Os gatos e a Madeira-Mamoré 1
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A Corda Amor, Acorda!
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Mesmo aqui distante, tão distante agora da sua presença, que ódio da ausência, me aproximo de você com o atalho do pensamento bom. Aqui do meu quarto onde o mundo é só meu, uso minha memória e desenho sentado dias em que eu ainda vou lutar pra viver. Eu cuido tanto de você mas você nunca vai saber. Das minhas crises todas, algumas tão banais, naturais, de quem sonha até demais com dias mais do que especiais, pego lições para aplicar no momento que os abraços forem estendidos até os braços …
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Os chatos
Por Marli Gonçalves
Não tem quem não tenha pelo menos um de estimação. Não tem quem não tenha um do qual fuja mais do que o diabo da cruz. Não tem como escapar dos chatos. Nem mesmo de ser você mesmo chato vez ou outra, até sem querer. Minha tese, no entanto, é que há chatos profissionais, que vivem disso, se auto-alimentam e devem chegar em casa contando quantas pessoas chatearam no dia.
Numa boa, sou vítima de chatos desde que me entendo por gente. Acho que eles acham que, por eu ser bem-humorada, comigo não sofrem risco de vida ou de se machucarem. Só pode ser. Quanto era pequena, esses seres adoravam me pentelhar apertando minhas bochechas, ou mexendo no meu cabelo, entre as coisas que acho mais chatas neste mundo. Até hoje detesto que me toquem sem autorização. E os chatos – vocês sabem – têm essa característica, gostam de tocar bastante em você, pegar, cutucar, apertar, espremer. Tem o chato tão chato que chega a te prender, imobilizando qualquer tentativa de fuga, segurando seu braço, mão, ombro, até a cabeça em casos extremos. Já pensei em fazer jiu-jitsu, judô, tai-chi, qualquer golpe, para me livrar desses com mais facilidade.
Sou mesmo uma espécie de imã: posso estar linda, passeando, feliz, com fones de ouvido, tralalá, tralalá, tipo numa redoma particular, e o chato lá do outro lado da rua atravessa para vir me chatear, bater no vidro, arrombar meu espaço íntimo, só para… Chatear! O verbo que exercitam mais do que as gostosas levantando aquelas rodelas em academia. Pior quando é chato que eu nem conheço, nem quero conhecer. Ou o chato que sabe que é chato telefonar bem cedo na manhã do domingo, e não só liga como faz a pergunta mais irritante do mundo: “Você estava dormindo?”. E para quê ligou? Para nada. (Antes que algum chato aí diga “porque atende?”, lembro que sou ligada 24 horas por motivos profissionais, como jornalista, e pessoais, como filha de um pai de 94 anos, além de nunca “olhar” antes quem é que está ligando. Tocou, atendo. Claro, se puder.)
Mas aí também entra outra mania do chato. Ele sempre tem a certeza que você registrou o telefone dele, ou reconhece a sua voz até debaixo da água. “Adivinha quem está falando?” De morrer. Pior só o que nem pergunta; já tem a certeza absoluta que você não só sabe quem é, como – claro – está pronto para o assunto maluco que ele matraqueia do outro lado da linha. Esse tipo pensa que você não faz outra coisa na vida a não ser pensar nele. Há ainda outra variação, aquele chato do preâmbulo: antes de falar o que quer, bajula, praticamente chamando você de pitonisa do Nilo, Santa Maria Madalena, mestra de todos os mestres. Prepare-se: lá vem pedido de favor por aí.
Toda pessoa tem seu dia de chato mas o chato de verdade o é todo dia. Faz disso sua panacéia. Adora e conta mal piadas quilométricas, sempre esquecendo a parte principal no caminho. Conta a mesma história (aquela, que você não perguntou) 30 vezes (e o que é pior, igualzinha, sem acrescentar nenhum detalhe que a torne ao menos mais interessante, picante).
Dizem que o chato é o sujeito que fica mais tempo com você do que você com ele, o cara que fuma para filar cigarro dos outros ou para de fumar só para ficar chateando quem fuma, o cara que está com você na rua mas não sabe conversar andando, fica parando e segurando seu braço; que você diz que perdeu algo e ele te pergunta “onde?”. Acrescento ainda o chato que adora assobiar, sentado bem ao seu lado no avião. E o que de vez em quando futuca com o cotovelo pontudo.
O chato sabe tudo, já viu tudo, tem conselhos para tudo, pergunta se você está ocupado só por perguntar. Vai aporrinhar de qualquer forma. Adora ligar só no celular nas horas mais impróprias. Para você.
O chato também gosta de por defeito em tudo, e sobretudo. Conheci uma que se aboletava para ir almoçar comigo, não comia e ficava – juro – falando o indice calórico de todos os pratos. O chato sempre tem um “mas”, uma trava, um senão, um pessimismo. Quer botar e deixar lá a pulga atrás de sua orelha. Aliás, uma das coisas de que o chato mais gosta é de ficar bem atrás de você, nas suas costas (Eu odeio isso!), e se você estiver escrevendo, estica o olho para ler, em voz alta, e o que é pior, dar palpites sobre nem ele sabe bem o quê. É o mesmo tipo que também vem por trás e zoom! Quase arranca seus olhos, apertando-os pelos lados…”Adivinha quem é?”
Você tem vontade de responder. Mas, cuidado, os chatos chegam a dar medo e podem se tornar violentos. Já debateu com um chato? Já tentou contradizer um chato? Já disse a um chato que ele era chato? Um perigo, principalmente se o desdito tentar convencer do contrário. “Os chatos não se chateiam”, escreveu Guilherme Figueiredo, no delicioso Tratado Geral dos Chatos, de 62. Deve ter escrito com a intenção de se vingar de todos os chatos do mundo.
O chato é tão chato, mas tão chato, que é capaz de ousar perguntar coisas i-na-cre-di-tá-veis. hein???Não sei como, mas o chato sempre tem tempo de sobra, muito, para fazer chatices, pensar chatices, escrever chatices, repassar chatices, repisar chatices, lembrar de chateações. Um amigo querido, tão vítima deles, acabou dando o tom à uma expressão que fala com gosto, tudo junto assim: “Ôôôôgentechata!“. Adotei.
Conforme as épocas, os chatos que passam em nossas vidas se modificam. Foram os chatos que adoravam receitar coisas e dietas. Foram outros em eco.Ultimamente tenho encontrado muitos “chatos da fé”. Faltam rezar uma missa inteira, encenar um culto completo à sua frente, chegam a chorar, explicando como foram salvos, como acharam Deus, e como conversam com Ele, coitado de Deus, e você também deveria, entende?, se salvar. Em geral eram bêbados chatos que pararam de beber, salvaram-se de alguma boa, tiveram uma visão qualquer.
Tenho reparado ainda que chatos costumam estar solteiros, completamente sozinhos e largados, já que não há mesmo quem os aguente debaixo de um mesmo teto. E, cabisbaixos, tentam explicar como foi que isso se deu procurando piolho em cabeça de alfinete.
Por falar nisso, não é por menos que os “chatos” piolhos que pegam tudo quanto é pelo, principalmente os quentinhos, são chamados de chatos. São parasitas que se passam a vida inteira se alimentando do sangue, os chatos que coçam e perturbam até você tacar um Neocid neles. E você só pode pegar “chatos” de um…chato!
Qual será o remédio contra os chatos humanos que se alimentam do seu saco, que vai ficando cheio, cheio?
São Paulo, verdadeiro paraíso para os chatos, 2012
• (*) Marli Gonçalves é jornalista. Pior que achar um chato na rua só ficar preso com ele dentro de um lugar fechado, tipo carro, casa, e estar chovendo muito lá fora. Acredite: é você quem vai ter que pedir para sair.
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Meia Hora: As Capas do Jornal Mais Bagaceiro do Rio de Janeiro
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Quem não é do Rio de Janeiro pode não conhecer, mas o Meia Hora é um jornal desses populares, bem baratinhos (tá custando R$ 0,70 agora o exemplar), que fazem de tudo para chamar a atenção dos leitores. E quando digo tudo, me refiro às capas mais insanas e involuntariamente (será?) divertidas possíveis. Brinco dizendo, darlings, que meu sonho é ser contratado pra ser redator de chamadas de capa do Meia Hora. Acho que eu ia ahazar no trabalho. Confesso que caminho pela rua e quando vejo uma banca …
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Entrevista com Rubem Alves
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Sem comentários! Assistam a essa “aula”! ;) Bjs e abraços, Fabricio =)
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Dissecando1 – Mayra Dias Gomes
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Cosas de la banda – 5
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Livros para entender Rondônia – Tristes Trópicos, de Claude Lévi-Strauss
Mestre da Antropologia contemporânea, na qual introduziu uma nova metodologia — a análise estrutural —, Claude Lévi-Strauss está inquestionavelmente ligado ao Brasil através de Tristes Trópicos. Nesta obra, Lévi-Strauss — chegado ao Brasil em 1935, para exercer a função de professor de Sociologia na Universidade de S. Paulo — não se limita a descrever a sua vivência com os índios brasileiros — Cadiueus, Bororos, Nambiquaras e Tupi-Cavaíbas: faz também uma descrição do Brasil da época, da sua história e de tudo quanto observou nas suas expedições de estudo às zonas do Paraná, do Pantanal, da Amazónia e do Sertão, entre outras.
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Travelers’ Choice Awards 2012: os melhores destinos, hotéis e praias
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Cidade do Cabo é o melhor destino do mundo. The Phoenix Resort, em Belize, é o melhor hotel e sete das 25 melhores praias estão nos Estados Unidos. Esse foi o resultado do Travelers’ Choice Awards 2012, a premiação anual feita pelo TripAdvisor (rede social onde os usuários contam suas experiências turísticas e que é referência no segmento). O ranking é calculado com base nos milhões de comentários dos usuários-turistas e dividido em cinco categorias: Melhores hotéis, Melhores praias, …
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Túnel do Tempo – Mapa da EFMM 1909

Extraído de efmm100anos.wordpress.com
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Para-choque de blog
“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.” Aristóteles
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Droga de origem rondoniense – a Merla Morte Súbita, pior do que o crack – chega ao Sul do Brasil

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna
Leia até o fim se tiver filhos ou, ao menos, vergonha na cara. Uma nova e mortífera droga, a “merla morte súbita”, originária de Rondônia, pior do que o crack, chegou a Porto Alegre e está fazendo os militantes de movimentos anti-drogas alertarem os pais e autoridades para o perigo.
A droga tem efeitos mais intensos do que os do “crack” e pode, literalmente, causar morte repentina do usuário. A “merla” não é a mesma coisa que “mela”, ou “melado”, restos ou sub produto de pasta base de cocaína (sulfato de cocaína) de uso comum em Rondônia.
Embora atualmente a mídia em Rondônia, especialmente em Porto Velho, esteja citando “merla” e “mela” como se fossem a mesma coisa, há uma diferença básica entre elas.
A “mela” é o que sobra da fabricação da pasta base de cocaína – uma espécie de borra sem valor comercial para a indústria da transformação da pasta base ,(sulfato de cocaína) que é feita na Bolívia para ser tranformada em cocaína (cloridrato de cocaína), refinada em laboratórios químicos, geralmente na Colômbia.
Os resíduos de sulfato de cocaína tem, porém, efeitos deletérios e, não obstante ser apenas lixo, com grande teor de ácido sulfúrico, éter, acetona e outros produtos usados para fazer a pasta base, é vendido a baixo preço consumidores de narcóticos nas ruas de Porto Velho.
As vezes a mela é misturada à maconha para ser fumada na forma de cigarros que são chamados de “melado.”
A “merla” ainda tem resíduos da borra da pasta base de cocaína, mas é mais letal pois em sua composição entram querosene, ácido sulfúrico, barrilha usada para limpeza de piscina(óxido de cálcio),cimento, soda cáustica,amônia, cal virgem, solução de bateria de carro, , gasolina reutilizada inúmeras vezes.
Numa nota publicada em seu blog, Beto Bertagna explica que a “merla” é absorvida pela mucosa pulmonar e a exemplo da cocaína, é excitante ao sistema nervoso.
Exames em indivíduos sob efeito da “merla” relatam que ela causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, redução do sono e do apetite, perda de peso, alucinações,delírios e confusões mentais.
“O usuário da merla corre sérios riscos de ter convulsões e perda de consciência, As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte” – acrescenta Bertagna.
Usuários da “merla” relataram que após o efeito da droga, sentem medo, depressão e paranóia (sensação de perseguição) que em alguns casos os leva ao suicídio.
“Com o uso continuado o usuário perde os dentes sob o efeito do ácido de bateria que começa a corroê-los até sua perda total.
A “merla morte súbita” pode se popularizar em Rondônia principalmente se for verdadeira a notícia de que o verdadeiro xerife de Guajará-Mirim, na fronteira de Rondônia com a Bolícia e inimigo nº 1 das organizações criminosas, o popular agente federal “João Pomba” se aposentou. Quem irá lhe substituir?
A “merla” aparentemente chegou antes do “crack” em Porto Velho. Ainda não se sabe por que não se popularizou tanto como no Sul, ou sequer se sabe de suas vítimas aqui. A imprensa pode inadvertidamente colaborando com a adoção do nome de “merla” para a “mela” tradicional.
Devastação causada pela “merla morte súbita”
O blog betobertagna.com divulga o seguinte depoimento de Weslley Bragé Dias, do grupo de hip-hop Realidade de Rua. O texto é dedicado aos policiais, promotores, juízes (especialmente os do Juizado da Infância e da Adolscência) e, principalmente, repórteres, e a todos os demais cidadãos que tem honra.
PORTO ALEGRE, Rio Grande do Sul, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 (Betobertagna.com/ Noticiaro.com – ” Todo mundo tá preocupado com o crack. E quando chegar a merla como em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, vai ser uma mudança de planos. Quero ver onde é que vão enfiar a camiseta de “Crack nem pensar”, musiquinha e adesivo. Para fazer fama, ouvir aplauso, a boca fala tudo, mas onde é que vão enfiar a cara, com que palavras vão contrariar as pessoas quando a merla estiver no lugar do crack?
“Existem três tipos de cocaína: a mais pura é a boliviana, só tem em Alvorada. A mais ou menos é a Viviane. Tem esse nome porque Viviane foi a primeira mulher que trouxe de São Paulo para cá. Morreu aqui (Porto Alegre), assassinada. A Loira é a mais fraca, a mais misturada, pode ter o mesmo efeito que giz escolar.
“Tem vários tipos de pedras também: Hulk, Cristalina, Cenourinha, Bate-Bate. A pior destas é a Bate-Bate, porque é a mais pura, feita direto quimicamente. Até em casa se faz.
“Merla é a mistura da Bate-Bate com a resina da boliviana.
“O nome é merla, o apelido é Morte Súbita, porque a pedra vicia e mata com menos prazo. Tanto é que tem gente que fuma pedra há 12 anos e não morreu até hoje. A merla, segundo os doutores, em seis meses mata. Mas não é exatamente seis meses – é conforme o adequado andamento que a pessoa usa, a forma como usa. O efeito dura 15 minutos, o triplo do efeito da pedra.
“Ela pode ser usada fechada como maconha. É o “mesclado” (mistura de pedra com maconha e pó), também chamado “macaquinho”. Pode ser usada no cachimbo (ou bimbo), e aí não passa de dois meses – a pessoa se mata porque tem 90% mais efeito colateral que a própria pedra.
“A merla aqui em Porto Alegre está circulando há três meses. Antes só se ouvia falar. E só não se tá num vício pior, porque não está sendo lançada no mercado como a pedra (crack). Em uma semana, a pedra aumentou 80% o uso. E agora, mais ainda. E não se sabe se não vai aumentar mais ainda.
“Onde diminuir o consumo da pedra, aumenta o mercado da merla. E o que dizem é que vai ter mais índice de morte, até por acerto de conta entre quadrilhas e bocas de fumo, e pela droga mesmo, pelos peixes-grandes (patrões).
“A diferença entre merla e crack é que a merla é tipo uma crosta. A merla também é um tipo de pedra, mas tem uma consistência mais como gel, gruda. A merla custa R$ 2,00 (R$ 3,00 a menos que a pedra, porque ainda está começando o consumo). A pedra (crack) custa R$ 5,00. Quando aumenta o vício, a boca de fumo aumenta o preço no mercado negro. A grama de pedra hoje chega a R$ 20,00.
“Nem sempre quem vende merla e crack é a mesma pessoa, porque isso já tem envolvimento de gente grande, os traficantes costas-quentes. O traficante costa-quente é tipo um doutor que cai na cadeia e fica numa cela especial porque tem ensino superior. Vem direto deles.
“Não estão vendendo ainda merla como vendem pedra. Não é assim fácil para entrar uma droga nova e sair vendendo. Tem que ter contatos do morro para lançar uma nova. Foi lançada uma parte para ver o resultado no meio dos usuários de crack e qual a reação. É inevitável: a reação é que a merla é melhor que a pedra. Não se viciaram ainda porque foi só um patinho na armadilha, para saber que a droga é mais forte que a anterior.
“Crack e merla têm efeitos diferentes. O crack dá uma sensação de desconforto, a pessoa fica espiada, com medo da própria sombra. Faz ter reações incomuns, como entrar noite adentro caminhando. Tem gente que come formiga ou cascalho do chão porque acha que é crack. Tudo que vê da mesma cor, pequeno, acha que é crack e tem vontade de fumar. Chegam a queimar o dedo para raspar o cachimbo, sem sentir dor, só para fumar a resina, que é mais forte que a pedra.
“A merla não deixa tão espiado, mas deixa imobilizado. Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola. Porém, o principal efeito dela, depois de uns dois minutos, é muito pior, a pessoa pode criar um desespero próprio, sair correndo, sem ter medo de nada, tipo um amigo meu que foi atropelado. Quebrou a perna, machucou o braço. Foi só um “te liga”, para ver a reação com a outra pedra. O que mais mata em relação à pedra é chinelagem, roubar para usar.
“Chamam merla de Morte Súbita porque, com o crack, a maioria das pessoas morre por ter reações de furto, roubos, desrIespeito à própria família, só para usar. A merla faz a pessoa se matar. Como hoje em dia a pedra já está matando, com a merla vai ser pior, porque vai ter o aumento de morte pelo desandar da pedra, o aumento da merla e o suicídio dos usuários.
“O bom é que, pelo pouco que veio no mercado, a merla ainda não foi dada nem vendida para crianças. É a única parte boa. Para impedir as pessoas de usarem só derrubando a boca de pedra e pó. Onde não tiver mais, não tem merla.
“Com certeza a merla pode chegar ao mesmo nível do crack, é só ela ser finalmente lançada como o crack foi.”

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."
Com Noticiaro.com
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SP, cidade louca, errante
Por Marli Gonçalves
Já pensei em fazer música, já pensei até em uma campanha por você. Já disse que te amo em mais de uma língua. Este ano quero cantar Parabéns pra Você, por tudo que tem, e por (conseguir) continuar viva e tentando ser amada. Ou, pelo menos, respeitada. Nossa velha dama, São Paulo.
São Paulo é uma prostituta grande, forte, experiente. Ensina seus meninos a crescer, impõe que lhe paguem pelo prazer que dá. É maltratada, mal falada, e mesmo assim continua aberta recebendo todos 24 horas por dia. Tem horas que nem a maquiagem pesada disfarça seu cansaço, e ela se deixa levar, arrasada. Mas logo se recupera, não para, não para, e volta ao trabalho, à efervescência. Na vida toma muitos sustos, vê muita violência ao seu redor, o mundo cão que mija em seus postes ou pernas, mas também vive o glamour e o luxo quando o cliente que a consome é generoso.
Ela anda úmida, molhadinha, até encharcada neste verão. Suas férias foram curtinhas, e ela tinha se enfeitado toda para brilhar à noite neste fim de ano. Mas a abandonam pelo Sol, pela praia, por um tal ar puro e, se lá onde tem essas coisas, também chove, seus amantes voltam correndo. Aqui se come melhor. Se diverte mais. Se aprende mais em filmes, livros, teatro, cultura. Inclusive, os seus cafetões exigem que a cidade volte logo a trabalhar. E ela vende o que tem de melhor, mesmo que mecanicamente, sem se entregar totalmente.
Nem bonita, nem feia, nem totalmente um ou outro, apenas uma cidade armada ao lado de um pátio há 458 anos, e que bem que podiam ter escolhido melhor local para arriar acampamento… mais para perto do mar. Fosse assim, o Rio de Janeiro teria dançado e ela, sim, seria a Maravilhosa. Mas cresceu para os lados, para cima, e até para baixo, por baixo, suas entranhas, e hoje essas veias já vão se entupindo.
Ela vai se aguentando assim e a pega a bolsinha e vai rodar pelas esquinas. Quase não tem horizontes para ver nem para se ver, faz isso apenas em poucos espelhos de água limpa que encontra, quando passa pelos poucos parques, em busca de ar, da cor verde, de um pouquinho de natureza. Nos rios, tão sujos, nem ela consegue se mirar. Apenas tapar o nariz, nestes que viraram banheiros públicos, descargas sem fim. E ela sonha: no dia que os rios voltarem navegará neles todos os fins de semana, vendo muitas famílias felizes. Não custa sonhar.
Quando procura o céu para ver as estrelas ou a lua essa nossa cidade vagabunda apenas sorri e lembra do macaco do filme King-Kong. Tem vontade de pegar os helicópteros na mão – parecem brinquedos passando por sua cabeça. Quem os controla? São tantos! E os aviões, então! Ronco constante indo e vindo, brilhando mais alto. E a cidade sonha: quem está indo, quem está chegando?
Às vezes a cidade fala sozinha enquanto caminha e é caminhada. Às vezes se detém conversando com bronzes, bustos, criações em concreto, estátuas imortais e históricas, esculturas instaladas para lembrar de algo, alguém, alguma coisa, algum fato seu ou feito de alguns dos seus tantos amantes. Será por amor a ela que construíram tanta coisa bonita¸ subiram tantos arranha-céus, pensaram mansões, fizeram tantas jóias para enfeitá-la? Seus colares são marginais, e a enfeitam com rodoaneis, trilhos, pontes, túneis e viadutos. Se foi por amor, estranho, qual sentimento levou a que ela também tenha tantas chagas, plagas indizíveis, cicatrizes, e miséria e horror?
Nossa velha puta muda de ponto. Norte, Sul, Leste, Oeste. Clientes diferentes a consomem. Tem hora que ela dá mais para um do que para outro. Mas atende a todas as raças, etnias, nacionalidades¸ falando todas as línguas de um jeito muito seu, assim como o próprio português. Ela marca os erres. Come os esses. Mistura tendências, bebidas, sotaques, povos e palavras. Chopps. Pastel. Pizza. Macarrão. Virado.
Ultimamente, nossa velha anda contente. Uma feliz cidade. É que no verão de uns tempos para cá – antes não era assim – vê mais carnes, dorsos, pernas, colos, descobertos, nus. E até chinelo de dedo nem é mais tão proibido assim! Quase chora é quando pensa no inverno que quando faz frio mesmo chega a ser cortante, e as pessoas são cebolas vestidas, que vão se descascando, algumas elegantes, e outras não, nem pensam em combinar, a não ser com o destino, para não morrerem de frio. Cores e nomes, como não disse o Caetano que viu a deselegância discreta de nossas meninas. Aqui se usa muito preto. Preto e estampas. As mulheres amam as estampas e os homens, as listras. Se vê mesmo de tudo por aqui, observa. E assim as flores nascem nos vestidos e, ainda, nos canteiros, nas árvores que os cupins ainda não pegaram nem ventos derrubaram, flores que enfeitam um pouco mais a sua aridez cinzenta em vasos.
A velha senhora continua olhando suas entranhas e com minhoquinhas na cabeça. Quer derrubar minhocões. Fazer uns puxadinhos. Pensa em como se manter limpa, com tantos clientes, sem tempo que não o dos banhos da chuva, sem sabão, sem perfume. Assim não pode nem cobrar o que merece pelos seus serviços.
Mais um aniversário. Será imortal? Serão várias vidas? Qual música tocará para ouvir quando e se as britadeiras, buzinas, sirenes e tantos barulhos deixarem? Que ritmo vai tocar, dançar, que moda vai criar, de quem vai depender?
De repente, essa nossa amiga fica preocupada. Lembra que nesse ano vai ter eleição e lá vai o seu destino para o jogo novamente; seu santo nome será falado, pisado, sua história revista, criticada. Vários aventureiros tentarão conquistá-la, veja só.
Mas tudo bem. O importante é que essa cortesã ainda dá um bom caldo, e é cobiçada por membros imponentes.
Feliz Aniversário, São Paulo, Geni, 2012.
• (*) Marli Gonçalves é jornalista.
Paulistana. Nasceu na Rua Augusta, um dos melhores lugares para se fazer ponto na cidade. Fazer a vida. Ou pelo menos tentar. Agora quem sonha sou eu, por uma cidade melhor, menos vagabunda, menos errante, menos errada.
PS: Quer ler os outros textos que fiz em aniversários da cidade? São Paulo e toda sua bossa, Eu amo São Paulo, São Paulo, Ailoviiú
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Editais da Secretaria do Audiovisual do Minc tem inscrições até dia 10 de fevereiro
Os cinco editais da Secretaria do Audiovisual (SAv/MinC) estão com inscrições abertas até o dia 10 de fevereiro. Os editais abrangem todas as regiões do país e foram concebidos para apoiar obras de baixo orçamento, curtas-metragens e documentários, além de contemplar roteiristas profissionais e estreantes.
Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas, Inéditas, de Ficção, de Baixo Orçamento – apoiará, com até R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), a produção de 10 (dez) projetos.
Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas de Curta Metragem, do Gênero Ficção, Documentário e Animação – fomentará a produção de até 25 (vinte e cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 100.000,00 (cem mil reais).
Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Profissionais – tem o objetivo de selecionar até 13 (treze) projetos, que terão apoio individual no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).
Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Estreantes – irá fomentar a produção de até 10 (dez) projetos, com o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para cada um.
Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas do Gênero Documental inéditas – prevê a seleção de até 5 (cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais).
Inscrições: http://www.cultura.gov.br/audiovisual/fomento/c/editais/ Mais informações: concurso.sav@cultura.gov.br
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Dia Nacional do Fusca
O mundo comemora o dia do Fusca em 22 de junho mas no Brasil é no dia 22, o Dia Nacional do Fusca que será comemorado nas instalações da Volkswagen Anchieta, onde o modelo foi fabricado por mais de 30 anos. O encontro anualmente é promovido pelo Fusca Clube do Brasil, com sede em São Paulo, e planeja reunir cerca de 500 veículos, entre Fuscas e derivados de todas as épocas e modelos, incluindo veículos considerados “raridades” entre os colecionadores. O evento também reservará espaço para venda de peças antigas e de reposição.
Com mais de 3 milhões de unidades comercializadas no Brasil, o Fusca foi produzido entre 1959 e 1996 na fábrica da Anchieta da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP).
A produção foi interrompida em 1986, retornando em 1993 a pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco. O modelo continou a ser produzido no México – onde já era montado desde a década de 1980 – até 2003, quando saiu sua última unidade, hoje exposta em um museu da cidade de Wolfsburg, na Alemanha.
Essa história de sucesso teve início em 1931, com o surgimento da necessidade de um carro pequeno, econômico e de fácil produção. Quando a ideia ganhou popularidade, diversas etapas, testes e protótipos foram criados até o produto chegar aos consumidores. Ferdinand Porsche assinou o contrato que deu início ao desenvolvimento e fabricação do Sedan, nome original do modelo, em 22 de junho de 1934.
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No Brasil, o modelo foi importado da Alemanha entre 1950 e 1959 e recebeu o apelido de Fusca. Estima-se que o modelo teve 21 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. O Dia Nacional do Fusca foi instituído em 1989 pelo presidente do Sedan Clube, Alexander Gromow.

O significado histórico e afetivo com a fábrica Anchieta foi o grande motivo da escolha do local para a realização dessa comemoração. “Por ser a unidade na qual o modelo foi produzido por cerca de 30 anos, consideramos a fábrica como berço do Fusca”, afirma Roney Celso Iannone, diretor-presidente do Fusca Clube do Brasil.
O evento é aberto ao público e busca reunir, principalmente, proprietários de carros Volkswagen refrigerados a ar.
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POEMINHA PARA O BIAL LER
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Não é justo que o negro pague sozinho por este estupro. Também pague o Bial, pague o Boninho, pague a TV de Roberto Marinho. Quem fez a merda, patrocinou a festa, trouxe o vinho. Ah, mano, brother, meu irmão. Por causa do crime o Brasil todo, sim, ao paredão. Inclusive eu, que faço esse poema sem jeito. Perco tempo com este assunto. Eu, sem talento. Eu, bundão. Covarde, sem ter o que fazer ligo a televisão. E vejo. A toda hora o Bial citar o Velho Guerreiro. Aquele mesmo que cuidava do …
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O diesel do inferno
Por Célio Pezza
O inferno sempre foi mostrado como sendo um local de sofrimentos, muito quente e cheio de enxofre no ar. Modernamente, seria como um local fechado e cheio de caminhões brasileiros desregulados e soltando pelo escapamento aquela conhecida fumaça escura e cheia de enxofre. Por que caminhões brasileiros? Pela simples razão de que o Brasil é um dos países que consome o pior diesel do mundo em termos de enxofre contido.
O enxofre é um dos maiores poluentes da atmosfera e causador da chuva ácida, que tanto mal faz ao meio ambiente. Quando o então presidente Collor falou que os carros brasileiros eram carroças, ele se esqueceu de dizer que os combustíveis também eram condizentes com as carroças. Infelizmente, após mais de 20 anos, muito pouco mudou neste cenário.
A Europa, o Japão e muitos outros países utilizam um diesel com 10 ppm (partes por milhão) de enxofre. Nos EUA, o limite é 15 ppm. Aqui no Brasil, é fabricado diesel com 1.800-2.000 ppm para a frota em geral e 500 ppm para consumo somente em algumas cidades onde a poluição é crítica. Em 2002 o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) determinou que fosse utilizado um diesel com 50 ppm a partir de 2009. Quando o prazo se esgotou, a ANP (Agencia Nacional de Petróleo), a Petrobrás e as montadoras, disseram ser impossível cumprir a determinação. Ela acabou sendo adiada e até hoje não foi cumprida.
Agora, neste início de 2012, voltam a falar sobre os projetos de produção de um diesel mais limpo, com 50 ppm de enxofre, como sendo um grande avanço, quando na Europa já se fala em 5 ppm. Em outras palavras, o nosso diesel atual é 200 vezes mais poluente que o diesel europeu e as determinações do Conama vão sendo descumpridas e adiadas. Os nossos carros são mais caros, de pior qualidade, utilizam motores obsoletos em seus países de origem, consomem mais combustível e poluem muito mais. Como explicar isto?
Certa vez, quando questionado sobre os altos preços dos seus carros no Brasil, o presidente da Peugeot argumentou: por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços de suas bolsas no Brasil? Um executivo da Mercedes-Benz foi mais taxativo: por que baixar o preço se o consumidor paga? Da mesma forma, por que fazer um diesel de melhor qualidade, se o consumidor usa qualquer coisa? Em contrapartida, respiramos um ar mais poluído e cheio de enxofre, como deve ser o ar do inferno, descrito por Dante Alighieri no seu épico poema “A Divina Comédia”.
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Como Luiza foi parar no Canadá (relatos da vida em agência).
Reblogged from Palavra Imprópria:
18:35Atendimento ao telefone: - O cliente mandou um job pra um vídeo de lançamento do empreendimento. Vou precisar da ajuda de vocês pra reunir algumas informações pro pessoal da criação.Planejamento (esfregando o rosto):- Ok, qual o público?Atendimento (com pressa):- Olha, o cliente ainda não definiu muito bem, mas disse que é classe AB, mas também é acessível pra classe C que vem crescendo muito e quer um plus a mais: que o vídeo seja inspiracional pra classe D e E, pra reforçar a marca …
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Big Brother Brasil Um Programa Imbecil
O conhecido cordelista Antonio Barreto é professor, graduado em Letras Vernáculas e pós-graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira. Tem gabarito e merece ser ouvido, especialmente pela Rede Globo de Televisão que deveria mostrar mais amor ao povo brasileiro do que ao dinheiro e retirar esse lixo cultural da grade de sua programação Leonardo Boff Big Brother Brasil Um Programa imbecil Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador. Curtir o Pedro Bial E …
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Túnel do Tempo – Locomotiva Cel. Church/Estrada de Ferro Madeira-Mamoré
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A velha locomotiva nº 12, a “Coronel Church” , nome dado em homenagem ao coronel norte-americano George Earl Church, que em 1872 idealizou a ferrovia, foi a primeira máquina a chegar na Amazônia, trazida pela firma “P & T Collins” em 1878. Após a desativação em 1972, a locomotiva permanecia nas dependências do 5º Batalhão de Engenharia e Construção – o 5º BEC. (em Porto Velho, capital de Rondônia) de onde foi removida para o museu, ganhando nova pintura nas cores originais. Ano de 1981
Link >> 2012 – Centenário da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré
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Duvanier Paiva, o “homem da Transposição” morre de infarto, em Brasília
Duvanier Paiva Ferreira nasceu em São Paulo, capital, em 6 de fevereiro de 1955. Desde junho de 2007, ocupava o cargo de Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. Era também membro do Conselho de Administração da Companhia Docas do Estado de São Paulo. Duvanier Paiva Ferreira morreu na noite desta quarta-feira (18/1), aos 56 anos, após sofrer um infarto. Em nota, a ministra Miriam Belchior disse ter recebido a notícia com “profundo pesar” e ressaltou o trabalho de Duvanier como “defensor incansável da democratização nas relações de trabalho, promotor do diálogo e profissional dedicado”. Duvanier era o grande interlocutor do Projeto de Transposição dos servidores para a União, em Rondônia. Mais um capítulo no sofrimento de milhares de funcionários públicos. O velório de Duvanier Paiva será realizado no Campo da Boa Esperança, Capela 2, a partir de 12h30, em Brasilia (DF).
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WordPress, o protesto
Pelas razões explicadas esta manhã pelo Helder Guerreiro, hoje o WordPress acordou assim. Lindo. Um dia pode mesmo ser obrigado a fazê-lo por imposição legal norte-americana. Os governos têm de aprender que a internet é nossa.
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Linha do tempo: História da Publicidade
Reblogged from Arquitetura de Informação:
Publicidade: “uma forma de comunicação usada para persuadir uma audiência (espectadores, leitores, ouvintes) a tomar uma atitude com respeito.” Ok, isso você já sabe – mesmo que não trabalhe na área. Mas talvez você não saiba que a publicidade existe desde o ano 2000 A.C., quando os egípcios começaram a esculpir avisos públicas em pedaços de ferro. Ou então que o primeiro anúncio impresso foi um panfleto que vendia livros de oração na Inglaterra. Veja essas e outras curiosidades sobre …
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O mundo vai acabar mesmo : produção de cerveja está ameaçada pelo aquecimento global
A revista “New Scientist” revela que o aquecimento da Terra está reduzindo a quantidade de ácido alpha no “saaz” (variedade delicada de lúpulo usada na produção das cervejas pilsen e lager). A concentração deste ácido é fundamental para a qualidade da cerveja, sendo que o mínimo necessário é de 5% de ácido alpha , para produzir o sabor amargo e encorpado das pilseners.
A descoberta foi feita pelo climatologista da República Tcheca , Martin Mozny. Ele e seus colegas do Czech Hydrometeorological Institute, monitoraram a quantidade de ácido alpha no lúpulo saaz desde 1954. Segundo o estudo, de 1954 a 2006, a redução média anual do ácido tem sido de 0,06%, devido ao aumento da temperatura do planeta.
Especialistas garantem que, apesar de o estudo ter sido feito com um tipo específico de lúpulo, outras espécies localizadas em países como Alemanha e Eslováquia também estão ameaçadas. Na Nova Zelândia e Austrália, segundo o Instituto de Água e Pesquisa Atmosférica da Nova Zelândia, está previsto declínio na produção de cevada nos próximos 30 anos, por causa das secas.
Para não dizer que não falei das flores, o vinho, o chocolate ,as massas e até o arroz também estão ameaçados. Tá no Jornal O Dia e no Eco4u.
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Deu no twitter
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Lendas Urbanas : o passado suicida da Apple. Mundo celebra centenário de Alan Turing (via El Bazar de Kowalski)
Outro dia lendo “Little Shop of Suicide”, de Jean Teule, me deparei com uma outra teoria sobre a origem do logotipo Apple. Muito se tem especulado sobre o significado da maçã mordida. O livro fala de um Alan Turing ”, um inglês que teve problemas com a lei por causa de sua homossexualidade e é considerado o pai dos primeiros computadores”. Realça o seu papel-chave na Segunda Guerra Mundial em serviços de criptografia.Com sua equipe, conseguiu decifrar as mensagens criptografadas que os alemães usavam nas máquinas Enigma para se comunicarem. Nascido em 23 de junho de 1912, na Inglaterra, Alan Mathison Turing é tido como um dos pais da computação porque foi um dos primeiros a perceber que as máquinas poderiam ser inteligentes. Turing criou um modelo matemático teórico – depois chamado de ‘Máquina de Turing’ – que foi a base da computação moderna.Turing era homossexual, numa época em isso era proibido e considerado doença no Reino Unido. Humilhado em público, para não ser preso aceitou o ‘tratamento’ oferecido: injeções de hormônio feminino, uma castração química. O que, segundo seus biógrafos, levou-o a ingerir cianureto em 7 de junho de 1954. Mesmo o suicídio não é claro na vida de Turing. Sobre Alan Turing ,”Little Shop of Suicide” disse que pegou uma maçã mergulhada em cianureto de potássio e colocou-a sobre uma mesa. Então ele pintou um quadro representando-o e depois mordeu a maçã. A verdade é que ele não a comeu toda, talvez até porque apenas uma mordida fez o cianureto agir com bastante rapidez. A teoria é, portanto, que o logotipo da Apple é a maçã de Turing com uma mordida. Outros vão mais longe e se atrevem a garantir que o logotipo da Apple com a bandeira do arco-íris remete, novamente para o matemático Alan Turing. Desta vez por sua condição sexual. Lenda urbana ou não, este é um dos suicidios menos conhecidos, bem como o seu executor.
Centenário
O “Alan Turing Year” (Ano de Alan Turing) tem uma série de eventos programados nos mais diversos lugares do mundo. A coordenação está à cargo do Turing Centenary Advisory Committee. No site (www.mathcomp.leeds.ac.uk/turing2012/) é possível ver uma lista das exposições, livros, competições e demais atividades que estarão acontecendo este ano.A representante do Brasil é a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e já estão no site www.ufrgs.br/alanturingbrasil2012 informações sobre o ciclo de palestras, um concurso de vídeo e outro de criptografia e mais atividades que serão desenvolvidas ao longo deste ano para celebrar a vida, os feitos e a memória de um dos mais brilhantes cientistas do nosso tempo.
Leia mais sobre Alan Turing
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Motos novas com placas maiores em 2012
A Resolução 231 do Contran estabelece o sistema de placas de identificação de veículos. As alterações promovidas foram publicadas no Diário Oficial da União no dia 23 de março de 2011 e já valem desde o dia 1º de janeiro.
Além de tornar obrigatório o uso de placas refletivas nos emplacamentos feitos a partir de 1º de janeiro de 2012, o órgão estipula novas dimensões para as placas de motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos motorizados.
Segundo as novas regras, as atuais placas de 136 mm de altura por 187 mm de comprimento (abaixo, à esquerda), passarão para 170 mm de altura por 200 mm de comprimento (abaixo, à direita). Dessa forma, os atuais caracteres de 42 mm de altura passam para 53 mm.
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Parque dos Beraderos
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Cyril Despres é tetra no Dakar. Veja resultado final

Cyril Despres (à esquerda) e o brasileiro Felipe Zanol (foto: M.Maragni / KTM Motorcycles)
- MOTOS
- 1 Cyril Despres (FRA)43:28:11
- 2 Marc Coma (ESP) 44:21:31
- 3 Helder Rodrigues (POR) 44:39:28
- QUADRICICLOS
- 1 Alejandro Patronelli (ARG) 53:01:51
- 2 Marcos Patronelli (ARG) 54:22:08
- 3 Tomas Maffei (ARG) 55:16:12
- CARROS
- 1 Peterhansel/ Cottret (FRA) 38:54:46
- 2 Roma (ESP)/ Perin (FRA) 39:36:42
- 3 Villiers (ZAF)/ Zitzewitz (ALE) 40:08:11
- CAMINHÕES
- 1 De Rooy/ Rodewald (HOL) 45:20:47
- 2 Stacey/ Van Goor (HOL) 46:12:06
- 3 Ardavichus (CAZ)/ Kuzmich (RUS) 46:38:1
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Florescer
E pensar que toda esta maravilha, gerada pela Mãe Terra, pode um dia desaparecer devido ao nosso estilo de habitar, sem o devido cuidado, para com os equilíbrios do sistema-vida e do sistema-Terra pois estabelecemos, já há centenas e centenas de anos, uma relação de agressão e de uso meramente utilitário dos bens e serviços que nos são gratuitamente oferecidos. Em vez de guardiães do jardim do Eden nos fizemos o Satã da Terra, aqueles que cortam as hastes e impedem que os botões virem flores e …
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Túnel do Tempo – 1º Enduro de Moto em Porto Velho 1983
Lá vou eu, numa posição meio esquisita com a velha XL 250 R vermelha, nº 13, cumprindo uma etapa do I Enduro de Moto realizado em Porto Velho. Ano de 1983. Depois “inaugurei” a BR 364 com a xizelona e fui até o Uruguai…
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Para-choque de blog
“A circunstância não faz o homem, ela o revela para ele mesmo” James Allen
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Livros para entender Rondônia – Rondon, de Todd Diacon
Aos 35 anos de idade. Cândido Mariano da Silva Rondon recebeu do governo brasileiro a tarefa de construir as linhas telegráficas que ligariam o estado de Mato Grosso ao Amazonas, território então pouco explorado, cuja comunicação com o centro administrativo do país era precária. De 1900 a 1915, O marechal cuidou de efetivar seu projeto e deu a ele ares de uma verdadeira “missão”.
E dessa figura tida ora como herói desbravador, um autêntico defensor dos indígenas, ora como agente violento de expansão do autoritarismo do Estado — que trata este livro. Sem desprezar esses vários lados, Todd A. Diacon procura entender a atuação do marechal como um projeto político de integração nacional. Para tanto, enfatiza pontos até agora pouco examinados da trajetória desse personagem, como a presença decisiva das idéias positivistas. Ao discutir os feitos e os fracassos do militar e apresentar os aspectos simbólicos que constituíram sua carreira, o autor dá nova atualidade ao tema, e revela como “a invenção e reinvenção de Rondon continuará a acompanhar a invenção e reinvenção da nação brasileira”.
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Acordar com um vibrador-despertador é…
Reblogged from O blog da LISTA:
Você está solteira? Tem namorado, mas não mora com ele? É lésbica? Tem alergia a pinto? Então seus problemas se acabaram-se, diria Seu Creisson. É que uma marca aí criou o Little Rooster, um despertador-vibrador pro seu dia amanhecer feliz. Você programa a hora em que quer acordar e ele te desperta dando muito prazer (ou quem sabe até um orgasmo né. Quem nunca?)! Segundo a propaganda do produto, não é necessário colocar o dispositivo dentro da vagina. Basta ele estar perto do clitóris pro …
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O que é phone stacking?
Reblogged from Arquitetura de Informação:
Sabe aquele seu amigo que fica checando o telefone a cada dois minutos quando vocês estão em um restaurante ou um bar? Acho que todo mundo que lê este blog já passou por isso alguma vez. A pessoa que está falando fica um pouco desconcertada: não sabe se deve continuar falando ou se deve esperar a outra terminar de checar o telefone. E na maioria das vezes a pessoa que é viciada em checar o aparelho nem percebe que está sendo deselegante. Pois tem uma nova moda nos EUA que foi pensada justamente …
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Tristeza : Acaba a busca pelo professor da UNIR desaparecido desde segunda-feira. Suspeito do assassinato foi preso na casa da avó. Penin será enterrado nesta sexta (13) em São Paulo
O professor do curso de arqueologia da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), o paulistano André Penin Santos de Lima, desaparecido desde segunda-feira, 09, foi encontrado morto dentro do seu apartamento nesta tarde (11). Penin chegou de férias no domingo. O porteiro do prédio onde o professor mora o viu entrando no prédio no domingo. Foi a última vez que Penin foi visto com vida.
Com interesses acadêmicos voltados principalmente para indústrias líticas (lascadas e polidas) e sambaquis, recentemente passou a se envolver com Arqueologia Amazônica. Possuía graduação em História pela Universidade de São Paulo (2000) , graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1998) , mestrado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2005) e doutorado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2010) . André Penin também foi Técnico em arqueologia da Superintendência do IPHAN em São Paulo e da Superintendência do IPHAN em Santa Catarina, entre 2006 e 2009. Atualmente, além da UNIR, era professor colaborador da Universidade Estadual do Amazonas e Membro de corpo editorial da Veredas Amazônicas.
O carro de Penin ,um Honda Fit preto , placas EIO 2025, de São Paulo está desaparecido. O carro possui um adesivo com sinais que identificam os moradores do condomínio. Apesar da polícia levantar a hipótese de suicídio, algumas fontes revelaram que o caso se encaminha para a possibilidade de latrocínio. Segundo estas mesmas fontes , havia sinais de estrangulamento e um forte cheiro de gás dentro do apartamento em que foi encontrado o corpo, no Residencial Pinhais, Bairro Aponiã na zona norte de Porto Velho.
A Reitoria da Fundação Universidade Federal de Rondônia decretou luto oficial no dia de hoje. Já chegaram a esta cidade 7 familiares entre pais, irmãos e outros parentes próximos para acompanhar as homenagens e os processos administrativos de desembaraço e liberação do translado. O translado deverá ser feito ainda hoje para a cidade de São Paulo, sua terra natal, onde será sepultado.
A reitoria da UNIR e a Superintendência do IPHAN em Rondônia emitiram nota de pesar pela morte de Penin.
Nota de Pesar IPHAN/RO
É com o mais profundo pesar que a Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e toda a comunidade acadêmica comunicam a morte do professor Doutor André Penin Santos de Lima, confirmada hoje pelas autoridades policiais de Rondônia. André Penin era professor da Unir desde 2009, onde exercia a função de vice-chefe do Departamento de Arqueologia. Sua partida precoce muito nos entristeceu, mas o legado de seu profissionalismo há de ser lembrado para sempre na universidade.
Professora Doutora Maria Cristina Victorino – Vice-Reitora no Exercício da Reitoria
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ATUALIZAÇÃO : Acusado da morte de Penin é preso
Adriano Rodrigues de Melo Araújo, 19 anos, o principal suspeito pelo assassinato , foi preso nesta quinta (12) por agentes da Delegacia de Homicídios. Ele foi encontrado na casa da avó, num bairro da Zona Sul de Porto Velho. Na casa, além do Honda Fit de André Penin, estavam o celular e alguns objetos furtados da casa do professor. O suspeito disse para os policiais, que ele e o professor brigaram dentro do apartamento, ocasião em que teria aplicado uma “gravata” ,com o objetivo de sufocá-lo. Na sequência, o suposto assassino abriu os bicos de gás , para consumar o homicídio. Este ato poderia causar outra tragédia de proporções incalculáveis, porque o condominio dispõe de sistema de gás encanado que poderia ficar vazando e até causar uma explosão. A Delegacia de Homicídios deve se pronunciar agora à tarde, em entrevista coletiva, para esclarecer o caso.
O corpo seguiu agora à tarde(12) num vôo da TAM. Foi confirmado que o corpo será enterrado nesta sexta (13). As últimas homenagens dos amigos serão prestadas a partir das 07:00h no Cemitério de Congonhas – Rua Ministro Álvaro de Souza Lima, 101, Jardim Marajoara-São Paulo – SP – Seguindo pela Washington Luiz, 3 km após aeroporto de Congonhas sentido Interlagos www.cemiteriocongonhas.com.br . O enterro será às 11h .
NR : Penin era um profissional muito bem conceituado pela comunidade acadêmica. Convivi com ele nestes últimos tempos, junto com seus companheiros de Departamento idealizando e realizando o Laboratório e Museu de Arqueologia da UNIR. A sociedade perde uma pessoa íntegra. A ciência perde um grande pesquisador. Agora, vamos aguardar a verdade dos fatos, porque a Polícia de RO é competente para demonstrar isso.
Beto Bertagna
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A transitoriedade do tempo
Por Erika de Souza Bueno
Nada como um dia depois do outro para acalmar os ânimos e reanimar aqueles que sofreram frustrações. Nada como atentar para a importância do tempo e reaprender lições já vistas anteriormente, mas talvez esquecidas. Nada como o tempo para nos ensinar que o branco dos cabelos nos lembra a urgência de transferirmos os conhecimentos acumulados durante os anos.
O tempo ensina, o tempo acalma, o tempo impõe verdades que não queríamos ou não podíamos entender. A duração do tempo é subjetiva; um minuto pode ser tão pouco e insignificante quanto pode ser decisivo para a sobrevivência de alguém.
A intensidade de cada momento também não pode ser medida com precisão, pois para cada um é revelada de uma forma. O tempo pode ser recordado, mas não adiantado. Por ele, as mais diversas circunstâncias vividas por alguém podem ser trazidas à memória, em quaisquer lugares.
Para alguns, o tempo tem poder de curar máculas causadas pela ausência física e/ou psicológica de alguém que queríamos que participasse ou continuasse a participar de nossa história. Se não fosse a divisão do tempo em segundos, minutos, horas, dias, meses e anos, seria muito difícil fazermos uma reflexão sobre o que poderia ser mudado e melhorado em nós.
A cada minuto que passa, a cada dia que termina, temos a oportunidade de parar e repensar as ações e reações causadas por nós e em nós. O tempo é uma das oportunidades que Deus nos dá para entendermos a nossa finitude e a consequente urgência de nos voltarmos a Ele.
Envolvidos com as rotinas da vida, muitos pais perdem a oportunidade de atentar para as necessidades emocionais de seus filhos, não esclarecendo, em tempo oportuno, as dúvidas que nossas crianças sempre têm. Há quem diga, inclusive, que os netos são a nova oportunidade que a vida dá aos pais de pagarem aos filhos o tempo que não tiveram para eles.
O tempo nos evidencia a urgência e a importância do agora, ou seja, do único momento que é nosso e em que temos a oportunidade de corrigirmos as falhas que nem mesmo os anos foram capazes de consertar.
Valorize cada momento de sua vida, valorizando as pessoas que fazem parte dela. Não deixe de fora de sua história nem mesmo as pessoas que, por desconhecimento e clareza da importância de se cultivar amigos e familiares, insistem em cultivar instabilidades. Ensine-as de que o tempo passa e que a oportunidade para ser feliz e fazer alguém feliz ainda está sendo oferecida a nós, bastando que nossos “olhos” não estejam tão enfadados a ponto de não conseguirem mais enxergar.
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Sobre caráter e dignidade
Tem certas coisas que vêm do berço e não do arroto , nem da faculdade… É o que pode ser visto até na maior competição off-road do mundo, o Rally Dakar. Nas proximidades de Antofagasta, no Chile, o francês Cyril Després, tricampeão da prova liderava até que numa curva traiçoeira, acabou levando um tombo espetacular e atolou na lama. Com a moto completamente atolada, seria impossível sair dali com forças próprias. Eis que surge o piloto português Paulo Marques, que acaba caindo no mesmo atoleiro. Ao ver da necessidade de um ajudar ao outro para sair daquela armadilha de barro, Marques foi até a moto de Després e gentilmente ajudou-o a sair da lama. E o que fêz Després? Enquanto Marques implorava pela reciprocidade da ajuda, o francês limpou o roadbook, que serve para a navegação, e se mandou , sem ajudá-lo. Falta de ética ? De caráter ? Espírito de porco ? Tudo junto. Coisas que acontecem no dia a dia com os calhordas , e que agora, começa a se espalhar pelo esporte.
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Na Cama Com Simone
Hoje temos duas mulheres especiais fazendo a festa no nosso Clube. Nosso GUEST POST dessa segunda é da Biscate Convidada Srta. Bia, autora do Groselha News, moderadora e autora do Blogueiras Feministas. Divertida, antenada e lambateira tropical, a Srta. Bia pinta e borda no twitter. E como Biscate adora celebrações, nada mais apropriado que lembrar a aniversariante ilustre do dia: Simone de Beauvoir – que, aliás, não recusaria um brinde: tim-tim. Na Cama Com Simone, por Srta. Bia Em 1952, Simone de …
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Dormir enquanto os ventos sopram…
Por Clara da Costa
Uma frase que ouvia sempre do meu pai, e que jamais irei esquecer por toda minha vida é:
” Para se deitar a noite, com a cabeça no travesseiro e de consciência tranquila,
dependia muito de nossas ações e pensamentos positivos,
no decorrer do dia”.
O sentimento de paz na consciência,
vem da nossa capacidade de saber enfrentar problemas.
Eles existem e sempre existirão, mas o problema não é o problema e,
sim o que fazemos com ele.
Eles não chegam em nossas vidas por acaso.
Deus reserva a cada um de nós, situações, muitas vezes, conflitantes,
aparentemente sem soluções, mas que quando observadas com cuidado e discernimento,
nos darão respostas inimagináveis.
Basta que saibamos ouvir nosso coração…
e, calmamente dormirmos “enquanto os ventos sopram”…
O sol se esconde, humildemente, nas tempestades,
ouve com atenção o murmúrio do vento,
e, sabe a hora que voltará a brilhar.
Janeiro/12
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Teleimage lança Concurso de Roteiros para curtas-metragens
Com a intenção de ampliar a qualidade final dos curtas-metragens, o I CurtaTeleimage abriu inscrições para contemplar dois roteiros, um de ficção e um de documentário, de até 20 minutos. Os dois projetos vencedores serão anunciados no dia 16 de abril de 2012 e receberão como prêmio todo o financiamento de finalização de imagem e som. A Fuji Filmes, parceira do prêmio, fornecerá todo o internegativo para o transfer de imagem dos dois curtas, de ficção e de documentário. As inscrições serão aceitas até o dia 15 de março de 2012 e podem ser feitas no Hot Site do prêmio – www.curtateleimage.com.br, onde estão todas as regras para a inscrição dos projetos de roteiro .
Os roteiros têm que ser originais e não poderão estar em processo de produção e nem serem de filmes já realizados. Os concorrentes não poderão ter dirigido projetos de longa metragem de ficção ou de documentário. As participações estão abertas a qualquer roteirista que preencha essas exigências e queira inscrever seu projeto. Serão aceitos roteiros com o máximo de 20 páginas, seguindo o seguinte formato: fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento entre linhas simples, cabeçalhos, rubricas e diálogos de acordo com o modelo de roteiro disponível no hot site do prêmio.
O júri que escolherá os dois projetos contemplados será formado por José Carlos Ribeiro de Oliveira, Newton Cannito, José Augusto De Blasiis, Selma Nunes e Roberto Vitorino. Os critérios que orientarão o júri serão: a) Criatividade da proposta apresentada; b) Coerência do roteiro e da proposta estética em relação ao conceito de curta-metragem de ficção e documentário;
Prêmio
Os autores dos dois roteiros selecionados serão contemplados com o processo de finalização de imagem e som. A finalização de imagem poderá ser em resolução HD ou 2K a partir de película ou de arquivos digitais data, e constará de conformação on line da imagem, correção de cor, elaboração e realização dos créditos iniciais e finais e transfer tape to film com internegativos incluídos. A finalização de som será de edição, foley, pré mixagem, mixagem e print máster em Dolby Digital 5.1
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“Cracolândia Privê”, pois então!
domingo, 8 de janeiro de 2012 ANO 91 Nº 30.230 Uma espécie de cracolândia privê funciona em casas e apartamentos de bairros como Vila Mariana, Bixiga, Paraíso, Penha e Bela Vista, ínforma Afonso Benites. São espaços discretos e seguros destinados à venda e ao consumo local do crack. Para entrar, é preciso ser apresentado por algum conhecido do traficante e só consumir a droga “da casa” O Brasil está ficando chic. Chic mesmo! Se você, professor, recém-licenciado ou aluno, seguir as …
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