- Arapuca
- [Tupi] 1 Armadilha de madeira, em forma de pirâmide. 2 Antigo bar-cabaré do bairro do Roque.
- [Tupi] 1 Wooden trap, shaped like a pyramid. 2 Former cabaret in the Roque quarter.
- [Tupi] 1 Piège en bois, en forme de pyramide. 2 Ancien bar-cabaret du quartier Roque.
Arquivo mensais:maio 2010
Ainda dá tempo: Arquitetura em transição
Walteir Costa revisitado
Formado em história e psicologia, Walteir Costa iniciou as atividades fotográficas em 1977, desenvolvendo um projeto tematizado no cotidiano dos surbúbios de Belém, onde nasceu em 1957.
Ainda na capital paraense, participou do 1º Foto-Pará em 1980. Já em Porto Velho, em 1985, no auge da turbulência da migração é que a fotografia se apresentou como uma linguagem a se explorar face as fortes transformações sofridas naquele momento.
Em 1993, depois de muito experimentar e percorrer diversos caminhos Walteir volta novamente suas lentes para a exuberância da floresta amazônica como fotógrafo oficial do programa Planafloro, com apoio do Banco Mundial.
Seus trabalhos estão publicados em revistas, jornais, livros(inclusive a contra-capa de um certo Vocabulário Popular de Porto Velho), cartões telefônicos, catálogos, tendo participado em diversas exposições técnicas relativas a questão ambiental. Você pode conferir outros trabalhos do fotógrafo no seu blog oficial http://www.walteir2008.blogspot.com
Mas cuidado ! Com suas lentes ele pode roubar a sua alma…
Vem aí, Prêmio Sesc de Literatura 2010
Revelar novos talentos e promover a literatura nacional. Estes são os propósitos do Prêmio Sesc de Literatura, que pretende identificar escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional.
Além da divulgação das obras, o Prêmio Sesc também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do Sesc e Senac em todo o país.
As inscrições para o Prêmio Sesc de Literatura são gratuitas e aceitas em todo o Brasil, até o dia 30 de setembro, nas categorias. Para realizar a inscrição basta procurar a unidade mais próxima do Sesc na sua cidade e cada concorrente pode participar com uma obra, nas categorias conto e romance. O vencedor terá seu livro publicado e distribuído pela editora Record.
O regulamento do prêmio está disponível no site http://www.sesc.com.br/premiosesc/premio.html
CurtAmazônia divulga seus premiados
Após uma jornada audiovisual que durou de 25 À 29 de maio, com 174 filmes inscritos de 19 estados brasileiros, o CurtAmazônia encerrado neste fim de semana divulgou a relaçãos do trabalhos premiados.
Premiações Especiais:
1) PRÊMIO SINJOR/RO – Júri da Crítica: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, direção Camilo Cavalcante, de Pernambuco
2) PRÊMIO “AMAZONSAT “- JÚRI POPULAR : “DOIDO LELÊ”, direção de CECI ALVES, DA BAHIA.
3) PRÊMIO ABD RONDÔNIA DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR TRILHA MUSICAL : “VESTÍGIOS DO TEMPO”, DO DIRETOR DO FILME RONALDO ADRIANO, E O PRODUTOR DA TRILHA MUSICAL DE EDUARDO OLIVEIRA (KADU) MATO GROSSO.
4) PRÊMIO ABD NACIONAL DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR MONTAGEM : “PORNOGRAPHICO”, DOS DIRETORES HAROLDO BORGES E PAULA GOMES, CUJO MONTADOR DO FILME É HAROLDO BORGES DA BAHIA.
5) PRÊMIO “TV RONDÔNIA” DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR DIREÇÃO DE ARTE : DOSSIÊ RÊ BORDOSA, DO DIRETOR DE ARTES DANIEL BRUSON, DE SÃO PAULO.
6) PRÊMIO FECOMÉRCIO – “MELHOR PRODUÇÃO AMAZÔNICA” : “AOS TRANCOS E BARRANCOS”, DE NEY RICARDO DO ACRE E “E O QUE NOIS RAMÚ CÚME?, DE DANIEL LUIZ BATISTA, DO AMAZONAS.
7) PRÊMIO GOVERNO DE RONDÔNIA – “PRÊMIO INCENTIVO” : “UM OLHAR SOBRE O PROGRESSO”, DIREÇÃO DE MARIVALDO LAGO, NOVA MAMORÉ/RO.
Premiaçõ da Mostra Competitiva:
A) MELHOR DOCUMENTÁRIO: “NÚMERO ZERO”, DIREÇÃO CLÁUDIA NUNES, DE GOIÁS.
B) MELHOR ANIMAÇÃO: “DOSSIÊ RÊ BORDOSA”, DIREÇÃO CÉSAR CABRAL, DE SÃO PAULO.
C) MELHOR FILME AMBIENTAL: “OLHAR DE JOÃO”, DIREÇÃO MARILEY CARNEIRO, DE GOIÁS
D) MELHOR FICÇÃO: “BREVE PASSEIO”, DIREÇÃO RAFAEL JARDIM, DA BAHIA.
E) MELHOR EXPERIMENTAL : “1:21”, DIREÇÃO ADRIANA CÂMARA, DE PERNAMBUCO
F) MELHOR FILME INSTITUCIONAL: “DIAS DE CAIÇARA”, DIREÇÃO LUIZ SCARABEL JUNIOR, DE SÃO PAULO.
G) PARA MELHOR DIREÇÃO: CÂNDIDO ALBERTO DA FONSECA, DE MATO GROSSO SUL, COM O FILME: “BETO LIMA – O INTÉRPRETE DAS FLORES”.
H) PARA MELHOR ATOR : FERNANDO NEVES, DE PERNAMBUCO, COM O FILME: “PORNOGRAPHICO”, DIREÇÃO HAROLDO BORGES E PAULA GOMES.
I) PARA MELHOR ATRIZ – : PAULA BRAUN, DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, COM O FILME: “MARIDOS, AMANTES E PISANTES”, Direção Ângelo Defanti.
J) MELHOR ROTEIRO: “NINHO DOS PEQUENOS”, DIREÇÃO ULISSES COSTA, DO RIO GRANDE DO SUL.
J) PARA MELHOR FOTOGRAFIA – AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS, DE CAMILO CAVALCANTE DE PERNAMBUCO.
K) PRÊMIO SGC-REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA – PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “GALO PRETO. O MENESTREL DO COCO”. DIREÇÃO WILSON FREIRE, DE PERNAMBUCO.
L) MENÇÃO HONROSA “ELETROSUL” : “OS ANJOS DO MEIO DA PRAÇA”, DE ALÊ CAMARGO E CAMILA CARROSSINE, DE SÃO PAULO.
M) MELHOR FILME PRÊMIO BNDES: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, DO DIRETOR CAMILO CAVALCANTE, DE PERNAMBUCO, que levou o Troféu “Três Caixas D’Água”, símbolo da cidade de Porto Velho.
Livros que ajudam a entender Rondônia – 11
No site oficial da editora, que é de Brasília, o livro é apresentado assim: “A Thesaurus tem o prazer de apresentar ao público aventuras do nosso “faroeste brasileiro”, a região Amazônica.” . No site, há este link onde a editora indica que você pode ler, gratuitamente em arquivo PDF, dois contos do autor. Se o interesse for se aprofundar no tema, procure ler o caso do camareiro espião.
Dama da noite no Cohab
Novo vôo entre Porto Velho, Cuiabá e Guarulhos
A partir de 1º de junho, a TAM dará início a um voo diário entre os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos (SP), Cuiabá (MT) e Porto Velho (RO).
O voo partirá do aeroporto de Guarulhos às 21h50 e pousará em Cuiabá às 22h55, de onde decolará às 23h30, seguindo para o aeroporto de Porto Velho, onde chegará à 01h05. Já o percurso inverso decolará de Rondônia às 02h00, chegando a Cuiabá às 03h35 e partindo às 04h10 para Guarulhos, onde pousará às 07h15.
Bad Trip
Juro que daria tudo para não estar escrevendo este relato. São 18 horas em Cuiabá, 19 no Rio de Janeiro. Se o céu da minha trip fosse de brigadeiro estaria a 3 horas da Casa da Gávea, onde o curta metragem História Sem Fim do Rio Paraguai será exibido e comemorado o aniversário da Denise del Cueto, mulher do del pai.
Qual o que, meu sofrer começou no balcão da cia. aérea, onde fui informada que o vôo que embarcaria havia sido cancelado. Isso mesmo.
Oh, meu santo protetor dos passageiros enganados, vilipendiados e traídos, onde estavas quando o senhor Jean gerente da enrolação e da quebra de contrato me dava a opção de embarcar num vôo de outra companhia , uma hora e meia depois, com destino a Guarulhos e, depois de um pit stop de mais de 2 horas, seguir num vôo para Teresina, com uma escala redentora no Galeão? Talvez muito ocupado, com justíssima razão, com as cinzas do vulcão europeu que ora provoca um efeito dominó na malha viária do velho continente e adjacências.
Enfim, estávamos, eu e mais outros tantos otários, com um bilhete que nos prometia desembarcar às 22 horas e 27 minutos no aeroporto Santos Dumont, na entrada da baía de Guanabara, sendo remanejados para um vôo de uma companhia amiga, com destino a Ilha do Governador. A chegada esta(va) prevista para a 00 horas e 40 minutos. Começava a bad trip me impede de chegar ao Santos Dumont e ainda por cima desembarca o pacote há dezenas de quilômetros do destino desejado.
Havia outra opção? Sim, perder o filme e o feriado aguardando a voada do dia seguinte.
Avisar os otários do desastre, anunciado pelo menos uma hora antes, de acordo com a atendente, e o dobro do tempo, segundo o gerente Jean, não pareceu uma ideia plausível para o último, que arregalou os olhinhos e tascou a pérola:
- Não temos tempo para isso. Disse-o, como quem declara que o problema não é dele mas, sim, dos trouxas que com um simples aviso poderiam reorganizar suas vidas, procurar outras opções ou, simplesmente, mandar-los catar coquinhos.
Fiquei pasma quando descobri que éramos apenas 15 vítimas, destinadas a trocar, entre outras coisas, o conforto alimentar da companhia que escolhemos pelas 8 minguadas bolachinhas que nos couberam no ágape da substituta. Isso sem falar na diferença básica da dimensão das poltronas.
A novela estava apenas começando. O capítulo seguinte reservava outra surpresa. Não é que o vôo até Belo Horizonte, com escala em Goiânia existia? Atrasado, mas aguardado pelo restante dos passageiros.
Bom, fúria é pouco. Ampliada pelo fato de que cada “mala viajen” com sua solução capenga serve para considerar cumprido o contrato firmado no bilhete. Que serviço porco, quanto descaso com os bobalhões que escolheram voar pela dita companhia…
Tempo, tempo, tenho tempo. Horas no confortabilíssimo aeroporto internacional Marechal Rondon. O suficiente para procurar os meus direitos. Não, não é piada!
Piada foi chegar no balcão da empresa e pedir para usar o telefone para fazer a reclamação via 0800.
- A senhora quer o que? Pergunta a gentil, porém intrigada atendente.
- Usar o telefone, expliquei, para fazer uma reclamação.
- Pelo nosso telefone? Não entendi…
Relatei a situação e pulei para a próxima mocinha, esta, do lado de lá da linha.
- Trip reservas, boa tarde.
- Boa tarde para você também, quero registrar uma reclamação.
E começou a lenha. Pois, na concepção da moça Renata, eu não tinha motivos para isso. Arranquei a ferro e fórceps o número do protocolo e resolvi ampliar a área de protesto, procurando a ANAC. Ela sim, a que fica no desembarque, no barraco decadente ao lado.
Chegando lá, outra surpresa. Foram-se os tempos em que um gentil funcionário descia com a gente e ia na companhia averiguar o problema e tomar uma providência imediata. O funcionário em questão, muito gentil, por sinal, ainda está lá, há 26 anos, diga-se de passagem. Mas reclamações, só pelo site.
Quanto a soluções para os problemas dos passageiros, bem, é mais ou menos como reclamar com o bispo. Por essas e outras é que as bad trips pululam impunemente por mais de 70 destinos, anuncia o banner, diante do balcão às moscas, para onde retornei desolada.
Bom, conseguimos, finalmente, decolar com mais outros 20 minutos de atraso. E daí? A espera em Guarulhos se arrastou por mais de duas horas. Falo só para constar, por que isso não faz diferença mesmo, né? Estamos no trecho.
Só espero que o tal santo protetor dos passageiros enganados, vilipendiados e traídos esteja mais liberado (o que é claro, não aconteceu). Achava, e com razão, que precisaria – e muito – da ajuda dele quando, depois da meia noite, virasse abóbora e tivesse que ser repatriada para o Leme, da Ilha do Governador, via Linha Vermelha.
Quanto a meu compromisso, sorry espectadores, perdoe-me aniversariante, mas, além de bad, o trem da trip não conseguiu sair da estação da incompetência e, graças ao desempenho exemplar da parceira aérea, acabei desembarcando em solo carioca mais ou menos a 1 e 40 da madruga. Falhei, sim, mas com um serviço desses, quem pode me culpar?
* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Este artigo faz parte da série Parador Cuyabano, do SEM FIM http://delcueto.multiply.com
Cineclubistas, uni-vos !
Nascido de um diálogo entre o Instituto India Amazônia, a Juventude Protagonista no Meio Cultural – JPC e a Casa Brasil – Unidade Porto Velho, o Cine Gaia Casa Brasil é um prologamento do Grupo GAIA – Grupo Afro-ameríndio de Interculturalidade Amazônica, veia cultural do Instituto INDIA, que leva desde 2008 por meio do Cine Gaia produções audiovisuais nacionais para algumas escolas estaduais e municipais de Porto Velho.
Embalados por esta dialogicidade o Cine Gaia Casa Brasil vem realizando desde de Outubro de 2009 sessões de cinema gratuitas na Casa Brasil – Unidade Porto Velho. Não apenas na promoção do audiovisual, mas na democratização destas produções prioritariamente local e nacional para a Zona Leste da Capital, fomentando o debate a cerca das temáticas abordadas pelos filmes e construindo junto à comunidade o calendário de exibição.
Para Betânia Maria Zarzuela Alves de Avelar, presidente do India Amazônia, ” esta é uma oportunidade de estarmos todos juntos para construir e dialogar nossa intervenção no cenário local político-cultural de nosso Estado.”
Gente que encontrei por ai… Solange Lima e Geraldo Moraes
Solange Lima é uma produtora de cinema que iniciou sua carreira no cinema trabalhando na Truq Cine TV e Vídeo, onde permaneceu até 1996, quando foi convidada para a produção do filme ´Tieta´ de Cacá Diegues e, em seguida, abriu sua própria produtora, a Araçá Azul. Membro-fundadora e ex-presidente da Associação Baiana de Cinema e Vídeo, Solange Lima é a atual presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas(ABD Nacional), entidade que atua na implantação e fortalecimento de políticas culturais para o audiovisual e está presente nos 27 estados do país.
O gremista Geraldo Moraes é diretor, roteirista e produtor que concentra sua filmografia em temas relacionados à cultura do Centro-Oeste brasileiro, onde se radicou. Dirigiu os curtas-metragens A semente do pão (1973) e Os mensageiros da aldeia(1976), antes de dedicar-se à realização dos longas-metragens A difícil viagem (1980),C írculo de fogo (1990) e No coração dos deuses (1999). Foi também professor de cinema da Universidade de Brasília, onde ajudou a criar o Centro de Produção Audiovisual. Foi Secretário Nacional do Audiovisual do Ministério da Cultura, durante a gestão de Antônio Houaiss, quando contribuiu para a administração do Prêmio Resgate do Cinema Brasileiro e participou da regulamentação da Lei do Audiovisual. Em 2003, foi eleito presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, o CBC.
Os dois estão em Porto Velho, Rondônia participando do 1º CurtAmazônia vivendo um pouco o clima quente e úmido da nossa equatorial Amazônia.
Sábado à noite, no Mercado Cultural tem Prisma Luminoso
A Fundação Municipal de Cultura Iaripuna apresenta neste sábado (29/5), no Mercado Cultural, às 20h, show do grupo ‘Prisma Luminoso’, formado por Bubu Johnson (vocal), Genésio (cavaquinho), Nicodemus e Júnior Johnson (violão) e Júnior Lopes. Os integrantes do grupo contam com uma longa convivência com apresentações em bares da cidade e a parceria se consolidou no ‘Clube do Choro’, com trabalhos memoráveis no Vilas Bar, sendo que o mais importante aconteceu em comemoração ao aniversário da cidade, em outubro do ano passado, quando a avenida Carlos Gomes foi fechada para receber os convidados do evento. O grupo foi uma das atrações do projeto do Banco da Amazônia em Porto Velho.
O grupo Prisma Luminoso, segundo Bubu Johnson, tem o chorinho como base do repertório, além de composições de grandes nomes da música brasileira que “infelizmente” não têm espaço na mídia brasileira. “São grandes compositores que passam despercebidos, principalmente da nova geração e merecem ser sempre lembrados”. Entre estes compositores, Bubu destaca Ney Lopes, Wilson das Neves, Paulinho da Viola, Cartola e Noel Rosa, entre outros.
A frase do fim de semana – 6
“Há tantos burros mandando em homens de inteligência que, às vezes, fico pensando que a burrice é uma ciência.”
Ruy Barbosa
Letra premiada de Rud Prado fatura 3º lugar na final do Palpita Brasil/ESPN
O publicitário, compositor e cantor Rud Prado, que em 2008 já havia faturado para Rondônia o Prêmio de Melhor Vídeo Clipe Nacional no Festival Guarnicê, de novo mandou bem. Colocou Rondônia na final do concurso nacional promovido pelo Canal de Esportes ESPN, e ainda garantiu o terceiro lugar. Trata-se de um concurso aberto aos compositores para escolha da letra que vai virar hit da copa na voz da cantora Claudia Leite. Compositores de todo Brasil enviaram sua versão para a Copa tendo como base a melodia e harmonia da música Máscaras, um grande sucesso da cantora baiana. Rud Prado fez um clipe para apresentação de sua versão. O vídeo postado no Canal Palpita Brasil no Youtube acabou chamando a atenção dos jurados pela criatividade, qualidade da letra, e pela excelente performance da contora rondoniense Suelen Celestino. Rud disse que o trabalho foi um grande curtição. ” Filhos, amigos e conhecidos participaram, e todo mundo se divertiu muito. Foi show de bola. Depois de postar o trabalho comecei a achar que a gente tinha chance de chegar entre os primeiros. Deu certo.” Parabéns à Rondônia e ao Rud que vai assistir a copa numa tv full hd de 40 polegas, um dos prêmios que ganhou.
Ataque irresponsável de Serra à Bolívia pega mal e prejudica relações fronteiriças
Vamos às notas da Chancelaria Boliviana :
En La Paz, la Cancillería, a través de un comunicado oficial, calificó de “desaprensivas” las palabras que pronunció el miércoles el candidato a la presidencia de Brasil del
Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB) y añade que son “atribuibles, probablemente, a intencionalidades político-electorales de absoluta incumbencia de su candidatura”.
“Al tratarse de afirmaciones que no reflejan la realidad, el Ministerio de Relaciones Exteriores manifiesta que los gobiernos de Bolivia y Brasil vienen realizando acciones conjuntas en la lucha contra el flagelo del narcotráfico en el marco de la II Estrategia de Cooperación”, añade el comunicado.
Por su parte, el jefe de la Fuerza Especial de Lucha Contra el Narcotráfico (Felcn), Félix Molina, calificó de “sumamente temeraria” la acusación de Serra.
Do jornal “Los Tiempos”, de Cochabamba
NR: A palavra usada “desaprensiva” tem o significado de inescrupulosa e imoral. Este tipo de gafe diplomática e grosseria costuma prejudicar os pequenos comerciantes dos dois lados da fronteira. A tucanagem deve estar em polvorosa. Vai aqui um comentário que apareceu em outro portal : ” Uma piada, obedecendo a analogia do gande pensador José Serra, seria justo eu pensar que sendo a Bolívia o produtor numero um da cocaina consumida no Brasil e o Governo Boliviano sendo conivente, São Paulo e seus governos (16 years by PSDB) são coniventes com o processamento da cocaina para produção do crack, estado campeão em consumo e venda do produto. Então chegamos de uma forma muito simples ao final da equação. Não votando no PSDB (ou seus aliados) resolveremos o problema do crack em São Paulo e provavelmente no Brasil. ” Comentário de José Ribas, no Portal Luis Nassif. É o que dizia o velho “deitado” : Quem fala demais dá bom dia a macaco.
Acre e Amazonas levam “Melhor Produção Amazônica” no CurtAmazônia
No julgamento das 25 produções Amazônicas, os jurados decidiram premiar duas realizações para o Prêmio “Melhor Produção Amazônica”, são elas: uma do Estado do Acre com o filme “Aos Trancos e Barrancos”, documentário do diretor Ney Ricardo da Silva e outra do Amazonas, com o filme de animação “E agora o que nois ramú cume?”, do diretor Daniel Luiz Batista. Além dessa premiação, os Jurados decidiram conceder um Prêmio Incentivo à Rondônia com o filme “Um olhar sobre o progresso”, do diretor Marivaldo Lago, da cidade de Nova Mamoré. Essa premiação concedida pelos Jurados à Rondônia visa estimular e fomentar a produção cinematográfica e do audiovisual da região.
Sinopses :
- “Aos Trancos e Barrancos”, direção Ney Ricardo da Silva, 22 min, Acre, aborda o processo de assimilação e resistência dos seringueiros que migraram para a zona urbana de Rio Branco. O vídeo mostra desde a expulsão desses trabalhadores rurais das suas colocações pelos fazendeiros, até a permanência na cidade, por meio dos depoimentos daqueles que vivenciaram os conflitos, gerados pela chegada da frente capitalista, que se alastraram da floresta para a zona periférica da capital.
- “E agora o que nois ramú cume?, direção Daniel Luiz Batista, 2’:40” min, Amazonas. Em algum lugar do nordeste, Zé é um homem comum e preguiçoso, com três filhos e uma mulher furiosa que necessitam comer. Com muita esperança Zé e o seu fiel escudeiro, o cachorro desbravam a seca em busca de alimento.
- “Um olhar sobre o progresso”, direção Marivaldo Lago, 9 min, Rondônia. Um jovem apaixonado pela Amazônia, tenta conscientizar à todos sobre a importância de preservar a natureza e os monumentos históricos da antiga Estrada de Ferro Madeira Mamoré. O jovem gosta de passear por estes monumentos. Gosta de denunciar os impactos ambientais através de fotografias, mas ele sabe que depois das construções das hidrelétricas, muitas coisas irão mudar, e muitos trechos da EFMM, se perderá para sempre.
Hoje tem samba do Ernesto…
Índia é presa com meio quilo de cocaína e acusada de traficar a droga em seu apartamento
Por Nelson Townes, do NoticiaRo.com
Uma indígena foi presa em flagrante acusada de vender cocaína no apartamento em que mora com o marido em Porto Velho. Na moradia a Polícia apreendeu 575 g de cocaína oxidada.
A prisão ocorreu em 22 de abril de 2010. A defesa da acusada ingressou na justiça com Habeas Corpus alegando que a prisão dela era ilegal e arbitrária, pois os entorpecentes apreendidos eram de propriedade de seu companheiro, conhecido no meio policial como “Cidinho”.
O advogado disse ainda que pelo fato de sua paciente de etnia indígena a autoridade policial deveria ter observado o Estatuto do Índio (Lei n. 6.001/73), que prevê a assistência obrigatória de agente da Funai durante o interrogatório.
Justificou também que ela sofre de doença grave e que necessita de tratamento médico, razão pela qual deve ser colocada em liberdade.
Por unanimidade, os membros da 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia decidiram manter a índia presa que tinha oxidada em seu apartamento. O acórdão (decisão do colegiado) foi publicado nesta segunda-feira, 25, no Diário da Justiça.
O desembargador relator Rowilson Teixeira disse que o crime de consentimento ao tráfico de drogas praticado dentro da residência da acusada precisa de mais provas, por isso não é possível conceder Habeas Corpus.
Com relação ao argumento de que a presa pertence à etnia indígena, e que por esta razão deveria ter sido assistida por um agente da Funai em seu interrogatório, observou que no art. 7º da Lei n. 6.001/73 – Estatuto do Índio há o seguinte: “Os índios e as comunidades indígenas ainda não integrados à comunhão nacional ficam sujeito ao regime tutelar estabelecido nesta Lei”.
Para ele isto não condiz com a realidade deste caso pois a índla não trouxe nenhum documento que demonstre a sua condição de silvícola não integrada à sociedade, “pelo contrário, denota-se que interage com esta, possuindo domicílio próprio, com linha de telefone instalada e fala com fluência a língua portuguesa.
Escritores lançam livros no Bebendo Cultura, neste sábado, em Cacoal
Por Paulo Henrique Silva, do Rondoniainfoco
O evento acontece neste sábado, 29, a partir das 17h, no Teatro Municipal, e contará com o lançamento de dois livros, “A Flexa” do escritor, músico e comerciante Átila Bordalho Real e “As Minas de Urucumacuã – O mapa do tesouro inca na Amazônia do escritor e oficial Bombeiro Militar Lioberto Ubirajara Caetano de Souza”.
O Bebendo Cultura é o lugar onde se encontra apresentações musicais, declamações de poesias, execução de músicas instrumentais, exposição de obras publicadas por escritores e poetas de Cacoal, dança, exposição de quadros de artistas plásticos da terra.
A Academia de Letras de Cacoal, entidade idealizadora do evento, convida a comunidade para participar da IV edição. O evento tem por objetivo descobrir novos talentos e divulgar os artistas de diversos segmentos, em especial a poesia.
” As minas de Urucumacuã” relata a história dos processos de colonização de territórios de povos que sempre se deram mediante violência, que traduziam a obstinação por riquezas na forma de ouro, prata e pedras preciosas, também por madeira, já houve lutas, por mão de obra escrava, catequização de índios e também pela busca da expansão territorial.

“A Flecha” é um romance policial que mostra uma Cuiabá de paixões e perigos, onde um serial killer pretende dar cabo de seus inimigos de forma planejada, cruel e inesperada. É uma obra de ficção, mas com pessoas, lugares, e eventos reais.
Apple dá um pau na Microsoft e vira a maior do mundo
Com um valor de mercado de US$ 222 bilhões, a Apple superou pela primeira vez a Microsoft em valor de mercado. Nesta semana, as ações da Microsoft davam a ela o valor de US$$ 219 bi. Maior que elas só a Exxon-Mobil que vale a bagatela de US$ 279 bi. Na década de 90 a Apple quase faliu .(a Microsoft chegou a investir 150 milhões de dólares para que isto não acontecesse). Com a volta do seu criador Steve Jobs e lançamentos como o I-Pad a gigante americana que pretende aterrissar na bolsa paulista, lançou novos produtos como o I-Pod, o I-Phone , aprimorou os Mac Intosh e ressurgiu das cinzas.
Gente que encontrei por ai… Roque Araújo
Na foto, a lenda viva do cinema baiano Roque Araújo brinca de fazer assistência de fotografia para mim, numa das câmeras da Iglu Produções, usada por Glauber. Roque , 73 anos de vida e 53 anos de cinema foi fiel escudeiro de Glauber Rocha, fez de tudo um pouco nos sets de filmagem — foi motorista, eletricista e assistente de câmera. Graças à sua dedicação e amizade, foi escolhido pelo próprio, como guardião das sobras de sua última produção: “A Idade da Terra” e com esse material montou o filme-homenagem “No Tempo de Glauber”.
“O filme é uma síntese das obras e imagens antigas de Glauber Rocha como diretor e ator. Recortes de jornais e fotografias ao lado de seus amigos, parentes e personalidades do universo do cinema. O documentário reúne dados biográficos e depoimentos sobre um dos mais importantes cineastas brasileiros dos últimos tempos e expoente máximo do Cinema Novo. É a reconstrução de uma obra inacabada de Glauber Rocha, “Krysto no Terceiro Mundo”, o segundo capítulo de “A Idade da Terra”. Roque Araújo deu continuidade ao trabalho do cineasta, montando as imagens já filmadas conforme a idéia inicial de Glauber .
Encontrei Roque Araújo em Cachoeira, na Bahia, onde ele está tentando montar uma espécie de museu que reúne objetos que vêm sendo colecionados por ele ao longo do tempo. São câmeras, lentes, moviolas, equipamentos e outros maquinários que ajudam a contar um pouco da história da produção cinematográfica baiana e brasileira.
Salve Roque ! Vibremos todos com esta anistia a Glauber, tardia mas mais que merecida !
Estado Brasileiro finalmente anistia seu cineasta genial
Perseguido e censurado nos anos da Ditadura Militar (1964-1985), o cineasta baiano Glauber Rocha, pai do Cinema Novo, autor de Deus e o Diabo na Terra do Sol, Terra em Transe, Barravento e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro – este último, uma das suas nove obras censuradas -, foi oficialmente anistiado em cerimônia realizada nesta quarta-feira (26/5), no Teatro Vila Velha, em Salvador.
Acusado de querer implantar o cinema político como forma de subversão, Glauber foi investigado, vigiado e perseguido pelo regime. “O filme político, através de técnicas minuciosamente estudadas, tem como fim precípuo influenciar a opinião pública, destruindo psicologicamente o espectador. Glauber Rocha e seus seguidores no Brasil querem implantar o cinema político, para com isso enganar o povo e levá-lo à agitação, à desordem política e à revolução”, dizia documento oficial do Ministério da Aeronáutica, datado de 1974.
Diante de um auditório lotado, a redenção do gênio que reinventou o modo de fazer cinema na Bahia e no Brasil levou a platéia ao choro e a efusivos aplausos, quando o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abraão, declarou a esperada anistia a Glauber. “Esse ato representa um reencontro da Nação com a sua própria história. Agora, é o momento de nós conhecermos a verdade relativa às atrocidades da Ditadura Militar, potencializarmos o aprendizado que ela possa nos trazer e, acima de tudo, propiciar que a sociedade brasileira conheça a sua história”, destacou.
A cerimônia, bem ao estilo de Glauber, com dança, teatro e poesia, reuniu artistas, personalidades da cena cultur al baiana, intelectuais, diretores cinematográficos, jornalistas e autoridades políticas, a exemplo do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, que inclusive foi testemunha da família no julgamento e o governador Jaques Wagner (PT)
- “Considerar Glauber um anistiado é fazer justiça; é um reconhecimento de um momento onde houve falta de liberdade e que muitos, como Glauber, sofreram. Então, na medida em que se reconhece um, até pela sua notoriedade, é, ao mesmo tempo, o reconhecimento de muitos; e faz história”, atestou o governador.
Walter Bartolo, o senhor feudal do rio Guaporé
Toda vez que acontece a Festa do Divino eu me lembro do Walter Bartolo, esta pessoa carismática e doce que tanto contribuiu para os ribeirinhos daquela região. Bartolo foi um grande incentivador da Festa, e participou até quando pode, juntamente com o seu irmão Joaquim ( Carola ). Abração aí, Walter, saudade também do seu acordeón tocando , em Pedras Negras, “La vie en rose”…













