talvez não esteja morto, outro soldado empunha um machete e prepara-se para lhe separar a cabeça do corpo. Esta é a primeira fotografia. Na segunda, desta vez há uma segunda fotografia, a cabeça já foi cortada, está espetada num pau, e os soldados riem. O negro era um guerrilheiro.

Algures em Israel. Enquanto alguns soldados israelitas imobilizam um palestino, outro militar parte-lhe à martelada os ossos da mão direita. O palestino tinha atirado pedras. nos Estados Unidos da América do Norte, cidade de Nova York.

Dois aviões comerciais norte-americanos, sequestrados por terroristas relacionados com o integrismo islâmico, lançam-se contra as torres do World Trade Center e deitam-nas abaixo. Pelo mesmo processo um terceiro avião causa danos enormes no edifício do Pentágono, sede do poder bélico dos States. Os mortos, soterrados nos escombros, reduzidos a migalhas, volatilizados, contam-se por milhares.

As fotografias da Índia, de Angola e de Israel atiram-nos com o horror à cara, as vítimas são-nos mostradas no próprio instante da tortura, da agônica expectativa, da morte ignóbil.

Em Nova York tudo pareceu irreal ao princípio, episódio repetido e sem novidade de mais uma catástrofe cinematográfica, realmente empolgante pelo grau de ilusão conseguido pelo engenheiro de efeitos especiais, mas limpo de estertores, de jorros de sangue, de carnes esmagadas, de ossos triturados, de merda.

O horror, agachado como um animal imundo, esperou que saíssemos da estupefação para nos saltar à garganta.

O horror disse pela primeira vez “aqui estou” quando aquelas pessoas saltaram para o vazio como se tivessem acabado de escolher uma morte que fosse sua. Agora o horror aparecerá a cada instante ao remover-se uma pedra, um pedaço de parede, uma chapa de alumínio retorcida, e será uma cabeça irreconhecível, um braço, uma perna, um abdômen desfeito, um tórax espalmado.

Mas, até mesmo isto é repetitivo e monótono, de certo modo já conhecido pelas imagens que nos chegaram daquele Ruanda-de-um-milhão-de-mortos, daquele Vietnã cozido a napalme, daquelas execuções em estádios cheios de gente, daqueles linchamentos e espancamentos daqueles soldados iraquianos sepultados vivos debaixo de toneladas de areia, daquelas bombas atômicas que arrasaram e calcinaram Hiroshima e Nagasaki, daqueles crematórios nazistas a vomitar cinzas, daqueles caminhões a despejar cadáveres como se de lixo se tratasse.

De algo sempre haveremos de morrer, mas já se perdeu a conta aos seres humanos mortos das piores maneiras que seres humanos foram capazes de inventar. Uma delas, a mais criminosa, a mais absurda, a que mais ofende a simples razão, é aquela que, desde o princípio dos tempos e das civilizações, tem mandado matar em nome de Deus.

Já foi dito que as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana.

Ao menos em sinal de respeito pela vida, deveríamos ter a coragem de proclamar em todas as circunstâncias esta verdade evidente e demonstrável, mas a maioria dos crentes de qualquer religião não só fingem ignorá-lo, como se levantam iracundos e intolerantes contra aqueles para quem Deus não é mais que um nome, nada mais que um nome, o nome que, por medo de morrer, lhe pusemos um dia e que viria a travar-nos o passo para uma humanização real.

Em troca prometeram-nos paraísos e ameaçaram-nos com infernos, tão falsos uns como outros, insultos descarados a uma inteligência e a um sentido comum que tanto trabalho nos deram a criar.

Disse Nietzsche que tudo seria permitido se Deus não existisse, e eu respondo que precisamente por causa e em nome de Deus é que se tem permitido e justificado tudo, principalmente o pior, principalmente o mais horrendo e cruel.

Durante séculos a Inquisição foi, ela também, como hoje os talebãs, uma organização terrorista que se dedicou a interpretar perversamente textos sagrados que deveriam merecer o respeito de quem neles dizia crer, um monstruoso conúbio pactuado entre a religião e o Estado contra a liberdade de consciência e contra o mais humano dos direitos: o direito a dizer não, o direito à heresia, o direito a escolher outra coisa, que isso só a palavra heresia significa.

E, contudo, Deus está inocente. Inocente como algo que não existe, que não existiu nem existirá nunca, inocente de haver criado um universo inteiro para colocar nele seres capazes de cometer os maiores crimes para logo virem justificar-se dizendo que são celebrações do seu poder e da sua glória, enquanto os mortos se vão acumulando, estes das torres gêmeas de Nova York, e todos os outros que, em nome de um Deus tornado assassino pela vontade e pela ação dos homens, cobriram e teimam em cobrir de terror e sangue as páginas da história.

Os deuses, acho eu, só existem no cérebro humano, prosperam ou definham dentro do mesmo universo que os inventou, mas o “fator Deus”, esse, está presente na vida como se efetivamente fosse o dono e o senhor dela. Não é um deus, mas o “fator Deus” o que se exibe nas notas de dólar e se mostra nos cartazes que pedem para a América (a dos Estados Unidos, não a outra…) a bênção divina.

E foi o “fator Deus” em que o deus islâmico se transformou, que atirou contra as torres do World Trade Center os aviões da revolta contra os desprezos e da vingança contra as humilhações. Dir-se-á que um deus andou a semear ventos e que outro deus responde agora com tempestades. É possível, é mesmo certo.

Mas não foram eles, pobres deuses sem culpa, foi o “fator Deus”, esse que é terrivelmente igual em todos os seres humanos onde quer que estejam e seja qual for a religião que professem, esse que tem intoxicado o pensamento e aberto as portas às intolerâncias mais sórdidas, esse que não respeita senão aquilo em que manda crer, esse que depois de presumir ter feito da besta um homem acabou por fazer do homem uma besta.

Ao leitor crente (de qualquer crença…) que tenha conseguido suportar a repugnância que estas palavras provavelmente lhe inspiraram, não peço que se passe ao ateísmo de quem as escreveu. Simplesmente lhe rogo que compreenda, pelo sentimento de não poder ser pela razão, que, se há Deus, há só um Deus, e que, na sua relação com ele, o que menos importa é o nome que lhe ensinaram a dar. E que desconfie do “fator Deus”. Não faltam ao espírito humano inimigos, mas esse é um dos mais pertinazes e corrosivos. Como ficou demonstrado e desgraçadamente continuará a demonstrar-se.

(*) José Saramago e escritor português, e é o primeiro autor em língua portuguesa a receber o Premio Nobel de Literatura. O Brasil não tem nenhum. A Argentina tem quatro. Este artigo já foi publicado pelos principais jornais do mundo inteiro e é aplaudido como o mais perfeito texto sobre a corrupção que o homem faz de Deus, principalmente quando seu Santo Nome é usado para violar a cidadania garantida pelo Estado e vincular religião – coisa que Deus jamais criou – com a política. (Nelson Townes, do NoticiaRo.com)

Site porcalhão defende sujeira e abandono na EFMM

Só porcalhões acostumados a chafurdar na lama são capazes de defender a sujeira, o abandono, o odor fétido de fezes e urina misturados nojentamente “ao vivo” quando se visitava o antigo Plano Inclinado da EFMM, completamente destruído e podre e que agora está sendo revitalizado. Mas cada um com seu cada qual.

É incrível ! E os ataques mentirosos do site porcalhão, que se gaba de estar entre os 10 mais visitados de Porto Velho, aumentaram quando foram retirados os bares dos “barquinhos” onde rolava prostituição infantil e tráfico descarado de drogas.

Que interesse este tal site teria em manter aquela situação? Esquisito…

No detalhe da foto, situação do Plano Inclinado da EFMM que o site porcalhão defende com unhas e dentes, até mentindo descaradamente para a população, para que fique como está. Especialistas acreditam que fixação por sujeira e excrementos humanos pode ser alguma perturbação psicológica grave ou uma patogenia mais complexa.

No projeto do arq. José Augusto, que respeitou todas as normas patrimoniais, o local não deverá ter a visita dos focas e "mandantes" do famigerado site, porque se prevê ali um local limpo e familiar, chamado de "Área de Conforto". As famílias decentes de Porto Velho no entanto, que almejam uma cidade melhor, agradecem.

Finalmente, um projeto arquitetônico à altura da importância da EFMM.

Reflexão não muito profunda, sobre sites vagabundos de fo-focas

” Matéria jornalística vagabunda é que nem adesivo : não promove, não gruda e ainda emporcalha o veículo.”

Comentário do Jornalista Nelson Townes :

Caro Beto,
Quando alguma desinformação ou canalhice é publicada por qualquer meio de comunicação não diga que é matéria jornalística. A matéria jornalista tem que ser o mais fiel possívell aos fatos e, OBRIGATORIAMENTE E PARA TODO O SEMPRE ouvir os dois lados, ou deixar claro que não o fez, e interpretar (que é diferente de comentar) o fato. Se um ente público está intervindo num bem público a pergunta óbvia é por que? O foco principal da notícia é o motivo da intervenção. A partir daí o jornalista tem o restante para oferecer ao seu público a informação honesta e manter a relação de boa fé que qualquer mídia deve ter com todos. Principalmente com o leitor ou espectador. Se não for assim, NÃO É MATÉRIA JORNALÍSTICA. Portanto, caríssimo Beto, não existem matérias jornalistas vagabundas. Existem vagabundos que se intitulam jornalistas e até conseguem diplomas, graduação acadêmica e registro como profissionais de imprensa para o mercado de trabalho. Mas, efetivamente, não são jornalistas, repito. Deveriam ser defenestrados, expurgados da categoria, ter o diploma, os títulos acadêmicos, o registro no Ministério do Trabalho, tudo cancelado. E expostos à execração pública como os vagabundos, picaretas, desonestos que enganam a opinião pública fraudando o bem mais precioso que desde os nossos mais remotos ancestrais temos para lutar pela sobrevivência de nossa espécie em nosso planeta: A INFORMAÇÃO. O fato é que conheço a imprensa de Rondônia há anos e nunca a vi em tão má fase. Se a Internet é um oceano, o que temos em Rondônia é um mar poluído por esgoto. Felizmente, há exceções que navegam em aguas limpas.

Diante deste comentário, deste Jornalista com J maiúsculo e vergonha na cara, devemos mudar nossa reflexão para :

“Site de fo-foca vagabundo é que nem adesivo de terceira : não promove, não gruda e ainda emporcalha o veículo e a sociedade decente à sua volta.”

Livro ensina como se proteger dos vampiros psíquicos, sugadores de energia das pessoas e dos ambientes

Consumidores  de  energia  ao  invés  de  sangue,  os  vampiros  psíquicos  sugam  as  boas  energias  das  pessoas  e  dos  ambientes,  estão  em  toda  parte  e  aparecem  sob  os  mais  diversos  disfarces. (Cuidado ! Os sites marrons estão cheios deles !) Corroem  o  potencial  humano  de  crescimento,  destroem  vidas  e  impedem  o  progresso  universal. O  alerta  é  do  renomado  psicólogo  clínico  norte-americano  Joe  Slate,  autor  de “Vampiros  Psíquicos”,  pela  Editora  Pensamento  que,  levando  em  conta  fatores  ambientais,  comportamentais  e  de  vidas  passadas,  elenca  na  obra  procedimentos  para  o  leitor  se  proteger  de  ataques  e  ensina  como  eliminar  o  impulso  vampiresco  em  um  texto  estruturado  para  funcionar  como  um  guia  prático,  com  montagem  de  estratégias  e  procedimentos  passo  a  passo.  E,  ainda,  traz  exercícios  de  conscientização  para  impedir  o  desenvolvimento  do  vampirismo  psíquico  e  fortalecimento  do  sistema  energético.
As  suas  origens  e    manifestações , como  detectar  a  presença  dos  vampiros  em  todas  as  ocasiões:  em  grupo,  envolvendo  muitas  pessoas  e  atuante  também  no  mundo  corporativo e  o  parasitário,  no  qual  um  estado  vampírico  interior  se  nutre  dos  recursos  internos  de  energia  da  própria  pessoa. Parece ser um livro bem útil em Rondônia.

Exclusivo: Capitão Natureza navega 10.000 km defendendo meio-ambiente

 

Por Beto Bertagna

Fernando Bittencourt é paranaense. Seu projeto, navegar pela Amazônia levando mensagens ecológicas às populações ribeirinhas. Navegando em um barquinho de madeira, movido a remo e à vela, Fernando viajou o primeiro trecho de Porto Velho/RO a Manaus/AM em menos de 30 dias, propagando mensagens de preservação na vela amarela do barco. Ele ganha a vida transformando troncos de árvores sem vida em esculturas ou móveis. Assustado com a quantidade de lixo que encontrou pelo caminho, ele didaticamente mostra que “o lixo tem que ter os três erres no seu tratamento: reduzir, recuperar e reciclar. ” De volta a Porto Velho, Fernando está às voltas com um novo projeto, a construção de um barco tri-ecoflex, que vai utilizar três tipos de energia renovável.  Fernando Bittencourt está em busca de um patrocinador para levar suas mensagens Amazônia afora, desta vez pelos rios Negro e Solimões, continuando seu Projeto Marco Zero, iniciado nos galpões da centenária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré , em Porto Velho. Bons ventos, Capitão !

Ipea realiza curso de economia gratuito para jornalistas, em Manaus

Como parte das comemorações de 45 anos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), será realizado de 21 a 24 de junho, das 19h às 22h30, o curso “Brasil – Ipea  – Panorama Econômico-Social: uma atualização”.  O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros.  Em setembro passado,  o Instituto completou 45 anos.
O objetivo é aprofundar e atualizar o conhecimento dos jornalistas sobre temas econômico-sociais e suas análises e pesquisas nas diversas áreas – setorial, ambiental, urbana e regional, social, macroeconômica e internacional –, além de conhecer as principais questões sobre desenvolvimento e indicadores econômicos.    O curso é gratuito e será realizado no Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal do Amazonas (AV. General Rodrigo Octávio Jordão Ramos, 3000, Coroado I – Manaus).   As inscrições vão até o dia 16 de junho. Os interessados devem encaminhar e-mail para cursosjornalistas @ipea.gov.br com as seguintes informações: nome completo, veículo (ou especificar se for autônomo). Haverá certificado para os participantes. Para mais informações: (92) 3644.4869 /  (92) 3248.8722.

Na programação, Segunda- feira, (21/06) das 19h às 20h30Políticas Sociais no Brasil: Resultados, Desafios e Perspectivas, com José Aparecido Carlos Ribeiro, Técnico de Pesquisa e Planejamento da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.  A seguir, das 21h às 22h30Estado, Instituições e Democracia, com José Carlos dos Santos – Assessor da Presidência do Ipea na Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia. NaTerça feira, (22/06), das 19h às 20h30 – Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais, com Carlos Henrique Ribeiro Carvalho – Técnico da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea e das 21h às 22h30 – Economia e Desenvolvimento, com Marcio Pochmann – Presidente do Ipea. Cooperação Técnica e Políticas Internacionais. Na Quarta-feira, (23/06) das19h às 20h30 – A Crise Financeira Internacional: Uma Interpretação Minskyana, com Marcos Antonio Macedo Cintra – Economista e de Técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea e das 21h às 22h30Indicadores Ipea e Ipea mapas, com Milko Matijascic – Chefe da Assessoria Técnica da Presidência do Ipea. Na Quinta-Feira, (24/06), das 19h às 20h30 – Produção, Tecnologia e Comércio Exterior, com Lucas Ferraz Vasconcelos – Técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos Setoriais do Ipea, e das 21h às 22h30Macroeconomia para o pleno emprego, com Denise Gentil – Assessora técnica da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas  do Ipea.

Livros que ajudam a entender Rondônia – 13 – História de todo mundo

Emmanuel Gomes, chegou em Rondônia no ano de 1978. Nasceu na Bahia no “Buraco Doce”, pequeno vilarejo próximo a Ilhéus. Foi membro da CUT – Central Única dos Trabalhadores e Diretor do SINTERO – Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Rondônia  no final de década de 80 e início da década de 90. Bacharel em História formado pela Unir, membro fundador do Centro de Hermenêutica do Presente. É autor do Projeto “Espíritos Acuados: História de vida com apenados da Colônia Penal Ênio Pinheiro”, participou e organizou vários colóquios na Unir durante o período em que se “afogava” naqueles idos.
Atualmente desenvolve o Projeto “História de Todo Mundo” que propõe um novo olhar sobre o espaço que nos circunda.

Prêmio Syngenta de Fotografia 2010 : inscrições até 20 de junho

A Syngenta, líder global na oferta de soluções inovadoras para o setor de agribusiness, abriu inscrições do Prêmio Syngenta de Fotografia 2010, voltado para fotógrafos amadores e profissionais. Com o tema “Dar vida ao potencial das plantas”, o prêmio pretende estimular os participantes a fotografar todos os recursos naturais da terra e faz parte das ações comemorativas de 10 anos da empresa no  Brasil, reconhecendo e premiando as melhores fotografias da agricultura moderna, incluindo paisagens, plantas, comunidades e tecnologias.
O Prêmio Syngenta de Fotografia 2010 recompensará as seis melhores imagens – três de fotógrafos amadores ou profissionais de fora da empresa e três de funcionários Syngenta – com vouchers para equipamentos da Canon, patrocinadora da premiação. Os prêmios serão nos valores US$ 8 mil, US$ 5 mil e US$ 3 mil para o primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente.
Para participar, basta enviar as imagens por meio do site www.syngentaphoto.com , onde podem ser encontradas também dicas úteis sobre fotografia e o acompanhamento do concurso.

Em novembro começa emissão da nova carteira de identidade, a RIC

A nova carteira de identidade, chamada de Registro de Identidade Civil (RIC), passará a ser emitida com chip em novembro deste ano. O documento reunirá, em uma única carteira, o Registro Geral (RG), o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e o título de eleitor. A Receita Federal determinou ainda regras para facilitar a obtenção imediata do CPF. Com formato semelhante ao do cartão de crédito, o RIC terá foto, impressão digital, assinatura do portador, código e um número de dez dígitos com um dígito verificador que será registrado numa central nacional de dados, controlada pelo Ministério da Justiça. O documento continuará a ser emitido pelos institutos de identificação estaduais, mas a reunião de dados em um cadastro único vai evitar fraudes porque impedirá que o mesmo número seja registrado mais de uma vez em Estados diferentes. O chip conterá a foto e a impressão digital. O novo sistema será instalado ao longo de nove anos, com um investimento de R$ 1,5 bilhão do governo federal. A Receita Federal publicou no Diário Oficial a Instrução Normativa que permite que o contribuinte obtenha na hora o número do CPF. Atualmente, o processo, se não houver pendências, leva em média sete dias úteis. O novo sistema, previsto pela Receita para entrar em operação em agosto, vai eliminar também a emissão de cartões de plástico. No futuro, a partir de um banco de dados unificado do governo e dos bancos, será possível obter o número pela web. O custo para o contribuinte seguirá em R$ 5,50. Hoje, são emitidos 500 mil CPFs por mês.